Mistério da fé: Como morreu, afinal, o padre Abito? – DILIGENTE

Views: 1

Passado mais de meio ano, a morte do padre Abito ainda é um mistério. A investigação mantém-se, os testemunhos do que aconteceu naquele dia são contraditórios e as pessoas têm receio de dar a cara e falar. No ar, ficam […]

Source: Mistério da fé: Como morreu, afinal, o padre Abito? – DILIGENTE

imigraNTES E AUTORIZAÇÃO DE RESIDNETE

Views: 0

Imigrantes CPLP em Portugal podem obter autorização de residência online a partir de segunda-feira
Lisboa, 10 mar 2023 (Lusa) – Os cerca de 150 mil imigrantes dos países lusófonos em Portugal com processos pendentes no SEF podem a partir de segunda-feira obter uma autorização de residência de forma automática através do ‘portal CPLP’.
A nova plataforma para obtenção de autorização de residência em Portugal para os cidadãos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) no âmbito do acordo de mobilidade entre os Estados-membros da organização foi hoje apresentada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) num cerimónia que decorreu no Ministério da Administração Interna.
Além dos imigrantes da CPLP com processos pendentes no SEF até dezembro de 2022, também podem obter uma autorização de residência de forma “totalmente automática e ‘online’” os cidadãos com vistos CPLP emitidos pelos consulados portugueses após 31 de outubro de 2022, explicou o diretor nacional do SEF.
Fernando Silva ressalvou que esta medida tem como “universo máximo de alcance 150 mil cidadãos”, o que corresponde aos vistos emitidos e às manifestações de interesse feitas no SEF até dezembro de 2022, mas podem traduzir-se num número menor, uma vez que muitos deles podem já ter saído de Portugal.
O mesmo responsável precisou que estes cidadãos podem a partir de segunda-feira aceder ao ‘portal CPLP’, através das páginas da internet do SEF e do ePortugal.gov, e pedir a autorização de residência.
O diretor destacou que estas concessões de autorização de residência são “exclusivamente ‘online’, sem necessidade de outro tipo de interação com o serviço ou deslocação física a um posto de atendimento”.
No entanto, no caso de menores envolvidos no processo de legalização, é necessária a deslocação “em momento posterior a um posto de atendimento do SEF”.
Segundo o mesmo responsável, a autorização de residência para os imigrantes da CPLP vai ter um custo de 15 euros e a disponibilização deste documento em modelo eletrónico demorará “em regra 72 horas”.
Fernando Silva avançou que, numa segunda fase, este processo será alargado aos cidadãos da CPLP que se encontrem em Portugal e que não tenham ainda efetuado pedido de autorização de residência junto do SEF ou o tenham feito após janeiro de 2023.
O diretor do SEF disse também que, num futuro próximo, o ‘portal CPLP’ para obtenção de autorizações de residência vai estar apenas disponível no sítio ePortugal.gov.
O mesmo responsável sublinhou que a verificação dos dados é automática, uma vez que o SEF já tem acesso a todos os dados do cidadão previamente inseridos no sistema, sendo “um processo muito mais célere, seguro e muito simples”, que dispõe de tutoriais muito claros e em que a informação a fornecer pelo requerente é muito reduzida.
Os cidadãos da CPLP que a partir agora pretendam vir para Portugal não necessitam de se estabelecer qualquer contacto com o SEF, tendo apenas que se deslocar às representações consulares portuguesas nos países de origem para obter o visto para Portugal.
Segundo o SEF, a autorização de residência ao abrigo do acordo de mobilidade da CPLP é inicialmente válida por um ano, renovável por dois períodos sucessivos de dois anos.
Fonte do SEF disse à Lusa que os imigrantes da CPLP com processos pendentes são na maioria brasileiros que entre 2021 e 2022 preencheram na plataforma eletrónica Sistema Automático de Pré-Agendamento (SAPA) as manifestações de interesse (pedido formalizado junto do SEF para obter uma autorização de residência).
Além de Portugal, integram a CPLP Cabo Verde, Brasil, Timor-Leste, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique.
Este processo acontece numa altura em que está a ser preparada pelo Governo a reestruturação do SEF, cujas funções administrativas em matéria de imigração vão passar para a Agência Portuguesa para as Migrações e Asilo (APMA).
No âmbito da reestruturação, que foi adiada até à criação da APMA, as competências policiais daquele organismo vão passar para a PSP, a GNR e a PJ, enquanto as atuais atribuições em matéria administrativa relativamente a cidadãos estrangeiros passam a ser exercidas pela APMA e pelo Instituto dos Registos e do Notariado.
A reestruturação do SEF foi decidida pelo anterior Governo e aprovada na Assembleia da República em novembro de 2021, tendo já sido adiada por duas vezes.
CMP // FPA
Lusa/fim
May be an image of text that says "SEF SERVIÇO ESTRANGEIROS DE FRONTEIRAS E CPLP"
All reactions:

