santa maria património humano

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PATRIMÓNIO HUMANO DE SANTA MARIA. Engenheiro Fernando Monteiro
Uma vez por mês destacamos marienses que se evidenciaram nas mais variadas funções.
Um trabalho de investigação do professor José Melo que nos dá a conhecer o património humano de Santa Maria.
No mês de junho o destaque vai para o engenheiro Fernando Monteiro.
Fotografias: Arquivo do CADEP- CN de Santa Maria
RITMOS DA INFORMAÇÃO: Engenheiro Fernando Monteiro- Património Humano de Santa Maria
Uma vez por mês destacamos marienses que se evidenciaram nas mais variadas funções.
Um trabalho de investigação do professor José Melo que nos dá a conhecer o património humano de Santa Maria.
No mês de junho o destaque vai para o engenheiro Fernando Monteiro.
Fotografias: Arquivo do CADEP- CN de Santa Maria
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  • Antonio Cabral

    nunca vi destacar Balieiros pescadores lavradores Oleiros Muleiros vendedores queijos de antigamente e muito mais e só um reparo?

o mito dos homens verdes e o projeto Galileu

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SERÁ DESTA QUE O MITO DOS “HOMENZINHOS VERDES”
TEM OS SEUS DIAS CONTADOS NA RETÓRICA PRIMITIVA
DA COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL E DAS REDES SOCIAIS?
A Universidade de Harvard não é propriamente uma instituição de “vão de escada”, movida por inconfessáveis preconceitos anticientíficos da “idade das trevas”. Ao invés parece agora integrar as “forças da luz” que tentam afrontar um dos mais persistentes enigmas que a cultura de massas promoveu em proveito próprio e contra o esclarecimento e pedagogia dessas mesmas massas. O lado B, sombrio e divertido, desse problema, prolongou-se demasiado tempo nos escaparates e écrãs prejudicando o acesso da comunidade científica global às fontes da complexíssima questão. A linguagem e os seus “tropos” utilizada pelos media institucionais e a balbúrdia confessional primária que inunda o universo caótico das redes sociais são agora confrontados com mais este exercício de “bom senso e bom gosto” – para recorrer a uma das fartas e célebres polémicas da cultura portuguesa da nossa literatura finissecular (XIX).
Será desta que os media irão fazer o trabalho de casa, deixando de lado o jargão dos sorrisos e o trejeito da ironia dos estafados “marcianos verdes”?! Aguarde-se pelos próximos capítulos.
The Galileo Project
PROJECTS.IQ.HARVARD.EDU
The Galileo Project
The Galileo Project for the Systematic Scientific Search for Evidence of Extraterrestrial Technological Artifacts: Daring to Look Through New Telescopes
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  • Anita Rodrigues

    Como uma vez referi, com tanto satelite a prescrutar o nosso planeta não teriam já dado conta de alienígenas e depois outra questão, os seus ovnis não sofrem avarias ou são imunes ao despenhamentos?
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    • Joaquim Fernandes

      Anita Rodrigues a identificação de “alienígenas” já é outra fase do problema: o que está em causa por ora é a natureza dos fenómenos e a estrutura essencial dos mesmos. Se são ou não imunes a avarias e quedas falta estimar com total certeza. Pode ser que não…
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      • 3 h

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um aventureiro nos açores de anatanho

