A EBI MAIA PRETENDE HOMENAGEAR A PROFESSORA, TRADUTORA E AUTORA HELENA CHRYSTELLO

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O CONSELHO PEDAGÓGICO DA EBI DA MAIA (S MIGUEL, AÇORES) QUER PRESTAR HOMENAGEM À SUA COLEGA PROFESSORA HELENA CHRYSTELLO EM COLABORAÇÃO COM A AICL E DEFINIU COMO DATA

21 março 2024 dia da poesia (na EBI MAIA) 2 sessões de 90 minutos

 

Manhã 3º ciclo

Apresentação 9 poemas 9 línguas por Aníbal Pires 15’

Poesia de Chrys dedicada à Helena dita pelos presentes

Um aluno da EBI falará da sua antiga professora Helena

Possível intervenção musical (Maria Nobody)

Homenagem de autores presentes

 

Tarde 2º ciclo

Notícia da antologia do humor açoriano (curta amostra de 1 texto por Chrys) 5’

Vídeo imagens da Helena ??

Um aluno da EBI falará da sua antiga professora Helena

Homenagem de autores presentes

 

Além dos sócios não-mencionados na lista aqui se juntaram, aleatoriamente, alguns nomes sugeridos a participar, pf indiquem disponibilidade e presença (manhã ou tarde dia 21/3)

  • * Residem fora da ilha de S Miguel
1. ÁLAMO OLIVEIRA *
2. ALEXANDRE BORGES *
3. ANA PAULA ANDRADE
4. ANABELA FREITAS *
5. ANÍBAL PIRES
6. CARLOS ENES *
7. CAROLINA CONSTÂNCIA
8. CAROLINA CORDEIRO
9. DIANA ZIMBRON *
10. DIOGO OURIQUE *
11. EDUÍNO DE JESUS
12. ERNESTO REZENDES
13. FRANCISCO MADRUGA *
14. JOÃO PAULO CONSTÂNCIA
15. JOÃO PEDRO PORTO
16. JOSÉ ANDRADE
17. JOSÉ SOARES
19. LUÍS FILIPE BORGES *
20. MADALENA SAN-BENTO
21. MALVINA SOUSA
22. MANUELA MARUJO *
23. MARIA JOÃO RUIVO
24. NATIVIDADE RIBEIRO *
25. NUNO COSTA SANTOS *
26. ONÉSIMO T ALMEIDA *
27. PAULA CABRAL
28. PAULA SOUSA LIMA
29. PEDRO ALMEIDA MAIA
30. PEDRO PAULO CÂMARA
31. RENATA CORREIA BOTELHO
32. SUSANA ANTUNES *
33. SUSANA GOULART COSTA
34. SUSANA TELES MARGARIDO
35. TELMO NUNES
36. URBANO BETTENCOURT
37. VASCO MEDEIROS ROSA*
38. VASCO PEREIRA DA COSTA *
39. VILCA MERÍZIO *

SE O SEU NOME NÃO CONSTA DA LISTA E SE QUER ASSOCIAR À HOMENAGEM, INDIQUE PARA QUAL SESSÃO . As presenças e/ou participação (especificar manhã ou tarde)devem ser confirmadas para Dora Cristina Ribeiro Pessoa da Silva dora.silva@ebimaia.net

Cc chrys@lusofonias.net

 

