Greg Lake: King Crimson and ELP star dies aged 69 – BBC News

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Guitarist Greg Lake, who fronted both King Crimson and Emerson, Lake and Palmer, dies aged 69.

Fonte: Greg Lake: King Crimson and ELP star dies aged 69 – BBC News

Greg Lake: King Crimson and ELP star dies aged 69

Emerson, Lake and Palmer in the 1970sImage copyrightGETTY IMAGES
Image captionLake (centre) was one of the biggest stars of the 1970s

Greg Lake, who fronted both King Crimson and Emerson, Lake and Palmer, has died aged 69.

One of the founding fathers of progressive rock, the British musician is known for songs including In the Court of the Crimson King and his solo hit I Believe in Father Christmas.

He died on Wednesday after “a long and stubborn battle with cancer”, said his manager.

The news comes nine months after Lake’s band-mate Keith Emerson died.

Keyboardist Emerson died of a self-inflicted gunshot wound, coroners in the US said.

Greg Lake (right) with Carl Palmer in 1971Image copyrightGETTY IMAGES
Image captionLake (right) with Carl Palmer in 1971 as ELP were recording their album Trilogy

Lake’s manager Stewart Young wrote on Facebook: “Yesterday, December 7th, I lost my best friend to a long and stubborn battle with cancer.

“Greg Lake will stay in my heart forever, as he has always been.”

Genesis guitarist Steve Hackett paid tribute on Twitter, writing: “Music bows its head to acknowledge the passing of a great musician and singer, Greg Lake.”

“Another sad loss with the passing of Greg Lake,” wrote Rick Wakeman, keyboardist in prog rock band Yes.

“You left some great music with us my friend & so like Keith, you will live on.”

‘Greatest music made for love’

Born in Bournemouth, Lake was given his first guitar at the age of 12 and took lessons from a local tutor called Don Strike.

He formed a close friendship with fellow student Robert Fripp, with whom he created King Crimson in 1969.

Their debut album In the Court of the Crimson King featured such songs as 21st Century Schizoid Man.

It set a standard for progressive rock and received a glowing, well-publicised testimonial from The Who’s Pete Townshend, who called it “an uncanny masterpiece”.

But within a year, founding member Mike Giles quit and Lake refused to work with the band – although he stuck around long enough to sing on their second album, In the Wake of Poseidon, which was criticised for treading old ground.

‘Love not money’

The singer and bassist was then approached by Emerson, who had supported King Crimson on a North American tour and needed a singer for his new band.

Joined by Atomic Rooster drummer Carl Palmer, ELP made their live debut at the Guildhall in Plymouth in 1970 before giving a career-making performance at the Isle of Wight Festival.

Unusually, the band combined heavy rock riffs with a classical influence. They scored hit albums with Pictures at an Exhibition, Trilogy and Brain Salad Surgery – many of them produced by Lake himself.

Tarkus, released in 1971, featured an opening track inspired by the fictional Tarkus character – a half-tank, half-armadillo creature that would appear on stage at gigs – that lasted more than 20 minutes.

The band went on to enjoy chart success in 1977 with their version of Aaron Copland’s Fanfare for the Common Man.

ELP’s ambitious light shows and on-stage theatrics were the epitome of ’70s rock excess, and several punk acts cited ELP as one of the bands they were reacting against.

But the band sold more than 48 million records, and Lake continued to be an influential and popular touring musician even after the band wound down in the late 1970s.

In 2010, Kanye West repopularised the King Crimson song 21st Century Schizoid Man when he sampled it in his hit song, Power.

“The greatest music is made for love, not for money,” Lake is quoted as saying on his official website.

“The early ELP albums were pioneering because there is no standing still; time is always moving forward.”

