morreu erasmo carlos

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RIP
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Morreu o cantor e compositor Erasmo Carlos no Rio de Janeiro aos 81 anos. Referenciado como um dos maiores símbolos do rock brasileiro, o cantor estava internado desde o dia 17 de outubro no hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro . 😪

Fascismo nunca mais!

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VIVA O NOVO BRASIL !
A todos os criadores de arte, para que nunca se esqueçam que os ditadores reprimem toda a arte, literatura, teatro, música que não se encaixem nos seus ideais.
Fascismo nunca mais!
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Gabriela Mota Vieira, Pedro Almeida Maia and 29 others
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PARABÉNS LELOUCH

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Feliz Aniversário, Claude Lelouch!
Claude Lelouch, o realizador francês de ” Um homem e uma mulher”, faz hoje 85 ANOS
Em 30 de outubro de 1937 nasceu Claude Lelouch, argumentista, produtor e cineasta francês. Dirigiu filmes como “L’Amour avec des Si” (1964), “Um Homem, Uma Mulher” (1966), “Viver por Viver” (1967), “Loin du Vietnam” (1967), “O Homem Que Eu Amo” (1969), “Um Homem Como Poucos” (1970), “L’Aventure C’est L’Aventure” (1972), “A Dama e o Gângster” (1973), “Toda uma Vida” (1974), “Le Bon et les Méchants” (1976), “Se Tivesse Que Refazer Tudo” (1976), “Outro Homem, Outra Mulher” (1977), “Roberto e Roberto” (1978), “Retratos da Vida” (1981), “Viva la Vie!” (1984), “Um Homem e Uma Mulher: 20 Anos Depois” (1986), “Itinerário de um Aventureiro” (1988), “Os Miseráveis” (1995), “Mulheres e Homens – Modo de Usar” (1996), “Hasards ou Coïncidences” (1998), “11 de Setembro” (2002), “Amantes e Infiéis”, (2002) “Crimes de Autor” (2007), “Esses Amores” (2010)
Chrys Chrystello
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fascismo à solta

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Assim é o bolsonarismo
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ode a são miguel 2011

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O dia radioso como foi apanágio neste verão. A terra lançada como grão de poeira, é um mero escolho no Grande Oceano, a colorir o mar em tons de verde, a cor da ilha. Neste matrimónio desigual, a terra é finita, mais nova e apelativa, saída das entranhas do fogo, em eflúvios de magma, a mágica lava que encanta e seduz, à distância segura de um qualquer abrigo. O mar, condescendeu a envolver a ilha num manto de espuma, a burilar as abruptas escarpas, numas baías acedeu a depositar areia fina e enegrecida, sem jamais deixar de as banhar, pondo e tirando a seu bel-prazer. Para resguardar o brinquedo não dotou a ilha de angras, dificultando o acesso a corsários, obstando a que a perturbassem com seus botes. Nem sempre com sucesso, que a arte da pirataria tinha meios de violar as ilhas que se querem sem invasores. Repeliram investidas de fenícios, berberes, corsários, franceses, ingleses e outros, remetidos à proveniência depois de raziarem as terras, tomarem cativos para escravos e usando as mulheres para fins soezes como era hábito. Os que ficaram, tementes a deus, escravos dos elementos, volveram a cultivar a terra, arando os solos úberes, que a fúria dos fogos e tremores das entranhas ia vomitando, tentando aplacar a fúria e o castigo divino com preces, procissões e romarias.

Na ilha micaelense, olham para o umbigo, seja de vacas leiteiras que poluem montes, lagoas e ribeiras, sejam campos de milho, batata, beterraba, inhame, que as generosas chuvas insistem em regar de forma copiosa, até conseguirem mais do que uma colheita.

Não se pode confiar no mar que os invernos agrestes trazem ventos e marés de virar barcos, como em março 2011 o “Ana da Quinta”, de Âncora que desapareceu sem rasto, a 150 milhas das Flores. Não houve contacto e nunca apareceu.

Enquanto noutras ilhas as pessoas vivem do mar e para o mar, nesta, de costas para ele, ignoram-no, esquecem o único passaporte de saída para a alforria do feudalismo que impera e as agrilhoa. Na baía dos Moinhos sem baleias, golfinhos ou tubarões, as ondas cumprem o ritual lunar. Parado, a vê-las deixo-me encantar com a cadência incerta que as leva para onde só o pensamento conta e a vontade dos homens não domina. Hoje, nem náufrago nem perdido, mero marinhante, embalado pelos ventos, à deriva. Gostava de perpetuar momentos destes e torná-los permanentes, libertar-me da escravatura que nos impõem como preço de viver.

Neste paraíso que o inverno torna inclemente, as palavras fluem e vêm desaguar numa qualquer folha de papel. A mente liberta-se das peias do quotidiano e voga, como se viver fosse útil ou necessário. Por vezes, preciso sair das ameias do “castelo” e libertar-me da prisão sem grades que as ilhas tendem a ser. Podemos ser livres. Não precisamos de voar como os pássaros, nem nadar como os peixes, basta mar e sol, e a mente a vaguear no salgado eflúvio. A ilha é linda, mas, digo-vos, do outro lado só há mar.

Ouço as ondas aqui

onde o mar é rei

e senhor de todas as horas.

fui ao lado outro da ilha

lá onde nunca ninguém vai

e vi que era verdade

só há mar, nada mais

por todos os lados menos por um

Francês abandonou jantar com americana porque ela não comia glúten nem bebia álcool – Relacionamentos – MAGG

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https://magg.sapo.pt/assets/static/instagram_embed.html?url=https://www.instagram.com/p/CkTnjC_JfIX/

Renan Pacheco, um ator francês a viver em Los Angeles, Estados Unidos, descreveu no TikTok o “desastre” que foi o encontro com uma mulher norte-americana chamada Kimberley. Vídeo tornou-se viral.

Source: Francês abandonou jantar com americana porque ela não comia glúten nem bebia álcool – Relacionamentos – MAGG

angola desastre

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ANGOLA
CARMONA
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Aeroporto de Carmona – Uíge, não resistiu as chuvas da semana passada e sucumbiu, praticamente só a torre de controlo permaneceu em pé, mas com a alvenaria altamente danificada…