ESTUDAMOS A POSSIBILIDADE DE TRANSMITIR MENSAGENS DE VÍDEO LIMITADAS A 2 – 3 MINUTOS POR PESSOA

fundador ps açores discorda

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Fundador do PS/A considera que o “gesto digno” seria a abstenção do partido
José António Martins Goulart, fundador e antigo líder do Partido Socialista nos Açores diz-se “desolado” e “entristecido” com a decisão dos socialistas de votar contra o programa de governo da coligação sem conhecer o documento nem aguardar pela reunião da Assembleia Legislativa Regional. O engenheiro eletrotécnico considera Vasco Cordeiro um líder “fraco”, sem condições para continuar à frente do PS/Açores
O Partido Socialista anunciou que vai votar contra o programa de Governo de José Manuel Bolieiro. Como é que reage a esta decisão?
Eu sinto uma profunda desolação e tristeza por verificar, ao ler um comunicado que me foi enviado na qualidade de militante pelos órgãos de comunicação do partido, que a decisão de votar contra um programa de governo que resultará da eleição do passado domingo foi votada por unanimidade e por aclamação. A primeira reação que senti foi ‘Aclamaram o quê?’. A decisão de não votar um programa de governo sem dar oportunidade a que a Assembleia Regional debata esse programa de governo? Estou entristecido porque sinto que o meu partido, o partido que eu ajudei a fundar nos Açores – e sinto alguma emoção quando sinto isto, e é genuína – está a pôr em causa o regime autonómico. E está a pôr em causa o regime autonómico porque, de uma penada, e são 96 linhas de um comunicado que eu li mais do que uma vez, um órgão partidário, um secretariado regional comunica a um outro órgão partidário, que é a comissão política regional, uma decisão que implica, se for levada a seu termo, a dissolução de um órgão que ainda nem sequer reuniu. E que por acaso é o órgão máximo da autonomia regional.
Como é que se pode tolerar uma arrogância de um secretariado regional liderado por um presidente do PS/Açores que, antes do órgão máximo da autonomia reunir na sequência de um ato eleitoral altamente participado, em que o Partido Socialista foi derrotado, praticamente toma a decisão de dizer ‘A Assembleia está dissolvida?’ Isto é, o órgão máximo da autonomia não tem condições para reunir por decisão do Partido Socialista. Ora, eu e os não socialistas também sabem qual é o percurso histórico do PS e sabem que, a nível nacional e a nível regional, a primeira linha do nosso combate foi a defesa da democracia. Direções livres e democráticas. Desde o PREC até hoje. E, pela primeira vez na história da nossa autonomia, eu pergunto-me que pressa teve o PS/Açores, o partido que eu ajudei a fundar, em praticamente condicionar o funcionamento normal do órgão máximo da autonomia, que é a Assembleia Legislativa Regional, na sequência de um ato eleitoral que, parece-me, não foi devidamente respeitado porque se fosse… Porque o ato eleitoral é o ato sagrado da democracia e, portanto, deveria decorrer um tempo de reflexão suficiente, os resultados eleitorais ainda não são sequer oficialmente publicados, ninguém obrigava o PS a tomar esta decisão a não ser que quisesse mesmo desvalorizar o papel da Assembleia Legislativa Regional e, ao fazê-lo, deu um péssimo exemplo do que não se deve fazer num regime democrático e muito menos no regime da autonomia regional que tanto valorizamos.
Portanto, estou muito triste, muito descrente na capacidade dos políticos que provocaram este percalço democrático na Região Autónoma dos Açores, numa altura em que todos nós devíamos estar concentrados em encontrar soluções e não em criar problemas graves a adicionar aos muitos que ainda estão por resolver e com implicação, se isto for levado até ao limite, de termos que repetir o ato eleitoral daqui a uns oito meses e para quê? Para premiar o PS ou premiar quem foi impedido de governar? Esta é a questão que penso que não foi analisada de todo na reunião do secretariado regional do PS nem na reunião da comissão política. Por isso, é pena que tenham aplaudido um erro que pode ser trágico para a nossa autonomia e para o futuro do Partido Socialista.
Mas se o PS aprovasse um governo de Bolieiro não seria dar ao Chega o protagonismo da oposição?
Eu penso exatamente o contrário. Em primeiro lugar porque o PS não tinha que votar a favor. O PS poderia abster-se. E esse seria o gesto digno de quem, tendo perdido eleições, não tinha uma atitude de amuo ou de ressentimento, por causa de um ato irrefletido, no calor da ressaca de uma derrota, querer de uma forma revanchista impedir que a coligação vitoriosa procurasse resolver democraticamente o seu problema.
Eu admito que o PS não deve ficar refém do jogo partidário, dos interesses diversos que estão na mesa e, portanto, tem que se saber comportar com responsabilidade, é um partido que governou os Açores durante 20 e alguns anos e, portanto, tem traquejo, sabe que em política há muita forma de agir e reagir, o que não faz sentido é que o partido ponha nas mãos do Chega o protagonismo de fiel da balança porque, tendo anunciado precocemente que irá votar contra, atribui ao Chega o papel de derrubar ou não o Governo Regional.
