Views: 1
San Marino, com menos de 34.000 habitantes, já registou 538 casos de Covid-19 e 41 mortos. Um dos países proporcionalmente mais afectados, a fazer lembrar a Espanha, a Bélgica e o Luxemburgo.

Views: 1
San Marino, com menos de 34.000 habitantes, já registou 538 casos de Covid-19 e 41 mortos. Um dos países proporcionalmente mais afectados, a fazer lembrar a Espanha, a Bélgica e o Luxemburgo.

Views: 0
« (…) Em 1974 as Forças Armadas portuguesas apenas participavam em exercícios na NATO através da Armada (onde sofriam vexames da parte dos seus aliados, nomeadamente nórdicos — noruegueses e holandeses), viviam num limbo internacional de que as participações mais ou menos encobertas de apoio aos mercenários do Congo e do Biafra não acrescentavam prestígio. Forças tão desprestigiadas e tão mal equipadas que em 1961 não conseguiram recuperar um navio mercante português, o «Santa Maria», em águas internacionais!
Que em 1972/73 os seus aliados mais próximos por razões de sobrevivência, a África do Sul do apartheid e a Rodésia da independência unilateral, faziam relatórios arrasadores sobre o espírito combativo, sobre a estrutura de comando das forças portuguesas em Moçambique e Angola. Entretanto a Marinha Inglesa realizava um bloqueio ao porto da Beira! (Beira Patrol) — e Portugal era formalmente aliado de Inglaterra!
Foi a este “Estado a que isto chegou”, nas palavras de Salgueiro Maia, que uma parte dos militares, a dos melhores, desde logo pela razão elementar de terem ganho consciência da irracionalidade criminosa de uma política de guerra sem objetivo, nem fim, nem meios, uma guerra de queimar portugueses sem sentido, deu o devido e patriótico fim a 25 de Abril de 1974. O qual não devia, segundo esta franja de militares, ser comemorado! Li que a presença dos chefes de estado-maior não “dignificava as Forças Armadas”, que as envergonhava!
Foi o 25 de Abril que retirou Portugal do grupo dos estados-pária onde se encontrava. Que permitiu restabelecer ligações sem “vergonha” com aliados europeus e americanos, mas também com países do Terceiro Mundo, com o mundo árabe (o Egito, em particular), a África (OUA), a Ásia (China e Índia, em particular), a URSS e os seus aliados. Que abriu a porta a alguns desses militares hoje tão críticos do regime democrático e tão empenhados no ataque aos seus fundamentos para terem a oportunidade de participar em missões internacionais que, sem valorização de mérito político, os levaram à antiga Jugoslávia e ao Líbano, a Timor, a Angola, Moçambique, Guiné, Marrocos (Sara), na República Centro Africana, Bolívia, Afeganistão, entre os outros espaços de conflito internacional, em missões para as quais, durante a ditadura e a guerra colonial, os militares portugueses jamais haviam merecido serem considerados elegíveis para participarem!
Não há para estes “neo epopeicos” frustrados um ministro do regime do Estado de Direito que não seja ou tenha sido um biltre, a maioria dos generais são uns vendido. Os militar com responsabilidades no 25 de Abril são cobardes, ou traidores! Para eles, os virtuosos, a virtude do Estado e das Forças Armadas morreu a 25 de Abril de 1974! Entretanto veneram alguns “heróis do absurdo”, incapazes de perceber a razão dos seus atos. É este o discurso sublimar deste grupo de revivalistas, manipuladores da opinião.
Na realidade e é histórico, foi o 25 de Abril que dignificou a condição dos militares portugueses. O 25 de Abril foi obra de soldados, recorrendo a Mouzinho de Albuquerque. E foi o 25 de Abril, com os seus militares e políticos, com os seus defeitos e qualidades que colocou Portugal no concerto das nações respeitáveis. (…)»
[Carlos Matos Gomes, np blogue Medium, 27/04]
Views: 3
This is just an estimate, but it gives an idea of the drama of the dead at home of the coronavirus. According to the president of the union of general doctors MG France, 9000 people are reportedly dead at home due to of-19, without being recorded in the official reports reported daily by the government.
The union conducted a survey of over 2300 general doctors throughout France. “They were asked how many home patients in their homes had died from Covid-19”, said Jacques Battistoni to franceinfo. MG France then made “extrapolation” taking into account the number of doctors per department.
As a result: “There were about 9000 home deaths between March 17 and April 19”, the union president in the Sunday newspaper on April 26 “This very disturbing figure confirms that France is one of the most affected countries” by the epidemic he adds.

