pernas nuas em toronto 1937

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Em 1937, as primeiras mulheres em toda Toronto, a aparecer em público com as pernas nuas.
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  • Ganganeli Pereira

    E k lindas pernas.na URSS como seria ? Será k andavam nuas? Impossível devia fazer muito frio.
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    • 2 h

paius de maddie perdem

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Pais de Maddie McCann perdem queixa apresentada contra Portugal ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos
RTP.PT
Pais de Maddie McCann perdem queixa apresentada contra Portugal ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos
Os pais de Madeleine McCann, a menina que em 2007 desapareceu no Algarve, perderam a queixa apresentada ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH), na qual contestavam a decisão do Supremo Tribunal Português de rejeitar o processo de difamação contra Gonçalo Amaral, ex-inspetor que os impli…
Os pais de Madeleine McCann perderam a queixa apresentada ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos, na qual contestavam a decisão do Supremo Tribunal Português de rejeitar o processo de difamação contra Gonçalo Amaral, ex-detetive que os implicou no desaparecimento da filha.

Visão | Número três do Vaticano pede aumento das ações de apoio social em Timor-Leste

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O substituto do secretário de Estado do Vaticano afirmou hoje que a Igreja vai procurar aumentar, dentro das possibilidades, as ações de apoio social que está a levar a cabo em Timor-Leste, no intuito de ajudar no desenvolvimento do país

Source: Visão | Número três do Vaticano pede aumento das ações de apoio social em Timor-Leste

RTP EM LONDRES = DESGRAÇA

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A ler
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Ao cuidado do José Rodrigues dos Santos e do João Adelino Faria e da péssima (com expoente 99) cobertura que fizeram do Funeral de Estado da Rainha Isabel II do Reino Unido: bastava irem à Wikipédia para aprenderem que o Orbe não é “uma esfera com uma cruz”, “semelhante à esfera armilar portuguesa” nem “representa o domínio britânico sobre o mundo no seu passado imperial”.
O Orbe é um símbolo cristão de submissão do mundo – do poder temporal – a Cristo. O “Império” é o de Cristo, não de nenhum povo em particular. Como se lê e bem na Wikipédia,:
“O orbe simboliza o domínio de Cristo (a cruz) sobre o mundo (o orbe), literalmente sujeito por um governante terreno (ou, por vezes, de um ser celestial como um anjo). Quando é seguro pela própria figura de Cristo, o objeto é conhecido na iconografia ocidental como Salvator Mundi (Salvador do Mundo).”
E já agora:
a) a Monarquia Britânica não está em crise – tem um Rei desde que a mãe exaltou o último suspiro e tem milhões na rua a apoiá-la -;
b) o “Rei Carlos III” não é uma incógnita já que esteve a ser preparado por 73 anos para fazer o que está a fazer e nos últimos anos até já fazia boa parte das funções em representação da monarca;
c) o seu reinado não “começa hoje” nem “amanhã”, começou quando a mãe morreu e já teve uma semana de actos oficiais feitos como monarca, como é óbvio;
d) quem vê as manifestações de afecto de que tem sido alvo e lê os comentários às mesmas percebe que é bem mais popular do que querem fazê-lo crer e que a mudança em uma semana do número de pessoas que nas sondagens dizem apoiá-lo mostra isso mesmo; e que se preocupam com a sua saúde com a agenda carregada que tem tido independentemente da idade;
e) os britânicos não se “despediram da sua Rainha”, despediram-se dos restos mortais da mesma;
f) a Monarquia Espanhola não está em risco e o Rei Juan Carlos não é “impopular” (bem pelo contrário) nem o será depois de morto, como é óbvio;
g) se Carlos III é traduzido, lógico é que o façam com Guilherme e Catarina, Príncipes de Gales, com os príncipes Jorge e Carlota, com o Duque Henrique, etc, porque dizer uns em inglês e os outros em português é só piroso e estúpido;
h) e por falar em estúpido, as cerimónias militares não são “próprias de ditaduras e não vistas nas 《democracias modernas》, são a representação da união do povo com o Soberano e são próprias de estados que não sejam falhados e ainda saibam o que é a dignidade do Estado, assim como a existência de Protocolo de Estado, o garante de que tanto direitos de todos são respeitados e honrados e que a representação do Estado não ofende os seus povos.
i) “os jovens não estão afastados da Monarquia”, caso contrário não estariam em incrível número nos mais de 750 000 que passaram longas horas para fazer uma vénia em frente do caixão da defunta Rainha, muitos em copiosas lágrimas, ou a encher as ruas para saudar o novo Rei: estão afastados, sim, das repúblicas das bananas como a nossa que não consegue juntar 750 pessoas livremente a comemorá-la, muito menos a chorá-la.
Ana Maria (Nini) Botelho Neves and 27 others
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Total de 942 vagas disponíveis para o programa ESTAGIAR – Jornal Açores 9