Portanto, ao tomar esta atitude precocemente, precipitadamente, o PS/Açores entrega às mãos do Chega a decisão de, ‘Se quisermos, ainda podemos salvar o Governo Regional, se não, haverá a tal coligação negativa pela segunda vez’ – que o presidente do PSD previu, e todos nós que analisamos estas coisas podemos prever que é, se o PS votar contra e o Chega mantiver a mesma posição, este ato eleitoral terá sido banalizado e a vontade do povo nele expressa não será respeitada. Portanto, de que terá servido a eleição do passado dia 4?
Isto é que é extremamente reprovável, no meu entender, porque o Partido Socialista não tinha que votar favoravelmente o programa de governo do PSD, não deveria preocupar-se com o que o Chega irá fazer ou não fazer, deveria preocupar-se em assumir a posição mais responsável para defender a democracia, para defender a autonomia regional, a credibilidade dos órgãos de governo da Região Autónoma dos Açores e não contribuir para a instabilidade que foi o que acabou por fazer hoje [sexta-feira, dia 9 de fevereiro].
Que ilações deve retirar o Partido Socialista do resultado das últimas eleições?
Eu olho para a minha ilha [Faial] e dou-a como exemplo, porque resido nela e tenho contacto com as pessoas do PS e de outros partidos, sabendo todos eles que já não estou a participar na política ativa do meu partido ou a qualquer outro nível. Mas continuo a acompanhar como cidadão, interessado em dar alguma achega, porque sou procurado para emitir opinião, por isso tenho acompanhado de perto alguns momentos, uns de maior dificuldade, outros de sucesso do percurso do meu partido. Mas nos últimos tempos tem-se verificado claramente que o PS não soube desempenhar o seu papel de maior partido da oposição.
Julgo que os açorianos penalizaram o Partido Socialista e, em particular na ilha do Faial – as pessoas podem não estar cientes disso – mas o PS que dividiu com o PSD os quatro lugares da Assembleia Legislativa Regional e ficou 2-2 [deputados eleitos], mas se tivesse perdido oito votos tinha ficado 3-1 a favor da coligação. Foi por oito votos que o PS empatou. Isto tem que ser analisado de forma muito fina. E de repente noutra ilha acontecia o mesmo e o resultado eleitoral poderia ter sido facilmente uma maioria absoluta da coligação. O PS esteve à beira de ter uma derrota muito maior por poucos votos e isto quer dizer que o PS não desempenhou bem o seu papel de partido da oposição. E devia ter a humildade democrática de o reconhecer. E se os políticos que ainda estão à frente do PS se propõem demitir, antes da Assembleia reunir, de desempenhar os cargos para que foram eleitos, irão ser penalizados. Acho que é óbvio.
O povo não aceitará que se passe em branco sobre o resultado destas eleições. E se houver um ato eleitoral a muito curto prazo, no espaço de sete a oito meses, o grande prejudicado será o Partido Socialista. O povo não compreenderá como é que o PS, e porque é que o PS impede que a Região tenha um governo com plenos poderes numa altura em que a economia, a política no sentido global e nacional, a estabilidade que envolve o próprio regime democrático está em cima da mesa e a ser despedida. Qual é o impacto que terá a curto prazo uma decisão destas?
Aclamaram o presidente derrotado do PS/Açores? Concordam com a continuidade do mandato? Isso deveria ser resolvido em congresso regional dentro de poucos meses. Não compreendo a arrogância, não compreendo a precipitação, não compreendo a falta de visão estratégica em termos políticos e, uma vez mais, o partido que beneficia deste quadro de instabilidade que o PS anunciou é o Chega. O Partido Socialista fez o favor de dizer que o Chega é que tem o poder de decidir se há Assembleia Legislativa Regional em funcionamento durante uma legislatura ou durante parte da legislatura, porque o PS já esgotou toda a sua munição dizendo que prefere que não haja o resultado efetivo de um ato eleitoral e que quer eleições antecipadas daqui a uns meses. É lamentável que tal tenha acontecido.
Acha que Vasco Cordeiro tem condições para continuar à frente do Partido Socialista na Região?
Depois do que acabei de dizer, obviamente que não. A irresponsabilidade atingiu um patamar tão alto e, interpretando eu esta aclamação como sendo feita a quem, no secretariado regional, redigiu um texto que depois foi submetido a uma comissão política que o aprovou por unanimidade e aclamação, julgo que ele se quis reforçar internamente, menosprezando completamente o interesse dos açorianos que, bom ou mau, querem um governo e que o papel da oposição é opor-se às más políticas e propor alternativas para as corrigir.
Um líder partidário que impede que o órgão máximo da autonomia funcione até para que ele possa liderar o processo de oposição para, num tempo certo, no fim de uma legislatura se submeter a votos, não está a fazer nada a dirigir um partido que o leva a uma situação que só pode resultar em descrédito e de descredibilização da própria função de presidente do Partido Socialista nos Açores.
Acho que Vasco Cordeiro devia ter refletido, não refletiu sobre todas as consequências do ato que anunciou e receio que o tenha feito por pressão do partido a nível nacional e julgo que isso também significa que ele é um líder fraco, porque se ele de facto tomou a decisão em função de pressões recebidas do líder nacional do Partido Socialista, Pedro Nuno Santos, não está em condições de continuar a presidir a um partido que tem estatutos próprios e que tem uma estrutura regional autónoma.
Rui Pedro Paiva/Carolina Moreira
Açoriano Oriental
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Criança de 12 anos constrói réplica do “Raio da Morte” de Arquimedes

