baixa preço dos combustíveis nos açores

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COMBUSTÍVEIS VOLTAM A DESCER NOS AÇORES
GASOLINA DESCE 11 CÊNTIMOS E GASÓLEO 8 CÊNTIMOS

Segundo o Despacho Normativo nº 12/2020, publicado hoje no Jornal Oficial do Governo Regional dos Açores, a partir das zero horas do próximo dia 1 de maio, os preços máximos a praticar na venda ao público de combustíveis líquidos passa para:

– Gasolina sem chumbo – 1,288€/litro
– Gasóleo – 1.121/litro
– Fuelóleo em teor de enxofre inferior ou igual a 1% – 0.302€/litro

Para os gases de petróleo liquefeitos, os preços a praticar são os seguintes:

– Butano em garrafa de 26 ou mais litros: 1.48€/kg, em estabelecimento de revendedor, ou 1.57€/kg no local de consumo;
– Butano em garrafas de 24 litros – 1.60€/kg no estabelecimento do revendedor e 1,59€ no local de consumo;
– Butano canalizado: 1,48€/kg
– Butano a granel – 1,42€/kg

Entrada em vigor: 0:00horas de 1 de maio de 2020

Link para o despacho: https://jo.azores.gov.pt/…

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Estão a decretar a sentença de morte aos maiores de 70

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«25 de abril 2020
“Estão a decretar a sentença de morte aos maiores de 70”

Maria do Rosário Gama adora ser livre e gosta muito pouco que lhe digam que por ter 71 anos não pode fazer a sua vida normal, como os outros. As regras têm de ser iguais para todos, defende.

Vítor Rainho

Fundou a Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRe) e, em Coimbra, onde chegou em 1967, é uma figura bem conhecida, pois foi professora de Biologia de milhares de alunos. Aos 71 anos, de regresso à liderança da APRe, Maria do Rosário Gama revela o que sentem as pessoas com mais de 70 anos: descriminação, fardo, pouco tempo para perder com a pandemia e uma vontade de ser livre das imposições das autoridades e dos filhos. Ou as regras são iguais para todos ou não vai respeitar confinamentos obrigatórios só para os mais idosos.

Que testemunhos tem recebido de pessoas que estão confinadas com mais de 65/70 anos?

Até ao momento em que não se pôs a hipótese do confinamento ser sem tempo limitado, as pessoas aceitavam, porque a situação é complicada, não só para quem tem 70 anos como para as outras. Mas quando a senhora presidente da Comissão Europeia veio falar, no domingo de Páscoa, que as pessoas com mais de 70 anos deveriam ficar em casa até haver uma vacina tudo mudou. Como não houve propriamente uma demarcação feita pelo primeiro-ministro, as pessoas passaram a ficar muito mais angustiadas. Recebi telefonemas de pessoas a chorar porque estavam a ver que iam ser obrigadas a ficar em casa. Pessoas com atividade. Os 70 anos de hoje não são os de há meio século, não é a mesma coisa. E por isso muitas continuam ativas e com muita coisa para fazer. As pessoas estão deprimidas.

Há uma discriminação em relação à idade.

Recebo mensagens por email, através das redes sociais de pessoas que não aceitam discriminação em função da idade. A possibilidade de se falar em três grupos (infetados, não infetados e idosos) não podemos aceitar. Só há dois grupos: infetados e não infetados. Porque há mais infetados nas faixas anteriores aos 70 anos – por exemplo dos 60 aos 69 – do que há propriamente na faixa dos 70 anos embora a letalidade seja maior a partir dos 70 anos. Por isso, há pessoas que não aceitam, de maneira nenhuma, ficar em casa, exatamente porque estão a sentir-se deprimidas. Por exemplo, uma senhora que é professora de dança. Tem 71 anos. Quer recomeçar as aulas e não vai poder. Ela poderia, se eventualmente fossem garantidas as condições de segurança, sair de casa. Mas, se não puder, mesmo com as condições de segurança, as aulas não vão acontecer. Deixo ainda o exemplo de uma psicóloga clínica que me escreveu. Não me conhecia. Dizia que não aguenta mais e que está num estado de depressão muito grande, porque não havia perspetivas de futuro. A questão é esta: o tempo das pessoas com 70 anos ou mais é um tempo exíguo. É um tempo que é muito menor do que as pessoas que têm 40 ou 50 anos. Todo o tempo que nos é roubado à vida – estar confinado em casa não é viver – faz-nos falta. E não aceitaríamos que houvesse levantamento de restrições para pessoas de outras faixas etárias e as com mais de 70 anos tivessem de ficar confinadas às suas casas.

Tem conhecimento de casos cujos filhos recriminam os pais que querem sair de casa para ir beber um café ou para ir à farmácia, por exemplo?

