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Muitos parabéns

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maus tratos na misericórdia de ponta delgada
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santander fecha maia s miguel e agua de pau
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Jose Antonio M Macedo shared a post.
O Santander volta a encerrar balcões nos Açores – o da Maia e o de Água de Pau, em São Miguel, fecham portas já a 11 de outubro.
António Fonseca, presidente do Mais Sindicato, não exclui a possibilidade de fechar outros balcões Santander na Região.
SATA contrata empresa para apoiar plano de reestruturação
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OURO QUE AFINAL PARECE CHUMBO
Com pompa e circunstância entrou a Administração agora em funções no Grupo SATA. A mesma foi contratada no exterior da Região, a peso de ouro, para se ter a certeza que era uma Administração conhecedora dos meandros da Aeronáutica Civil.
Afinal parece que não é assim, andaram por Bruxelas a mendigar apoios ao Grupo, no entanto fizeram-no tão bem feito que Bruxelas descobre apoios de Estado concedidos à mesma sem conhecimento da Comissão Europeia, pior, são tão especialistas que afinal foram pedir a uma empresa estrangeira (Boston Consulting Group), que ainda por cima o está igualmente a fazer para a TAP, ou seja a concorrência directa da SATA, o que se está mesmo a ver, e espero não ter razão e ser só má língua da minha parte, que tudo será feito em benefício da melhor pagadora e com mais peso no mercado ou seja a TAP.
Ainda por cima e segundo o Açoriano Oriental, já tinham encomendado um anterior estudo à mesma empresa (Boston Consulting Group) por causa de solicitação junto da Assembleia Legislativa Regional do PSD/A, sendo que o mesmo ao que parece não convinha e como tal foi posto na gaveta.
Afinal a Administração de peso de ouro não tem nada, vale sim…chumbo.
Por mim, e com muita pena minha, pois considero o Grupo SATA, como a minha companhia aérea e de todos os Açorianos, pois somos nós que a sustentamos e é crucial para nós, mas assim…o melhor é fecharem as portas de uma vez e poupar os milhões para algo mais benéfico.

Terá sido D. Garcia II o verdadeiro primeiro Rei de Portugal? | VortexMag
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Foi José Hermano Saraiva o primeiro a sugerir que poderíamos ter que reescrever a história do nosso país. D. Garcia II, talvez o primeiro Rei de Portugal.
Source: Terá sido D. Garcia II o verdadeiro primeiro Rei de Portugal? | VortexMag
última edição do livro mais importante
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timor, baleias e ecologia
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recordar Juliette Greco
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JULIETTE GRÉCO (1927-2020)
Parece que já não se usa francês (nem mesmo traduzido para português em calão, diria o Eça).
Mas houve uma canção que se me colou à pele e ensinou a dizer que os vinte anos «c’est l’âge dur, ce n’est pas le meilleur du temps».

JOSÉ LUIS PEIXOTO PELO PRÓPRIO
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e Luis Peixoto and José Luís Peixoto shared a link.

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Tenho a certeza absoluta de que vai ser assim:
PICO MÁGICO
timor em maquete
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Pedro Manuel Gonçalves Tolentino shared a memory.
As minhas maquetes da arquitectura tradicional de Timor em exposição no Museu de Etnologia





arte campesina
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Northumberlândia, ou “Senhora do Norte”, é uma enorme escultura de terra na forma de uma figura feminina reclinada, perto da cidade de Cramlington, no norte da Inglaterra.