1

Louçã diz que privados “já mostraram como podem destruir” a TAP

Views: 0

O antigo coordenador do Bloco de Esquerda (BE) Francisco Louçã disse no sábado à noite que o Governo está entusiasmado em entregar a TAP a privados que, no passado, já mostraram como podem destruir a companhia aérea.

Source: Louçã diz que privados “já mostraram como podem destruir” a TAP

parabéns GEORGE HAYES

Views: 0

Virusdiário (ano 3-nº 719)
O dia de hoje foi marcado pela homenagem que um grupo de cerca de 20 amigos fez ao senhor George Hayes que fez 88 anos.
Deixo abaixo o meu depoimento/apelo:
Conheci o sr. George Hayes nos primeiros anos da década de 70 do século passado e com ele comecei a participar em diversos passeios pedestres em que ele era o guia e em que muitos dos participantes eram seus explicandos de inglês.
Quando regressei da ilha Terceira, para onde fui lecionar, entre outubro de 1980 e junho de 1983, com ele retomei os passeios pedestres que a partir de janeiro de 1984 passaram a ser organizados pelo Núcleo dos Açores dos Amigos da Terra, que mais tarde se transformou na associação Amigos dos Açores.
Entre 1984 e a minha saída da direção dos Amigos dos Açores a 13 de setembro de 2008, o calendário anual dos passeios pedestres era elaborado, contando sempre com as suas sugestões e era ele que nos guiava na maioria dos passeios pedestres, em virtude de já conhecer os trilhos.
Em 1988, foi com ele que conheci a localização de algumas grutas e que um pequeno grupo de associados dos Amigos dos Açores realizou a primeira exploração espeleológica na ilha de São Miguel.
O senhor George Hayes foi durante longos anos o tradutor “oficial” dos Amigos dos Açores e o autor da versão inglesa das dezenas de roteiros de percursos pedestres editados por aquela associação.
No que diz respeito à vida associativa dos Amigos dos Açores, o senhor Georg que aderiu à associação no dia 1 de janeiro de 1987, sendo o associado nº 57, foi membro da direção ente 1988 e 1997, e foi membro do Conselho Fiscal entre 1998 e 2008.
Foi com ele que se reforçou a minha sensibilidade para com a proteção dos Animais e tive a sua autorização para colocar o seu nome em todos os apelos, abaixo-assinados ou campanhas contra a tortura de bovinos e cavalos nas touradas ou em defesa dos animais de companhia.
Por tudo isto e pela profunda amizade que tenho por ele considero que será mais do que justo, proceder a uma singela homenagem, cantando os “parabéns a você” no próximo dia 11 de março, data em que ele comemorará 88 anos de vida.
Imagens: 1- Num jantar promovido pela associação Animais de Rua em 2017
2- Em dia de aniversário
11 de março de 2023
All reactions:

José Afonso Lourdes, Gabriela Mota Vieira and 60 others

12
5
Like

 

Comment
Share
View more comments

Mário Moura

Parabens.
  • Like

     