Não preciso de ir muito longe, basta vir à minha casa. Os meus filhos acham que não devo sair. Costumo ir à RTP, à Praça da Alegria, de 15 em 15 dias, e era para ir lá esta semana. E a recomendação deles é que não devo sair, porque não é permitido e porque tenho de me preservar. Não vejo os meus netos há mais de um mês. Queria ir vê-los, mas o meu filho diz que não, porque é perigoso juntarmo-nos. E há muitos pais a serem pressionados pelos filhos. Basta ir às redes sociais para ver. É como se se virasse o feitiço contra o feiticeiro. Quando éramos nós a fazer estas recomendações eles também reclamavam. Agora são eles a fazerem-nos as recomendações. Mas vou dizer uma coisa: não somos propriamente crianças que não saibamos como podemos exercer a nossa liberdade, e ela terá de ser exercida com responsabilidade. Quer os filhos digam faz assim ou não, as pessoas adultas e responsáveis continuarão a fazer aquilo que a sua consciência lhes ditar.

Tem casos mais dramáticos, de situações muito complicadas.

Não, o que tenho são os relatos que me aparecem no Facebook, mas não há casos dramáticos. As pessoas das minhas relações, normalmente, são pessoas determinadas e sabem aquilo que querem e não se deixam influenciar por algumas recomendações dos filhos. Se elas, em consciência, acharem que não devem contrariar as ordens, fá-lo-ão. Se acharem que haverá um exagero quando essas ordens forem discriminatórias, então aí não sei se não tropeçarão.

Leia o artigo na íntegra na edição impressa do SOL. Agora também pode receber o jornal em casa ou subscrever a nossa assinatura digital.»

Maria do Rosário Gama adora ser livre e gosta muito pouco que lhe digam que por ter 71 anos não pode fazer a sua vida normal, como os outros. As regras têm de ser iguais para todos, defende.

Muere Kim Jong-il, líder de Corea del Norte | Internacional | EL PAÍS

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El vacío de poder amenaza con desestabilizar Corea del Norte. Kim Jong-un, hijo y sucesor del dictador, aspira a mantener la dinastía comunista en Pyongyang

Source: Muere Kim Jong-il, líder de Corea del Norte | Internacional | EL PAÍS

How Blood Sugar Can Trigger a Deadly Immune Response in the Flu and Possibly COVID-19 – Scientific American

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Glucose metabolism plays a key role in the cytokine storm seen in influenza, and the link could have potential implications for novel coronavirus infections

Source: How Blood Sugar Can Trigger a Deadly Immune Response in the Flu and Possibly COVID-19 – Scientific American

Quem é Kim Yo-jong, a irmã mais nova do lider norte-coreano? – DN

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Tem sido a pessoa mais próxima de Kim Jong-un desde que ele assumiu o poder em 2011. A menina que sonhava ser bailarina poderá em breve ser a nova líder da Coreia do Norte.

Source: Quem é Kim Yo-jong, a irmã mais nova do lider norte-coreano? – DN

11.º e 12.º anos voltam às aulas presenciais a 18 de maio e creches abrem a 1 de junho – JN

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O JN apurou que os estudantes do 11.º e 12.º anos voltam às aulas presenciais a 18 de maio e as creches voltam a abrir a 1 de junho. O pequeno comércio local abre a 4 de maio e o grande reabre a 1 de junho.

Source: 11.º e 12.º anos voltam às aulas presenciais a 18 de maio e creches abrem a 1 de junho – JN

UM SATÉLITE FILMOU O COMBOIO DE KIM JONG.UN

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A train thought to belong to Kim Jong-un has been spotted at his compound in a resort town on the country’s east coast, according to satellite images, amid conflicting reports about the North Korean leader’s health and whereabouts.

Images reviewed by 38 North, a Washington-based North Korea monitoring project 38, showed that the train had been parked at the “leadership station” in Wonsan since at least 21 April.
Citing an analysis of recent satellite photos of the area, 38 North said the 250m-long train was not present on 15 April but was seen on both 21 and 23 April. The site said the train appeared to have been repositioned for departure on the latter date, but added that there had been no indication of when it might leave. The station is reserved for the use of the Kim family, it added.
“The train’s presence does not prove the whereabouts of the North Korean leader or indicate anything about his health but it does lend weight to reports that Kim is staying at an elite area on the country’s eastern coast,” the 38 North report said. (The Guardian)

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Comments
  • Jorge Máximo Heitor Será que o homem foi passar umas semanas a um resort e deixou muito gente a pensar que já teria morrido ou ficado inutilizado?
  • Normano Gonçalves Se isso, ou coisa do género, NÃO tiver acontecido não verá os promotores das actuais notícias a retratarem-se e explicaram-se.

AS MESAS DE RESTAURANTE SERÃO ASSIM

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Henrique José Schanderl invited you to join this group.

