o tamanho conta

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C-5 Galaxy next to C-130 Hercules and a couple of fighters. Still blows my mind how big the C-5 really is.
May be an image of aeroplane, outdoors and text that says "ล USAF USAF USA"
Bigger Picture Images Worldwide Photography, Borj VLOG and 99K others
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empréstimos aos estudantes nos eua

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Cancel student debt
May be an image of text that says "In 1983, at the age of fifty-two, Betty Ann enrolled in New York University's law school. As a middle-aged Black woman, she wasn't exactly the typical N.Y.U. law student. Her white male classmates would slyly elbow her books off the long library tables, and once, while standing at her locker, a classmate waved a ten-thousand-dollar tuition check, signed by his father, in her face. Betty Ann had borrowed twenty-nine thousand dollars in federal loans. Today, she owes $329,309.69 in student debt. She is ninety-one years old."
My god that we have let this go on for so long just kills me. We don’t have to be like this.
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EN222: a melhor estrada do mundo é portuguesa

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27 quilómetros, 93 curvas e vistas deslumbrantes: A EN222 foi considerada a melhor estrada do mundo, da Régua ao Pinhão, na região vinícola do Douro (c/ Vídeo)

Source: EN222: a melhor estrada do mundo é portuguesa

Derretimento de glaciar altera fronteira e cria disputa entre a Suíça e Itália

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Um glaciar a derreter nos Alpes alterou a fronteira entre a Suíça e a Itália, colocando em disputa a localização de uma pousada nas montanhas italianas.

Source: Derretimento de glaciar altera fronteira e cria disputa entre a Suíça e Itália

Baffled scientists find mysterious holes in Atlantic Ocean floor that look ‘human-made’ – See Pictures

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Scientists have discovered some unexplained, mysterious holes under the surface of the Atlantic Ocean. See viral pictures:

Source: Baffled scientists find mysterious holes in Atlantic Ocean floor that look ‘human-made’ – See Pictures

O MENINO TONECAS

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A SINDROMA DO MENINO TONECAS
Repórter do Marão, 20 de Março de 1998
A. M. Pires Cabral
Um dos programas mais deletérios que passam presentemente [em 1998] na nossa bem-amada televisão é o que dá pelo nome inocente de “As lições do menino Tonecas”. Corre na RTP-1 este monumento ao que há de mais charro no humor nacional, todo ele feito de trocadilhos baratos e segundos sentidos primários.
Por casualidade, ou talvez não, o programa anda sempre nos top twenties das audiências. Na semana de 8 a 12 de Março, por exemplo, diz-me um jornal que informa sobre estas coisas da audiometria que 12,2% dos portugueses o viram. Viram – e presumivelmente, digo eu, deleitaram-se com as saídas do dito menino Tonecas.
É o país que temos: quase europeu até à hora de ligar a televisão; daí para diante, terceiro-mundista de todo.
O programa é deletério, a meu ver, porque constitui uma glorificação da indisciplina, do desrespeito e do reguilismo infantil. Reguilismo é palavra minha, julgo: fi-la a partir de “reguila”, que em calão quer dizer “malcriadamente desenvolto”.
Repare-se bem: o professor é infalivelmente a vítima. Ele suscita o riso pelas visagens de impaciência que faz, nunca pelas palavras que diz. O menino Tonecas, pelo contrário, é o herói: faz rir pela desenvoltura das saídas com que encosta o professor à parede, de princípio a fim da aula.
Embora eu seja professor, não faço esta análise por defesa corporativa. Faço-a por genuína revolta contra um cenário de permanente perversão das relações professor-aluno e até aluno-colegas que o programa apresenta e, pelo mecanismo do riso e da simpatia que este induz, glorifica.
Encorajados por esta glorificação do Tonecas, há milhentos alunos por essas escolas fora que o tomam por modelo e procuram reproduzir-lhe as gracinhas nas respectivas salas de aula. Isto, numa época em que a disciplina já não andava grande coisa, tem o efeito que facilmente se deixa adivinhar: desespero do professor, risadas, balbúrdia, retardamento das matérias, insucesso, etc. e tal.
Junte-se ao menino Tonecas todo o cortejo de programas violentos que a televisão, generosa como sempre, dá todas as noites – e o caso agrava-se.
Aparecem então os Ivos. O Ivo – para quem ande distraído destas coisas – é uma criança de oito anos cujo hobby principal parece ser aterrorizar a escola em bloco: professores, funcionários e alunos. Cerca de trezentas pessoas, mais coisa menos coisa. Acontece isto na Rinchoa, ali às portas da capital, numa escola que até nem é, segundo a Direcção Regional de Educação de Lisboa, “uma escola de risco”.
Aparentemente o Ivo desenvolveu “comportamentos de liderança” e, segundo os colegas, para os exercer apoiava-se em correntes e facas que trazia na mochila.
Aparentemente também, as autoridades escolares têm um sentimento de culpa por terem deixado as coisas chegar ao ponto a que chegaram (“Alguma coisa correu estrondosamente mal”, diz uma das responsáveis, num tocante mea culpa.) E agora andam com o menino nas palminhas. Transferiram-no de escola e destacaram um professor para o “tutelar” em exclusivo, possivelmente convencidos de que a coisa voltará assim ao normal.
Aposto dobrado contra singelo que não volta. Porque o Ivo continuará a ter, à noite, no televisor, o menino Tonecas, o Predador partes 1 e 2, o Rocky partes 1, 2, 3, 4 e 5, e toda uma panóplia de filmes que lhe fornecerão os modelos para, no dia seguinte, moer a paciência do professor e andar ao murro, quando não à facada, a colegas, funcionários e professores.
Longe de mim pretender desenterrar a palmatória lá do purgatório onde jaz, mas um puxão de orelhas a tempo poderia talvez ter evitado tudo isto. Isso causaria talvez algum desconforto físico e psicológico ao menino Tonecas, perdão, menino Ivo. Mas evitaria o mesmo ou pior desconforto a 300 pessoas inocentes.
Cá para mim, o que anda a correr estrondosamente mal na escola, há muito tempo, é a sua permissividade demissionária. Podia-se lá traumatizar o menino, tadinho, impedindo-o de aterrorizar quem ele muito bem quiser e lhe apetecer… Arrisco-me a muito ao escrever isto, mas é isto mesmo que eu penso.
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Domingos da Mota, Armando Dias Sarmento and 33 others
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  • João Martins

    Pois é Senhor Doutor. Tudo está a mudar vertiginosamente, para PIOR. O caso da “EDUCAÇÃO”. Onde é que há uns anos atrás, não é necessário ir para os nossos tempos, os alunos levavam nas mochilas, facas, pistolas… e então a falta de respeito com os pr…

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