CONSULADO NO RIO ASSALTO E FEITOS REFÉNS

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Assaltantes invadem consulado de Portugal no Rio de Janeiro e fazem cônsul refém (ATUALIZADA)
Brasília, 30 out 2021 (Lusa) – A residência oficial do cônsul de Portugal no Rio de Janeiro, sede do Consulado, foi invadida na madrugada de hoje e o diplomata, Luiz Gaspar da Silva, e os seus familiares foram feitos reféns, disse à Lusa fonte diplomática.
De acordo com o embaixador de Portugal em Brasília, Luís Faro Ramos, o Cônsul e a sua família já foram libertados e “estão bem”.
O diplomata disse ainda à Lusa que as “autoridades brasileiras estão a tratar do caso”.
Segundo o jornal O Globo, a Polícia Civil já esteve no local para a realização de perícias.
Aos agentes da polícia, testemunhas disseram que os assaltantes estavam armados e não sabiam que ali funcionava o consulado, acreditando tratar-se apenas de uma mansão.
Segundo o depoimento de uma vizinha, citada pel’O Globo, todos os reféns foram mantidos numa das divisões da residência sob a vigilância de dois dos assaltantes por cerca de 50 minutos, tendo conseguido levar do local objetos de valor.
MYMM // SLX
Bandidos assaltam Consulado de Portugal no Rio e fazem cônsul e família reféns | Rio de Janeiro |
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VASCO DA GAMA DESEMBARCOU AQUI

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A APROXIMAÇÃO DO NATAL E LEMBRANDO-ME QUE VASCO DA GAMA MORREU NA VÉSPERA DE NATAL (de 1524 em Cochim) levou-me a recordar a minha visita ao local onde desembarcou o grande navegador que abriu ao Ocidente os caminhos para o Oriente. Foi durante a minha viagem à Índia, há uns bons anos. E nessa viagem procurei conhecer os mais destacados testemunhos da presença de Portugal naquela região, desde Goa, Damão e Diu até Cochim e Calicut. Passaram mais de cinco séculos do feito que imortalizou Vasco da Gama e mais de meio século que fomos obrigados a deixar a “nossa” Índia. Mas as raízes ficaram e, com algumas excepções, o poderoso vizinho respeitou o antigo senhorio de diminutas parcelas do subcontinente indiano. Uma excepção houve que foi lamentável, por se ter verificado tardia e inoportuna. Com efeito, decorridos cerca de trinta anos após o restabelecimento de boas relações entre Portugal e a União Indiana, foi destruído o “Padrão” que assinalava o desembarque de Vasco da Gama na Costa de Malabar. Em 1984, uma vez na histórica Calicut, estive à beira-mar e muito me congratulei por ali encontrar um marco com os dizeres que a fotografia dá a conhecer ao leitor. Tinham passado 23 anos desde a invasão e ocupação da secular Índia Portuguesa e o histórico “marco” de Calicut lá estava. Mas tempos depois, como foi noticiado, esse “marco” desapareceu da praia de Calicut. E não me consta que tenha sido substituído. Referirei ainda outro “caso” semelhante que se verificou. Em Velha Goa, da área da Sé Catedral e da Basílica do Bom Jesus, quatro meses antes da minha viagem à Índia, fora retirada uma estátua de Luís de Camões, que constituíra uma oferta do “Diário Popular” a Goa. Ainda naquela área se vendiam postais ilustrados do local, com a estátua de Camões. Esta estátua e o “marco” de Calicut “resistiram” mais de duas décadas, após 1961. Até que outro destino lhes foi dado.
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AS PEDRAS FALAM

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Laurent Le Floch publicou a pedra do lado esquerdo.
A de Mario Jorge Costa encontrada em Vila Franca do Campo.
Para aqueles que não conhecem o que é o veio da pedra está na pedra do meu amigo Laurent Le Floch. Curiosidades as duas pedras têm 8 traços. Tudo para dizer que os traços não foram feitos para cortar as pedras. É bom ter amigos que fazem o mesmo tipo de observações
Roberto Y. Carreiro and 16 others
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a ver navios OSVALDO CABRAL