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Estão disponíveis na Região 942 vagas para o ESTAGIAR, adiantou hoje a Secretária Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, tendo sido já admitidos a este programa, cujas inscrições arrancaram no dia 1 de agosto, 538 jovens. Segundo Maria João Carreiro, que falava na sessão de abertura da “Semana da Juventude”, organizada pela Câmara Municipal […]

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crónica de ANTº BULCÃO, SER PROFESSOR

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Com olhos de amanhã
Durante muitos anos, fui professor a trabalhar com os métodos tradicionais.
O livro de ponto, no qual escrevia os sumários e registava as faltas dos alunos. A pasta da direcção de turma, onde assentava aquelas faltas, juntava as justificações das mesmas, actas de conselhos de turma, etc.
O meu maior horror eram as pautas. Verdadeiros lençóis de papel, eram todas preenchidas à mão. Classificações, faltas justificadas e injustificadas, disciplina a disciplina. Mas o meu maior medo era a fase de trancar. Não podia haver espaços em branco, pelo que tinham tais espaços de ser trancados a lápis, depois a caneta.
Para além das dificuldades que sempre tive com acções requerentes de motricidade fina, o meu cérebro nunca se deu com tarefas rotineiras. Pura e simplesmente desligo, durante a execução. Penso em poemas, em músicas, em crónicas a escrever, em tudo menos na concentração que requeria a burocrática tarefa.
Já estais a ver o resultado: enganava-me recorrentemente. Ao passar do lápis à caneta, trancava espaços onde já havia números, escrevia a preto onde devia ser a vermelho, sendo que, logo ao primeiro erro, estava aquela pauta inutilizada e tinha de começar tudo de novo. De facto, nenhum conselho directivo, assim se chamavam ao tempo, aceitava pautas rasuradas. Tinham de ser entregues com tudo direitinho.
Quando apareceram os primeiros computadores, muito limitados em relação aos actuais, lembro-me bem da resistência que causaram na classe docente. Acções de formação para aprendermos a trabalhar com aquilo, os mais velhos rezingando o tempo todo, a tratar o rato como se o mesmo estivesse vivo, muitos a recusarem trabalhar com as coisas “modernas”.
Toda a mudança origina estas resistências. Imagino os primeiros homens que tiveram de trocar os cavalos por automóveis. Mas, com o tempo a passar, toda a gente reconhecia as virtudes dos equipamentos. Hoje, as faltas são registadas num programa próprio, por cada professor na sala de aula, o director de turma só tem de justificar as que tal merecem, as pautas e fichas de informação são impressas. Ninguém, no seu perfeito juízo, reclamaria um regresso ao passado e a carregar o livro de ponto.
No ano que agora começou, foram implementados manuais digitais no 5º e no 8º anos de escolaridade. Para o ano, será a vez de alargar aos 6º e 9º anos. Até que, creio em 2025, já serão contemplados todos os anos, até ao 12º ano. Tal exigência implica investimento financeiro e humano. A compra de muitos tablets e computadores portáteis, a formação de alunos e encarregados de educação, a dotação de escolas de redes de internet que suportem um maior esforço de utilização.
E houve também resistências a esta mudança. Mas o futuro, a este nível, era ontem. As chamadas “novas tecnologias” já nada têm de novas e quem ficar para trás sofrerá pela sua incapacidade de se adaptar ao mundo em que vivemos.
A minha vénia à Sofia Ribeiro, Secretária Regional da Educação e dos Assuntos Culturais, pela sua decisão e visão de futuro. Só assim, com coragem e determinação, conseguiremos elevar os nossos alunos para os patamares de conhecimento e capacidade que o Mundo de hoje exige.
A minha tristeza à postura do PS, maior partido da oposição, que só vê problemas e apenas sabe criticar o que corre menos bem. O processo em curso devia ter-se iniciado há muitos anos. Não o tendo feito enquanto foi governo, que agora queira ser parte da solução, ajudando, e não apenas parte do problema, criticando negativamente. Que sejam mais dignos do futuro do que o foram no passado.
Post Scriptum: Dedico esta crónica ao Paulo Neves, adjunto escolhido pela Sofia. Sempre em articulação com a Secretária, comandou o processo com enorme êxito. Fez noitadas, esteve e está sempre em contacto com todas as escolas da Região, programou a formação que abarcou toda a comunidade educativa, recebeu centenas de chamadas para dirimir as mais intrincadas dúvidas. Em nome dos alunos destas ilhas, obrigado, Paulo. Que cada iogurte que comeste em vez de uma refeição de jeito, por cansaço ou falta de paciência para cozinhar, te tenha sabido a lagosta. Porque as crianças, adolescentes e jovens dos Açores merecem a tua existência, a tua competência e o teu desejo de servir.
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)
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“Balada da Praia dos Cães” de José Cardoso Pires traduzido e publicado na China.

