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uma das melhores séries de TV de todos os tempos

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Quem não se lembra deles? Falecidos.
Um, o Paul Eddington, há uns anos já, o outro, o Derek Fowlds, recentemente.
Divertiam-nos…
E havia ainda o Nigel Hawthorne que fazia de alto Funcionário Publico, também já desaparecido.

!Derek Fowlds, left, as Bernard Woolley, and Paul Eddington as Jim Hacker in a 1985 episode of Yes Minister. Photograph: Radio Times/Getty Images / The Guardian”

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casamentos com prénubeis, é tempo de dizer basta

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Waseem AltafFollow

9 year old girl is “married off” to a 60 year old stranger against her will!
Let us all reject & condemn any such ideology which allows this ritual!

TEOLINDA GERSÃO A MORTE EM GERÚNDIO

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Teolinda Gersão and Teolinda Gersão shared a link.
A morte em gerúndio: ciclicidade transcendente em Teolinda Gersão e Pepetela Patrícia Infante da Câmara DOI: https://doi.org/10.24261/2183-816×0326 Palavras-chave: Literatura Comparada, Literatura Lusófona, Identidade Cultural, Violência Resumo Este ensaio parte dos romances A Árvore das Pala…

açores – deputados ou carneiros

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Henrique José Schanderl
tSepSee5ontcsore minSsd ·
DEPUTADOS OU “CARNEIROS”?

Há 4 anos atrás e por algum tempo foi discutido nos órgãos do PS, como em outros Partidos Políticos que em futuras eleições os Deputados seriam escolhidos por eleição nominal.
Afinal, os jovens barões, dos vários Partidos, conseguiram que tal não sucedesse, com medo de perderem o seu lugar, aliás nunca mais se falou no assunto e aqueles que tentaram fazê-lo foram silenciados.
Esta como outras situações parecidas têm um objectivo muito claro, silenciar e expurgar dos Partidos todos aqueles que se opõem aos jovens barões que nunca fizeram nada na vida a não ser viverem como nossos representantes, como se nós tivéssemos alternativa em votar noutros.
Tal situação quer queiram quer não é uma das principais razões do abstencionismo, assim como o desconhecimento completo de cada um dos candidatos. Ninguém sabe de onde apareceram tais personagens e muito menos o que fizeram que tenha contribuído para o bem comum, e como tal, sejam recompensados com o cargo de Deputado.
Por estas e outras a Nossa Autonomia está moribunda.
Estou farto! Se calhar vou engrossar a lista dos abstencionistas.

TIMOR JUSTIÇA DECIDE, CASO SURREAL

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Antonio Sampaio
d2tS3 mdpogonsinoSairieds ·
Tribunal de Díli reduz pena suspensa aplicada a ex-ministro por emprestar carro a paróquia

Díli, 13 jul 2020 (Lusa) – O Tribunal de Díli manteve hoje a condenação de um ex-ministro timorense e do seu chefe de gabinete, mas reduziu a pena suspensa de dois anos para seis meses de prisão por terem emprestado um carro para uso de uma paróquia.
A sentença do Tribunal foi lida depois do processo de novo julgamento ao caso exigido pelo Tribunal de Recurso, que analisou a primeira decisão em outubro de 2018.
Gastão de Sousa e o seu chefe de gabinete, Diogo da Costa, foram condenados à pena de seis meses, suspensa durante seis meses, pelos crimes de peculato e peculato de uso.
O caso remonta a 2012 e envolve o então ministro das Obras Públicas, Gastão de Sousa, o seu chefe de gabinete, Diogo da Costa, o padre Martinho Gusmão, da paróquia de Manatuto, a leste de Díli, e uma viatura.
Martinho Gusmão e os dois filhos de Gastão de Sousa – que tinham sido acusados no mesmo processo – foram absolvidos de qualquer crime.
Gastão de Sousa insistiu que o carro foi emprestado para apoiar a paróquia, que se limitou a seguir instruções do então primeiro-ministro, Xanana Gusmão, que foi testemunha da defesa no processo e que confirmou esses dados.
Os contornos do caso explicam a natureza insólita da decisão judicial.
No âmbito dos preparativos para as celebrações dos 200 anos da paróquia, o padre Martinho Gusmão tinha solicitado apoios a várias instituições timorenses, tendo, entre outros apoios recebidos, o V Governo e a Presidência da República emprestado um carro cada.
No caso de Gastão de Sousa, tratava-se de uma viatura que tinha sido doada ao Governo pelo Banco Asiático de Desenvolvimento e que estava, naquele momento, como viatura de substituição do ministro.
O Ministério Público acabou por deduzir acusação pelo empréstimo do carro do Governo, mas não pelo carro da Presidência, na altura ocupada por Taur Matan Ruak, atualmente o primeiro-ministro.
A paróquia devolveu o carro ao Governo depois das celebrações.

