os velhos maltratados

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OS VELHOS
Dados de um estudo de 2018 revelam que, numa lista de 50 países europeus, que integram a Organização Mundial de Saúde (OMS), Portugal se encontra no grupo dos cinco piores no tratamento aos mais velhos: 39% dos idosos são vítimas de violência. O facto levou mesmo a OMS a colocar Portugal numa lista negra, no tratamento dos idosos, ao lado da Áustria, Sérvia, Israel e República da Macedónia.
You and Teresa Martins Marques

Derrocada em estrada em obras na freguesia da Maia – Açoriano Oriental

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Derrocada aconteceu numa zona da via de ligação entre a Maia e a Lombinha que já estava intervencionada com vista à estabilização dos taludes. Autarquia está a apurar responsabilidades

Source: Derrocada em estrada em obras na freguesia da Maia – Açoriano Oriental

ontem morreram 535 pessoas e de covid eram 95….

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Ontem morreram em Portugal 535 pessoas, num dia normal teriam morrido 250 (média), embora de Inverno este número tende a subir na fase gripal. A questão fundamental é esta – das 535 menos de 100 – precisamente 95 – morreram de COVID. As outras por outras razões. Temos um problema grave de visão sistémica. Mais medo, mais pânico, mais confinamento e nada se resolve.
O SNS tem as urgências normais abaixo da utilização, pese embora a abertura de notícias com “caos nas urgências” (algumas estão muito abaixo de anos anteriores); há menos médicos no SNS; mesmo os privados estão abaixo da capacidade porque com a crise económica seguros foram suspensos; parou actividade “não urgente” no SNS (o que é exactamente “não urgente” neste contexto?); a electricidade é uma das mais caras da Europa, as casas não têm condições para o frio, etc., etc. O Primeiro Ministro propõe? Confinamento. Não é muito difícil governar assim, com superficialidade e medo, ignorando a realidade, e partindo do pressuposto que a maioria do país não tem conhecimentos que lhe permitam conhecê-la com densidade. Dentro da casa (e do lar) juntinhos, confinados, recolhidos obrigatoriamente, com 14 graus e uma mantinha…gelados, eis a receita, mais um milagre português. Vem aí em breve a justificação sazonal: mortes por “onda de frio” e “onda de calor”. Quando no século XXI ninguém morre por frio ou calor – morre-se por falta de condições para combater o frio e o calor e por um SNS sem capacidade de dar reposta. Além das mortes por COVID em lares, que quase 1 ano depois continuam sem parar.
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PORTUGUESES DE BEM

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//PORTUGUESES DE BEM; LEI E ORDEM; AJUSTE DE CONTAS//
A ditadura das pessoas de bem não é uma novidade. Há momentos da História em que os mais favorecidos da sociedade entendem que a sua vida podia ser melhor, não fosse o poder político. Para disfarçar o egoísmo da recusa de uma sociedade mais justa, criam uns bodes expiatórios e entendem que a justiça social se faz com caridade e associações na órbita das igrejas.
Mas vamos a imaginar que um desses portugueses de bem nascia numa destas favelas, que, apesar do brutal esforço do Portugal democrático em lhes pôr fim, e pôs na sua maioria, ainda as há em Portugal. Por terem nascido ali, já não eram pessoas de bem. Eram bandidos!
E por se presumirem bandidos, não iriam frequentar os colégios dos filhos das pessoas de bem. Não iriam nunca frequentar uma universidade, até porque os portugueses de bem não iriam mais pagar universidades públicas. O agora português de mal ia querer trabalhar num simples emprego, mas o patrão, português de bem, ia-lho negar, porque os portugueses de bem não empregam bandidos.
O agora português de mal, nem às praias podia ir. Recordo que, para os portugueses de bem, as praias deveriam ser privadas. Os bandidos não podem misturar-se com gente de bem.
Como não se pode ajudar os bandidos e não se pode permitir o convívio com gente de bem, o que sobra? Tratar a coisa como um problema de lei e ordem: admitir a prisão perpétua e mandá-los lá para dentro, para não chatearem mais a gente de bem.
Agora esqueçamos esta ideologia e pensemos na socialista ou social democrata, que foi a praticada na Europa na segunda metade do século XX. Foi a que trouxe gente de lugares inóspitos, condenados a uma vida dura, a terem as mesmas oportunidades da gente de bem. Mas a gente de bem está farta e querer ajustar contas.
Aos que ainda não entenderam o que é a ditadura da gente de bem, não tem mal: estão sempre a tempo!
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  • Numa das entrevistas esse idiota chegou a dizer “ defendo o confinamento dos ciganos”. Como é possível?…
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o genocídio na Papua