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“Balada da Praia dos Cães” de José Cardoso Pires traduzido e publicado na China.
A obra “Balada da Praia dos Cães”, do escritor português José Cardoso Pires, foi traduzida para chinês e publicada na semana passada na China.
O livro foi traduzido por Xu Yixing e Mai Ran, professoras de língua portuguesa na Universidade de Estudos Internacionais de Xangai (SISU, na sigla em inglês), disse o consulado-geral de Portugal em Xangai.
A obra foi publicada pela Editora de Educação de Línguas Estrangeiras de Xangai (SFLEP, na sigla em inglês), ligada à SISU.
A iniciativa contou com o apoio do Instituto Camões Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas portuguesa e da Embaixada de Portugal na China, referiu o consulado, numa publicação na rede social chinesa WeChat.
“Balada da Praia dos Cães” é a segunda obra da literatura portuguesa a ser publicada na série da SFLEP intitulada Uma Faixa, Uma Rota – o plano de infraestruturas internacional lançado por Pequim, em 2013, disse o consulado na quinta-feira.
A primeira foi “Fanny Owen”, da escritora portuguesa Agustina Bessa-Luís.
Considerado um dos nomes maiores da literatura portuguesa do século XX, José Cardoso Pires publicou “Balada da Praia dos Cães” em 1982.
Nesse mesmo ano, a obra venceu a primeira edição do Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE).
A trama é baseada em acontecimentos verídicos, ocorridos nos anos 60 e centra-se na resolução de um caso de homicídio de um militar revolucionário evadido da prisão militar do Forte de Elvas.
O livro foi adaptado ao cinema, com argumento de Pedro Bandeira Freire, num filme português realizado em 1987 por José Fonseca e Costa e com interpretação de Henrique Viana e Raul Solnado.
A SFLEP tem publicado traduções para chinês de várias obras da literatura portuguesa, incluindo os livros infantis “A Árvore” e “O Rapaz de Bronze”, de Sophia de Mello Breyner Andresen.
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