Views: 3

Views: 3
CNRT, de Xanana Gusmão, diz que nova aliança parlamentar em Timor-Leste “já morreu”
Díli, 27 abr 2020 (Lusa) – O líder da bancada do CNRT, segundo partido timorense, considerou hoje que o voto do partido KHUNTO a favor da renovação do estado de emergência significa a morte da nova aliança parlamentar de que os partidos faziam parte.
“Sim parece que já morreu a aliança. Foi, portanto, uma decisão indireta da parte do KHUNTO [Kmanek Haburas Unidade Nasional Timor Oan] em cortar com a nova aliança”, disse à Lusa Duarte Nunes, líder da bancada do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), de Xanana Gusmão.
“Houve instruções diferentes dadas ao KHUNTO. E a mensagem clara foi esta”, considerou.
Duarte Nunes falava à Lusa depois do parlamento nacional aprovar hoje o prolongamento do estado de emergência por 30 dias como resposta à covid-19, com 37 votos a favor, 23 votos contra e quatro abstenções.
A autorização foi aprovada com os votos favoráveis da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), do Partido Libertação Popular (PLP) e do Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO).
O Partido Democrático (PD) dividiu-se, com o líder do partido, Mariano Sabino a votar a favor e os restantes três deputados (um estava ausente) a absterem-se, enquanto o único deputado do Partido de Unidade Desenvolvimento Democrático (PUDD) absteve-se.
A votação mostrou uma fratura na nova maioria de aliança parlamentar, com o KHUNTO, PD e PUDD a adotarem uma postura diferente do CNRT que ficou apenas com a deputada da Frente Mudança e o deputado da União Democrática Timorense (UDT) no bloco do não.
Recorde-se que o CNRT, KHUNTO, PD, PUDD, UDT e FM acordaram uma nova aliança de maioria parlamentar que se mostrou agora dividida na apreciação da autorização.
Antonio Conceição, deputado do Partido Democrático (PD) e que tem sido porta-voz da aliança, disse hoje à Lusa que os partidos da aliança tinham acordado no sábado votar hoje contra a extensão do estado de emergência devido à covid-19, mas que o líder do KHUNTO, José Naimori, deu depois instruções contrárias aos seus deputados.
Duarte Nunes disse que a votação de hoje foi “um último teste” à posição do KHUNTO no quadro da aliança, afirmando que “depois de eles votarem a favor, poderemos ter novas nomeações dentro em breve para o Governo”.
Escusando-se a especular sobre o que motivou a reviravolta do KHUNTO – a Lusa tentou sem sucesso ouvir dirigentes do partido – Nunes disse que agora os membros do CNRT que ainda estão no Governo terão de decidir “se querem demitir-se ou se serão exonerados” no âmbito dessa possível remodelação.
“Os nossos ministros já sabem da situação e têm de pedir a resignação ou então são exonerados”, afirmou.
A situação é o capítulo mais recente numa sucessão de trocas de alianças entre os partidos políticos timorenses que, em parte, tem sido responsável pelo impasse político que o país vive desde 2017.
Duarte Nunes teceu críticas à ação do Presidente da República, Francisco Guterres Lu-Olo, neste processo, considerando que o chefe de Estado “usou da sua autoridade para decidir o que interessa à Fretilin, e o interessa ao PLP”.
“Isso é o que vemos”, afirmou.
ASP // PJA
Lusa/Fim

Views: 3
1. Cartão do advogado especialista em divórcios
2. Cartão do professor de yoga
3. Cartão do encanador
4. Cartão de um especialista em circuncisões
5. Cartão da churrascaria
6. Cartão da maquiadora
7. Cartão da loja de construção e decoração
8. Cartão do mecânico de bicicletas, que oferece opções de ferramentas
9. Cartão-pente do salão de cabeleireiros (Toca um tema musical quando você passa o dedo pelas cerdas)
10. Cartão do fotógrafo de eventos
11. Cartão do personal trainer
12. Cartão de outro personal trainer
13. Cartão do analista financeiro, com alusão às altas e baixas da bolsa de valores
14. Cartão de um centro de yoga
15. Cartão do sommelier de vinhos
16. Lego cartão de visitas
17. Cartão do cabeleireiro
18. Cartão da TAM Cargo, que vira uma caixa de transporte
19. Cartão do cirurgião plástico
20. Cartão do dentista
21. Cartão do personal stylist
22. Cartão ralador de queijo da loja de queijos (Brasil)
23. Cartão comestível
fonte: https://segredosdomundo.r7.com/23-mais-criativos-e-encantadores-cartoes-de-visita-ja-inventados/
Views: 3
— with Sofia Heleno Ribeiro.

