Açores

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A Assembleia Municipal da Horta analisou uma petição, com mais de mil assinaturas, que defende a preservação e manutenção da calçada portuguesa, na avenida marginal da cidade faialense.
No entanto, com as obras já a decorrer, o presidente da Câmara refere que não é possível atender à plena pretensão dos peticionários, sob pena de haver perda de financiamento.

 

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sanitizar língua e literatura o elogio da estupidez

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O ELOGIO DA ESTUPIDEZ
Fragmento do artigo de opinião «Limpar livros de pecados linguísticos, ou o elogio da estupidez», de Maria João Marques. A propósito da hieginização censória dos romances de Roald Dahl e de Ian Fleming, o criador de 007.
«(…) Sou do tempo em que se lia livros para aprender, conhecer vidas diferentes, espreitar a natureza humana, saber de culturas de sítios distantes, atormentarmo-nos com injustiças e prisões (metafóricas) que, pessoalmente, desconhecemos. No fundo, para ver o outro. Tanto assim é que ler ficção é um dos melhores treinos para desenvolver a empatia e o pensamento crítico.
Atualmente, presumo, deve ler-se livros para estupidificar. Os leitores não podem ser confrontados com o que é ofensivo e fora das lentes atuais. Não devem aprender que o mundo nem sempre foi como é agora, as circunstâncias políticas e sociais mudam, e o quadro de valores das comunidades evolui. Estão arredados do princípio fundamental da leitura: um texto é sempre construído, e só assim se percebe, dentro do seu contexto.
Ao invés, promovem-se criaturas que nem na literatura de ficção aguentam realidades ofensivas (mas que boa preparação para a vida). Se há pessoas incapazes de ler os livros como foram escritos, melhor que não os leiam e deixem os livros intactos para quem gosta de os ler. O problema não é a linguagem datada de muitos livros. É a vontade, apresentada em nome do bem, de apagar o que não nos agrada. Se não gostam do conteúdo por ser racista, antissemita, machista, colonialista ou com pecados do catecismo woke, há solução fácil: não comprar e não ler. Todas as livrarias têm oferta de livros sobre auras e anjos e parecidos. Com sorte até estão em promoção.»
Rui Bebiano
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Futuro metro de superfície no Algarve vai ter 38 km entre Olhão, Faro e Loulé

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O metro ligeiro terá 38 km 24 paragens, servindo cerca de 185 mil residentes nos três concelhos (40% da população algarvia), dos quais 70 mil de residentes a menos a 600 metros de uma paragem.

Source: Futuro metro de superfície no Algarve vai ter 38 km entre Olhão, Faro e Loulé

Piloto-de-aviao-faz-volta-completa-para-mostrar-Aurora-Boreal-aos-passageiros-

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https://sicnoticias.pt/mundo/2023-03-01-Piloto-de-aviao-faz-volta-completa-para-mostrar-Aurora-Boreal-aos-passageiros-d9198625
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Uma volta inesperada marcou o voo entre Reiquejavique e Manchester, este domingo. Um piloto da Easyjet decidiu fazer uma volta completa com o avião, para que todos os passageiros pudessem observar as cores da Aurora Boreal.
Nas redes sociais, vários passageiros partilharam imagens da Aurora Boreal, captadas a bordo do avião da Easyjet. Também o piloto de um voo da Finnair terá feito uma manobra semelhante.
Saiba mais em http://bit.ly/3Z9rl5a

 

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como previa osvaldo cabral o GRA a recuar

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https://blog.lusofonias.net/?p=278062&preview=true

 