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*** UM AVENTUREIRO PORTUGUÊS DO SÉCULO XV ***
“Corria o ano de 1519. O vencedor do Samorim em Granganor, o homem que fizera arder Zeila na costa etíope e fundara em Ceilão a fortaleza de Colombo, aquele que fora o terceiro Governador da índia – Lopo Soares de Albergaria – regressava ao Reino.
O sucessor do «Terribil» embarcara numa esquadra composta de quatro navios que, antes de ancorarem no Tejo, fizeram escala na baía da Horta.
Logo que se estabeleceu contacto com a gente de terra, um compadre de Lopo Soares deu ao antigo Governador a notícia de que ali, naquela ilha, habitava um parente seu, que vida aventurosa afastara do continente, onde a família lhe perdera o rasto. Mandou Lopo Soares recado para que o chamassem à sua nau e, quando pouco depois lhe vieram dizer que alguns homens honrados o procuravam, não lhe foi difícil reconhecer entre eles João Garcia Pereira.
Surpreendido ao vê-lo naquela ilha, longe da Corte e do serviço de El-Rei, julgando-o pobre e decadente, recriminou-lhe o ex-Governador o que atribuía a esquecimento dos muitos serviços e feitos honrosos que os seus avós tinham prestado aos soberanos de Portugal e acusou-o de que, se não mandasse seus filhos servir a El-Rei, por culpa dele ali acabariam miseravelmente sendo de sangue tão ilustre e honrado. Porque o não procurara na Índia, onde era notório que estivera por Governador e onde o mesmo que fizera a outros, com melhor vontade faria a ele e aos do seu sangue?
Respondeu-lhe João Garcia Pereira que no tempo de seus trabalhos e enfadamentos todos os seus amigos e parentes o haviam desamparado e que lhe fizera Deus grande mercê, quando se acolheu àquela ilha onde estava já no derradeiro quartel da vida, em dar-lhe uma mulher nobre e não ter filhas fêmeas a quem dotar. E o que lhe faltava de fazenda, que seus filhos varões, únicos que tinha, o fossem buscar à Índia em serviço do Rei, porque para tanto já tinham idade.
Então Lopo Soares de Albergaria e muitos outros fidalgos, que na sua nau vinham, trataram João Garcia Pereira como parente e lhe fizeram muita cortesia e honra, o que tudo Pedro Afonso, escudeiro do capitão e Governador das Justiças nas ilhas do Faial e do Pico, e testemunha jurada aos Santos Evangelhos, viu com os seus próprios olhos por ser dos que acompanhavam João Garcia a bordo da nau, assim o depondo em inquirição de testemunhas realizada a 26 de Setembro de 1542 nos Paços do Concelho da vila da Horta.
Quem era João Garcia Pereira e o que o levara aos Açores?
Alguns historiadores e linhagistas ocupam-se na vida atribulada do que foi um dos mais ilustres povoadores da ilha do Faial. “
Anexo I – Justificação da nobreza iniciada em 26 de Setembro de 1542 perante o Tabelião do Público e Judicial na ilha do Faial a requerimento de Álvaro Pereira Sarmento (Códice Árvore de Geração dos Pereiras das Ilhas).
Anexo II – Justificação da nobreza de Gaspar Garcia Sarmento feita em 10 de Janeiro de 1525 na Horta (Códice Árvore de Geração dos Pereiras das Ilhas).
Anexo III – Instituição de Catarina Gonçalves.
Anexo IV – [Introdução]. Testamento de Catarina Gonçalves, mulher de João Pereira, segundo o traslado do tombo da capela instituída em 1531 no dito testamento. Breve resumo acerca da instituição de Catarina Gonçalves. Conservatória do Registo Civil de Povoação : Certidão de cópia integral do registo de nascimento.
Anexo V -Certidão.
(Excerto da Apresentação)
SANTOS, Carlos Ary dos – UM AVENTUREIRO PORTUGUÊS DO SÉCULO XV. Atribulações e família de João Garcia Pereira da Ilha do Faial. [S.l.], Edição da S. A. A., 1969. In-4.º (25,5 cm) de 83, [3] p. ; il. ; B. 1.ª edição.
Importante subsídio genealógico para a história da Ilha do Faial.
Livro impresso em papel encorpado, ilustrado com o Brasão de armas dos Pereiras e diversos documentos da época reproduzidos em fac-símile.
May be an image of text that says "CARLOS ARY DOS SANTOS UM AVENTUREIRO PORTUGUÊS DO SÉCULO XV ATRIBULAÇÕES E FAMILIA DE JOÃO GARCIA PEREIRA DA ILHA DO FAIAL EDIÇÃO DA AS.A.A. 1969 Brasão de rmas don Pereiras"
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  • Ricardo Costa

    É obra de carácter pessoal, ou existe cópia na nossa Biblioteca?
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      António Couto