Views: 5
A construção de uma incineradora tem sido, desde sempre, a solução pretendida pela AMISM / MUSAMI para o tratamento dos resíduos urbanos produzidos na ilha de São Miguel. Na última
Source: Incineração em São Miguel – selvajaria democrática – NO Revista
Views: 3
O meu contributo para aliviar o confinamento!
Views: 3
Couvre-feux, contrôles policiers multiples, toute-puissance de l’administration, emballement de l’industrie technosécuritaire : la pandémie de Covid-19 se traduit, en France, par un contrôle accru des populations, suspectées par principe de ne pas participer à la « guerre » contre le virus. « Nous ne renoncerons à rien, surtout pas à rire, à chanter, à penser, à aimer, surtout pas aux terrasses, aux salles de concert, aux fêtes de soir d’été, surtout pas à la liberté », affirmait Emmanuel Macron le 11 mars (…)
Source: Au nom du coronavirus, l’État met en place la société de contrôle
Views: 6
Confinamento, clausura, reclusão — três palavras que dizem o mesmo, embora cada uma com as suas ressonâncias próprias.
Confinamento cai sobre nós com todo o peso e cruel frieza da terminologia jurídica.
Clausura, evocando o ambiente monástico, traz consigo a ideia de penúria e penitência.
Reclusão lembra o mundo opressivo de cadeias e penitenciárias, e o seu sentido colateral é expiação.
As três trazem consigo uma outra trindade de palavras: limitação, ausência, angústia.
Pessoalmente, não é a limitação espacial que me fere, desde que não traga consigo outras limitações, digamos, espirituais. Felizmente tenho em carteira o “quam satis” de sucedâneos que dispensem o ar livre: escrevo o meu versinho quando estou para aí virado; depois sarapinto uma ou duas aguarelas; depois atiro-me com unhas e dentes ao aperfeiçoamento da “Língua Charra”, o meu dicionário de regionalismos. Oiço rádio enquanto exercito essas práticas de subsistência e resistência, se me apetece; se não, prefiro fazer tudo isso em silêncio.
E claro, também uso um pouco de televisão — quase sempre um “zapping” entre o National Geographic e o Mezzo. Quando no National Geographic os crocodilos começam a deglutir gnus, salto para o Mezzo. Quando no Mezzo a música não é bem aquela que realmente me diz alguma coisa (e devo confessar que tenho gostos bastante primários em matéria de música: melodia acima de tudo!) salto para o National Geographic. De notícias, pouco: só o essencial até me começar a causar náuseas aquela insensibilidade brutal com que contabilizam os mortos, como se se tratasse de sacos de farinha.
O que me penaliza então? O que verdadeiramente me penaliza e custa a suportar é mesmo a segunda pessoa daquela trindade feroz: a ausência. É duro, para quem se afez a ter em casa o bulício, o desalinho e o permanente terramoto que são os netos, enfrentar agora a sua ausência — o vazio. Imagine-se que passou a fazer-me falta mesmo tudo aquilo que antes me enervava e por vezes enfurecia neles: as brigas constantes, as birras, as correrias, as pequenas maldades… Faz-me falta cantar para eles e ensinar-lhes cantigas. Fazem-me falta, pronto.
Daí até à angústia — até quando? meu Deus, até quando? — é um saltinho de pardal.
A minha Mulher e eu não somos os únicos a sentir em angústia a ausência do Pedro Miguel, da Maria, da Inês, da Margarida. As próprias letras magnéticas que há na porta do frigorífico em todas as casas onde haja crianças —, elas, que se divertiam tanto como as próprias crianças nos intermináveis jogos e mutações a que eram submetidas, parece que sentem a angústia destas horas do diabo, e amontoam-se a um canto, amuadas, à espera do dia em que de novo mãozinhas infantis as façam andar numa roda viva.