Presidente do Governo açoriano garante que Cineteatro Miramar não vai ser vendido
Lisboa, 01 mar 2023 (Lusa) – O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, garantiu hoje que o executivo regional determinou que o Cineteatro Miramar, localizado em Rabo de Peixe, não vai ser vendido, considerando que o “assunto está resolvido”.
“Não percebo como surgiu a polémica.
Nunca esteve no plano do Governo [Regional] aquela alienação.
Nós somos os acionistas maioritários [do Teatro Micaelense] e portanto já está determinado que não haverá alienação”, afirmou o líder regional aos jornalistas, durante a Bolsa de Turismo de Lisboa.
A venda em hasta pública do Cineteatro Miramar consta da ordem de trabalhos da Assembleia Geral do Teatro Micaelense, marcada para 28 de março, segundo revelou a Antena 1/Açores.
Várias personalidades e entidades sociais e culturais, incluindo a Junta de Freguesia de Rabo de Peixe, têm manifestado oposição à eventual alienação do Cineteatro Miramar.
Hoje, a propósito daquele cineteatro, Bolieiro assegurou um “bom diálogo” e uma “boa concertação” entre o conselho de administração do Teatro Micaelense, liderado por Maria José Duarte, e os “interesses do poder local”, como a Câmara Municipal da Ribeira Grande e a freguesia de Rabo de Peixe.
“É uma polémica que não existe. É um assunto que está naturalmente resolvido”, vincou.
Foi lançada uma petição pública, que conta com mais de 1.000 assinaturas, contra a possível venda do Miramar em hasta pública, um imóvel que foi “adquirido com dinheiro da região e remodelado com verbas comunitárias”.
“Não concordamos com essa decisão que nos parece ter sido tomada de ânimo leve”, lê-se na petição destinada ao presidente do parlamento açoriano, sublinhando que o equipamento “tem prestado relevantes serviços à comunidade em que se insere bem como a toda a região, na qual escasseiam as salas de média dimensão destinadas às artes performativas”.
Além de um auditório com capacidade para 120 pessoas, com condições para acolher diversos espetáculos de palco e a projeção de filmes, no edifício do Cineteatro Miramar existe também uma biblioteca e ludoteca, e é também este espaço que acolhe a Escola de Música de Rabo de Peixe, assinala o partido.
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  • Paula Torres Santos

    Admin
    Ou seja, tal como Osvaldo Cabral previu hoje, https://www.facebook.com/groups/acores.global/permalink/5920918224692309 , o governo volta atrás, dá o dito por não dito, para remediar ou consertar uma intenção/ acção precipitada. Não poderia esta, tal co…

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      Paula Torres Santos a situação não terá estado ao nível do Governo dos Açores.
      Como decorre das declarações do Dr José Manuel Bolieiro este ponto apareceu numa Ordem de Trabalhos da ASSEMBLEIA GERAL (Presidente: Pedro António de Bettencourt Gomes) ma…

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      • Paula Torres Santos

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        Participante do grupo, bem sei mas, ate por bom senso, não poderia todo este ruido ter sido evitado?! E sendo uma entidade dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, não deveria ela própria ter feito o esclarecimento?! Mais uma vez, Jose Bolieiro vem repor/ corrigir, na tentativa de evitar que uma bola de neve se torne numa avalanche.
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  • AP Manes

    Exacto. Então, está a chamar mentirosa a quem?
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Osvaldo José Vieira Cabral · INSTINTO FATAL

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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2023/03/INSTINTO-FATAL-POR-OSVALDO-CABRAL.pdf