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Com mais uma crise política instalada, em cima de uma crise económica, não há país ou região que aguente tamanha irresponsabilidade.
Os Açores vão apanhar por tabela e muitas das expectativas que tínhamos para a inovação de sectores cruciais do nosso desenvolvimento estarão em perigo nos próximos tempos.
Só dois exemplos: os governos de Costa prometeram-nos construir o novo anel de cabo submarino, em substituição do actual, obsoleto e a necessitar urgentemente de intervenção.
Todos os especialistas vêm chamando a atenção para a urgência deste investimento, mas praticamente nada foi feito e o Orçamento de Estado, agora chumbado, era uma desilusão nesta matéria.
Rezemos para que o cabo submarino actual se aguente, porque o mais certo é sofrermos uma crise de comunicações, com prejuízo incalculável para a região e o país, que poderá ficar na história da maior irresponsabilidade da nossa democracia.
Já não bastava o vergonhoso atraso na implementação do 5G, a quinta geração de comunicações móveis, com um modelo de leilão nunca visto em toda a Europa, fazendo-nos os piores de todos, só a par da Lituânia.
Apenas estes dois países não têm acesso, ainda, à rede de alta velocidade, o que diz bem do nosso atraso e da inoperância política deste país para assumir a inovação e o conhecimento.
O Primeiro-Ministro deu um raspanete à GALP, sem consequências, e com culpas no cartório, para agora vir dar mais um, desta vez ao regulador ANACOM, e outra vez sem consequências, depois de ter assistido a toda esta pouca vergonha sem nunca intervir.
A irresponsabilidade dos políticos tem levado todos nós, contribuintes, a pagar cada vez mais caro os erros que suas excelências vão cometendo impunemente.
Andamos na cauda da Europa em quase tudo, só nos faltava a assumpção da incompetência política para resolver as coisas mais básicas deste país.
Depois vamos ter investimentos públicos todos atrasados, a começar pelo caso da SATA.
O OGE não tinha verbas para a SATA, mas é dele que dependia a autorização para o endividamento regional com vista à reestruturação da empresa.
É outro imbróglio a juntar aos atrasos que se vão verificar nas obras da inefável nova cadeia ou nas transferências de verbas prometidas há mais de um ano para a Universidade dos Açores.
Economicamente, as notícias não são boas para a governação regional, mas politicamente até são.
É que os partidos mais pequenos, que vinham a exercer pressão na coligação, vão ficar agora mais calmos, preparando-se para as eleições nacionais e à espera do que vai acontecer com os resultados.
Alguns deles, se concorrerem na região às eleições nacionais, provavelmente vão ter alguma surpresa, pelo que é aconselhável aguardar.
Uma coisa é certa: o que vem aí, não augura nada de bom.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 31/10/2021)
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UMA HALIBUR HAMUTUK – A Casa que nos Une, de Ricardo Dias (Filmes da Lusofonia – Timor, Portugal · 2021) ⋆ Caminhos do Cinema Português

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https://www.caminhos.info/filmes/27ccp-439_uma-halibur-hamutuk-a-casa-que-nos-une_ricardo-dias/?fbclid=IwAR0sPlZ7TvDbErzT0uAHd__yZG_aTFW-8SaKxArYIO4l1bDX-87f9qvNeVk

Em Timor-Leste um grupo de mulheres descreve a sequência de acontecimentos durante o ano de 1999: a Situação Difícil em Liquiçá durante o mês de Abril, o

Source: UMA HALIBUR HAMUTUK – A Casa que nos Une, de Ricardo Dias (Filmes da Lusofonia – Timor, Portugal · 2021) ⋆ Caminhos do Cinema Português

https://youtu.be/mKXBnCrutFA

Portugal adia reembolsos de 947 milhões para 2031 e 2052 – ECO

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IGCP convenceu os investidores a trocarem 947 milhões de euros em dívida que vencia em 2023 e 2024 por títulos com maturidade em 2031 e 2052, numa operação que baixa os reembolsos nos próximos anos.

Source: Portugal adia reembolsos de 947 milhões para 2031 e 2052 – ECO

O despertar da Capadócia, assim na terra como no céu | Reportagem | PÚBLICO

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O balonismo não nasceu aqui. Mas uma viagem de balão neste cenário é o que há de mais celestial. Depois de sobrevoar as chaminés das fadas e de descer às cidades subterrâneas, fica-se convencido de que a Capadócia tem tanto interesse na terra como n

Source: O despertar da Capadócia, assim na terra como no céu | Reportagem | PÚBLICO

Uma vila em Espanha teme ser engolida pelo mar: “Não há muito que possamos fazer” | Alterações climáticas | PÚBLICO

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Com a subida do nível médio da água do mar a ameaçar engolir a costa, o Governo espanhol pretende comprar 832 hectares de terrenos privados no delta do Ebro, naquela que seria a maior aquisição de terras relacionada com o clima na Europa.