homenagear antero 1

Views: 1

Admin

May be an image of 1 person

A propósito da retirada da estátua da enigmática Madre Teresa do local que indiscutivelmente pertence ao Antero, recordo um artigo que publiquei em 2009 no Correio dos Açores, na vã esperança que a Câmara Municipal aproveite para homenagear o nosso maior poeta.
VAGABUNDO E DESERDADO
Com grandes golpes bato à porta e brado:
Eu sou o Vagabundo, o Deserdado…
Abri-vos, portas d’ouro, ante meus ais!
Abrem-se as portas d’ouro, com fragor…
Mas dentro encontro só, cheio de dor,
Silêncio e escuridão – e nada mais!
Antero de Quental – O Palácio da Ventura
Nas sociedades cultas, mais do que venerar a política e os políticos, tende-se a recordar e homenagear os intelectuais e os artistas, cultores da Beleza nos seus múltiplos aspectos.
Poucos se recordarão de quem foram os ministros do príncipe Johann Heinrich Keverich ou de Francisco II. Seguramente todos sabem quem foi Beethoven. Poucos recordarão quais os políticos do tempo de Frederico Guilherme II. Todos recordam Shiller e Goethe. Serão muito poucos os que recordam Guilherme II de Orange, mas todos reconhecem Rembrandt.
Mesmo entre nós, poucos recordam os ministros de D. João III, D. Maria I ou do Rei D. Luís. Todos sabem quem foi Camões, Bocage, Eça de Queirós ou Antero de Quental.
É a propósito deste que hoje escrevo. Antero foi, porventura, o maior génio que alguma vez os Açores produziram. Pese o reconhecimento que Ponta Delgada lhe tem prestado e embora Antero não nos pertença – é universal – nunca serão demais as homenagens que nós, seus conterrâneos, possamos prestar ao genial Poeta.
Julgo que a memória do local onde se suicidou não terá sido devidamente respeitada, nem acautelada. Há alguns anos, a meu ver num momento infeliz, foi ali colocada uma estátua da Madre Teresa da Anunciada, desproporcionada, inestética, mas sobretudo injustificada e atentatória ao respeito que todos devemos ao elevado espírito de Antero.
A estátua da Madre Teresa poderia – e pode – ser colocada em qualquer local. No adro, no Campo de S. Francisco, no Jardim da Madre Teresa, no Claustro do Convento, etc. Naquele local definitivamente não.
Aquele local, a ser um local de culto, deveria ser, no meu ponto de vista, mais um local de culto a Antero de Quental.
“A Fé não é só património do cristão; há também a Fé da Filosofia idealista, que pelo menos é tão boa”. (Carta de Antero a Germano Meireles, finais de 1875)
Temos visto destruir, sem critério, algum do nosso mais valioso e insubstituível património. Gastar-se milhões em inutilidades. Glorificar quem não merece.
Apelamos à CMPD para que contribua para celebrar os que, pelo génio e pela cultura, nos deixaram um legado – esse sim, verdadeiramente construtivo e desinteressado – de valor inestimável, único e inapagável.
Parece-me que seria desejável que naquele banco fosse colocada uma estátua de Antero, sentado, “na sua atitude costumada, com as pernas cruzadas, as duas mãos cruzadas sobre o joelho magro”, com o embrulho da pistola sobre os joelhos, como memória do momento trágico do seu desaparecimento. Eventualmente uma pequena placa com uma nota explicativa.
Quem por ali passar, forasteiro ou não, poderá aperceber-se e recordar a enorme tragédia – espiritual e humana – que se viveu naquele banco, ao cair da noite do dia 11 de Setembro de 1891.
E se por acaso alguma criança, mais traquina e irreverente, usar a estátua nas suas inocentes brincadeiras, estou certo que o Poeta apreciará o gesto e, lá longe onde estiver, esboçará, seguramente, um sorriso complacente. Foi a elas que dedicou a antologia que publicou, em 1883, “Tesouro Poético da Infância”. Foi para as duas filhas de Germano Meireles, que adoptou, que terá escrito “As Fadas”, incluídas na antologia.
Dele disse Eça, no “In Memoriam”:“Era tocante como atraia as crianças. Muitas noites em Santo Ovídio, quando junto do fogão Antero conversava, sentado no meio de um divã, na sua atitude costumada, com as pernas cruzadas, as duas mãos cruzadas sobre o joelho magro, surpreendi pequenos de seis ou sete anos que, desviando os olhos de algum livro de estampas, o contemplavam maravilhados. Ele possuía, de resto, a subtil ciência de tratar com crianças”…
O destino e a doença traíram-no e não se cumpriu o seu vaticínio, feito na sua Carta Autobiográfica a Wilhelm Storck, em Maio de 1887:
“Morrerei, depois de uma vida moralmente tão agitada e dolorosa, na placidez de pensamentos tão irmãos das mais íntimas aspirações da alma humana e, como diziam os antigos, na paz do Senhor – Assim o espero”.
Ponta Delgada, 11 de Setembro de 2009
Correio dos Açores – – –

Like

Comment
Share