CONSULADO NO RIO ASSALTO E FEITOS REFÉNS

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Assaltantes invadem consulado de Portugal no Rio de Janeiro e fazem cônsul refém (ATUALIZADA)
Brasília, 30 out 2021 (Lusa) – A residência oficial do cônsul de Portugal no Rio de Janeiro, sede do Consulado, foi invadida na madrugada de hoje e o diplomata, Luiz Gaspar da Silva, e os seus familiares foram feitos reféns, disse à Lusa fonte diplomática.
De acordo com o embaixador de Portugal em Brasília, Luís Faro Ramos, o Cônsul e a sua família já foram libertados e “estão bem”.
O diplomata disse ainda à Lusa que as “autoridades brasileiras estão a tratar do caso”.
Segundo o jornal O Globo, a Polícia Civil já esteve no local para a realização de perícias.
Aos agentes da polícia, testemunhas disseram que os assaltantes estavam armados e não sabiam que ali funcionava o consulado, acreditando tratar-se apenas de uma mansão.
Segundo o depoimento de uma vizinha, citada pel’O Globo, todos os reféns foram mantidos numa das divisões da residência sob a vigilância de dois dos assaltantes por cerca de 50 minutos, tendo conseguido levar do local objetos de valor.
MYMM // SLX
Bandidos assaltam Consulado de Portugal no Rio e fazem cônsul e família reféns | Rio de Janeiro |
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VASCO DA GAMA DESEMBARCOU AQUI

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A APROXIMAÇÃO DO NATAL E LEMBRANDO-ME QUE VASCO DA GAMA MORREU NA VÉSPERA DE NATAL (de 1524 em Cochim) levou-me a recordar a minha visita ao local onde desembarcou o grande navegador que abriu ao Ocidente os caminhos para o Oriente. Foi durante a minha viagem à Índia, há uns bons anos. E nessa viagem procurei conhecer os mais destacados testemunhos da presença de Portugal naquela região, desde Goa, Damão e Diu até Cochim e Calicut. Passaram mais de cinco séculos do feito que imortalizou Vasco da Gama e mais de meio século que fomos obrigados a deixar a “nossa” Índia. Mas as raízes ficaram e, com algumas excepções, o poderoso vizinho respeitou o antigo senhorio de diminutas parcelas do subcontinente indiano. Uma excepção houve que foi lamentável, por se ter verificado tardia e inoportuna. Com efeito, decorridos cerca de trinta anos após o restabelecimento de boas relações entre Portugal e a União Indiana, foi destruído o “Padrão” que assinalava o desembarque de Vasco da Gama na Costa de Malabar. Em 1984, uma vez na histórica Calicut, estive à beira-mar e muito me congratulei por ali encontrar um marco com os dizeres que a fotografia dá a conhecer ao leitor. Tinham passado 23 anos desde a invasão e ocupação da secular Índia Portuguesa e o histórico “marco” de Calicut lá estava. Mas tempos depois, como foi noticiado, esse “marco” desapareceu da praia de Calicut. E não me consta que tenha sido substituído. Referirei ainda outro “caso” semelhante que se verificou. Em Velha Goa, da área da Sé Catedral e da Basílica do Bom Jesus, quatro meses antes da minha viagem à Índia, fora retirada uma estátua de Luís de Camões, que constituíra uma oferta do “Diário Popular” a Goa. Ainda naquela área se vendiam postais ilustrados do local, com a estátua de Camões. Esta estátua e o “marco” de Calicut “resistiram” mais de duas décadas, após 1961. Até que outro destino lhes foi dado.
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António Callixto and 16 others
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AS PEDRAS FALAM

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Laurent Le Floch publicou a pedra do lado esquerdo.
A de Mario Jorge Costa encontrada em Vila Franca do Campo.
Para aqueles que não conhecem o que é o veio da pedra está na pedra do meu amigo Laurent Le Floch. Curiosidades as duas pedras têm 8 traços. Tudo para dizer que os traços não foram feitos para cortar as pedras. É bom ter amigos que fazem o mesmo tipo de observações
Roberto Y. Carreiro and 16 others
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a ver navios OSVALDO CABRAL