Há qualquer coisa estranha nesta coligação que a empurra sempre para uma espécie de ‘instinto fatal’.
Como diz um velho dirigente social-democrata de S. Miguel, “estamos a assistir em directo a um suicídio político sado-masoquista, que só vai parar nas próximas regionais”.
De facto, o que vemos com uma regularidade impressionante, são tiros nos pés, em várias categorias da governação, com a maior infantilidade política alguma vez vista na coisa pública açoriana.
Na passada semana foram só mais dois seguidos: colocar à venda o Cine-Teatro Miramar, em Rabo de Peixe, contra todas as forças da vila e até do deputado do PSD e Presidente da Junta, o homem que segura o bastião social-democrata naquele importante território eleitoral, sentindo-se desprezado e humilhado por um qualquer iluminado que decidiu, no confortável gabinete do poder, riscar do mapa público uma infraestrutura histórica e crucial para a cultura de Rabo de Peixe, é mesmo de bradar aos céus.
Esta decisão diz tudo do que está errado nesta coligação: não sabe pensar, decide sem calcular os impactos, não define prioridades e trata a Cultura, como se viu com as desastradas nomeações da pasta, com uma incompetência maior do que os governos anteriores.
Quem decidiu uma barbaridade destas devia ser colocado num gabinete no meio do bairro do Caranguejo, para ficar a conhecer melhor a realidade rabopeixense.
Se o critério tonto, entretanto conhecido, é o de vender estruturas públicas que não se autofinanciam, então o que se seguirá? A venda do Teatro Micaelense? E depois o Coliseu? E a Igreja do Colégio? As bibliotecas públicas também estão arroladas?
Se os cofres públicos estão vazios e é preciso vender os anéis, então que se comece primeiro pelos dedos, coisa que os governos anteriores não souberam e que este vai pelo mesmo caminho.
Comecem, por exemplo, pelos campos de golfe, que se arrastam há mais de dez anos sem venda nem concessão, porque era uma coutada de emprego político para os governos anteriores e que este não mostra capacidade para se desenvencilhar.
Ou, então, poupem na quantidade de Observatórios e Institutos que ninguém sabe para que servem e quase que aposto que a coligação nem sabe quantos existem.
É óbvio que a decisão do Miramar vai ser revertida, como é padrão deste governo, pois quanto faz borrada volta atrás à mínima pressão, às vezes cedendo descaradamente onde não devia ceder, como aconteceu com os médicos.
Aliás, as declarações a destempo da Secretária da Educação e Cultura demonstram já um governo todo borrado e envergonhado com mais esta trapalhada.
A outra barafunda envolve o impagável Secretário das Pescas, um dos maiores activos tóxicos desta coligação, ao demitir uma administração competente por capricho pessoal.
Quanto vai custar à região, em indemnizações, este capricho do sr. secretário?
Como se troca uma administração de pessoas conhecedoras do meio para lá colocar outras sem qualquer experiência e mérito profissional naquela área?
Bolieiro, o maior e talvez único activo político desta coligação, em que todos estão fiados, não é suficiente para segurar um descalabro desta dimensão.
César e Vasco Cordeiro também não o foram e entraram em queda livre de eleição em eleição.
Perante tantas trapalhadas, o maior partido da coligação, engolido pelos mais pequenos, está desaparecido e já nem reage perante os assuntos mais prementes, sobretudo em S. Miguel.
O filme parece repetir-se, em tão pouco tempo, por culpa própria da coligação, armada em Sharon Stone, sempre com o picador de gelo à mão de semear.
Só que este ‘instinto fatal’ a que vamos assistindo é um filme de terceira categoria, que nem consegue ser projectado no… Cine Miramar!
Osvaldo Cabral
Março 2023
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Urbano Bettencourt, Terry Portugal Costa and 127 others

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Nuno Barata Almeida Sousa

Estavam todos impreparados para governar, não aprenderam absolutamente nada com os anos de oposição. É pena.
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Os Trabalhos Inacabados | Artur Alonso – Incomunidade

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  OS TRABALHOS INACABADOS   “Eu sou apenas  a água que tomei  indo para o mar”  (Haiku – Concha Roussia – Galiza)   PRELÚDIO   Existe a semente – a vontade de irradiar – o rebento que traz todas as informações ao mundo. O sentido do ser, dentro de cada ser, por esta precisa, precária e consistente semente foi inscrito.   Quando ela chegar à Taça – o útero maternal – a gestação pode ser feita. Em este local, por meio da semente original, foi plantada a Árvore da Vida. Por meio dela, a sombra e a luz, se encontram: […]

Source: Os Trabalhos Inacabados | Artur Alonso – Incomunidade

história de santa maria dos aÇORES

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Olá a todos,

 

Segue mais um recorte “daqui e dali“:

1618 – Carta Regia — reparo e fortificação da Ilha de Santa Maria
– in: Chancelaria de D. Filipe II (1598-1621), Livro 1613-1619.
– Fonte: https://dre.pt/

Beijinhos e abraços,

Ângela Loura

 

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia terça, 29/11/2022 à(s) 23:02:

Olá a todos,

 

Segue mais um recorte “daqui e dali“:

1962: Saem 110 contos ao Pepe*!