Source: Uma vila em Espanha teme ser engolida pelo mar: “Não há muito que possamos fazer” | Alterações climáticas | PÚBLICO

Teen, 19, lives on remote island with no electricity and travels 3 hours to go shopping – World News – Mirror Online

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Ella Genve Shaw, 19, lives on a remote island based on the West Coast of Canada and says she grew up in a small community of around 15 families where there are no shops, internet or even electricity

Source: Teen, 19, lives on remote island with no electricity and travels 3 hours to go shopping – World News – Mirror Online

PEN, OS AUTORES DE DIAS DA PESTE

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OS DIAS DA PESTE , Gradiva, 2021
ÍNDICE DE AUTORES
Introdução
Graça Fonseca, Ministra da Cultura de Portugal – Mensagem para a Antologia comemorativa dos 100 anos do PEN Internacional
Jennifer Clement, Presidente do PEN Internacional – Nexos covidiario (Desde 2015 até Setembro de 2021)
Emmanuel Pierrat, Presidente do Comité dos Escritores para a Paz – “Autant en emporte la censure”
Teresa Martins Marques, Presidente do PEN Clube Português – Internacionalismo literário nos dias da Peste
ÍNDICE DE AUTORES
Abdukakhkhor Kosim (Tajiquistão) – Breath of life
Agron Shele (Albânia) – Behind the masks
Aída López Sosa (México) – Confinamiento
Alberto Pereira (Portugal) – Sou teoria quântica
Alberto Fernández San Juan (Argentina) – Un frágil intervalo
Alejandra Veruchka (Bolívia) – Versos en cuarentena
Alexandra Jamieson (Argentina) – 5 de Mayo, 2020
Alicia Minjarez Ramírez (México) – Caleidoscopio nocturno
Alicja Kuberska (Polónia) – 2020
Álvaro Giesta (Portugal) – Trilogia da inquietação
Álvaro Laborinho Lúcio (Portugal) – Um homem banal nos tempos de peste
Amadeu Baptista (Portugal) – Cordão sanitário
Ana María Fuster Lavín (Porto Rico) – Tres abandonos en tiempos de pandemia
Ana Marques Gastão (Portugal) – Partita
Ana Stjelja (Sérvia) – Utopia
Ángela M. Valentín Rodríguez (Porto Rico) – Cuarentena
Anita Pešić (Sérvia) – Together we can
Annabell Manjarrés Freyle (Colômbia) – La casa de los cautivos
Annette Candelaria (Porto Rico) – Venceremos esta pandemia
António Apolinário Lourenço (Portugal) – Bienvenido, Mr. Marshall
António Augusto Menano (Portugal) – De uma maneira geral trata-se do vírus
António Carlos Cortez (Portugal) – Capital da dor
Antonio Catafalmo (Itália) – Life and death
António Ladeira (Portugal) – 2030
António M. Ferro (Portugal) – Mania arcaica em tempos de peste
António Pinelo Tiza (Portugal) – A fronteira da peste
Antonio Ramírez Almanza (Espanha) – Claustro 2
António Souto (Portugal) – Encruzilhada e estes tempos
Armenuhi Sisyan (Arménia) – Come home!
Arturo Méndez Licón (México) – Mar en calma o calma en el mar
Assumpció Forcada (Espanha) – Tiempo de pandemia
Attila F. Balázs (Hungria) – Behind the scenes
Aurelino Costa (Portugal) – (A)variações na peste
Bella Martínez (Porto Rico) – Incapaz
Bozena Helena Mazur-Nowak (Polónia) – So tiny but so powerful
Branislav Crnić (Sérvia) – In the age of corona
Brenda Mohammed (Trindade e Tobago) – Changing times
Brunello De Cusatis (Itália) – A peste de Atenas contada por Tucídides 2500 anos antes do coronavírus
Carlos Alberto Braga (Portugal) – Gramática de uma invocação
Carlos Ceia (Portugal) – As humanidades digitais na educação e na literatura na próxima década
Carlos Nogueira Fino (Portugal) – 5 poemas em forma de máscara
Carlos Skliar (Argentina) – El desmoronamento del mundo y la pequeña comunidad