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Brenden Sener, de 12 anos, fez manchetes ao resolver um debate histórico de longa data em torno do lendário “raio da morte” de Arquimedes.

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Albuquerque escondeu mais de três milhões de euros na venda de imóvel – ZAP Notícias

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O Presidente demissionário do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, volta a estar “sob fogo”, devido à alegada omissão de um ganho de 3,1 milhões na venda de um imóvel, na costa norte da ilha, em 2017. Miguel Albuquerque terá escondido do Tribunal Constitucional (TC) 3,1 milhões de euros obtidos na venda da Quinta do Arco ao fundo de investimento CA Património Crescente, na costa norte da ilha da Madeira, em junho de 2017. A notícia foi avançada este domingo, pelo Correio da Manhã, que adianta que, desde então, o Presidente demissionário do Governo Regional da Madeira já entregou várias

Source: Albuquerque escondeu mais de três milhões de euros na venda de imóvel – ZAP Notícias

INDONESIA STATE APPARATUS IS PREPARING TO THROW ELECTION TO A NOTORIOUS MASSACRE GENERAL

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https://theintercept.com/2024/02/10/indonesia-election-results-prabowo-fraud-stolen-election/

INDONESIA STATE APPARATUS IS PREPARING TO THROW ELECTION TO A NOTORIOUS MASSACRE GENERAL

With a vote looming, the government is working to install Prabowo, one of the former dictator Suharto’s top commanders and a longtime U.S. protégé.

Allan Nairn
February 10 2024, 8:31 a.m.

INDONESIA, THE SCENE of two of the 20th century’s epic slaughters, may be on the verge of a return to army rule at the hands of its most notorious general.

Gen. Prabowo Subianto, a longtime U.S. protégé implicated in the country’s massacres, once mused to me about becoming “a fascist dictator” and is now a serious threat to assume the presidency.

For Prabowo, as he is known, to be elected in February 14’s first round of voting, he must get 50 percent-plus-one of the accepted ballots in the three-way vote and receive at least 20 percent of the votes in 19 of Indonesia’s 38 provinces.

In 2001, I met and interviewed Prabowo twice, discussing army massacres — including one, in Dili, East Timor, which I happened to survive — and democracy in Indonesia.

“Indonesia is not ready for democracy,” he told me in those meetings. The country, he said, needs “a benign authoritarian regime.”

Prabowo expressed support for army rule. He praised a recent coup in Pakistan and mused about making a similar move in Indonesia. “Do I have the guts?” he asked rhetorically. “Am I ready to be called a fascist dictator?”

Prabowo has since repeatedly attempted coups and failed twice in presidential elections.

Today, however, he has the state apparatus behind him, mobilized by the incumbent civilian President Joko Widodo, known as Jokowi, who had previously privately discussed with his staff trying the general for war crimes.

The levers of state power are playing a pivotal role in the campaign. Local officials are being threatened with prosecution if they do not back the general. And across the country, army and police are instructing people to vote for Prabowo, a directive with special weight for poorer people who live at their mercy. Government-distributed bags of rice and cooking oil are turning up across the country with Prabowo stickers. Families who need to get the provisions must sometimes pick them up at Prabowo campaign offices.