  • in: “Diário de Notícias” (EUA), 1962-06-08.
  • Fonte: https://www.lib.umassd.edu/

  • Filho de artistas circenses, ele grego, ela italiana, José Elisabeth nasceu a 23-12-1910 em Santiago do Cacém. No final dos anos 30, José Elizabeth (Pepe) deixou a vida do circo e fixou-se em Ponta Delgada, onde passou a exercer a profissão de fotógrafo, registando as gentes e os locais de São Miguel ao longo de 10 anos. Em 1949, fixou-se definitivamente em Santa Maria, atraído pela forte agitação que ali se vivia, com a presença dos militares norte-americanos, registando os aspectos em torno do Aeroporto, e do resto da ilha. Seguiram-lhe os passos o filho Max Brix Elisabeth, e actualmente o neto Pepe Brix.

Beijinhos e abraços,

Ângela Loura

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia domingo, 23/10/2022 à(s) 00:28:

Olá a todos,

 

Segue mais um recorte “daqui e dali“:

 


Postura 48: Acerca de se não lavarem roupas e mais imundices na ribeira pública, havendo falta de água no chafariz desta Vila

  • in Posturas Camarárias de Vila do Porto (1780-1800)

Fonte: Instituto Histórico da Ilha Terceira

 

 

Beijinhos e abraços,

Ângela Loura

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia domingo, 24/04/2022 à(s) 02:32:

Olá a todos,

Segue em anexo mais um recorte “Daqui & Dali“:


1928: Longa vida e desafogada ao Baluarte.
Recorte do jornal «A Colónia Portuguesa», edição de 24-04-1928.
Fonte: https://www.lib.umassd.edu/


25-01-1928
Nasceu pela mão do professor José de Medeiros Moniz “O Baluarte”, um quinzenário que assumia como compromisso ser «um humilde intérprete do povo, um acérrimo defensor da verdade e da justiça». A 1ª Série (1928-1930) teve como 1º director o seu fundador José de Medeiros Moniz, 2º director António Morais Cordeiro, e 3º director José do Carmo Pacheco.
01-05-1977
Renasceu graças ao seu 4º director Arsénio Chaves Puim e seus associados, com o objectivo da defesa «dos interesses e da promoção da ilha de Santa Maria». Esta 2ª Série (1977-2016) contou também como 5º director José Dinis Resendes e como 6º director João de Sousa Braga.
01-11-1980
Por questões legais, e uma vez que já se encontrava registado no país outro jornal denominado “O Baluarte”, o jornal passou a partir desta data (Nº. 43 da IIª série) a designar-se “O Baluarte de Santa Maria”.
Fevereiro de 2017
Após uma breve pausa, o jornal retomou a sua actividade com o director Domingos Barbosa, contando actualmente com Sandra Reis como sua directora.
O ‘Baluarte’, citando e parafraseando João de Sousa Braga, não foi nem é apenas fruto do trabalho dos seus directores. Foi e será também fruto do trabalho e da generosidade dos muitos colaboradores, dos jornalistas e funcionários, dos anunciantes, e, claro, dos seus assinantes dentro e fora da ilha.
E continuamos a trilhar caminho…
«A passagem de testemunho da edição do jornal O Baluarte de Santa Maria», in “O Baluarte de Santa Maria, edição de Março de 2017, pág. 3.


Cumprimentos,

Ângela Loura

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia domingo, 24/04/2022 à(s) 01:28:

Olá a todos,

Segue em anexo mais um recorte “daqui e dali“:


1967: Porto de abrigo.
Recorte do jornal «Diario de Noticias», New Bedford, edição de 29-03-1967.
Fonte: https://www.lib.umassd.edu/


Beijinhos e abraços,

Ângela Loura

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia sábado, 12/03/2022 à(s) 10:30:

Olá a todos,

Segue em anexo mais um recorte “daqui e dali“.