ASP // VM
Lusa/Fim

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estradas de timor sempre a abater, mais derrocadas

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Core Group Transparency is at Toll Road Suai.

Monitoramantu ba Projetu Tasi Mane (Auto Estrada)

Auto Estrada Suai to’o Viqueque ho distansia 155 Km, foin mak governu finalize 34 Km, konstrusaun ne’e hahu hosi tinan 2012 no inagura iha tinan 2018. Auto estrada ho distansi 34 Km, ho nia sesaun hosi Suai – Fatukai, governu kuaze gasta orsamentu hamutuk tokon US$223, Ho nia average kada kilometru governu gasta tokon US$6 resin, ba total distansia Auto Estrada hosi Suai to’o Viqueque ho 155Km. Signifika posibilidade governu sei gasta orsamentu hamutuk biliaun US$1,020 hodi finalize, bele liu, bele mós lae, depende estrutura rai.

Auto Estrada ho distansia 34Km, inagura iha Novembru 2018, la to’o fulan ida, auto estrada iha area Suku Matai, diresaun Labarai ba Matai naksobu ka mout kuaze 20M.
Iha prosesu nia laran, governu desidi hodi responsanbiliza no lakoi hodi husu kompañia nia responsabilidade maske nia kualodade durasaun fulan ida nia laran deit.
Tuir públikasaun iha media online Tatoli, S.E. Ministru Obras Públiku planea ona hodi aloka orsamentu hamutuk tokon US$1 resin. Auto estrada ne’ebé mout, hahu hosi governu, ema polítiku balun, no parte academia balun mós deklara katak, auto estrada ne’ebé monu, natureza nia kulpa (Konsultan ba auto estrada ne’e kontenti no hamnasa los ita). Ita la konsege hanoin ka ita ikut-ikutan tuir ema sira ne’ebé fó sala natureza, maske problema natureza balun ita bele hases án. Hases án liu hosi estudu ne’ebé mais klean, maibé la akontese.

Tokon US$1 ho balun ne’ebé governu planu ona hodi utiliza ba manutensaun seidauk la’o, maibé iha area balun hosi Suku Ogues ba Matai kontinua monu namtati (rezutadu montoring hosi loron 22 to’o 27 Junhu 2020). Core Group Transparency ne’ebé durante ne’e tau matan, senti triste, gastus boot ho hanoin dura ba tinan 40 to’o 50 kontinua naksobu bebeik, hodi kontinua mós fó todan ba sustentabildidade Fundu Minarai.

Core Group Transparency kontinua preokupa ho polítika governu ba mega projetu sira ne’ebé laiha analiza ba Cost Benefit, ho razaun kuaze mega projetu sira, fó deit efeteitu social (parte positivu no negativu) barak duke efeitu ekonómia, enkuantu ita presija iha efeitu ekonómia barak hodi fó garantia ba sustentabildade fiscal.

CORRUPÇÃO É O NOME DO MEU PAÍS

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Rui Rocha
tS4 sapnonsohrrtedosg

E o ministro holandês pergunta: “ E o burro sou eu😇😇😇?”

Investigações da Polícia Judiciária contabilizam 2,3 mil milhões de euros. Áreas da indústria e da formação profissional lideram fraudes.

AINDA A BRONCA DO EXAME DE PORTUGUÊS

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Daniel Gonçalves and Teresa Martins Marques shared a post.
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Carlos Reis

