Viveiros florestais dos Açores produzem anualmente dois milhões de plantas – Jornal Açores 9

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Os 14 viveiros florestais que existem nos Açores produzem anualmente cerca de dois milhões de plantas, onde se incluem “cerca de 600 mil” espécies endémicas, anunciou hoje o secretário regional da Agricultura e do Desenvolvimento Rural. António Ventura falava à margem de uma visita à área de experimentação florestal com espécies autóctones, no Viveiro Florestal […]

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Horta vai ter um Minibus 100% elétrico   – Jornal Açores 9

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A Câmara Municipal da Horta vai adquirir um novo minibus exclusivamente elétrico. A aquisição do novo meio de transporte coletivo de passageiros vem na continuidade da aposta de preocupação ambiental da autarquia e visa dar uma resposta adequada às necessidades regulares da cidade da Horta. A nova viatura está integrada no projeto LIFE IP CLIMAZ, […]

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Vila do Porto é o único “Município + Azul” na região – Jornal Açores 9

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O concelho de Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, foi o único dos Açores que recebeu o prémio “Município + Azul” 2022, no âmbito do Programa Bandeira Azul, anunciou hoje a autarquia. Citada em nota de imprensa, a presidente da Câmara Municipal de Vila do Porto, Bárbara Chaves, considerou que “este é um […]

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TANTA IGNORÂNCIA

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Quando comes, fumas e fazes outras coisas inexplicáveis com cogumelos, dá nisso…
Passam anos, décadas e séculos e a ignorância não diminui… AUMENTA!
Louca: -“Ar encanado!
Goucha: – Adoro essa expressão!…
VENTO ENCANADO! VENTO ENCANADO! Atoleimados…
[Da SÉRIE: PARA FALAR DOS AÇORES, ESTUDASSES]
A chef Luisinha parece ter vivido em S. Jorge. Perdão, segundo a mesma, viveu num charuto, e por lá apanhou tanto vento encanado que: viu batatas serem arrancadas e a voar (o que isto poupa a coluna de quem tem que as tirar com enxada); vislumbrou a floresta das Sete Fontes com criptomérias de 90 metros de altura (e eu que andei estes anos todos a ser enganado, pois só consegui enxergar um parque florestal. E não o devo visitar há tantos anos que nunca vi as árvores com o tamanho referido); mas, pior do que o mencionado, o vento encanado afetou-lhe o discernimento.
https://www.facebook.com/100003842950314/videos/737294360782144