—1618 – Carta Regia — reparo e fortificação da Ilha de Santa Maria
– in: Chancelaria de D. Filipe II (1598-1621), Livro 1613-1619.
– Fonte: https://dre.pt/

1957: “Longe, tão longe”*…

* Filho de artistas circenses, ele grego, ela italiana, José Elisabeth nasceu a 23-12-1910 em Santiago do Cacém. No final dos anos 30, José Elizabeth (Pepe) deixou a vida do circo e fixou-se em Ponta Delgada, onde passou a exercer a profissão de fotógrafo, registando as gentes e os locais de São Miguel ao longo de 10 anos. Em 1949, fixou-se definitivamente em Santa Maria, atraído pela forte agitação que ali se vivia, com a presença dos militares norte-americanos, registando os aspectos em torno do Aeroporto, e do resto da ilha. Seguiram-lhe os passos o filho Max Brix Elisabeth, e actualmente o neto Pepe Brix.

Postura 48: Acerca de se não lavarem roupas e mais imundices na ribeira pública, havendo falta de água no chafariz desta Vila

  • in Posturas Camarárias de Vila do Porto (1780-1800)

Fonte: Instituto Histórico da Ilha Terceira

Segue em anexo mais um recorte “Daqui & Dali“:
1928: Longa vida e desafogada ao Baluarte.
Recorte do jornal «A Colónia Portuguesa», edição de 24-04-1928.
Fonte: https://www.lib.umassd.edu/

25-01-1928
Nasceu pela mão do professor José de Medeiros Moniz “O Baluarte”, um quinzenário que assumia como compromisso ser «um humilde intérprete do povo, um acérrimo defensor da verdade e da justiça». A 1ª Série (1928-1930) teve como 1º director o seu fundador José de Medeiros Moniz, 2º director António Morais Cordeiro, e 3º director José do Carmo Pacheco.
01-05-1977
Renasceu graças ao seu 4º director Arsénio Chaves Puim e seus associados, com o objectivo da defesa «dos interesses e da promoção da ilha de Santa Maria». Esta 2ª Série (1977-2016) contou também como 5º director José Dinis Resendes e como 6º director João de Sousa Braga.
01-11-1980
Por questões legais, e uma vez que já se encontrava registado no país outro jornal denominado “O Baluarte”, o jornal passou a partir desta data (Nº. 43 da IIª série) a designar-se “O Baluarte de Santa Maria”.
Fevereiro de 2017
Após uma breve pausa, o jornal retomou a sua actividade com o director Domingos Barbosa, contando actualmente com Sandra Reis como sua directora.
O ‘Baluarte’, citando e parafraseando João de Sousa Braga*, não foi nem é apenas fruto do trabalho dos seus directores. Foi e será também fruto do trabalho e da generosidade dos muitos colaboradores, dos jornalistas e funcionários, dos anunciantes, e, claro, dos seus assinantes dentro e fora da ilha.
E continuamos a trilhar caminho…
*«A passagem de testemunho da edição do jornal O Baluarte de Santa Maria», in “O Baluarte de Santa Maria, edição de Março de 2017, pág. 3.
Cumprimentos,
Ângela Loura
Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia domingo, 24/04/2022 à(s) 01:28:
Olá a todos,