tribunal rejeita ANTÓNIO VENTURA pela Terceira
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Última hora: Tribunal Judicial da Comarca dos Açores rejeitou a candidatura de António Ventura, cabeça de lista do PSD pela ilha Terceira.
António Ventura é actualmente deputado na Assembleia da República.
LEMBREMOS DIAS DE MELO, JÁ LÁ VÃO 12 ANOS
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Faz hoje doze anos que o escritor Dias de Melo nos deixou e que um dia disse:
“Sou escritor. Português – porque sou cidadão do meu País, Portugal. Açoriano – porque sou cidadão dos Açores. Mas, mais restritamente e acima de tudo – sou um escritor do Pico. Da minha Ilha, da minha Terra. E, porque sou Povo – do Povo da minha, da nossa Ilha, da minha, da nossa Terra”
Dias de Melo nasceu na freguesia da Calheta de Nesquim, ilha do Pico a 8 de Abril de 1925 e faleceu na cidade de Ponta Delgada a 24 de Setembro de 2008. Iniciou o seu percurso literário nos anos 50 com um livro de poesia intitulado “Toadas do Mar e da Terra”. No entanto, foi com a sua obra “Pedras Negras” que ganhou maior destaque.
Quem privou mais de perto com ele, refere-o como um homem simples, bom conversador e extremamente culto.
NOTA DO EDITOR DESTE BLOGUE, o que escrevi na sua morte
12.6. DIAS DE MELO[1], CRÓNICA 56, 24 SETEMBRO 2008
pintura de Tomáz Borba Vieira (1974)
“a esperança num mundo melhor já não será para mim, talvez não será para nenhum de nós e eu revolto-me com aquilo que vejo à volta de mim” DIAS DE MELO
Hoje fiquei mais pobre. Até maio deste ano pouco sabia sobre Dias de Melo, presente como convidado no 3º Encontro Açoriano da Lusofonia juntamente com o amigo Daniel de Sá. Eram os dois representantes da literatura açoriana que quis dar a conhecer. Dias de Melo um operário, um agricultor, um pescador, um escultor que trabalha, ceifa, pesca e esculpe cada palavra, como se fosse um baleeiro do Pico, referência constante como o é Mestre José Faidoca, personagem presente nas histórias que também presenciou como homem do mar, pescador, marinheiro, mestre de lancha. Escreve como se da janela de casa, no Alto da Rocha na Calheta de Nesquim, vigiasse os botes e as lanchas da Calheta, baleando contra os Vilas e os Ribeiras. Andei meses na descoberta da sua obra (que ainda não estudei na totalidade). Foi uma paixão, pois a escrita flui e embrenha-se como o nevoeiro em que os baleeiros se debatiam na luta inglória e injusta para ganharem a vida. Se resumisse o autor a palavra seria Injustiça, a sua denúncia ao abordar a emigração, a vida no Pico, as realidades sociais e económicas, a repressão no Estado Novo, os dramas humanos na linguagem simples dos homens do povo. Dias de Melo ocupa lugar cimeiro e sinto-me extremamente honrado por ter trocado palavras com ele, durante o colóquio e no jantar do primeiro dia. Não o conhecia, mas lendo as obras fica-se com a sensação de o termos conhecido sempre, de pertencer à mesma família. Autor e compositor de música popular, Dias de Melo ficará inexoravelmente conhecido como o escritor da baleação e da condição humana. Coube-lhe a sorte de ter recebido algumas merecidas homenagens públicas nos últimos meses de vida quando viu a 2 de maio 2008 (véspera do Encontro Açoriano) reeditar algumas das suas obras. Cumpre-nos não deixar que a sua memória se esvaneça e porfiar para que os livros sejam lidos pelas novas gerações. Herman Melville na sua epopeia da Moby Dick na qual retrata alguns açorianos, não conseguiu resumir a essência dos baleeiros como Dias de Melo pois este era espetador atento da luta quotidiana. Disso vos trago testemunho com a saudade que a sua morte nos deixa hoje.
[1] Do autor: Toadas do Mar e da Terra (1950), “Crónicas do Alto da Rocha do canto da Baía, Das Velas de Lona às Asas de Alumínio” Lisboa, Salamandra. (1991), Aquém e Além-Canal. Lisboa, Salamandra. (1993), A Viagem do Medo Maior. Lisboa, Salamandra. (1994), Memória das gentes 6 vols. (Livro I, três volumes). Angra do Heroísmo, Secretaria Regional da Educação e Cultura. (1990), Na Memória das Gentes (Livros II e III, três volumes). Angra do Heroísmo, Secretaria Regional da Educação e Cultura. (1992), Cidade cinzenta, Mar Rubro (1958), Pedras Negras (1964 Lisboa, Portugália (3.ª ed., Salamandra, 2003; trad. inglesa, 1988; trad. japonesa, 2005). 4ª ed. VerAçor 2008) , Mar pela Proa (1976 Lisboa, Prelo Editora (2.ª ed., Vega, 1986). (1979), Vinde e Vede. Lisboa, Editorial Ilhas. (1983), Vida Vivida em Terras de Baleeiros. Angra do Heroísmo, Secretaria Regional da Educação e Cultura. (1983, 1985), O Menino Deixou de Ser Menino. Lisboa, Salamandra. (1992), Pena Dela Saudades de Mim. Lisboa, Salamandra. (1996), Inverno sem primavera. Lisboa, Salamandra (2.ª ed., 1997).1999, Milhas Contadas. Lisboa, Salamandra. (2004), Poeira do Caminho. Porto, Campo das Letras. “Tempos últimos” , “O muro amarelo”, O Autógrafo. Lisboa, Salamandra. (2002), Poeira do Caminho (2005)
sata, executiva e privilégios dos funcionários
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Ainda a SATA
Há dias escrevi por aqui que a SATA ia de mal a pior. Que tinha desaparecido a executiva (a configuração do avião passou a ser só de económica neste caso o WONDER) nos voos para Portugal Continental, que os preços eram um exagero e que o serviço em terra e mesmo no ar eram tipo Low Coast.
Ontem no meu regresso, qual o meu espanto, vim no BREATHE, afinal neste avião mantiveram as cadeiras de executiva apesar desta não funcionar e as mesmas vieram ocupadas somente com os Senhores funcionários da empresa, ao perguntar à Chefe de Cabine como tal era possível, a resposta seca foi, que não havia mesmo executiva e que o manter das cadeiras eram opção da empresa.
No meu caso por razões de saúde, mesmo sem serviço a bordo, estava disposto a pagar por um lugar na executiva e como eu se calhar muito mais passageiros.
Com este tipo de gestão não admira que a SATA não saia da cepa torta.



