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casa típica de s miguel (já não existe)
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A Palhaça
Casa coberta de palha.
O chão totalmente de terra batida.
Era coberto de verduras tais como Cedro, Junça, com ervas de cheiro salva, Maria Luisa (Lucia Lima. Nas paredes eram pendurados Rosas do Japão em vasos de canudo, e outras flores.As paredes raramente eram rebocadas de barro e eram caiadas por dentro para dar mais luz e tornavam as casas mais saudareis. No interior no inicio era dividido o espaço por cortinas e mais tarde por por madeira chamadas de Tabico.A iluminação era de candeia com azeite de Baga de Loureiro, óleo de peixe Gata, Baleia e muito mais tarde de candeeiro de petróleo que vinham de Inglaterra mais tarde também da América.. Curiosidades Este tipo de casa até aos anos 60 dos anos XX ainda existiam nos Arrifes, Candelária, Mosteiros Sete Cidades e outros locais de São Miguel Açores.Assim foi em tempos antigos

miniaturas de sonho
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pausa para exercício no escritório
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E se algo assim fosse fornecido a você durante os intervalos no escritório? 😂😂

tradução portuguesa da conhecida obra Die portugiesische Grammatikschreibung von 1540 bis 1822
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On 08-Feb-19 10:07, Rolf Kemmler wrote:
CAr@s amig@s,
é com grande prazer que posso divulgar que acaba de ser publicada a tradução portuguesa da conhecida obra Die portugiesische Grammatikschreibung von 1540 bis 1822: Entstehungsbedingungen und Kategorisierungsverfahren vor dem Hintergrund der lateinischen, spanischen und französischen Tradition (Tübingen, 2000). Trata-se de uma tradução levada a cabo por Jaime Ferreira da Silva (Bochum), tendo a edição sido preparada por mim, sempre em estreita colaboração com a autora, Dr. phil. habil Barbara Schäfer-Prieß (Universidade de Munique).
Em nome da autora, agradeço ao Centro de Estudos em Letras a disponibilidade de fazer um serviço à comunidade científica interessada, ao assumir a publicação do livro dentro da sua “Coleção linguística”. Neste âmbito, os nossos agradecimentos muito especiais vão ao Carlos Assunção e ao Gonçalo Fernandes pela bondade de terem aceite o repto de fazer acompanhar o livro pela sua nota introdutória e, enfim, as colegas Sónia Coelho e Susana fontes, sem cuja revisão cuidadosa a presente edição portuguesa não seria a mesma!
A partir de hoje, o livro está a ser divulgado pelo CEL em formato digital (pdf). Leiam, divulguem, citem à vontade. Caso queiram fazer comentários, podem contactar diretamente com a autora (barbara.schaefer@romanistik.uni-muenchen.de). Caso encontrem gralhas, estas são da minha responsabilidade, pelo que vos peço que mas apontem a mim.
Para fins bibliográficos, junto vos envio também a respetiva referência:
Schäfer-Prieß, Barbara (2019): A Gramaticografia Portuguesa até 1822: Condições da sua génese e critérios de categorização, no âmbito da tradição latina, espanhola e francesa, Nota introdutória de Carlos Assunção e Gonçalo Fernandes, Tradução de Jaime Ferreira da Silva, Edição de Rolf Kemmler, Revisão de Sónia Coelho e Susana Fontes, Vila Real: Centro de Estudos em Letras; Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Coleção Linguística; 14) ISBN: 978-989-704-369-7; e-ISBN: 978-989-704-370-3.
Abraço amigo
Rolf Kemmler
—
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Publicação do livro “A Gramaticografia Portuguesa até 1822: Condições da sua génese e critérios de categorização, no âmbito da tradição latina, espanhola e francesa”.eml
| Subject:
Publicação do livro “A Gramaticografia Portuguesa até 1822: Condições da sua génese e critérios de categorização, no âmbito da tradição latina, espanhola e francesa” |
| To:
.com |
CAr@s amig@s,
é com grande prazer que posso divulgar que acaba de ser publicada a tradução portuguesa da conhecida obra Die portugiesische Grammatikschreibung von 1540 bis 1822: Entstehungsbedingungen und Kategorisierungsverfahren vor dem Hintergrund der lateinischen, spanischen und französischen Tradition (Tübingen, 2000). Trata-se de uma tradução levada a cabo por Jaime Ferreira da Silva (Bochum), tendo a edição sido preparada por mim, sempre em estreita colaboração com a autora, Dr. phil. habil Barbara Schäfer-Prieß (Universidade de Munique).
Em nome da autora, agradeço ao Centro de Estudos em Letras a disponibilidade de fazer um serviço à comunidade científica interessada, ao assumir a publicação do livro dentro da sua “Coleção linguística”. Neste âmbito, os nossos agradecimentos muito especiais vão ao Carlos Assunção e ao Gonçalo Fernandes pela bondade de terem aceite o repto de fazer acompanhar o livro pela sua nota introdutória e, enfim, as colegas Sónia Coelho e Susana fontes, sem cuja revisão cuidadosa a presente edição portuguesa não seria a mesma!
A partir de hoje, o livro está a ser divulgado pelo CEL em formato digital (pdf). Leiam, divulguem, citem à vontade. Caso queiram fazer comentários, podem contactar diretamente com a autora (barbara.schaefer@romanistik.uni-muenchen.de). Caso encontrem gralhas, estas são da minha responsabilidade, pelo que vos peço que mas apontem a mim.
Para fins bibliográficos, junto vos envio também a respetiva referência:
Schäfer-Prieß, Barbara (2019): A Gramaticografia Portuguesa até 1822: Condições da sua génese e critérios de categorização, no âmbito da tradição latina, espanhola e francesa, Nota introdutória de Carlos Assunção e Gonçalo Fernandes, Tradução de Jaime Ferreira da Silva, Edição de Rolf Kemmler, Revisão de Sónia Coelho e Susana Fontes, Vila Real: Centro de Estudos em Letras; Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Coleção Linguística; 14) ISBN: 978-989-704-369-7; e-ISBN: 978-989-704-370-3.
Abraço amigo
Rolf Kemmler
.Schäfer-Prieß – 2019 – Die portugiesische Grammatikschreibung von 1540 bis 1822 – CEL Lingui´stica 14 (08.02.2019)
teste de operador de grua
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e cá como será???
Exame de habilitação para operador de gruas, escavadeiras e afins na Alemanha🤔🤔🤔
💪👏🏻👏🏻👏🏻😀😀😀😀😂😂😂😂

milhares de fotos de Timor muito antigas até ao início do séc 21…
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Ana Monteiro and António Gil shared a link.
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A YouGov poll indicated that a third of Americans aged 18 to 24 were unsure of the shape of our planet, in spite of scientific proofs from Pythagoras to Nasa. Why has this happened now, and what does it tell us about society today?
speaking Japanese
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