PESSANHA MORREU HÁ 97 ANOS

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Camilo Pessanha morreu há 97 anos.
Passam hoje 97 anos desde a morte do maior nome do simbolismo em língua portuguesa, uma corrente literária que influenciou grandes nomes da literatura portuguesa como Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Sophia de Mello Breyner Andresen ou Eugénio de Andrade, e que também revelou autores como Eugénio de Castro e António Nobre.
Camilo Pessanha está completamente ligado a Macau, mas, ainda assim, não estão agendadas quaisquer homenagens ao poeta conimbricense por mais um aniversário do seu falecimento.
“A título pessoal, como sempre, mas desta vez sem alunos, lá estarei amanhã [hoje] a cumprir o meu minuto de silêncio junto da campa do poeta no Cemitério de São Miguel Arcanjo”, começou por dizer ao PONTO FINAL Alexandra Domingues, docente da Escola Portuguesa de Macau (EPM).
“É mais um ano e, infelizmente, não há nada de novo.
Camilo Pessanha, para meu lamento, está esquecido.
Se os alunos do 12.º ano têm acesso ao poeta é porque o professor acha que deve ser assim, caso contrário, os programas não aludem à sua obra”, lamentou a professora da EPM.
Mas se o autor de “Clepsidra” não é caso único. Alexandra Domingues refere que nomes como Antero de Quental, Sophia de Mello Breyner Andresen ou Cesário Verde também, amiúde, caem no esquecimento de quem faz e promove os programas curriculares nas escolas.
“Vão e vêm.
Uns regressam e outros ficam eternamente esquecidos.
Outros são falados no ensino básico, mas depois, quando se calhar deveriam ser falados, são esquecidos no ensino secundário.
Repare que já nem se dá os “Esteiros” do Soeiro Pereira Gomes, ou a “Aparição” do Vergílio Ferreira.
Qualquer dia Vergílio Ferreira fica esquecido para sempre e chegou a ser obrigatório para exames.
“O Delfim”, do José Cardoso Pires, ou “A Sibila”, da Agustina Bessa-Luís.
Enfim, não quero mais enumerar.
Há livros muito importantes para a literatura portuguesa que estão simplesmente esquecidos”, referiu.
A verdade, considera a docente de Português, é que tanto em relação a estes nomes e outros, “não se pode colocar simplesmente uma esponja”.
“Não se pode apagar Camilo Pessanha.
A sua escrita, que mesmo sendo difícil é muito importante, influenciou outros”, notou,
ressalvando que os anos lectivos “têm limites” e é preciso “fazer-se uma selecção” do que pode ou não ir a exame nacional.
“No 12.º ano temos, e bem, muito Fernando Pessoa, e depois temos, e bem, José Saramago.
Há muito pouco tempo para falar de outros autores, mas eu faço questão de se falar sempre de Pessanha”, vincou.
Para Alexandra Domingues, faz todo o sentido continuar a falar-se de poesia, porque a poesia é “o outro lado” da vida quotidiana.
“É muito importante nos dias de ódio que se vivem hoje.
O sentido da literatura, mas acima de tudo, o sentido da poesia.
Não podemos perder a ligação com os poetas portugueses, porque ler poesia é importante.
Devemos questionar isso: porquê ler poesia?
Porquê ler Pessanha?
E tenho muita pena que não se fale de Pessanha como se deveria falar”, lamentou a docente da EPM,
lembrando a açoriana Natália Correia que, depois do 25 de Abril de 1974, e depois de silenciada pelo regime do Estado Novo, considerou que agora a poesia está na rua.
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OSVALDO CABRAL EM NOME DA LIBERDADE