Many polls say this state-run partisan campaign has Prabowo hovering near 50 percent, but some officials in the Jokowi government tell me they don’t want to leave it to chance.

At an internal meeting last Wednesday, army and intelligence officials discussed the existence of a plan to, if needed, use the state apparatus to do electoral fraud, according to two people familiar with the scheme. The prepared procedure involves police and “babinsas” — the army’s eyes, ears, and hands at the neighborhood level — receiving and distributing money to fix precinct-level tabulation sheets, as well as, in some cases, the computer data entry below and at the administrative district level, with an option for hacking the internal system of the electoral commission.

Campaign officials have in the past boasted to me of using such tactics in local places where they have sway. Their application on a national level by the state would have potentially large implications — helping to cede Indonesian democracy, once again, to despotic rule.

“The American”

The heir of a wealthy banking family, Prabowo holds hundreds of thousands of acres of plantation, mining, and industrial properties. He was the son-in-law of the late dictator Gen. Suharto, who, with U.S. support, ruled Indonesia for 32 years.

Suharto seized power in a 1965 coup, toppling Sukarno, the country’s founding civilian president and a leader of the Non-Aligned Movement. Then, with the CIA providing a death list of 5,000 names, Suharto and his army killed 400,000 to a million Indonesian civilians.

In 1975, after a meeting with President Gerald Ford and Henry Kissinger, Suharto — with their weapons and go-ahead — invaded neighboring East Timor. There, the Indonesian armed forces killed one-third of the Timorese population. It was, in proportional terms, the most intensive slaughter since the Nazis.

Prabowo, as Suharto’s son-in-law, was a senior commander of the massacres in occupied East Timor. In one, at Kraras in 1983 on the mountain of Bibileo, “several hundred” civilians were murdered, according to a United Nations-backed inquiryOpens in a new tab. Prabowo also personally tortured captives; one told me of Prabowo breaking his teeth.

Prabowo described himself to me as “the Americans’ fair-haired boy.” He worked hand-in-glove with the U.S. as he carried out massacres, torture, and disappearances — so closely that his fellow officers, he said, sometimes mocked him as “the American.”

Initially trained by the U.S. at Georgia’s Fort Benning and North Carolina’s Fort Bragg — today known as Fort Moore and Fort Liberty, respectively — Prabowo spoke to me in detail of his work with the Pentagon, including the Defense Intelligence Agency, to which he said he reported at least weekly.

According to Pentagon documents, he brought U.S. troops to Indonesia on dozens of occasions, a presence that helped to facilitate at least two covert U.S. operations. Prabowo told meOpens in a new tab that the U.S. troops he brought in did “reconnaissance” for “the invasion contingency” — the preparation of U.S. plans for a possible invasion of Indonesia.

From Massacres to Cuddly Cartoon

When I met Prabowo in summer 2001, he offered a comment on a Timor massacre — this one not his — which I survived: the Santa Cruz massacreOpens in a new tab of November 12, 1991. At the Santa Cruz cemetery on November 12, 1991, the Indonesian army murdered at least 271 Timorese civilians. The soldiers fractured my skull with the butts of their U.S.-supplied M16s after my failed attempt to block them as they marched on the crowd.

Prabowo told me that Santa Cruz was an “imbecilic” operation because the army had done it in front of me and other outside, surviving witnesses. “Santa Cruz killed us politically,” Prabowo said. “It was the defeat.”

“You don’t massacre civilians in front of the world press,” he explained. “Maybe commanders do it in villages where no one will ever know, but not in the provincial capital.”

After Santa Cruz, we were able to report and mobilize support, helping to get U.S. Congress to end the flow of arms to Indonesia — a key to the government’s downfall, Suharto’s security chief later griped to me.

In 1998, with Suharto hobbled by the arms cutoff and facing growing demonstrations, Prabowo abducted 24 democratic activists, 13 of whom he “disappeared.” He also engendered a campaign of murder, arson, and rape, mainly against ethnic Chinese residents.

When we spoke, Prabowo blamed some of the 1998 crimes on his rival — Gen. Wiranto, who now supports him — but he did not attempt to deny his own role in running the anti-Chinese riots. “There were 128 fires at one time,” he saidOpens in a new tab with what might be called pride. “This was an operation: planned, instigated, controlled.”

