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Pelos muitos professores que atravessam a nossa vida e que nos ensinam a ser mais e melhor!
Pelo reconhecimento de uma classe de árduo trabalho!
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Patrimônio escondido.
Forno de Cal do século XV ou XVI?
O arco mais pequeno é a entrada do Forno.
Tinha e tem uma escadaria coberta de terra que servia para retirar a Cal que foi e é ainda um bem para todos os seres vivos sobre a terra! A Cal servia para desinfetar as águas, limpar as peles dos animais vaca, cabra, borrego para fazer adereço exemplo: A pele de vaca cintos, botas, arreios de cavalos e outros. Curiosidades: No tempo da Peste Negra a Cal foi muito utilizada na pedra edificada de portas e corrimões de edifícios públicos e Igrejas. Nos sítios de enterrar corpos era colocada umas boas pás de Cal para melhor queimar os micróbios. Outros tempos.

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Pois…um candelabro. Faz sentido 🙄
Segunda-feira, 26 Novembro 2018
Para Amanda Liberty foi amor à primeira vista. Portadora do distúrbio objectum sexual, a jovem de 34 anos avistou um candelabro alemão, com 91 anos, à venda no eBay e não hesitou em comprá-lo. Agora diz estar noiva de Lumière, nome que atribuiu ao candelabro.
Surpreendente? Pois bem, apesar de esta ser uma condição incomum, ela existe. Gostar de objetos a nível sexual é tido como parafilia – desvio que se dá não no ato sexual, mas quanto ao objeto sexual, ou seja, no tipo de parceiro. Neste caso, trata-se de gostar de objetos inanimados em vez de pessoas, daí o nome objetofilia ou objectum sexual.
Esta condição não é novidade para Amanda, que desde cedo percebeu sentir-se atraída por objetos, mais especificamente por candelabros. “Sempre amei a aparência de lustres e quando vi o meu primeiro lustre, Luna, foi amor à primeira vista”, revelou ao jornal britânico Daily Mail.
Não… o Lumière não foi o primeiro amor na vida de Amanda e nem é o único. A jovem possui uma coleção de 25 lustres e considera ter um ‘relacionamento aberto’ com todos eles. Confessou inclusive preferir passar as noites aninhada com Jewel, um outro candelabro: “Por exemplo, eu adoro beijar e abraçar o Lumière, mas durmo com Jewel todas as noites, já que ele é portátil e muito fácil de aconchegar”.
Por consciência pesada ou como prova do seu amor, Amanda resolveu tatuar a imagem de Lumière no próprio antebraço – como pode ver na galeria de imagens acima. A tatuagem desenhada por Alice Perrin, do programa de televisão Tattoo Fixers, emitido na E4, demorou cerca de hora e meia até ficar concluída.
Apesar de toda a coleção que anima Amanda, a jovem garante estar noiva de Lumière. Mas, para já, não existem grandes planos para a cerimónia: “Ainda não temos nada reservado, tenho amigos em todo o mundo e quero que todos estejam lá”.
Assumindo-se claramente uma apaixonada por objetos, Amanda revelou ainda que o seu primeiro amor foi uma bateria, aos 14 anos. E confessou também que há muito ama a Estátua da Liberdade, monumento ao qual deu a alcunha íntima de Libby.

Jornal de Notícias shared a link.

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Daily Mail Australia posted an episode of Only In Australia.
This is why Americans are so scared of Australia! 😱🐍 🕷️
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[PADECER DE DESIMPORTÂNCIA]
«No fundo, tornei-me igual a toda esta gente. Padeço de desimportância. É uma forma de se vegetar em paz.
(…) Esta sociedade, padecendo de desimportância, lisonjeia seja quem for que fale dela. Não aqui. No resto do mundo, percebes? E nada de visões críticas. Visões construtivas, é quanto exigem. Construtivo é, por exemplo, um artigo sobre a delícia da paisagem, os santos costumes do povo, festas, romarias e milagres. Quando acreditaram na tua dedicação à etnografia, julgaram-se propagandeados por esse mundo fora. Depois…»
«Memória da Terra», 2.ª ed. Companhia das Ilhas, 2018.
