4 ILHAS DOS AÇORES NA MESMA IMAGEM

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Vista espectacular de quatro das cinco ilhas do grupo central , Terceira, São Jorge, Pico e Faial. Açores.

Açores: Grupo central…

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fachadas e modas

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//AUTOMÓVEIS E TELEMÓVEIS//
Acabei de ter uma experiência curiosa… Estive agora na minha operadora móvel, por causa do meu telemóvel. Um Iphone 7, comprado há 4 meses e que, com muitos pontos, ainda assim me custou mais de 300 euros. Caro, mas pronto…
Em conversa com o rapaz do atendimento, eu, menino de Trás-os-Montes, educado a saber o que custa a vida, comentei que o telefone tinha sido muito caro, que era novo e bom, que não havia motivo para estar com avaria.
A resposta dele dele foi assinalável, não tanto pelo conteúdo, mas pela forma e espontaneidade:
– Novo e caro? Isso já é antigo e está descontinuado. Eu tenho um Iphone 11 e isso sim é uma máquina.
O ar dele a destratar o meu telemóvel, mas sem intenção, com a maior das inocências, mesmo cândido, causou-me uma certa impressão.
Balbuciei-lhe que se calhar devo ponderar trocar de emprego com ele, para ver se um Iphone 11, que custa mais de 1000 euros, não passa de um pequeno beliscão no meu orçamento.
NOTA: e ainda hei de fazer uma compilação dos comentários que ouvi durante um ano, tempo em que andei com um telefone todo partido, mas que me recusava a trocar por achar um desperdício…
A moralidade deste “post” é indefinida…Dá para muita coisa, daí ter colocado no título “automóveis”.

 

chrys chrystello comenta

HÁ MUITOS ANOS atrás eu tinha um velhinho fiat uno que herdara do falecido pai e a mulher guiava um velhinho fiesta wave, ambos de idade provecta e incompatíveis com a nossa atividade luiterária e educacional, pois deveríamos ter um modelo brilhante de marca reputada como os carros que se viam nos bairros sociais em frente à nossa casa…ou e não há muitos muitos anos quando confessei à vereadora da cultura de um certa cidade do interior profundo onde organizávamos os colóquios da lusofonia que comprava os fatos e sapatos na feira e não ia a Zamora ou Madrid fazer compras de roupa como ela..só me disse “ai que vergonha!#

Prémio Literário é a “expressão de uma gratidão que devemos” a Natália Correia – Jornal Açores 9

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O Prémio Literário Natália Correia, apresentado ontem por Maria José Lemos Duarte, é “a expressão de uma gratidão que é permanente, porque não se esgota, e que devemos a uma figura eminente do pensamento e da cultura portuguesa contemporânea”, afirmou a Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada. A sessão de apresentação do Prémio, onde […]

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SEVERA CRÍTICAS A MENTIRAS PORTUGUESAS NO PARLAMENTO EUROPEU

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Manuel Leal

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8 h

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Governo português alvo de desdém e muita crítica. Os políticos em Portugal são corruptos e sem vergonha. Mentir está nos genes do PS. Marcelo permite esta palhaçada

momentos ANIBAL PIRES: A comunicação oficial sobre a Covid19 – ser positivo (ter SARS-CoV2) e estar doente (ter Covid19). É a mesma coisa!?

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Crónica 379 A arte de viver em toda a sela 21.1.21

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Crónica 379 A arte de viver em toda a sela 21.1.21

Quando além da doença crónica da mulher sou confrontado em poucos dias, com a morte da minha mãe, dois primos e um colega de liceu vitimados pelo bicho apenas resta uma solução como a do Marquês do Pombal “Sepultar os mortos e cuidar dos vivos”. Agradeço a dádiva de ter beneficiado de 97 anos e dez meses de vida de quem me trouxe ao mundo, e que – ironicamente – dizia em tenros anos “ninguém me pediu para ser nascido”, e mais recentemente acrescentava “já que nasci, o melhor é não me queixar enquanto estou vivo”.

Em tempo de crise, o melhor é lembrar as cumplicidades com o filho mais novo Por isso perdi-me a revisitar fotos de há 24 anos e a sorrir aos momentos felizes que retratavam mesmo que nem todos estejam cá connosco para as recordarmos juntos…

Não me queixo apenas constato, desabafo e reajo com imagens de momentos de dias felizes com o mais novo, o resto é passado, ele é futuro e eu (entretanto) passei para a linha da frente.

A isto tudo assisto, ao desabar do mundo, da civilização ocidental, ao avanço da pandemia e do medo; à destruição de vidas e planos e a esta enorme impotência que a todos assola, sem respostas nem soluções para a mortandade, esta e as outras todas que deixaram de ser importantes, sejam elas o cancro ou a fome e guerra.

Assisto pouco mais do que mudo e calado – enquanto vou digerindo lentamente as vicissitudes da vida e da morte com a minha perspetiva oriental de que a morte não é senão uma fase da vida. Assim como à infância se sucede a juventude e a adolescência, a vida adulta, a madura e a terceira idade, a estas normalmente, segue-se a morte que é um estádio diferente, quando o eu se desliga das vestes terrenas, o corpo. Sem lágrimas, nem culto dos mortos, esse novo estádio pode ser encarado de várias óticas que normalmente são estigma na vida do mundo ocidental.

Também se não professam aqui crenças de 72 virgens nos céus islâmicos. Aceito-a apenas como uma etapa natural e não um fim, em si. Tanta memória e recordação que borbulharam à tona dos sentimentos, trazendo-me, de volta, à realidade da efémera passagem por esta vida e acreditem, devo sentir-me grato por ter vivido 71 outonos tão ricos e variados como os que passei em Timor, Macau, Bali, Austrália, Bragança e Açores e tantos os sítios que visitei e pelos quais me apaixonei, 26 deles na companhia da minha mulher que sempre me serviu de muralha protetora e catapulta de sonhos concretizados e com a presença deste quarto filho em 24 anos de lutas, desgostos, desilusões, alegrias e vitórias que juntos compartilhamos.

É isto o ciclo vital e não adianta derramar lágrimas como disse António Gedeão

olhei-a de um lado,

do outro e de frente:

tinha um ar de gota

muito transparente.

 

Mandei vir os ácidos,

as bases e os sais,

as drogas usadas

em casos que tais.

 

Ensaiei a frio,

experimentei ao lume,

de todas as vezes

deu-me o que é costume:

 

nem sinais de negro,

nem vestígios de ódio.

Água (quase tudo)

e cloreto de sódio.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists' Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018) 

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005) 

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

esta e as outras crónicas em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

Visão | Áustria, França e Baviera recomendam o uso das máscaras N95 por causa da nova variante. O que dizem os especialistas?

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Muitos responsáveis políticos passaram a usá-las e são já recomendadas na Áustria, Baviera e França para conter a nova variante do vírus Sars-Cov-2

Source: Visão | Áustria, França e Baviera recomendam o uso das máscaras N95 por causa da nova variante. O que dizem os especialistas?