      Dr.Ricardo Costa, está obra faz parte das “minhas coisas”. Não sei se estará disponível na biblioteca de Angra. Caso a queira ler terei muito gosto em a emprestar. Abraço.
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Homem alcoolizado detido em Ponta Delgada por causar distúrbios graves no interior de um avião – Jornal Açores 9

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O Comando Regional da Polícia de Segurança Pública dos Açores informou hoje, que a Divisão de Segurança Aeroportuária, através dos Polícias da Esquadra de Segurança Aeroportuária de Ponta Delgada detiveram, ontem, um homem, de 47 anos, no aeroporto da mesma área, pelo crime de segurança contra as comunicações. O suspeito foi entregue sob detenção pelo […]

Source: Homem alcoolizado detido em Ponta Delgada por causar distúrbios graves no interior de um avião – Jornal Açores 9

FAIAL | Portos dos Açores inicia procedimento de atribuição de espaços para atividades marítimo-turísticas na marina da Horta – Rádio Ilhéu

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A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas informa que a Portos dos Açores, S.A. já iniciou o procedimento de consulta prévia para atribuição do direito de

Source: FAIAL | Portos dos Açores inicia procedimento de atribuição de espaços para atividades marítimo-turísticas na marina da Horta – Rádio Ilhéu

NÃO É O DUBAI MAS PARECE desde 2018

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Osvaldo Cabral escreve hoje que vivemos no Dubai a propósito do despropósito de o Governo regional adquiri o falido golfe da ilha Terceira. Há uns anos – 2018 – escrevi um artigo semelhante

 

Clube de Golfe da Ilha Terceira - Explore Terceira

. A CULTURA DO GOLFE, CRÓNICA 191, 30.5.18

 

45 postos de trabalho por 7,4 milhões e 2 campos de golfe para 150 mil habitantes jogarem golfe?…será cada posto de trabalho 164 444€…. Não era mais barato pagarem o desemprego ou formação aos trabalhadores? Numa terra onde a cultura recebe tostões, o que não se faria com aquele dinheiro?

Nós nos colóquios da lusofonia precisamos anualmente de vinte mil euros para dois colóquios, um cá nas ilhas e outro fora…como nós há recitais, há concertos, há outros simpósios, outras atividades culturais que sobrevivem com uma pequena e sempre esticada manta de retalhos de poucos milhares de euros para ações meritórias no campo da cultura e que podiam beneficiar daquele apoio bem dividido.

Claro que provavelmente estou a falar de cultura de elites para elites…, mas, alto lá, golfe? Nem é cultura nem é bem desporto e quanto a elites estamos falados, numa terra com uma mão cheia de praticantes normais de golfe… E que eu saiba com tanto campo de golfe por esse mundo fora, quem vem aos Açores (São Miguel) jogar golfe? Os que recebem apoios e mordomias para virem cá…Claro que temos inveja desses milhões, nem sei se desbaratados ou mal gastos, mas digamos, que seriam muito pouco prioritários…Se me dessem esses milhões para dividir pelas instituições culturais que descrevi poderíamos criar mais do que 45 empregos e poderíamos ter outros escritores, artistas, músicos no arquipélago. E se depois deste desabafo não me derem mais nada já sei a que se deve a penúria de apoios. Como dizia a este respeito, essa excecional voz açoriana que é a Helena Castro Ferreira

“Os 13 milhões do centro de artes contemporânea mais o que gasta por ano só para se manter aberto, também ainda me doem…”

A mim dói-me isto ao ver o que se gasta na contratação de artistas “pimba” (claro que têm todo o direito à existência e a terem a sua audiência) mas pouco contribuem para a educação musical do povo. A cultura elitista dá poucos votos e a cultura de massas, como o nome indica, atrai, exceto em agosto 2013 na Lomba da Maia onde gastaram 17 mil euros no Quim Barreiros e isso não deu votos suficientes à Junta de Freguesia para reeleição… Espero que seja incluída uma cláusula curricular para que no ensino obrigatório passe a constar a modalidade de golfe, a fim de todos os micaelenses terem oportunidade desfrutar dos campos de golfe que o governo regional pretende adquirir na Achada das Furnas e na Batalha (S. Miguel). Será que vão distribuir tacos de golfe e empregar “caddies” para nós praticarmos?