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Com mais uma crise política instalada, em cima de uma crise económica, não há país ou região que aguente tamanha irresponsabilidade.
Os Açores vão apanhar por tabela e muitas das expectativas que tínhamos para a inovação de sectores cruciais do nosso desenvolvimento estarão em perigo nos próximos tempos.
Só dois exemplos: os governos de Costa prometeram-nos construir o novo anel de cabo submarino, em substituição do actual, obsoleto e a necessitar urgentemente de intervenção.
Todos os especialistas vêm chamando a atenção para a urgência deste investimento, mas praticamente nada foi feito e o Orçamento de Estado, agora chumbado, era uma desilusão nesta matéria.
Rezemos para que o cabo submarino actual se aguente, porque o mais certo é sofrermos uma crise de comunicações, com prejuízo incalculável para a região e o país, que poderá ficar na história da maior irresponsabilidade da nossa democracia.
Já não bastava o vergonhoso atraso na implementação do 5G, a quinta geração de comunicações móveis, com um modelo de leilão nunca visto em toda a Europa, fazendo-nos os piores de todos, só a par da Lituânia.
Apenas estes dois países não têm acesso, ainda, à rede de alta velocidade, o que diz bem do nosso atraso e da inoperância política deste país para assumir a inovação e o conhecimento.
O Primeiro-Ministro deu um raspanete à GALP, sem consequências, e com culpas no cartório, para agora vir dar mais um, desta vez ao regulador ANACOM, e outra vez sem consequências, depois de ter assistido a toda esta pouca vergonha sem nunca intervir.
A irresponsabilidade dos políticos tem levado todos nós, contribuintes, a pagar cada vez mais caro os erros que suas excelências vão cometendo impunemente.
Andamos na cauda da Europa em quase tudo, só nos faltava a assumpção da incompetência política para resolver as coisas mais básicas deste país.
Depois vamos ter investimentos públicos todos atrasados, a começar pelo caso da SATA.
O OGE não tinha verbas para a SATA, mas é dele que dependia a autorização para o endividamento regional com vista à reestruturação da empresa.
É outro imbróglio a juntar aos atrasos que se vão verificar nas obras da inefável nova cadeia ou nas transferências de verbas prometidas há mais de um ano para a Universidade dos Açores.
Economicamente, as notícias não são boas para a governação regional, mas politicamente até são.
É que os partidos mais pequenos, que vinham a exercer pressão na coligação, vão ficar agora mais calmos, preparando-se para as eleições nacionais e à espera do que vai acontecer com os resultados.
Alguns deles, se concorrerem na região às eleições nacionais, provavelmente vão ter alguma surpresa, pelo que é aconselhável aguardar.
Uma coisa é certa: o que vem aí, não augura nada de bom.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 31/10/2021)
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UMA HALIBUR HAMUTUK – A Casa que nos Une, de Ricardo Dias (Filmes da Lusofonia – Timor, Portugal · 2021) ⋆ Caminhos do Cinema Português

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https://www.caminhos.info/filmes/27ccp-439_uma-halibur-hamutuk-a-casa-que-nos-une_ricardo-dias/?fbclid=IwAR0sPlZ7TvDbErzT0uAHd__yZG_aTFW-8SaKxArYIO4l1bDX-87f9qvNeVk

Em Timor-Leste um grupo de mulheres descreve a sequência de acontecimentos durante o ano de 1999: a Situação Difícil em Liquiçá durante o mês de Abril, o

Source: UMA HALIBUR HAMUTUK – A Casa que nos Une, de Ricardo Dias (Filmes da Lusofonia – Timor, Portugal · 2021) ⋆ Caminhos do Cinema Português

https://youtu.be/mKXBnCrutFA

Portugal adia reembolsos de 947 milhões para 2031 e 2052 – ECO

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IGCP convenceu os investidores a trocarem 947 milhões de euros em dívida que vencia em 2023 e 2024 por títulos com maturidade em 2031 e 2052, numa operação que baixa os reembolsos nos próximos anos.

Source: Portugal adia reembolsos de 947 milhões para 2031 e 2052 – ECO