AÇORES TRATAR DEPENDÊNCIAS, ADIÇÕES

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Casa de Saúde de São Rafael vai reforçar tratamento a novas dependências como compras online, jogos, apostas com dinheiro, pornografia e adição às redes sociais e vai reforçar a aposta nesta nova Unidade
Actualmente em regime de substituição da coordenadora da Unidade, o enfermeiro José Gomes começa por salientar que a equipa da Unidade de Alcoologia e Novas Dependências Comportamentais é composta, para além de si, por uma psiquiatra, duas psicólogas e por uma licenciada em ciências sociais. José Gomes de 39 anos e há 16 anos a exercer na Casa de Saúde de São Rafael, explica depois como surgiu esta nova valência.
“Apresentamos à tutela este projecto inovador porque sentimos que esta era uma necessidade na Região (…) na Unidade de Alcoologia utilizamos a terapia cognitiva comportamental e faz todo o sentido que se fizesse este caminho para deixar de dar enfoque à substância (álcool) e mais ao comportamento associado. Este projecto foi apresentado publicamente a 28 de Abril de 2021”, refere.
Apesar disso, o coordenador interino deste Unidade revela que “anteriormente já recebíamos alguns casos”.
“Muitos deles em comorbilidade, ou seja, apresentavam consumo de álcool em comorbilidade com o jogo, raspadinhas, apostas online, Placard ou outros com o vício do sexo. Isto sempre em comorbilidade, mas agora já passamos a receber em exclusividade”, explica.
José Gomes admite que “ainda temos poucos casos e precisamos de uma maior divulgação”. Este enfermeiro da Casa de Saúde de São Rafael realça que apesar da maior área de intervenção continuar a ser o álcool, “tivemos recentemente o caso de um jovem que comia compulsivamente. Recebemos casos de pessoas que gastam muito dinheiro nas raspadinhas, no Placard, no jogo online ou em compras. Recebemos também uma mulher que realizava compras de forma compulsiva”, recorda.
Relativamente à dependência relacionada com o jogo, José Gomes revela que este problema começa a ser “notado cada vez mais e os dados estatísticos assim o demonstram”.
“Há mais jovens a dedicar mais tempo ao jogo online ou às apostas a dinheiro. O último relatório do SICAD referia que cerca de 50% dos jovens de 18 anos jogava mais de 6 horas online. Estima-se também que 2 em cada 10 jovens faça apostas a dinheiro”, afirma antes de avançar algumas explicações para o crescimento deste fenómeno.
“Com a evolução das novas tecnologias o jogo está mais presente. Enquanto antes os jovens precisavam de socializar, de estar em grupo, ir ao café, de se encontrarem à porta de casa, de ter os jogos de tabuleiro, os jogos de rua, hoje em dia os jovens já podem jogar sozinhos à frente de um ecrã e isso inibe a socialização. Embora muitos joguem online e conversem uns com os outros, não é a mesma coisa”, considera.
Apesar de a vertente do jogo a dinheiro não se encontrar discriminado nos relatórios, este enfermeiro não tem dúvidas de que “existe um incremento muito grande dos jogos a dinheiro, quer no caso do Placard quer no caso das raspadinhas”.
Esta Unidade que tem neste momento uma capacidade instalada de 9 camas encontra-se presentemente numa fase de remodelação.
“A nova Unidade de Alcoologia e Novas Dependências Comportamentais terá 12 camas e será mista (…) As 9 camas estão cheias e actualmente não temos ninguém com internamento relacionado com estas novas dependências”, destaca.
José Gomes admite que “as pessoas não sabem muito bem como chegar até nós” e, nessa medida, avança algumas das medidas que a Casa de Saúde de São Rafael gostaria de implementar.
“Uma das propostas que já submetemos à tutela passa pela realização de acções de formação e de divulgação da Unidade a nível regional. Outra medida que também já propusemos é a abertura da Consulta Externa em Psicologia para intervir no âmbito destas novas dependências comportamentais, sobretudo junto dos mais jovens e acerca do uso da internet e do jogo. Mais sobre o gamming, jogo sem apostas, e não tanto sobre o gambling”, realça.
Para este enfermeiro especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica a sociedade ainda não está devidamente desperta para estas problemáticas.
“Consideram normal que um jovem passe a vida à frente da televisão. Não tem maus comportamentos, mas muitas vezes não se controla aquilo que tem acesso na televisão, nos jogos, na internet ou em sites de consulta. Há muitos perigos escondidos”, avisa.
José Gomes avança que em todos os casos de novas dependências comportamentais tratadas nesta unidade “as pessoas mudaram o seu comportamento”. O actual coordenador entende que “é necessário um maior reconhecimento destas problemáticas” e considera que uma das maiores dificuldades para uma melhor implementação desta nova valência prende-se, desde logo, “no encaminhamento desta problemática para tratamento. Para além disso são as mesmas dificuldades de muitos outros lugares; somos poucos para fazer muito”.
Relativamente ao aumento de regulamentação no acesso a jogos online, José Gomes vê essa realidade “com muita dificuldade”, entendendo por isso que a aposta deve passar “por ensinar os nossos jovens a conviver de forma saudável com isso”.
“O segredo está na prevenção e é aí que temos de apostar para que as pessoas não cheguem a uma situação de dependência e possam conviver saudavelmente com o uso do computador, do telemóvel ou do jogo”, afirma.
A terminar, o coordenador interino deste Unidade reforça que “somos agora a resposta oficial para estas situações”.
“É preciso que os casos cheguem para que possamos trabalhar com essas pessoas”, realça.
Luís Lobão
May be an image of sky
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+PEDRO GOMES TEMPO DE VÉSPERAS

