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“A mobilidade interna desempenha um papel notável na melhoria de taxas de retenção, ou seja, trabalhadores que, ao longo dos anos, assumem diferentes funções dentro da mesma empresa são mais prováveis de permanecer.” — nova crónica em tempo de férias. #psicologiadotrabalho
👉 https://www.linkedin.com/…/mobilidade-interna-contributo-p…/

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https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.discogs.com%2Fes%2FFernando-Corr%25C3%25AAa-de-Oliveira-50-Pe%25C3%25A7as-Para-Os-5-dedos-Op-7%2Frelease%2F14155897%3Ffbclid%3DIwAR00m-uoTKAOlMJbaXVT5pzwR9B1liuOLSjYXE3Fnu0n18cLtl4jxkX9n4E&h=AT3FI1-gGuCQV7c-wLqWIvF6abtAldDMqvG4CTPiHiMGXslzFZOMhPuaHKlZHsw80yXuUwxYQVEWmvIaTy5kx7Ey9Xdw1QnFDNFr10cjsrpd-4pkh83cuMb9TLBZkrSvI-5jos0Af2BKUM8kcHW5EhMp
Fernando Corrêa de Oliveira (1921-2004) foi um pianista e compositor do Porto que deixou uma interessante obra de mais de 50 números de Opus. É o único compositor ibérico que se deu à tarefa de idear um sistema de composição próprio que explicou no método Simetria Sonora (1969) e oferece infinitas possibilidades compositivas dentro da atonalidade, mas também na tonalidade. Estes dias andei a estudar as suas obras medievalizantes, compostas no seu sistema sobre textos de Martim Codax, Afonso o Sábio, Dom Dinis, e também Camões e o Cancioneiro de Elvas. Debrucei-me igualmente na sua única obra para guitarra: SETE PEÇAS PARA GUITARRA Op. 30, inspirada em lembranças familiares da Coimbra dos estudantes, que vai acompanhada de um poema de várias estrofes, cada uma a ilustrar uma das peças. Eis o primeiro número.

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The UN warns sex workers face increased discrimination under COVID-19. In Australia, they have been an ‘afterthought’ in the country’s pandemic response.
Source: How the ‘National Cabinet of Whores’ is leading Australia’s coronavirus response for sex workers
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Business as usual.

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LUTEMOS COM HUMOR CONTRA O COVID-19 nº 20, 23 julho
LUTEMOS COM HUMOR CONTRA O COVID-19 nº 19- 8 julho
LUTEMOS COM HUMOR CONTRA O COVID-19 nº 17 10 junho 2020
LUTEMOS COM HUMOR CONTRA O COVID-19 nº 16, 30maio2020
LUTEMOS COM HUMOR CONTRA O COVID-19 nº 15, 17maio2020
LUTEMOS COM HUMOR CONTRA O COVID-19 Nº 14 6.5.2020
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR nº 13 28.4.20
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR XII 21.4.20
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR XI 17.4.20
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR X 13.4.2020
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR IX 8ABR2020
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR VIII 4ABRIL2020
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR VII 30.3.2020
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR – VI
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR – V
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR IV
CONTRA O COVID-19 LUTEMOS COM HUMOR III
contra o COVID-19 um ataque de humor 2
contra o COVID-19 um ataque de humor 1
the end—-fim ou o começo desta aventura
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ATENÇÃO: O “animalismo doentio”.
O quisto hidatico do pulmão, provocado pelo
“Echinococcus granulosus”.
“Isto” não é gostar de animais.
Beijar na boca um animal de companhia, dormir com ele na cama e comer com ele do mesmo prato, não é “gostar de animais” é apenas uma paranóia, uma obsessão doentia, uma patologia a precisar de terapia…
E mais grave do que o problema de os adultos correrem esses riscos, o drama é permitir que as crianças, algumas delas bebés, sejam sujeitas a esse risco, para os quais os Médicos estão constantemente a alertar…
O quisto hidático pode desenvolver-se no cérebro, no fígado ou nos pulmões, resulta da absorção por via oral, de um parasita que se desenvolve em vários animais, principalmente nos cães…
Esta pandemia obsessiva e doentia, este modismo urbano depressivo, que fomenta o primado da proteção dos animais sobre as pessoas, o “amor” aos animais e o desprezo pelos semelhantes, é apenas isso:
Uma paranóia…
Vivi numa casa onde sempre tivemos cães e gatos.
A minha avó Helena dizia:
“os cães não são para andar ao colo…”
A moda do “animalismo doentio”, fez com que do colo passassem para a mesa, da mesa saltaram para a cama e da cama ascenderam às carícias, ocupando o lugar dos seres humanos.
Não, um “animalista doentio”, não respeita a natureza, não gosta de animais, utiliza-os apenas, para satisfação de bizarros caprichos, compensação de profundas carências e sublimação de inconfessáveis frustrações…
(Varela Matos)
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Se pudesse, Rui Veloso mudava “muitas asneiras” que fez no passado. A celebrar 40 anos do mítico “Ar de Rock”, o músico tem olhado para trás e refletido sobre o seu percurso, chamando ao uísque a sua “droga dura”
Source: BLITZ – Rui Veloso: “Whisky, women and money. Estou a pagá-las”
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JUAN CARLOS EM TOUR I Faz parte da deambulação de um guia avisado discretear sobre tudo e um par de botas. Por exemplo, a relação do Estoril e arredores com os Condes de Barcelona, o menino Juan Carlos, Ian Fleming, James Bond, Humberto Coelho, Cristiano Ronaldo, Oliveira Salazar, Gloria Swanson, Lord Byron, Aleister Crowley, Pessoa, Cristóvão Colombo, Damásio e Prieto ou Judas e um rol de iscariotes apostados em conspurcar as possibilidades de o paraíso ser um lugar de todos. Gosto de recuar ao tempo dos meninos e moços Juan e Francisco (Balsemão) e contar desses tempos de vela e sedução. Todos se pelam por uma boa história de alcofa ou de bandidagem. Tal como por um enredo bem urdido de espionagem e ajuste de contas. Tende-se a fazer dos afortunados um escol de meninos mimados a brincar aos ricos. De infantes a velhos sem tino. Do rei posto castelhano diz-se que ganhou o gosto pela vela e o gineceu nas águas do Atlântico, ao virar da esquina do Guincho. Poderá ter perdido a virgindade ao largo da praia da Ursa e aprendido as artes da sedução num molhe da Roca entre um par de ninfas. Viajar faz bem à imaginação e o público agradece uma história que meta lençóis, vales e manhas para se sentir acima dos reis e apaziguar a sua mortalidade triste. Tudo isto para dizer que deixem lá o Juan e os seus fardos. Usemos os dardos com outras ganas. Por exemplo, como preservar a riqueza do torrão ou repartir o bodo por forma a não esbarrarmos com a pobreza que é também do espírito.
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On the Malay Peninsula, a small community of creole speakers survives today, relics of Portuguese colonial rule four centuries ago.
Source: Saving the Malay Peninsula’s centuries-old Portuguese creole