Governo dos Açores reitera que aterro de resíduos nas Flores é “situação excecional” – Açoriano Oriental

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O Governo dos Açores reiterou que o aterro de 1.300 toneladas de resíduos de matéria orgânica estabilizada não crivada na ilha das Flores é uma “situação excecional”, na véspera de uma reunião com as instituições da ilha.

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Açores reforçam parceria com supermercados El Corte Inglés – Açoriano Oriental

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O Governo dos Açores vai reforçar, pelo oitavo ano consecutivo, a parceria com os supermercados El Corte Inglés, com a divulgação dos produtos certificados pela Marca Açores, até 13 de julho, foi hoje anunciado.

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Açores fretam navios para transporte de combustíveis e mercadorias – Açoriano Oriental

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O Governo dos Açores vai fretar dois navios, um destinado ao transporte de mercadorias para a ilha das Flores e outro para o transporte de combustíveis entre as ilhas, segundo concursos públicos publicados em Jornal Oficial.

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abençoada pelo sr padre de caruaru

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São João de Caruaru: sr. padre avia-lhes, poxa!
Coisas que só tem no São João de Caruaru 🔥🌽 M…

CRÓNICA 502. JÁ ACABOU A LIBERDADE?

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CRÓNICA 502. JÁ ACABOU A LIBERDADE? JULHO 2023

 

Surgiu, há dias, uma queixa formal do escritor JOEL NETO contra um chefe de gabinete da Secretaria Regional da Cultural, de nome António Bulcão por ameaças , ciberbullying, envio de uma “série de mensagens hostis, que incluíram uma longa lista de acusações e insultos, concretizada com uma ameaça expressa após o lançamento do livro “Jénifer ou a Princesa de França”, em fevereiro, quando o chefe de gabinete da secretária regional começou a enviar uma “série de mensagens insultuosas”. Uma vez que a obra “denuncia a má prestação dos Açores na generalidade dos indicadores nacionais e europeus de desenvolvimento”, o escritor supõe que António Bulcão sentiu-se “acossado pelo que nessa denúncia pudesse ser assacado ao Governo Regional”. Joel Neto diz “recear pela sua segurança e da sua família” devido ao “ódio que todas as mensagens enviadas evidenciam” e pelo acesso que o chefe de gabinete da secretária da Educação tem a “meios de agressão física”. “Não se pode excluir a possibilidade de António Bulcão estar a referir-se, antes, ao uso da máquina do Estado, a que tem acesso enquanto membro de primeira linha da equipa que acompanha o Governo Regional, para me atingir”, escreve também o autor no documento. Segundo o escritor e antigo jornalista, com a queixa pretende também “defender o exercício da opinião livre nos Açores”. “É difícil aceitar que o Governo dos Açores seja aquele em que se pode recorrer a tais métodos de coação, bem como que os Açores sejam a região onde um governo pode recorrer a tais métodos de coação”, lê-se na queixa dirigida ao Procurador da República da Comarca dos Açores. Joel Neto é escritor, comentador e membro do Conselho Regional de Cultura, órgão consultivo do Governo Regional. (in Jornais açorianos de 4 julho 2023)

Fiquei a matutar nesta notícia e acabei por me alegrar, que os meus dois últimos livros ChrónicAçores volumes 5 e 6, não tivessem sido lidos pelo dito chefe de gabinete, pois creio ter sido mais contundente que o Joel, ao falar de feudalismo açoriano nos sécs 20 e 21, da praga da pedofilia e da violência doméstica, dos péssimos indicadores e da educação que aqui temos, em todas as crónicas escritas entre 2005 e 2022.

Se ao Joel, que é bem mais conhecido e popular que eu, fizeram aquilo, sabe deus o que me estaria reservado. Quiçá poderia mesmo expatriar-me como se fazia em Macau quando lá vivi (1976-1983) a críticos inconvenientes, que tinham 24 horas para deixar o território devidamente escoltados até ao aeroporto de Hong Kong.

A comprovar-se aquilo que ora surgiu a lume, começo a entender as declarações várias de pessoas que ao longo destes dois anos e meio falavam de um governo de geringonça insular vingativo e não tenho onde me abrigar pois fui igualmente crítico do governo anterior.