Casimiro de Brito (Portugal) – Aurora!
Catherine Pont-Humbert (França) – Temps
Cecília Barreira (Portugal) – A COVID 19
Chantal Danjou (França) – Le mont silence
Chrys Chrystello (Portugal) – Este mundo declarou guerra aos velhos
Claudio Pozzani (Itália) – Mask-a-rhyme
Corina Junghiatu (Roménia) – A lead virus
Daniel Leuwers (França) – Virus favori
Daniel Nina (Porto Rico) – Je ne te sens pas Pourtant, tu me manques
Debashis Bhattacharya (Índia) – Still have to leave
Diniz Borges (EUA/Portugal) – Troca de cultos em tempos pandémicos
Diana Andringa (Portugal) – Ventilador
Dinu Flamand (Roménia) – Rebento
Diti Ronen (Israel) – So long, farewell
Dmytro Tchystiak (Ucrânia) – Le poids du printemps
Dolors Alberola (Espanha) Esbozo de unos días
Dragica Čarna (Eslovénia) – So many times
Eldar Akhadov (Rússia) – The praying to the wind
Engjëll Berisha (Kosovo) – Tell a word poet
Ernesto Rodrigues (Portugal) – Pandemia
Eugenio de Signoribus (Itália) – Holy friday at the time of the plague
Eugénio Lisboa (Portugal) – Ó mundo belo e perdido!
Fernanda Mota Alves (Portugal) – Travessia
Fernando de Castro Branco (Portugal) – Espelho
Fernando Venâncio (Portugal) – Os arquivos da Bertrand
Filipa Vera Jardim (Portugal) – O dia em que a minha janela se emocionou
Fina R. Palau (Espanha) – Covid 2019
Francis Coffinet (França) – Galaxie virale
Francisco Belard (Portugal) – Adiemos a morte
Françoise Roy (Canadá) – Avril 2018 à Beijing
Fred Lobo (Filipinas) – Dwell in my heart with love
George Nina Elian (Roménia) – Paisagem marinha. Breve descrição
Germain Droogenbroodt (Bélgica) – Fuga de la muerte*
Gigliola Zecchin (Argentina) – Annus mirabilis
Gilda Nunes Barata (Portugal) – Talvez seja isso a inocência
Gilda Santos (Brasil) – Regresso à cidade de Ulisses
Gioconda Belli (Nicarágua) – Melissa y la pandemia
Giorgio Balzoni (Itália) – A ruptura
Graciela Baquero Ruibal (Espanha) – Aprender a caer
Guilherme d’Oliveira Martins (Portugal) – Uma estranha peste
Halmosi Sándor (Hungria) – Quarantine
Hamid Larbi (Argélia) – Horizon sans fin
Hana Shishiny (Líbano) – Cage of love and fear
Hanne Rouweler (Países Baixos) – The world got crazy
Heiner Rodríguez Berrios (Nicarágua) – ¡Socorro! Creo que la amo
Hélia Correia (Portugal) – Mestres
Hermógenes L. Mora – (Nicarágua) – Viviendo en tiempos del coronavírus
Humberto Lima de Aragão Filho – (Brasil) – A ausência de um abraço
Hussein Habash (Curdistão) – The corona’s era
Ida Alves (Brasil) – Cercai-vos de realidade e de versos
Inês Lourenço (Portugal) – Viroses
Inês Pedrosa (Portugal) – Mudar de vida
Iris Tocuyo-Llovera (Porto Rico) – Cuaresma
Iryna Khadarenka (Bielorússia) – The world forgetting, by the world forgot
Isabel Cristina Pires (Portugal) – O novo coronavírus
Isabel Guerra Loureiro (Portugal) – Para o infinito e mais além
Isabel Miguel (Espanha) – Flashes
Isabel Pereira Rosa (Portugal) – É longa a noite
Itxaro Borda (Espanha) – Le vélo de Jivago
Ivan Vogrič (Eslovénia) – The present coronavirus
Ivo Machado (Portugal) – Quatro retratos do inacabado
James Tian (China) – The silent Spring
Janine Gdalia (França) – Au risque de la vie
Jarkko Tontti (Finlândia) – Sinopsis
Jean-Pierre Dubost (França) – Nulla dies sine linea
Jerónimo Jarmelo (Portugal) – A peste
Jeton Kelmendi (Kosovo) – A day when we are deserved
Joana Páris Rito (Portugal) – Os dias da peste azul
Joanna Svensson (Suécia) – The doctor’s prayer
João de Mancelos (Portugal) – Algumas raparigas só existem no Inverno