Olhem só para a fotografia, o resto não interessa.
A pergunta é: Como se passa a garrafa de vinho?😉

Prepare-se para medir a temperatura à porta, para não pegar em cartas de menus e para o fim dos restaurantes lotados. Os contactos com os empregados também vão ser reduzidos. A dúvida é se todos vão conseguir adaptar-se às exigências das novas realidades. Dê um mergulho ao “admirável mu…
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Prepare-se para medir a temperatura à porta, para não pegar em cartas de menus e para o fim dos restaurantes lotados. Os contactos com os empregados também vão ser reduzidos. A dúvida é se todos vão conseguir adaptar-se às exigências das novas realidades. Dê um mergulho ao “admirável mu…

The end of exponential growth: The decline in the spread of coronavirus | The Times of Israel

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A similar pattern – rapid increase in infections to a peak in the sixth week, and decline from the eighth week – is common everywhere, regardless of response policies

Source: The end of exponential growth: The decline in the spread of coronavirus | The Times of Israel

A EUROPA, Pedro Santos Guerreiro

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O QUE SOMOS E O QUE QUEREMOS DA EUROPA?
í é ã ?
Pedro Santos Guerreiro
Expresso, 25.04.2020
Nem mais nem menos Europa, nem ruturas nem renascimentos — a Europa desenha a resposta à pandemia para continuar a ser o que é. Não parecemos muito incomodados, no fundo queremos mesmo é mais dinheiro, nesta fantasia também portuguesa de que a UE é “o dinheiro de Bruxelas” em vez de um projeto político. Estamos bem um para os outros: mal uns com os outros.
A resposta da UE está a ser o que aqui supus há três semanas, com o otimismo de quem anseia alívio e sem a euforia de quem espera transformação: vamos salvar-nos da crise com medidas complexas que assim enganem as opiniões públicas quanto ao que verdadeiramente são e quanto à pulsão nacional de chamar vitórias ao que não são derrotas.
De zero a cinco, em que zero seria cada um por si e a destruição da União e cinco os eurobonds e a refundação da Europa, a resposta está hoje entre o 2 e 4: o estaleiro naval irá construir o maior cargueiro de sempre para biliões de euros, que mais não é do que a emissão conjunta de dívida que se reclamava mas como tal não é nomeada. Falta decidir o tamanho da carga, o custo de transporte, a rota, a duração da viagem. Mas o mais importante é se os Estados terão acesso a dinheiro sob a forma de empréstimos (mais baratos do que em mercado mas sobrecarregando a dívida pública), se como subvenções (a fundo perdido), ou se com as duas componentes (como parece provável).
Já temos mutualização do risco, portanto. Agora decide-se quem paga. Só que toda esta conversa sobre dinheiro ignora o mais importante, as opções políticas que lhe subjazem. Cuidado com o que desejas: queríamos eurobonds, por exemplo, sem perceber que isso implicaria na prática que a Alemanha assumisse o controlo da UE. Queremos subvenções em vez de empréstimos, e portanto um orçamento europeu maior do que este mindinho do pé, sem exigir que isso se transforme numa oportunidade para políticas económicas abrangentes e para impostos mais justos sobre grandes empresas, multinacionais, indústrias poluentes ou grandes fortunas que hoje se evadem facilmente para paraísos fiscais ou praças financeiras “ótimas” dentro da própria UE, na Holanda ou no Luxemburgo.
A Europa vai sobreviver à crise económica com uma “resposta conjunta”, com suporte no BCE, medidas do Eurogrupo (Mário Centeno teve uma vitória esta semana com a aprovação do seu plano), com reequilíbrios políticos (não é indiferente o Reino Unido estar agora de fora, assim deixando a Alemanha sem aliado poderoso contra a pressão da França, Itália e Espanha) e tratando os eleitores nacionais como tolos.
O que incomoda é continuarmos a pensar a UE como se fosse apenas a UEM, moeda comum em vez de política franca, como se ser europeu fosse disputar milhões e quinhões, desde que enviem envelopes nós construiremos e destruiremos as estratégias que o seu fastio decidir.
No poema ‘Morte ao Meio Dia’, sobre o português que “vende a vida e verga sob a enxada”, Ruy Belo conclui que “o meu país é o que o mar não quer”. Cinquenta anos depois desse poema em ditadura, pergunto-me perguntando-lhe se nesta vida à meia-noite somos o país que arrendou o desenho de futuro à UE sem sequer o influenciarmos ou nos encontrarmos nele, sem reivindicar mais do que dinheiro, sem oferecer menos do que a decisão do que seremos.
Somos melhores como povo do que fortes como sociedade. E a política, que é só todo o futuro, afadigou-se em ser suserana boa aluna da lição apressada que nem nos querem empenhadamente dar. Pergunto-me perguntando-lhe, pois, se o seu país é o que a Europa quer — ou pior, se o seu país é o que a Europa não quer.

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VAI DISPARAR A VENDA DE SEPARADORES ACRÍLICOS

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Rosely Forganes
46 mins

Libération

1 hr

As the lockdown is just starting to relax in Spain, entrepreneurs are entering the business of transparent walls to separate customers and cameras that detect their fever.

Alors que le confinement commence à peine à s’assouplir dans la péninsule, des entrepreneurs se lancent dans le business des parois transparents pour séparer les clien…