Já muito foi escrito, em diferentes locais, sobre o Exame Final Nacional de Português, prova 639, 1ª fase. Daquilo que li, remeto para o excelente artigo de Elisa Costa Pinto, no Público, e limito-me a algumas questões acerca da parte do exame consagrada a Eça, denunciando nela várias coisas que me deixam perplexo, numa prova desta responsabilidade: ambiguidades, omissões e erros metodológicos.
1. Estão em confronto dois passos d’A ilustre Casa de Ramires e d’Os Maias. Tendo em atenção o que vem depois, a ordem não deveria ser a inversa? Afinal de contas, Os Maias foram escritos e publicados antes d’A ilustre Casa de Ramires. Esta questão não é meramente cronológica, envolve mudanças temáticas e formais. Não que os estudantes devam explicitá-las, obviamente, mas quem fez a prova deveria saber que a diacronia normalmente traz consigo aquelas mudanças. Ou seja: há um antes e um depois, com os seus significados.
2. A comparação incide sobre obras com trânsito diferente, no trajeto formativo dos alunos. Uma terá sido (terá…) lida integralmente, a outra não. Se é possível comparar dois textos nesta situação, então o raciocínio do aluno sagaz é este: não vale a pena ler integralmente as obras.
3. A comparação da atitude de Gonçalo Mendes Ramires com a de José Lúcio Castanheiro não me levanta problemas. O mesmo não digo da comparação com a “atitude das personagens do excerto d’Os Maias”. Quais, pergunto eu? Carlos da Maia e João da Ega? Os “rapazes, aos pares”? A “criatura adoentada”? As “donas de casa de hóspedes”? Todas elas? Lembro que o enunciado fala na “atitude das personagens” (todas) e não de certas personagens ou desta e daquela, especificamente.
4. Se a comparação é com “os rapazes aos pares” (e não com Carlos e Ega), então não entendo como se pode pôr lado a lado um protagonista (Gonçalo) e personagens com dimensão de figurantes anónimos.
5. Todo o primeiro passo é construído pela dominante visão omnisciente do narrador (poupo a quem me ler terminologia mais exigente), enquanto o segundo decorre do olhar sobranceiro e “estrangeirado” de Carlos da Maia. Como quem diz: comparamos o incomparável. E para que conste: Carlos não tem autoridade moral para acoimar de ociosos “aqueles moços tristes”…
6. A pergunta 2 diz: “Explicite um dos aspetos criticados em cada excerto”. Um dos aspetos de quê? Da visão crítica, suponho. Custava muito explicitar?
7. Quanto ao completamento das afirmações (em 3), dispenso-me de comentar o caráter obviamente simplista do procedimento da escolha – que arrasta novas ambiguidades.
8. Por exemplo: os três fragmentos destacados em a) aparecem entre aspas, mas um deles traz consigo as do texto. Será talvez um pormenor (um daqueles em que se esconde o diabo), mas a verdade é que, deste modo, o 3 (que é a resposta certa) parece uma citação de… discurso direto, como é o caso do 2. Claro, o aluno deve ir ao contexto, mas… será que vai? Não teria sido possível dizer isso?
9. Para a alínea c), a resposta indicada como correta é a 1, mas será isso inequívoco? Eça escreveu “negros óculos”, não escreveu “óculos negros” ou “óculos pretos”. “Negros óculos” não diz nada acerca da “reação da personagem”? Não seria antes de valorizar (e de questionar) e famosa hipálage queirosiana em “(…) óculos (…) duros e desconsolados”? Quem ali está desconsolado?
Fico-me por aqui (e nem falo das edições escolhidas para transcrever os dois excertos), porque me basta perguntar, com desconsolo semelhante ao do Castanheiro: esta prova traduzirá o estado a que chegou a disciplina de Português, neste nível de ensino? Se for assim, ao contrário da personagem queirosiana, não encolho os ombros, resignadamente.

FILHO ÉS, EXECUTIVO SERÁS

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Pedro Godinho to Info Açores
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Afinal a moda dos filhotes também vem do continente. Ou será que é Carlos César que já faz moda no continente?

Com a saída de David Neeleman da estrutura acionista da TAP, Antonoaldo Neves também deixa o cargo. Filho de Humberto Pedrosa estará na “short list” para o suceder.
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Com a saída de David Neeleman da estrutura acionista da TAP, Antonoaldo Neves também deixa o cargo. Filho de Humberto Pedrosa estará na “short list” para o suceder.

CONTENCIOSO TIMOR AUSTRALIA

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Tribunal Superior australiano rejeita intervir em caso entre empresa australiana e Timor-Leste