João de Melo (Portugal) – Não mais seremos os mesmos
João Pedro Porto (Portugal) – Man on stilts
João Rasteiro (Portugal) – Voltagem da peste
João Sedas Nunes (Portugal) – Maria de Fátima e o rapaz-cão
João Sevivas (Portugal) – A peste dos nossos dias
Jorge Gaspar (Portugal) – Tempos. Esfaqueados
Jorge Luis Gonzalez (México) – Confinamiento
Jorge Maximino (Portugal) – Missiva para Caravaggio
José Carlos Pereira (Portugal) – Amor líquido
José Emílio-Nelson (Portugal) – Quatro figuras da maldição
José Jorge Letria (Portugal) – Até os cães e as fadas falaram desse medo
José Luís Rubio (Espanha) – Privado de libertad
José Manuel de Vasconcelos (Portugal) – Paris numa redoma
José Manuel dos Santos (Portugal) – Acordar adormecer
José Manuel Teixeira da Silva (Portugal) – Dificilmente
José Mário Leite (Portugal) – Vai ficar tudo bem
José Noé Barba (México) – Al quinto Sol
José Viale Moutinho (Portugal) – A peste no seu esplendor
Josyane de Jesus-Bergey (França) – Les mots posés là
Judyth Hill (México) – Covid Kintsugi
Julieta Almeida Rodrigues (Portugal) – New York, New York
Júlio Machado Vaz (Portugal) – Carta à Teresa e ao Ernesto
Júlio Moreira (Portugal) O buraco
Kalenda Siarhiej (Bielorússia) – Earth 2020
Khosiyat Rustam (Uzbequistão) – You said
Larbi Ghajjou (Marrocos) – Delirios de un confinamiento
Laura Garavaglia (Itália) – Things
Laura Golarte (México) – No estamos muertos
Laura Hernández Muñoz (México) – El final de nuestro tiempo
Laurent Grison (França) – Panpoesie
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Leonor Almeida (Portugal) – A ponte intermédia
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Luís Serrano (Portugal) – Entre o coronavírus e o porto de Beirute
Luísa Valenzuela (Argentina) – Dos cuentos de la resiliência
Luiz Fagundes Duarte (Portugal) – A peste não vem do mar. Os dias, sim
Maggie F-V Vijay-Kumar (Républica das Seychelles) – Prediction
Mairym Cruz-Bernal (Porto Rico) – Gente de puños abiertos
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Maria Manuela Araújo (Portugal) – Os dias da peste
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Mário Cláudio (Portugal) – Citocinas
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Martha Cerda (México) – El fraile de la calavera
Martha P. Lara (Nicarágua) – Senil
Max Alhau (França) – Vous avez dit “confinement”?
Metin Cengiz (Turquia) – Je n’ai plus de chanson
Miguel Gaya (Argentina) – Días de cuarentena
Miguel Serras Pereira (Portugal) – Em plena quarentena
Miina Hunt (Estónia) – Nobody knows
Milutin Djurickovic (Sérvia) – Pandemic
Mirtha Amores (Argentina) – Consciencia(s) en cuarentena
Mohammed Abu Zaid (Egipto) – And for the remaining coins, we take gum
Mónica Gómez (México) – 2020
Muharrem Kurti (Kosovo) – Terror Covid
Nadia Tadlaoui (Marrocos) – Palavras ao meu universo
Nahid Ensafpour (Irão) – Forget not the song of the moment
Nancy Ndeke (Quénia) – Beyond barriers
Nelson Álvarez (Porto Rico) – Bienvenida esperanza
Nicole Laurent (França) – Les jours de la peste
NilavroNill Shoovro (India) – Beyond the pandemic
Nitza Valentin (Porto Rico) – Y me tapié el alma al cuerpo
Norberto Veiga (Portugal) – Imponderáveis
Obdulia Báez Félix (Porto Rico) – Renaceremos
Onésimo Teotónio de Almeida (EUA/Portugal) – A grande peste de 2020
Padmaja Iyengar-Paddy (India) – The migrant labourers
Patrícia Infante da Câmara (Portugal) – Se os dias não são estes
Patrícia Reis (Portugal) – A imperfeição ou variações sobre o verbo ser