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Rosely Forganes

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Admin

1h

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News from Jakarta. Indonesian General Hendropriyono explains Indonesia’s genocidal policies towards West Papua people.
The former head of intelligence suggests ethnically cleansing West Papua.
“In fact, he admitted that he had submitted an extreme or radical proposal recently, namely moving around 2 million inhabitants of West Papua to Manado, Indonesia. Instead, people from Manado should be sent to West Papua to replace them.”
“This is a way to separate them from the race of the people of Papua New Guinea and the rest of the Pacific region,” said the former intelligence chief.
General Hendropriyono has been a key figure in Indonesia’s genocide of West Papua, Melanesia and has been accused of personally killing many West Papuan people. He is nicknamed “The Butcher of Lampung”
He is currently an advisor to Indonesian President Jokowi.
This is just the latest example of Indonesia’s racist colonial policies in West Papua. There are 1000’s of examples of Indonesia’s cold, ruthless brutality against Papuan people.
Indonesia has raped, tortured, mutilated and murdered around 500,000 West Papuan people in it’s genocide since 1963.
For example these massacres.
Please read and share this report from the Asian Human rights commission on just a small part of the genocide committed against the West Papuan people by the Indonesian government.
This report is about the massacres in the Baliem valley 1977-78, when at least 10,000 West Papuans were murdered. The report collected many of the names. The details of Indonesia’s actions can be found in the report. They include crucifixion, boiling people alive and opening pregnant women with bayonets.
Asian Human rights commision (AHRC);
“In one of the villages in the Central Highlands, Dila, a tribal leader named Nalogian Kibak was slaughtered and his blood was kept in a bucket. Lieutenant Colonel Soekemi who was the Military Commander for Nabire, later forced the other tribal leaders, teachers and priests to drink the blood at gunpoint. Village leaders in Tiom were sliced with razors, civilians were beaten with axes and some others were buried alive.”
“Some of the Papuans eventually surrendered and gave themselves to the military in Kurulu and Wosilimo. Yet those who surrendered were killed; stabbed with heated irons; thrown alive into the Baliem and Awe rivers; or boiled alive by the military. Rocky’s brother was one of those who surrendered to the military at that time. The military officers forced him to dig a hole and he was buried alive up to his neck. They later stacked woods around his head and poured fuel on it before burning him alive”
“A child’s head was cut off and thrown into a fire… Small children were caught like chickens and swung by the ankles into a fire… All the children were killed. A child of seven months died in my stomach.”
“Thirty five out of the 210 people reportedly killed in Jayawijaya Regency were women. They were also raped by the Indonesian military officers and heated iron rods were forced into their rectums and mouths by the officers until they died. Some of them had their breasts cut off and internal organs pulled out. The OPM reported that pregnant women in Kuyawagi village had their vaginas cut with bayonets by the Indonesian military, and their babies were cut in half. The Indonesian military also forced penises cut from dead mens’ bodies into the womens’ mouths. In cases where the women were married, the military officers would rape them in front of their husband and other people.”
No one has ever investigated any of the mass killings and massacres in Teminabuan 1965, Arfak 1967, Paniai, 1967-69. Ayamaru 1966, Jayapura 1971, Biak-numfor 1974/5 All over West Papua 1969, Baliem valley 1981-84. Timika 1982, Border area with PNG 1985, Merouke 1986/87/88, Timika 1996 and 2000. Biak 1998. Wasior 2000, Wamena 2000, 2004, 2006 Jayapura 2006 2008, 2010, Jayawijaya 2013, Panaii 2014, Yahukimo 2015 amongst many others.
You can download the report here.
We need international intervention in West Papua, Melanesia.
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