Expresso | Ramos-Horta: “Para os timorenses, Ximenes Belo não deixa de ser um herói. Na questão [dos abusos] as vítimas querem um pedido de desculpa”

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Em entrevista a Francisco Pinto Balsemão no podcast Deixar o Mundo Melhor, o atual Presidente de Timor lembra os tempos de resistência e exílio, a importância de Xanana Gusmão, ‘pai da pátria timorense’, na formação do país, e as atuais relações com Ximenes Belo, acusado de abusos sexuais

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Seridoense José Roberto Bezerra de Medeiros lança sua primeira obra literária “Famílias Pioneiras dos Açores e do Seridó” – Blog do Robson Pires

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SINO MILENAR EM TIMOR

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🇹🇱 | An ancient Dong Son drum found in Timor Leste.
A relatively intact bronze drum believed to belong to the Dong Son culture, originating in Vietnam over 2,000 years ago, has recently been discovered in Timor Leste.
The drum, 1.03 metres in diameter, 78 cm in height, and 80kg in weight, was found accidentally at a construction site in Baucau, the second largest city in Timor Leste, in late 2014. However, official information was just released in late November this year after researchers had conducted preliminary assessment.
Archaeologist Nuno Vasco Oliveira from the Timor Lester Government’s General Directorate of Art and Culture said he is certain that the item is a Dong Son bronze drum – an icon of the Dong Son culture (700 B.C. – 100 AD) of the ancient Vietnamese people.
This is not the first time a Dong Son drum has been found in Timor Leste. The ones previously unearthed were badly damaged while the newly found item is in a relatively good condition.
Oliveira said this drum is one of the most intact Dong Son drums that have ever been discovered in Southeast Asia.
Local scientists will continue restoring the object, which is being kept by the General Directorate, and expand excavation near the drum’s location.
Samples of the drum will also be sent to France for in-depth analysis of its material and age. Timor Leste experts believe that it dates back at least 2,000 years.
A number of stone carvings similar to patterns on Dong Son drums had previously been dug up in the east of the Southeast Asian country and the discovery of Dong Son drums provides a strong evidence of the presence of the Dong Son culture in there millennia ago, he said, expressing his hopes for coordination with Vietnamese colleagues in studying that drum.
Dong Son drums are iconic items of the ancient Vietnamese’s Dong Son culture, a Metal Age archaeological culture. They are usually big and have well-proportioned shapes, showing high production skills and aesthetics of the ancient people.
The Dong Son culture got its name from Dong Son village on the bank of the Ma River in the central province of Thanh Hoa. A number of bronze drums were found by chance in 1924, marking the first evidence of the culture’s existence.
VNA
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Madeira e Açores são os grandes centros de consumo de drogas sintéticas

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Source: @rtppt

https://www.rtp.pt/madeira/sociedade/madeira-e-acores-sao-os-grandes-centros-de-consumo-de-drogas-sinteticas-audio_106803

 

https://www.rtp.pt/madeira/sociedade/madeira-e-acores-sao-os-grandes-centros-de-consumo-de-drogas-sinteticas-audio_106803

o uruguai português – O PRIMEIRO GOVERNADOR australiano LUTOU PELA MARINHA PORTUGUESA

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extraído de CHRONICAÇORES VOL 5 LIAMES E EPIFANIAS AUTOBIOGRÁFICAS ED LETRAS LAVADAS 2022

6.2.5. O PRIMEIRO GOVERNADOR australiano LUTOU PELA MARINHA PORTUGUESA

Finalmente, a História repõe factos reais, desimbuídos de conotações patrioteiras. É assim que devemos considerar, um livro de 1984 do australiano Kenneth Gordon McIntyre, “The Rebello Transcripts, Governor Phillip’s Portuguese Prelude.” Para os desconhecedores da história da colonização da Austrália, o Capitão Arthur Phillip foi o Comandante da Primeira Armada que chegou à Austrália em janeiro 1788, oito anos depois da alegada descoberta do Capitão Cook, após 257 dias de tormentosa viagem, com 11 barcos, 730 degredados (160 mulheres), 250 marinheiros e homens livres, para criarem a primeira colónia britânica no continente.

Arthur Phillip nasceu em Fulham em 1738, filho de Jacob Phillip, professor de línguas, de origem alemã, e de Elizabeth Breach, viúva dum Capitão da Marinha Real Inglesa. Estudou no Hospital de Greenwich tornou-se aprendiz de marinheiro, aos treze anos na Marinha mercante na Gronelândia.

Aos quinze, alistou-se na Marinha Real e esteve na Guerra dos Sete Anos de 1756-1763. Tomou parte na Batalha de Minorca (1762), promovido a Tenente, com meio soldo logo que a Guerra terminou, casou, estabeleceu-se numa quinta (Lyndhurst, Hampshire) recorrendo à agricultura para sobreviver durante os dez anos seguintes.

