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Bom dia a todos, venho por este meio partilhar as alterações efectuadas no acesso ao Aeroporto de Ponta Delgada; para receber e largar passageiros a partir de agora têm que aceder ao Parque 1, têm 10 minutos grátis ,o acesso a frente da aerogare é proibido ,quem infringir o sinal arrisca a uma multa de 60€,por isso passem a informação a todos os amigos e partilhem o máximo que puderem, assim evitam alguns problemas e ajudam muito a todos os que lá trabalham.
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Dia de visita a amigos e familiares que residam nas outras ilhas. A pé é fácil.


Mais uma vez, como vem acontecendo há alguns anos, o fenómeno da Super Baixa Mar aconteceu nos Açores no 1º dia de Outono.
Como habitualmente, muitos açorianos aproveitaram para se deslocar às outras ilhas, de carro ou até mesmo a pé, como aconteceu no Faial e Pico, a fim de visitarem familiares.
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Cidade Portuguesa de Mazagão (Marrocos) (El Jadida)
Mazagão foi uma antiga possessão portuguesa no norte da África, hoje em território marroquino, entre o século XV e meados do século XVIII. A cidade deu origem à atual cidade de El Jadida, situada 90 km a sudoeste de Casablanca.
Os monumentos portugueses que chegaram até aos nossos dias são a cisterna, a antiga fortificação com suas muralhas e baluartes — exemplo precoce da arquitetura militar portuguesa do Renascimento — e a Igreja de Nossa Senhora da Assunção, em estilo manuelino. Esse conjunto oferece um exemplo excepcional das influências recíprocas entre a cultura europeia e a marroquina.
Em 30 de junho de 2004, durante a 28.ª sessão do Comité do Património Mundial, em Suzhou, na China, a cidadela de Mazagão (El Jadida) foi inscrita na lista do Património Mundial da UNESCO.
Fonte Wikipédia


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A maior coleção de humor antes, durante e depois das quarentena
LUTEMOS COM HUMOR CONTRA O COVID-19 nº 26 23.9.2020
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O EMPREGO PRECÁRIO é o que espera a maioria dos jovens nos Açores!
Vão de programa em programa de emprego, ao sabor das eleições e continuam apesar da formação adquirida ao longo do tempo, com grandes sacrifícios, sem poderem programar o futuro próximo e a grande maioria a viver na casa dos pais!
Assim se controla o VOTO, assim se manipula os jovens, criando falsas esperanças…
Até quando…?!
Só depende de nós.
O povo nao quer programas ocupacionais quer emprego realista!!!
Esse é um programa daqueles tapar o sol com a peneira…
Para baixarem as estatísticas do desemprego colocam as pessoas nesses programas para depois o governo se gabar que temos menos desempregados… passado o tempo de contrato os empregados voltam ao mesmo, ao desemprego.

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Sem máscara, já se dança nas discotecas de Wuhan. E ainda se acredita que foram os lockdowns chineses? Zero transmissões locais reportadas desde Junho.
Seja verdade ou mentira, não é de todo uma cidade atualmente assolada pelo Covid, mas acha-se normal que o epicentro do virus mais mortal dos últimos anos se tenha curado instantaneamente…
Se os chineses não têm medo do vírus, o que andamos nós a panicar?

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Alberto Osório de Castro (1868-1946)
Poeta e magistrado, amigo de Camilo Pessanha, ‘positivamente enfeitiçado pela maravilhosa terra de Timor’ — «Como o de Timor (…), não há no mundo céu mais luminoso, mais docemente e maravilhosamente colorido pelo sol ou pela lua, pelo arrebol ou pela tarde»
Escreveu A ilha Verde e Vermelha do Timor em 1928, trata-se de um peculiar livro de viagens que mistura linguagem poética com termos científicos. A sensibilidade e o poder de observa…

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«I. Os livros e as prostitutas podem levar-se para a cama.
II. Os livros e as prostitutas entretecem o tempo. Dominam a noite como o dia e o dia como a noite.
III. Olhando os livros e as prostitutas não nos apercebemos de como cada minuto lhes é precioso. Mas quando lidamos com eles mais de perto, começamos por notar como têm pressa. Contam o tempo connosco à medida que nos afundamos neles.
IV. Os livros e as prostitutas sempre tiveram um amor infeliz um pelo outro.
V. Livros e prostitutas : ambos têm aquela espécie de homens que vivem deles e os maltratam. No caso dos livros, os críticos.»
Walter Benjamin, “Rua de Sentido Único” in «Imagens de Pensamento», ed. Assírio & Alvim, 2004, p. 32.