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BBC

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10 things about slavery in Australia,Just because we don’t call it slavery doesn’t mean it’s not slavery

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1. You should know that … Just because we don’t call it slavery doesn’t mean it’s not slavery

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1.2.3. a capitulação de Macau 1966

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O “1,2,3” de 1966: testemunho de Maria Manuel Machado

http://macauantigo.blogspot.pt/2012/12/o-123-de-1966-testemunho-de-maria.html?m=1

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O “1,2,3” de 1966: testemunho de Maria Manuel Machado

“Nesse ano de 1966 a Revolução Cultural chegou a Macau. Chegou sem que as autoridades portuguesas se tivessem apercebido. A Revolução Cultural Chinesa era imparável. Até aí ela não era evidente em Macau. Mas, inevitavelmente, tinha de chegar. Mais do que um protesto contra os portugueses, mais do que a intenção de integrar Macau na China (que nunca houve), os incidentes visavam, tão-somente, mostrar a Mao Tsé-tung que Macau também era revolucionário. Pretendiam mostrar o fervor das gentes de Macau, à causa da Revolução Cultural. Claro que o ʻincidente da Taipaʼ podia ter sido evitado. Os portugueses, por manifesta inabilidade, caíram na armadilha. Mas se não fosse esse, seria qualquer outro pretexto. Macau tinha de ter os seus Guardas Vermelhos. Em Novembro, um grupo de residentes chineses da ilha da Taipa tentou obter uma licença para a construção (ou reconstrução) de uma escola de feição comunista. Na impossibilidade de obter a licença, começaram ilegalmente a edificação. Rui Andrade, o administrador interino das Ilhas saiu de casa. Passou pela escola. Insurgiu-se contra a construção. Resolveu intervir. Apelou à autoridade. E eis como um homem fraco pode fazer história, da pior forma. A 15 de Novembro, a Polícia prendeu, de forma violenta, os responsáveis pela iniciativa, operários de construção, residentes e jornalistas. Foi, obviamente, uma precipitação. Até porque o pedido de licença estava parado numa qualquer gaveta de um qualquer burocrata. Mais, a brutalidade da intervenção foi, manifestamente, desproporcionada, quando era o diálogo e a diplomacia que se exigiam. O 2.º Comandante da PSP, Vaz Antunes, que estava presente durante o incidente, assim não entendeu. A arrogância imperou. A imprensa chinesa, em especial o jornal Ou Mun, e as associações comunistas atacaram em força. De repente, a revolução cultural entrou em Macau. A partir daí, os chineses tiveram necessidade de se manifestar. De provar a Mao Tsé-tung que eram patriotas. Os protestos iniciaram-se e foram sempre em crescendo. Na cidade, os taxistas passaram o sinal. Eram, na sua maioria, indonésios, expulsos por Sukarno. Estavam revoltados contra tudo e contra todos. Buzinavam sem parar. Incendiaram o ambiente. As manifestações sucederam-se. Manifestações com mais de 15.000 pessoas, o que era muito, face à dimensão do território.


Em Macau havia cerca de 50.000 estudantes chineses, a frequentarem escolas comunistas. Um potencial revolucionário impressionante. Os Guardas Vermelhos surgiram. O governo ficou debaixo de fogo. De crescendo em crescendo, a contestação aumentou e generalizou-se, provocando um sentimento de verdadeira revolta no seio da comunidade chinesa. Macau estava há alguns meses sem Governador. Lopes dos Santos, um homem ponderado e que conhecia bem o Oriente, tinha regressado à Metrópole, em Julho de 1966. Como Encarregado do Governo ficou Mota Cerveira. Um homem arrogante e militarista, que preferia a bravata à diplomacia. A arrogância ao diálogo. O Comandante da Polícia, o Tenente-Coronel Galvão de Figueiredo, pautava-se pelos mesmos valores. Não podia ter sido pior. Os dirigentes políticos e as forças de segurança de Macau actuaram com manifesta inabilidade e total ausência de sentido diplomático. Pior, usaram de arrogância colonialista. As tensões exacerbaram-se. As posições extremaram-se.

No dia 3 de Dezembro de 1966 as manifestações iniciaram-se pelo meio-dia. As escolas estavam mobilizadas. Estudantes e professores invadiram o Largo do Leal Senado e as ruas circundantes. Uma camioneta carregada de pedregulhos avança pela rua onde se situava o Comando da Polícia. Atrás, protegidos pelo camião, manifestantes entoavam canções revolucionárias e gritavam palavras de ordem, empunhando o Livro Vermelho. Aproximavam-se cada vez mais da esquadra. Lá estavam guardadas armas e munições. Parecia evidente a intenção de tomar a esquadra de assalto. Vaz Antunes, o 2.º Comandante, dá ordem de fogo. Não havia outra solução. O condutor da camioneta é a primeira vítima. O carro segue descontrolado, até embater, com violência, no fundo da rua. A confusão é enorme. Debaixo de uma enorme pressão, os polícias, acantonados na esquadra, mantêm, nervosamente, o fogo. A multidão dispersa-se. Seguem-se perseguições na zona da Praia Grande. O recolher obrigatório é decretado às 16 horas. No dia seguinte ainda havia disparos dispersos por toda a cidade. No final dos dois dias, um saldo final de 8 mortos e cerca de 200 feridos, todos chineses. Foi necessária a mobilização de soldados para controlar a situação. A tensão, no entanto, continuou a crescer. Várias famílias portuguesas começaram a preparar-se para abandonar Macau. O ʻ1-2-3ʼ é isso mesmo: mês 12, dia 3. E o futuro de Macau nunca mais seria o mesmo.