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TEMPO DE VÉSPERAS
Com a aproximação do final de cada ano, sentimos que o tempo nos vai faltando, à medida que os anos avançam. Quando somos mais jovens, temos todo o tempo do mundo. Após a meia-idade, olhamos para o tempo com a sensação de que nos vai faltar tempo para ainda fazermos algumas coisas. É por isso que os balanços de final de ano são sempre ficcionais. Reinterpretamos a vida, o ano que passou, procurando antecipar o futuro, que é coisa que nunca se consegue.
Nestes dias, os jornais e as televisões preenchem os espaços de destaque informativo com os balanços factuais dos acontecimentos anuais, sempre subjectivos, pois resultam da apreciação das redacções e dos jornalistas que os elaboram.
Nas nossas vidas, não temos jornalistas a escrutinar os factos e dar-lhes balanço. Até porque os factos pessoais têm contextos próprios, mexem com os sentimentos mais profundos, com o coração e, por isso, mesmo, têm significados diferentes.
No final do ano, quando soarem as doze badaladas que marcam a mudança de ano, brindarei com o habitual champanhe e comerei as doze passas, como todos à volta da mesa, cumprindo uma tradição recente, pois quando era miúdo não se comiam passas neste dia, com o seu número a corresponder aos meses do ano vindouro.
Os anos ensinam-nos que o balanço se deve fazer todos os dias, quase em jeito de exame de consciência, perguntando ao coração e à razão o que nos motivou a decidir o que decidimos ou a fazer o que fizemos. Nem sempre as razões do coração coincidem com a análise racional. Ainda bem que é assim.
Gosto de seguir o coração, de me inclinar para o seu lado, na descoberta do que não sei, do incerto. A ternura que os gestos de coração proporcionam nunca falha, mesmo quando a razão parece abandonar-nos.
Não há um manual para estas coisas da vida, para as escolhas certas ou erradas. Nelas reconhecemos o milagre da vida e das suas incertezas. Simone Weil disse que a história seria diferente se Eva não tivesse comido a maçã e apenas a tivesse admirado. O que teria acontecido ao homem e à mulher? Que história de vida seria escrita se não houvesse a concessão à tentação? Quantas vezes pensámos assim, ao longo da vida? O que teria acontecido se a decisão tivesse sido outra ou se as palavras ditas não fossem aquelas? Não sabemos. Por mais que possamos antecipar o efeito das nossas escolhas, a vida troca-nos as voltas. O dia seguinte é sempre uma porta escancarada para a esperança.
Mesmo a fé dos que são crentes não se alimenta apenas de certezas. A dúvida coabita com as certezas, abalando os seus alicerces, fazendo, ao mesmo tempo, um apelo para que cada um possa escolher o seu caminho, na efemeridade de um momento, na contemplação da beleza singular de um final de tarde, na fragilidade da flor que se escolhe não colher, no abraço dado ao amigo que se reencontra, no beijo de boa-noite aos filhos, no olhar que nos espera. Precisamos de olhar com os olhos do coração, como ensinam os Padres do Deserto.
Pouco mais é preciso, neste tempo de vésperas.
Com Amalia Bautista, desejo apenas “ver a aurora contigo/ver contigo a noite/e ver de novo a aurora/na luz do teu olhar”.
Um bom ano novo.
(Publicado a 28 de Dezembro de 2022, no Açoriano Oriental)
You, Ana Monteiro, Paula De Sousa Lima and 76 others
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  • Délia Melo

    Bonito texto! Boas entradas. Bjs
  • Maria Luísa Lopes

    Feliz Ano 2023 🌟 Tudo de bom a si e Família. Grata por todas as belas partilhas textuais, que muito aprecio. Beijinhos
  • Elisabete Gomes Batista

    Muito bom amigo bom ano novo com muita saúde paz gratidão 🙏🙏🙏🙏
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  • Paulo Do Nascimento Cabral

    Muito bom. Um abraço e um excelente 2023.
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  • Gloria Pacheco

    Belo texto e meditação! Que a aurora renasça todos os dias, trazendo a 2023 a luz, paz e a alegria de viver! Feliz ano!
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    Manuel Borges

    Excelente texto acertivo!!Boas entradas amigo com tudo de bom!!O abraço de sempre.
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  • Leonor Anahory

    Obrigada pela partilha deste seu pensamento. Bom Ano.
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  • Ana Paula Marques

    Uma reflexão belíssima! Bom Ano!
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  • Marco Pires

    Boas entradas! Feliz 2023.
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  • Ana Cristina Martins

    Lindo texto, dá mesmo que pensar! Aproveitar cada momento que a vida nos dá, saúde ,felicidade , alegria e boa disposição e o mais importante é estar com pessoas que nos daz bem🤩.
    A natureza e a beleza em nosso redor faz que vivemos na terra prometid…

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Encomendas via CTT com prendas de Natal podem ser penhoradas por causa de dívidas de portagens? – Polígrafo

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“A minha filha fez uma encomenda de uma série de presentes de Natal a uma empresa do Reino Unido. Sexta-feira recebeu via CTT a informação de que a encomenda foi penhorada, que está no aeroporto até ela pagar a dívida de portagens”, conta-se no Twitter. É possível que as encomendas sejam penhoradas se tiver dívidas de portagens por pagar?

Source: Encomendas via CTT com prendas de Natal podem ser penhoradas por causa de dívidas de portagens? – Polígrafo

A MAGIA DO PICO

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“Cinco minutos são suficientes para sonhar uma vida inteira. ”
🏔❄️🏔 Montanha do Pico, Açores, Portugal 🇵🇹🏔
May be an image of 2 people and nature
Maria Ângela Furtado Brum, Teresa Canto Noronha and 89 others
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NiT

Esqueçam os Alpes suíços, o cenário mais bonito da Europa está nos Açores.
É a verdadeira magia do Natal: o Pico está coberto de neve. As imagens são incríveis
NIT.PT
É a verdadeira magia do Natal: o Pico está coberto de neve. As imagens são incríveis

 

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  • Cristina Santos

    Foto fantástica…parabéns! Sempre a criar magia no Pico🙏
    Waddles Winter A happy penguin with ski goggles and blue ski clothes, skiing with on a snowy hill with ski poles and pink skis sticker
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