Díli, 13 jul 2020 (Lusa) – O Tribunal Superior da Austrália rejeitou intervir num recurso de Timor-Leste à jurisdição de um tribunal de Victoria para julgar uma queixa de uma empresa australiana, no âmbito de um acordo para fornecimento de combustível e geradores.
A decisão do Tribunal Superior surge depois de no final do ano passado Timor-Leste ter perdido um primeiro recurso no Supremo Tribunal de Victoria, para tentar travar o julgamento da queixa.
Fonte do Governo timorense envolvida no processo disse à Lusa que a decisão “era expectável” e que Timor-Leste pretendeu vincar a sua posição de rejeitar a jurisdição australiana para analisar o caso.
Em dezembro, o Supremo Tribunal rejeitou os argumentos do Governo timorense, que questionava a competência da justiça australiana para ouvir a queixa da empresa Lighthouse Corporation.
Timor-Leste recorreu para o Tribunal Superior, a mais alta instância da Austrália, que declinou o pedido do Governo para ouvir o recurso em que considerava errada a decisão do juiz Peter Almond, que considerou que o tribunal de Vitoria tinha jurisdição para ouvir o caso.
A decisão implica que o julgamento continuará a decorrer na justiça australiana e não nos tribunais timorenses, como pretendia o Governo de Timor-Leste.
A Lighthouse quer que o Governo timorense pague danos de 328 milhões de dólares (292 milhões de euros), mais juros e custos, por considerar que Timor-Leste violou os contratos de fornecimento de geradores e combustível em 2010.
O Governo tinha apelado ao Supremo Tribunal de Victoria a decisão de conceder à Lighthouse Corporation Pty Ltd e à Lighthouse Corporation IBC o direito de ouvir em Vitoria o seu caso “contra a República Democrática de Timor-Leste e o seu departamento de eletricidade (EDTL) em Victoria”.
No recurso, Timor-Leste argumentava que o “juiz (…) deveria ter considerado que [o estado australiano de] Victoria era um fórum claramente inadequado para a disputa ser ouvida, dada a relevância da lei timorense para determinar a existência de um contrato (uma questão em disputa no caso) e outros fatores que ligam o caso a Timor-Leste”.
Em maio do ano passado o juiz Peter Almond, da secção comercial do Tribunal Supremo de Victoria, já tinha rejeitado os argumentos do Governo timorense, que questionou a jurisdição deste tribunal para ouvir a queixa da australiana Lighthouse, devido ao alegado incumprimento de um contrato para fornecimento de combustível e geradores em 2010.
Advogados da DLA Piper, em representação de Timor-Leste, tinham defendido que o Tribunal Supremo de Victoria não tinha jurisdição para ouvir o caso, por se considerar que estavam em causa “atos de Estado”, pelo que a instituição era o fórum inapropriado para a resolução da disputa.
Almond deu razão aos advogados da Lighthouse, considerando que estava em causa uma transação comercial, e rejeitou igualmente que Timor-Leste tenha de ser o país para ouvir a disputa, considerando haver “fatores significativos de ligação a Victoria”, incluindo o facto de o contrato referir explicitamente que é governado pelas leis em vigor neste Estado australiano.
Díli insiste que não foi celebrado qualquer contrato vinculativo com a empresa australiana, notando que a decisão do Supremo Tribunal “segue uma tentativa frustrada da Lighthouse em 2015 para que a disputa fosse ouvida pelo Centro Internacional de Resolução de Diferendos de Investimento” (ICSID, na sigla em inglês), que “determinou que não tinha jurisdição para ouvir o caso”.
Em causa estão três documentos para o fornecimento de combustível e geradores para Timor-Leste, assinados entre outubro e novembro de 2010 pelo então primeiro-ministro Xanana Gusmão e pelos empresários Carlos Oliveira, da Zebra Fuels (Timor-Leste), e Albert Jacobs, da Lighthouse (Austrália).
Em 2010, a empresa australiana apresentou uma proposta à congénere timorense para uma proposta de fornecimento de cerca de sete milhões de litros de combustível por mês, durante um período mínimo de cinco anos.
Decorreram negociações nos meses seguintes que incluíram uma carta de intenções de que o Governo timorense pretendia efetuar uma compra inicial de 7,5 milhões de litros à Zebra Fuel.
No entanto, de acordo com a documentação judicial, Timor-Leste decidiu não avançar com a primeira proposta, tendo sido assinado um contrato com outra empresa timorense, a Timor Oan lt (ETO), para o fornecimento entre 30 de agosto de 2010 e fevereiro de 2011.
Os acordos celebrados entre as partes, sustenta a Lighthouse, previam a entrega pelo Governo de uma letra de crédito, que nunca chegou a ser honrada pelo executivo timorense.
No início de 2011, dois geradores encomendados pela Lighthouse à Cummins South Pacific “foram fornecidos a Timor-Leste”, através da Lighthouse, que os terá faturado ao Governo por um valor superior a 200% em relação ao valor inicial.
O Governo acabou por pagar os geradores diretamente à Cummins.

ASP // PTA
Lusa/Fim

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  • Jo Monteiro Maun A. Sampaio, the correct name of the firm that represents the gov of TL is called DLA Piper. Not DL Piper. The text misses the “A”. Btw thanks for the timely release. Abraco

The Ideological Corruption of Science

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Whenever science has been corrupted by falling prey to ideology, scientific progress suffers. This was the case in Nazi Germany, the Soviet Union—and in the U.S. in the 19th century when racist views dominated biology, and during the McCarthy era, when prominent scientists like Robert Oppenheimer were ostracized for their political views. To stem the slide, scientific leaders, scientific societies and senior academic administrators must publicly stand up not only for free speech in science, but for quality, independent of political doctrine and divorced from the demands of political factions. (Link courtesy Richard Dawkins)

In American laboratories and universities, the spirit of Trofim Lysenko has suddenly been woke.

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In American laboratories and universities, the spirit of Trofim Lysenko has suddenly been woke.