A violência acabou. A repressão amainou. Começou, então, a pressão política. Uma pressão que assumiu proporções inenarráveis. As exigências não se fizeram esperar. Eram pesadas e inegociáveis. Os mortos de 3 e 4 de Dezembro mantinham-se nas urnas, por enterrar. E assim ficaram até à assinatura do acordo, a 29 de Janeiro de 1967. Todos os dias os chineses lembravam os mortos. Publicavam fotografias dos cadáveres. Uma pressão total. Em 25 de Novembro de 1966, chegou a Macau novo Governador, Nobre de Carvalho. Apenas ao aterrar em Hong Kong, o Governador toma conhecimento da situação em Macau. Até aí nada lhe tinha sido dito. Absolutamente extraordinário. Mal chega a Macau, Nobre de Carvalho tem de iniciar a complexa negociação com os chineses e com Lisboa. O Governo de Lisboa mantinha-se irredutível. Salazar envia um telegrama em que resumia a sua posição: ʻConfirmar que, em caso de necessidade, todos cumprirão o seu dever, mesmo com os maiores sacrifíciosʼ. Um telegrama em tudo semelhante ao enviado para a Índia Portuguesa, imediatamente antes da invasão das tropas de Nehru. Um telegrama que não auspiciava nada de bom. No dia 16 de Janeiro, a comunidade chinesa adoptou a ʻpolítica dos três nãosʼ: não entregar impostos; não prestar serviços ao Governo (incluindo abastecimento de água e electricidade); não vender produtos portugueses. Entretanto, emergiram figuras que, até aí, se tinham mantido na sombra. Ho Yin, o líder da comunidade chinesa, é relegado para segundo plano. Emergem dirigentes comunistas. (…). Em Macau, o Conselho de Defesa estava reunido quase em permanência, sob a presidência de Nobre de Carvalho. Eram reuniões contínuas até altas horas da noite. Alinhavam-se argumentos. Definiam-se estratégias. Tudo em vão. As tentativas de chegar a um texto de acordo aceitável pelas duas partes sucediam-se. As negociações eram chefiadas por Mesquita Borges, chefe de gabinete do Governador e integravam, ainda, o Dr. Assumpção, advogado macaense e representante de Macau junto da Câmara Corporativa, em Lisboa e Roque Choi, secretário e braço direito de Ho Yin. Entretanto, por imperativa exigência chinesa, tinham sido demitidos Mota Cerveira, Galvão de Figueiredo e Vaz Antunes. O Comando da Polícia passou a ser exercido, interinamente, pelo capitão Lages Ribeiro.

Finalmente, a 29 de Janeiro, o Governo de Macau e as autoridades da República Popular da China, chegaram a um acordo, assinado na sede da Associação Comercial. Para Portugal, tudo foi humilhante naquele acordo. O local, o conteúdo, a forma. O Governo pediu desculpas à comunidade chinesa. Passou a ser proibido dar apoio ou asilo político aos nacionalistas do Kuomintang. Foram entregues à China cinco guerrilheiros nacionalistas, que foram imediatamente fuzilados. Procedeu-se à indemnização das famílias das vítimas. Ficou claramente marcada a posição da China. Portugal apenas estaria em Macau enquanto a China quisesse.” (…)
Excerto do livro “Há Biscoitos no Armário”, (2011) de Jorge Pinheiro, sobre a vida de Maria Manuel Pimenta de Castro Machado.

Roman coins discovered buried underneath the ruins of Japanese castle

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Archaeologists have been surprised by the strange finding of ancient Roman coins, buried in the ruins of a castle located in Japan. The four copper coins w

 

Fonte: Roman coins discovered buried underneath the ruins of Japanese castle

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