A iGREJA DEIXOU ESCAPAR ESTES DOIS

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É incrível como ainda hoje estes pequenos milagres acontecem, apesar da vigilância obsessiva dos padres e freiras de tudo o que vá contra a castidade e o celibato. Em 2000 anos a Igreja, sobre este assunto, não aprendeu nada.
May be an image of ‎3 people, people standing, outdoors and ‎text that says "‎Ele ia ser padre, ela freira. Conheceram-se há 7 anos e apaixonaram-se Durante sete anos, falaram apenas 3 vezes. MBقN J TikTok @toma @tomascam‎"‎‎
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Helena Marques

Uma história bonita. Já estavam destinados…

privatizar SATA

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eresa Gonçalves diz que caderno …

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A nova presidente da SATA diz que o caderno de encargos para a privatização da Azores Airlines foi desenhado para defender os interesses da Região e não vai ser revisto.
Teresa Gonçalves garante que, mesmo que a percentagem de privatização atinja os 85%, a Região ainda terá uma palavra a dizer, nomeadamente no acordo parassocial que está ser trabalhado.

Nova estrutura de financiamento da saúde nos Açores “não é ingerência” – Açoriano Oriental

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O presidente do governo açoriano afirmou que a nova estrutura de acompanhamento do financiamento da saúde não representa uma “ingerência” no setor e a Ordem dos Médicos condenou a “falta de sensibilidade” na escolha da presidente do organismo.

Source: Nova estrutura de financiamento da saúde nos Açores “não é ingerência” – Açoriano Oriental

China produziu mais cimento em dois anos do que os EUA num século | Clima | PÚBLICO

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Investigadora refez as contas dos dados que Bill Gates “viralizou” e percebeu que eram ainda mais surpreendentes: em apenas dois anos, a China gastou o equivalente ao cimento usado nos EUA em 100.

Source: China produziu mais cimento em dois anos do que os EUA num século | Clima | PÚBLICO

funcionário de autarquia condenado

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A grande diferença da nossa justiça em Portugal.
Cometeu erro, foi provado, pois terá que pagar pelo o seu erro, mas não é isso que está aqui em causa.
Um processo de uma ocorrência entre 2020/2021 e estamos em 2023.
Se essa pessoa fosse…….e tivesse bons advogados, certamente ainda estaria para decorrer durante muito tempo o veredito final.
Não sei o valor, mas não deve ser comparado com outros de milhões e milhões.
Triste país de desigualdades.

Earthquake – Magnitude 2.3 – AZORES ISLANDS, PORTUGAL – 2023 March 13, 19:20:47 UTC

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Magnitude: ML 2.3, Region: AZORES ISLANDS, PORTUGAL, Date time: 2023-03-13 19:20:47.0 UTC, Location: 38.69 N ; 28.20 W, Depth: 9 km.

Source: Earthquake – Magnitude 2.3 – AZORES ISLANDS, PORTUGAL – 2023 March 13, 19:20:47 UTC

desperdício de água na ilha Terceira

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A Ribeira da Ponte, na freguesia de São Bartolomeu dos Regatos, é de todas as ribeiras, a que mais água leva até ao mar.
Ilha Terceira

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a nova normalidade

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ROUBADO DO PERFIL DE UMA AMIGA
Não sei de quem é o texto, mas assino por baixo. Estou cansada e choco-me todos os dias com esta nova “normalidade” onde tudo vale. Por isso aplaudo este autor que tem o condão de nos remeter para o tempo em que a vida decorria de forma normal, espontânea, desafiante para todos. Ora leiam:
“Tenho saudades dos tempos em que no Liceu havia ‘burros’, ‘gordos’, ‘caixa de óculos’, ‘sem sal’, ‘pretos’, ‘chineses’, ‘indianos’, ‘artolas’, ‘maricas’, etc. Os ‘burros’ chumbavam, não se tornavam doutores como hoje em dia. Mas a fasquia era definida pelo marrão da turma, não era nivelada por baixo como agora. Somos todos iguais diz-se.
Antes não parecia que fossemos, mas o ‘gordo’ também tinha notas brutais e ninguém sabia como, talvez porque não jogasse à bola, o ‘caixa de óculos’ tinha um sentido de humor inigualável mas não fazia corridas pois tinha medo de cair, o ‘preto’ jogava à bola como ninguém e fazia umas fintas inimagináveis, tinha um físico fora do comum, o ‘chinês’ tinha vindo de outra escola sabia à brava inglês, e tinha histórias que não lembravam a ninguém. Cada um tinha um «defeito», até uma alcunha, mas tinha ou lutava por ter também outras qualidades. Hoje não. Dizem que somos todos iguais. Agora, tudo ou é bullying, ou racismo, ou xenofobia, ou opressão, ou assédio, ou violência. Antigamente quando se era mesmo racista, levava-se um chapadão na tromba e aprendia-se logo que o ‘preto’ era como nós outros, apenas tinha côr diferente. E não era bullying. Era ‘aprendizagem on job’. Aprender assim era duro pois dói e não se esquece mais. E às vezes em casa com os pais também se ‘aprendia’.
O menino ou menina ‘sem sal’ passava despercebido/a e sentia-se sozinho/a. Ter uma alcunha diferente era fixe. A diferença era vista com bons olhos.
E aprendia-se uma coisa importante: rirmos de nós próprios. E não chorarmos porque alguém nos chamou isto ou aquilo. Assumia-se a gordura, o ‘esquelético’, a ‘caixa de óculos’ e tudo o mais que viesse. Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante: mudava-se, lutava-se por acabar com ela. Não se culpava os outros nem a sociedade. Não se faziam ‘queixinhas’. E falhava-se. Muitas vezes. Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte. E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
Agora não.
Todos somos iguais, há mesmo a chamada igualdade de género, todos somos bons, todos merecemos, todos temos as mesmas oportunidades, todos devemos até ganhar o mesmo, todos somos vítimas, todos somos oprimidos e todos somos parvos …. porque aceitamos este ambiente do ‘politicamente correcto’ sem dizer nada….. e até devemos dizer que somos ‘normais’.
Segundo o novo paradigma social, devem ter muito cuidado comigo, porque:
– Sou velho, tenho mais de 70 anos, o que faz de mim um tolo, improdutivo, que gasta estupidamente os recursos do Estado;
– Nasci branco, o que me torna racista;
– Não voto na esquerda radical, o que me torna fascista;
– Sou hetero, o que me torna um homofóbico;
– Possuo casa própria, o que me torna um proprietário rico (ou talvez mesmo um latifundiário);
– Amo “foie gras” , carne de caça, peixe do mar e cordeiro de leite, o que me torna um abusador de animais;
– Sou cristão, e embora não praticante, sou um infiel aos olhos de milhões de muçulmanos;
– Não concordo com tudo o que o Governo faz, o que me torna um reaccionário;
– Gosto de ver mulheres bonitas bem vestidas (ou despidas), ou super decotadas, o que me torna um tipo capaz de assediar;
– Valorizo a minha identidade portuguesa e a minha cultura europeia e ocidental, o que me torna um xenófobo;
– Gostaria de viver em segurança e ver os infractores na prisão, o que me torna um desrespeitador dos direitos “fundamentais” protegidos;
– Conduzo um carro a diesel, o que me torna um poluidor, contribuindo para o aumento de CO2;
Apesar de estes defeitos todos, acho que ainda sou feliz …era mais antes da pandemia…. mas mesmo assim e considero-me um ‘gajo normal’!!…”
Autor desconhecido
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