Views: 0

Views: 0

Views: 0

Views: 0

Views: 1

Views: 0
A Atlantis Cup é “uma regata que já se tornou, de certa forma, uma marca da própriaAutonomia”, afirmou sábado, na Horta, o Presidente da Assembleia Legislativa da RegiãoAutónoma dos Açores, Luís Garcia, durante a conferência de imprensa de apresentação da 33ª edição da chamada Regata da Autonomia, que este ano ligará as ilhas de São […]
Source: Atlantis Cup já se tornou “uma marca da própria Autonomia”, considera Luís Garcia – Jornal Açores 9
Views: 0
O Bloco de Esquerda propõe a criação de uma moratória à mineração em zonas marítimas sob gestão da Região Autónoma dos Açores até 2040 e quer ver
Source: ATUALIDADE | Bloco propõe proibição de mineração no mar dos Açores pelo menos até 2040 – Rádio Ilhéu
Views: 1
Views: 1

Views: 0
Views: 1
A Esquadra de Rabo de Peixe do Comando dos Açores da PSP deteve em flagrante delito, na quinta-feira, um homem de 29 anos e apreendeu haxixe no total de 9.142 doses, anunciou hoje aquela força policial.
Source: PSP apreende nos Açores cerca de nove mil doses de haxixe
Views: 5

Views: 0

Views: 0
Aparelho esteve cerca de hora e meia no ar.
Source: Voo da TAP para o Brasil obrigado a regressar por morte a bordo
Views: 1
A Editora Letras Lavadas lançou o convite a 17 escritores das ilhas para participar nesta nova antologia de autores açorianos. O resultado?

Views: 1
crónica 463 a escrava açoriana DE ALMEIDA MAIA
crónica 463 a escrava açoriana de ALMEIDA MAIA 25.6.2022
A escrava açoriana de ALMEIDA Maia lê-se em dois fôlegos, dos grandes, umas primeiras 80 páginas ou tal, que se estranham pelo estilo diverso de livros anteriores, mas com a mesma eficiente recriação histórica ao detalhe.
Até um determinado ponto o enredo parece previsível de tão plausível que é, numa viagem pela saga heroica dos homens e mulheres que fizeram parte do Brasil e o construíram à força de trabalho, imigração ilegal, vontade de alforria como se a própria escravatura fosse melhor que a vida no arquipélago.
Depois, o enredo complica-se e entra numa montanha russa de mais uma centena de páginas até final com mais reviravoltas que um “roller-coaster” gigantesco de emoções, acontecimentos reais visitados e ficcionalizados, numa teia intrincada de emoções e sensações, independentismo, emancipalismo, femininismo, republicanismo sempre com volte-face de emoções e situações inesperadas e imprevisíveis, prendendo o leitor na espera de um desenlace que nunca surge como se antecipa, numa total antítese do que se esperava nas primeiras oitenta páginas.
Uma vez mais aqui e ali os mil e um detalhes da época, de cada época específica em que a ação decorre.
A magistral entrada em cena do quadro “Os emigrantes” de Domingos Rebello é de uma maestria soberba de imaginação.
Nada é forçado, nada é desfocado, nada é despropositado nesta narrativa empolgante, como já nos habituou o autor, que ara as palavras como quem cuida de colher filigranas. um livro a não perder de um autor que tem de – forçosamente – almejar a lugar cimeiro da escrita contemporânea em língua portuguesa, eivada da riqueza única da açorianidade literária, de uma universalidade sem fronteiras.
chrys chrystello