Sempre disse que a mais importante conquista destes 50 anos de abril fora a liberdade de expressão, mas se agora ao constatarmos o atraso recorrente destas ilhas na maior parte dos indicadores é motivo para preocupação e só nos resta falar bem….do turismo e da tarifa dos 60 euros….

Espero firmemente que se venha a constatar tratar-se de um caso isolado, uma vendetta pessoal do dito senhor e não uma panaceia do governo para calar os críticos que, dia a dia, aumentam com a desastrada governação a que estamos sujeitos por culpa dos poderes excessivos dados a parceiros menores do governo para manter a coligação.

Continua a faltar visão do presente e – sobretudo – do futuro que se pretende para as ilhas, deixando há anos S Miguel e Sta Maria sem transporte de barco, sem cargueiro para exportações vitais, sem ampliar o porto de Ponta Delgada, sem insistir na ampliação do aeroporto, sem resolver os excessos de turismo que degradam a ilha nos seus pontos-chave, quando as pessoas começam a fugir de Ponta Delgada pelos preços exorbitantes da habitação, quando os jovens se veem arredados da hipótese de adquirir habitação própria e, fruto do mercado de trabalho de baixos salários e empresários impreparados, são obrigados a emigrar das ilhas mais pequenas para as maiores e destas para o estrangeiro ou para a península…

Com o envelhecimento acelerado da população, em paralelo com o aumento da obesidade, das fatalidades que tiram mais de dois anos de vida, em média, a cada açoriano, o futuro com muito ou pouco turismo, adivinha-se tudo menos risonho, ao contrário dos nossos sorridentes políticos em frente às câmaras de TV. Entretanto, com o descontrolo e preços baixos das drogas sintéticas não só a pobreza e mendicidade aumentam, como aumentam também os casos violentos causados pela disseminação, cada vez mais generalizada, dessas drogas, mesmo em meios rurais como a Lomba da Maia onde vivo.

 

Será que os turistas viram este lixo em PDL?

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

drchryschrystello@journalist.com,

Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal LusoPress, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)

 

 

Desigualdades de rendimentos agravaram-se, revela estudo

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Portugal registou um aumento geral considerável das desigualdades de rendimentos, que são mais acentuadas nos municípios do litoral e de maior dimensão, revela o estudo “Melhores municípios para viver”, hoje apresentado, que analisou dados oficiais de 2019 a 2021.

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Telecomunicações. Dados móveis em Portugal são “os mais caros da UE”

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Estudo revela que “Portugal é apresentado como o Estado-membro onde os dados móveis mais pesam no rendimento dos consumidores”.

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Quatro crianças desaparecidas devido a mau tempo no leste de Timor-Leste

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Quatro crianças desaparecidas devido a mau tempo no leste de Timor-Leste
Díli, 04 jul 2023 (Lusa) – Quatro crianças foram dadas como desaparecidas, depois de serem arrastadas pelas águas duma ribeira, na zona leste de Timor-Leste, devido ao mau tempo registado no país nos últimos dias, disse hoje a proteção civil.
Dados iniciais indicam que as quatro crianças foram arrastadas pelas águas na zona de Odufuro Luro, no município de Lautem, uma das várias regiões do país afetadas pelo mau tempo, acrescentou.
As crianças, da aldeia de Lereadu, estavam a voltar para casa da escola quando terão sido arrastadas pelas águas de uma ribeira que galgaram as margens.
Equipas da proteção civil têm estado a responder a emergências registadas em várias zonas do país, com inundações a afetaram dezenas de famílias, pontes caídas e estradas seriamente danificadas.
Em Manufahi, as inundações afetaram pelo menos dez famílias, que tiveram de ser realojadas, enquanto em Covalima, parte da estrada entre Suai e Zumalai abateu devido a um aluimento de terra.
No município de Ainaro, em Same, há relatos de pontes caídas e de inundações que afetaram várias famílias em vários locais, com equipas a proteção civil e das autoridades locais a prestarem apoio de emergência, incluindo com realojamentos e alimentação.
Entre janeiro e julho, morreram 20 pessoas em Timor-Leste devido a desastres naturais, como cheias, incêndios e deslizamentos de terra, que causaram ainda estragos em residências de quase 1.200 pessoas, de acordo com um balanço da Autoridade de Proteção Civil.
ASP // EJ
Lusa/Fim
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