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EM NOME DA LIBERDADE
A ironia da política portuguesa assinalou o primeiro ano da invasão à Ucrânia com um deslize do Ministro dos Negócios Estrangeiros ao anunciar, com o desconhecimento dos deputados, que Lula da Silva iria discursar nas cerimónias do 25 de Abril na Assembleia da República.
Já não bastava a pérfida cegueira do PCP na submissão ao seu líder louco carniceiro de Moscovo, agora temos os responsáveis soberanos a decidir, nas costas dos representantes do povo, quem sobe ao palco do Dia da Liberdade.
Marcelo e António Costa, desde há algum tempo, andam fora deste mundo, focados que estão nos seus egos da popularidade política.
Se querem honrar a Liberdade, convidem o herói dela, o Presidente Zelensky, em vez de um Chefe de Estado que se recusa a apoiar a Ucrânia e nunca condenou a invasão da Rússia.
Aos incautos (i)responsáveis do Estado português, o mínimo que se pede é um pouco de decência e mais bom senso.
Em nome da Liberdade.
MAIS 62 MILHÕES A VOAR
É preciso que os cidadãos saibam para onde está a ir o dinheiro dos seus impostos e porquê.
O escrutínio público é fundamental para uma democracia saudável e mais robusta.
Os partidos parlamentares fiscalizam a acção do governo e a comunicação social escrutina ambos.
É esta a essência da democracia e é mais ou menos assim que temos vivido nas últimas décadas.
Esta semana o PS veio denunciar que o governo não tinha injectado na SATA os 62 milhões de euros que já tinha anunciado no ano passado, quando a verdade é que estes 62 milhões já estão nos cofres da SATA e vão ser convertidos em capital social.
Ora, é bom que os cidadãos saibam que esta conversão significa que nós, contribuintes, nunca mais os vamos ver.
São mais 62 milhões a juntar a outros tantos milhões que vamos ter que pagar pelos desmandos que fizeram na SATA.
A ironia disto tudo é que foi o próprio PS e os seus governos os grandes culpados pelo descalabro na gestão da SATA e agora estão preocupados com as contas da empresa.
Acordaram tarde, pois já deviam ter feito este escrutínio nos governos anteriores, a começar pelo famoso negócio ruinoso do avião “cachalote”, que vai ficar gravado nas consciências dos seus responsáveis.
E, claro, no bolso dos contribuintes.
O CABO DA DISCÓRDIA
Um outro escrutínio que é preciso fazer, com todo o rigor, é o do processo dos novos cabos submarinos.
Já todos percebemos que ele está envolto numa grande embrulhada, como é normal com os nossos políticos, e recheado de coisas mal esclarecidas.
O Eng. João Quental Mota Vieira tem vindo a desenvolver um verdadeiro acto de cidadania ao levantar uma série de questões que nunca são respondidas com fundamento técnico, culminando agora com uma petição pública para obrigar o parlamento regional a discutir o assunto.
É uma acção meritória, também de escrutínio público, até porque, como muito bem refere aquele antigo responsável pelos cabos submarinos em S. Miguel, é de estranhar o silêncio dos deputados de S. Miguel sobre este assunto, nomeadamente os do PSD, se é que o PSD de S. Miguel ainda existe…
O Governo Regional veio dizer que a amarração em duas ilhas dão mais resiliência, o que é de louvar.
Mas a questão é outra: porque é que nas duas amarrações, a mais importante, que liga directamente ao Continente, passa de S. Miguel para a Terceira?
Esta é que é a grande questão.
Ainda ninguém explicou quais são as vantagens de tirar de S. Miguel a amarração principal, como acontecia nestes últimos 24 anos, e passar para outra ilha.
Não é a Terceira que está em causa. Fosse para qualquer outra ilha, era preciso explicar o porquê desta alteração, coisa que ainda ninguém fez.
Se é verdade que das 12 conclusões a que chegou o grupo de trabalho da ANACOM, nenhuma refere a transferência da amarração de S. Miguel para outra ilha, como é que aparece no meio deste processo esta mudança?
Quem a ordenou?
Alguém com muito poder deve ter influenciado esta mudança não prevista tecnicamente.
Já estamos habituados a que, neste país, se movimentam interesses pouco claros nos bastidores destes processos nebulosos.
Não podemos aceitar que este seja mais um.
Urge e apoiamos o debate transparente que se impõe.
MAIS OBRAS PARADAS
Já aqui previmos que tudo o que estiver ao alcance do governo da República para fazer na região é para esquecer.
Os sinais são evidentes e todos percebemos, pelas visitas arrogantes dos ministros, nas últimas semanas, que o governo de António Costa está disposto a boicotar o mais que puder tudo o que se destinar para a “região da coligação”.
O padrão é comum a todas as obras da responsabilidade do Estado: deixar apodrecer até cair, como acontece com os tectos dos tribunais, das esquadras da polícia e por aí fora.
Já existe um rol de compromissos nunca cumpridos, outros adiados e atrasados, como o caso da cadeia da bagacina, a falta de solidariedade com os estragos do furacão Lorenzo, a incapacidade de alterar o sistema de subsídio de mobilidade, a falta de apoio à Universidade dos Açores, a ausência de recursos humanos e meios para as forças de segurança, o atraso nos cabos submarinos e um nunca mais acabar.
Agora surge mais um “esquecimento”, o do cais NATO, no porto de Ponta Delgada, como denunciamos na edição de ontem.
Não surpreende este abandono do pior primeiro-ministro em relação às Regiões Autónomas.
O que se estranha é os seus apoiantes, sentados na Assembleia da República, ainda terem o desplante de cantar loas a este (des)governo centralista, que castiga permanentemente as Autonomias.
Convém estar de olho bem aberto até às próximas eleições e o que vão prometer em cima das promessas até agora nunca cumpridas.
É já no próximo ano, para as europeias, que marcamos encontro com o respectivo ajuste de contas.
Osvaldo Cabral
Editorial Diário dos Açores 26-02-2023
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Ana Franco

Como sempre, muito bem!
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