Patricia Schaefer Röder (Porto Rico) – Peste
Paul de Brancion (França) – Liberté étroitement surveillée
Paula Tavares (Angola) – Poemas da peste
Paulo José Miranda (Portugal) – A peste que
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Pedro Almeida Maia (Portugal) – Aura das dores
Pedro Juan Ávila Justiniano (Porto Rico) – Taciturnidad del ojo neblinoso
Pedro Pinto Bessa e Maria José Pinto Bessa (Portugal) – Carta da avó Yersinia a seu neto Sars Cov
Pedro Xavier Solis (Nicarágua) – Prontuário sobre pandemias
Peter Völker (Alemanha) – Nuevos lugares
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Raja Rajeswari Seetha Raman (Malásia) – The serene beauty of nature
Raquel Gonçalves-Maia (Portugal) – A visita
Richard Rivera-Cardona (Porto Rico) – Cinco de la tarde
Rini Valentina (Indonésia) – Corona
Rita Taborda Duarte (Portugal) – Poema épico-pandémico
Roberto Domínguez (Argentina) – Junin 1700
Rodolfo Balocco (Argentina) – Las ráfagas
Rodolfo Miguel Begonha (Portugal) – Sobre a consciência
Rosa Alice Branco (Portugal) – Dias sem espuma na respiração
Rosa Maria Fina (Portugal) – Carta a um amigo-longe
Rui Sousa (Portugal) – O tempo em tempos de peste
Ruth Levy (México) – Manos todavia
Sandra M. Colorado Vega (Porto Rico) – Qué recordaré de este encierro?
Sandra Santana (Porto Rico) – Nos manejam con el miedo
Sayeed Abubakar (Bangladesh) – Covid-19
Seena Sreevalson (Índia) – The encounter
Serafina Martins (Portugal) – Eu queria o tronco de uma árvore morta
Sérgio Nazar David (Brasil) – O grito
Shiju H. Pallithaztheth (Índia) – Hear your eyes
Shiva Prakash (Índia) – Take off your shoes
Silvia Quezada Camberos (México) – Sin cerradura
Silvie Špánkova (República Checa) – O poder das Parcas
Srilakshmi Adhyapak (Índia) – The cycle of life
Susana Szwarc (Argentina) – Encuadernación
Sylvestre Clancier (França) – Toi le poète de la nécessaire solitude
Sylvia Moretzsohn (Brasil) – Uma pessoa tão aflita
Tamer Öncül (Chipre) – You wouldn’t know this
Tarana Turane Rahimli (Azerbaijão) – The feelings at the “blood bank”
Taro Aizu (Japão) – World War 3
Teresa Rita Lopes (Portugal) – Memórias de uma pandemia
Teresa Salema (Portugal) – Unheimlich? Um sopro inquieto na casa do mundo
Teresa Sousa de Almeida – (Portugal) – Crónica dos dias que passam
Thierry Proença dos Santos (Portugal) – Tempos estranhos: quem nunca os viveu?
Thór Stefánsson (Islândia) – A strange autumn
Tiago Ribeiro Patrício (Portugal) – Ao largo de Constantinopla, Agosto de 541
Vamberto Freitas (EUA/Portugal) – Melhor dizendo
Vicente Araguas (Espanha) – Flor de Albricias
Victor Manuel dos Santos Amaral (Portugal) – A pessoas velhas (não) morrem como pássaros
Victor Oliveira Mateus (Portugal) – Inventário da peste
Virgílio Vieira (Portugal) – Haver plena consciência da vida
Virgínia Fernandez Collado (Espanha) – El hombre huye assustado
Viviana Gastaldi (Argentina) – Sobre la peste, los griegos y nosotros
Walter Romero (Argentina) – Rumiación contra las pestes
Xabier Susperregi (Espanha) – Giuseppe Berardelli
Xhemil Bytyçi (Kosovo) – In laughter and laments
Yang Lian (China) – To the vanished stranger beside us
Yolanda Zamora (México) – Macondo y la epidemia del insomnio y el olvido
Zana Coven (Bosnia-Herzgovina) – All the loneliness of this world
Zdravka Evtimova (Bulgária) – Half an apple
Zeki Ali (Chipre) – Desert aura
Zelene Bueno (México) – El enemigo invisible
Teresa Martins Marques
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