Esteve depois nas colónias sul-americanas na guerra opondo a Espanha (e França), contra Portugal e Inglaterra, e da qual estas sairiam vencedoras, com a exceção de Rio Grande, que ficaria espanhol. O Tratado de Paris (1763) gerou trocas de territórios coloniais entre as potências europeias: a Espanha troca a Flórida por Havana, recupera Manila e as Filipinas, e devolve a Portugal a Colónia do Sacramento.

Em 1773, os Portugueses recrutavam oficiais de Marinha, e Phillip, Tenente Naval, obtém o posto de Capitão. Três anos mais tarde, comandava uma fragata portuguesa encarregue da proteção de Colónia. Era uma praça penal permanentemente ameaçada pela Espanha. Os habitantes foram obrigados a comer ratos, cães e gatos para sobreviverem ao cerco. O profissionalismo de Phillip granjeou-lhe a admiração dos portugueses. Em 1777, a Armada espanhola tentava provocar um confronto com os portugueses ao largo da costa, o comodoro irlandês, MacDoual, depois de consultar Phillip, disse ser de evitar um confronto direto.

Ao contrário do escrito nas biografias, a nomeação para Governador da colónia australiana, não corresponde à brilhante carreira na Real Marinha Britânica, mas aos relevantes serviços na Marinha Portuguesa.

O livro de McIntyre “The Rebello Transcripts” baseia-se num estudo de finais do séc. XIX, do General Jacintho Ignácio de Brito Rebello, arquivista da Torre do Tombo, que, a pedido de historiadores australianos, estudou a carreira do Capitão Phillip ao serviço dos portugueses. Embora os dados tenham estado à disposição dos historiadores, o desconhecimento da história não permitiu o seu aproveitamento.

Consagrados, como George MacKaness ao publicar, em 1937, a biografia do Almirante referem erradamente a defesa da “colónia” (Brasil), em vez de Colónia del Sacramento, hoje território uruguaio.

Mais tarde, 1778, por fidelidade, Phillip coloca-se à disposição da Inglaterra para a Guerra da Independência (EUA), após a dispensa pelos portugueses dos seus notáveis serviços.

Colocado na Reserva por 16 meses, aos 43 anos (1781) o Almirantado deu-lhe o comando dum navio de 64 canhões “Europa”. Phillip foi recomendado para o lugar, pela meritória ação ao serviço da Armada Portuguesa.

Tal como Colónia do Sacramento, de difícil linha de abastecimentos, também Botany Bay representava enorme desafio. Em 1786 conduzia a Primeira Armada a Botany Bay, daí a importância de Phillip para a história da Austrália.

A Primeira Armada arribara após meses de tormentosa viagem. Phillip escolheu Sydney Cove, vasto porto natural, a norte de Botany Bay. Das 1030 pessoas 3/4 eram condenados, e os restantes marinheiros e oficiais. Durante cinco anos com inabalável otimismo, tentou criar uma colónia viável com material humano inadequado. A maioria dos condenados pertencia às mais baixas classes. Concedeu terras para amanharem ao terminarem as sentenças. Isto não os transformou em classe diligente de agricultores. Apenas 13 colonos livres embarcaram na sua governação para criarem uma colónia viável. A fome era uma ameaça constante.

A Primeira Armada levara mantimentos para dois anos. A 2ª Armada chegaria a junho 1790 e a 3ª em julho 1791. Até ao reabastecimento, todos os bens eram racionados. Fundou-se Parramatta como centro agrícola com os condenados na lavoura. Faltavam animais de carga e equipamento, o que aliado às condições locais e à dificuldade de criar uma colónia nova tornavam bem difícil tal desiderato.

Quando, doente, regressou a Inglaterra em dezº 1792, o núcleo urbano de três mil pessoas não produzia os géneros necessários para sobreviver. Os marinheiros foram substituídos pelo New South Wales Corps, em 1791, promovendo trocas comerciais mercantis entre a Índia e os EUA. A colónia sobreviveria com mais navios, mas com o futuro incerto devido ao elevado custo duma colónia longínqua e cara.

A visão de Phillip para a viabilidade com colonos livres demorou tempo, após anos de privações. Antes de sair deixou as linhas mestras de sobrevivência económica. Foi promovido a Contra-Almirante (1798), reformou-se (1805) em Bath onde faleceu (1814) Almirante.

 

QUADRO I – A LUTA PELA COLÓNIA DE SACRAMENTO

1494 TRATADO DE TORDESILHAS Espanhol n
1679 Fundação de Colónia pelo Príncipe Pedro Português
1680 Destruição de Colónia pelos Espanhóis Espanhol
1683 Devolução de Colónia após negociações Português
1705 Captura. Guerra da Sucessão em Espanha Espanhol
1713 Devolução. Tratado de Utreque (Utrecht) Português
1750 Renegação do Acordo. Tratado de Madrid Espanholn
1761 Revogação do Acordo. Tratado do Pardo Portuguêsn
1762 Captura. Guerra dos Sete Anos Espanhol
1763 Devolução. Tratado de Paris Português
1777 Destruição pelos espanhóis Espanhol
1821 Anexação por Portugal Português
1822 Independência do Brasil Brasileiro
1828 Fundação do Uruguai Uruguaio

n Denota apenas mudança teórica do domínio legal, já que na prática (fisicamente) nada se alterou.