The bid to quell protests, however, failed, and Suharto fell. Less than 70 hours after a new president was in office, Prabowo staged a failed coup attemptOpens in a new tab.

In ensuing years, Prabowo continued to be involved in killings of civilians, including in AcehOpens in a new tab and West Papua. When he ran for president in 2014, Prabowo styled himself like Benito Mussolini. He rode a stallion into a cheering stadium. A key supporter dressed in Nazi SS garb.

In 2017, acting under a religious pretext, Prabowo and his generals backed a coup movement, with crucial involvement by a street militia aligned with the Islamic State. In 2019, when he ran for president again, that militia, the Front Pembela Islam, waved black ISIS flags at Prabowo rallies. He campaigned from the open-topped car of the self-described “president of ISIS Indonesia.”

This time around, though, Prabowo has changed tack. In ads and on TV, he presents himself as a gemoy, a cuddly cartoon character.

Jokowi’s Reversal

The main reason Prabowo is finally on the cusp of achieving power is the arm-twisting support he is getting from Indonesia’s current president. The dynamic came as a surprise to many because it was Jokowi who beat Prabowo in 2014 and 2019, with the support of many massacre survivors and human rights advocates.

Jokowi publicly spoke about not returning to dictatorship, and his administration, behind the scenes, discussed trying Prabowo and other generals for war crimes, though the attempt never came to pass.

Under sustained pressure from Prabowo and the generals, Jokowi’s position evolved. He slowly increased domestic repression and his interests and theirs came to converge.

In 2016, Jokowi’s government organized an event called the Symposium, where survivors of the U.S.-backed 1965 slaughter were given the chance to talk about it publicly. This event so enraged the army that Jokowi had to go to the military’s headquarters and prostrate himself, but the president’s groveling failed to calm the army.

It was after that Prabowo’s generals and the ISIS-linked groups staged the quasi-religious mass demonstrations with the covert aim of bringing Jokowi down. I exposed this in a 2017 piece in The Intercept, drawing on army documents and interviews with coup leaders, and the coup momentum later dispersed.

When, in 2019, Prabowo tried the electoral route again, the ISIS-linked groups gave him an effective street organization. This mobilization took a hit, though, shortly before election day, when I published the minutes of a meeting at Prabowo’s homeOpens in a new tab where he and his generals made plans for imprisoning political opponents, referring back explicitly to the Suharto era. Their undoing was the plan to curry favor with the U.S. by arresting the Prabowo campaign’s own clerics and Islamists.

Prabowo lost the 2019 election but announced he’d won, and his men took to the streets. Though Jokowi publicly rejected the rioters, the looting and burning helped seal his acquiescence to the massacre generals.

According to intermediaries from both sides, Jokowi reached out to Prabowo in the hope that bringing him inside would finally end the riots and coup attempts. Instead of putting Prabowo on trial, Jokowi put him in the government, making Prabowo the minister of defense. There, Prabowo continued the policy of killing civilians in West Papua, and the riot and coup threats did indeed evaporate as Jokowi had hoped.

As his term drew to a close, Jokowi explored options for extending his own legal mandate, but when these routes were blocked, he cut a deal with Prabowo and lent him his son, Gibran, as a running mate.

The other key for Prabowo has been the acceptance of Indonesia’s oligarchs. Among them is Tomy Winata, a business magnate famed as a patron of the generals, who complains, including to me, that he is often labeled a “gangster.” In an interview, Winata, who told me he has homes near the White House and in Los Angeles, said he is “neutral” in the election but speaks highly of Prabowo.

“Prabowo is quite OK, excellent,” he told me. “I need a strong person to rule the country.”

Winata said he had known Prabowo since he was in the field as an army commander, when he found the general “charming.” When I asked Winata about Prabowo commanding army massacres, he replied, “I’ve heard that” — but he questioned whether such killings had actually happened, since he hadn’t witnessed them himself.

Winata didn’t hesitate in his response to a question about who he thought would win the election: “Me,” he said. “A wins, I profit; B wins, I profit; C wins, I profit.” He had a point there. None of the three contenders is likely to challenge the rule of the rich. Only one, however, made his name by personally mass-murdering civilians.CONTACT THE AUTHOR:

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