QUADRO II – CARREIRA DO CAPITÃO PHILLIP NA MARINHA PORTUGUESA
  1774 25 agosto Solicita autorização para admissão na Marinha Portuguesa  
    22 dezº Parte de Londres para Lisboa  
  1775 14 janº Nomeado Capitão da Marinha Portuguesa  
    09 fevº Parte de Lisboa ao comando da “Belém”  
    ? maio Chega ao Rio de Janeiro  
    28 setº Ao comando da “Pilar” com destino a Colónia  
    22 outº A “Pilar” parte do Desterro  
    ? novº Regressa ao Rio, partindo logo a seguir.  
  1776 27 janº Ao comando da “Pilar” ruma a Colónia  
    18 ago A “Pilar” intervém na defesa de Colónia  
    29 dezº Parte de Colónia  
  1777 20 fevº Fica baseado na Ilha de Santa Catarina  
    março Integrado num Esquadrão Naval no Rio de Janeiro  
    01 abr Parte ao comando da “Pilar” numa missão de defesa a sul  
    26 abr Regressa triunfante com um barco inimigo aprisionado  
    29 maio Nova partida em patrulha às águas do sul  
    23 outº Nomeado Capitão do “Santo Agostinho”  
  1778 10 maio Parte do Brasil com destino a Lisboa  
    04 ago Chegada a Lisboa  
    24 ago Pagamento e exoneração da Marinha Portuguesa  

extraído de CHRONICAÇORES VOL 5 LIAMES E EPIFANIAS AUTOBIOGRÁFICAS ED LETRAS LAVADAS 2022

O Uruguai Já Foi Português

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♔ | Sabia Que… O Uruguai Já Foi Português
Em 31 de Julho de 1821, a Banda Oriental (actual Uruguai) foi incorporada oficialmente ao Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. A partir dessa data, o território, que estava ocupado desde 1817, passou a ser administrado sob a denominação de Cisplatina.
A região cisplatina era disputada pelas coroas de Portugal e da Espanha desde a fundação da Colónia do Santíssimo Sacramento (1680), sendo objeto de vários tratados territoriais, dos quais os principais foram o Tratado de Madrid (1750), o Tratado de Santo Ildefonso (1777), também, chamado Tratado dos Limites e o Tratado de Badajoz (1801). Na posse espanhola, com a independência da Províncias Unidas do Rio da Prata, constituiu-se em território daquele país até 1816 quando foi invadida pelo general Carlos Frederico Lecor, comandante da Divisão de Voluntários Reais do Príncipe, para a Coroa portuguesa, na Guerra contra Artigas. Ali desenvolveu uma inteligente política de ocupação, com a fundação das Escolas Mútuas do Método Lancaster e o apoio às elites Orientais. Em 1821, foi incorporado ao Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves pelo príncipe-regente português, com o nome de Província Cisplatina. A anexação foi justificada, à época, pelos alegados direitos sucessórios que sua esposa, a rainha Carlota Joaquina, teria sobre a região.
Com a proclamação da independência do Brasil em 7 de Setembro de 1822, o Imperador D. Pedro I estava na prática a declarar guerra a Portugal, e na Bahia e na Cisplatina, houve grande resistência à separação do Brasil do Reino Unido com Portugal.
A Guerra da Cisplatina ocorreu de 1825 a 1828, entre Brasil e Argentina, pela posse da Província de Cisplatina, actual Uruguai.
O conflito foi travado entre o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata (recém-independentes de seus colonizadores, Portugal e Espanha) pela posse da Província Cisplatina, a região da atual República Oriental do Uruguai. Localizada na entrada do estuário do Rio da Prata, a província era uma área estratégica, já que quem a controlava tinha grande domínio sobre a navegação em todo o rio da Prata, além de acesso aos rios Paraná e Paraguai.
Os argentinos reivindicavam-na, assim, como parte do antigo Vice-reinado da Prata. O Império do Brasil a mantinha como necessária para a defesa das províncias do Sul.
Em 27 de Agosto de 1828, o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata assinaram o Tratado do Rio de Janeiro. O documento estabeleceu a independência da República Oriental do Uruguai. No dia seguinte, com a assinatura do Tratado de Montevidéu, chegava oficialmente ao fim a Guerra da Cisplatina, iniciada três anos antes.
O desfecho desfavorável ao Brasil agravou a crise política no país. A perda da província foi mais um motivo para a insatisfação dos brasileiros com o Imperador D. Pedro I, que acabou renunciando, em 1831.
Miguel Villas-Boas | Plataforma de Cidadania Monárquica
José Bárbara Branco

Sobre esta extraordinária campanha militar e política, cujo fim era trazer a fronteira brasileira até ao Rio da Prata, vale a pena ler o II volume da obra de F.S. de Lacerda Machado (1933) “Expedição a Montevideo”:
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