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Macau, onde a pobreza vive paredes meias com o luxo
A Portugalidade como fraca cantiga Moisés L Martins
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O dedo na ferida da ‘portugalidade’ – “uma fraca cantiga” -, por Moises Lemos Martins, no Correio do Minho de hoje
“A traços largos, são estes os termos do debate e é este o contexto histórico, que enquadram a tese de doutoramento em Ciências da Comunicação, que Vítor de Sousa defendeu, em 2015, na Universidade do Minho. Entretanto publicada em livro, Vítor de Sousa apresentou Da “portugalidade” à lusofonia, na sexta feira passada, 8 de fevereiro, na sua terra natal, em Penafiel, no salão da Biblioteca Municipal, apinhado de gente, calorosa e interessada.
E foi este, igualmente, o ponto de partida para a entrevista, que concedi ao programa No Interior da Cultura, da Antena 2 da RDP, transmitido, também, na sexta feira passada. Foi meu objetivo apresentar publicamente o Museu Virtual da Lusofonia, uma plataforma informática de cooperação académica, sobre as relações interculturais no espaço dos países de língua portuguesa.

mitos dos carros elétricos
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Só lendo…

Carlos Tavares – O homem que não deixa que lhe lavem o cérebro.
Carlos Tavares (CEOA da PSA): ” o Mundo é louco. O facto de as autoridades nos terem pedido para ir numa direcção tecnológica, a do veículo eléctrico, é um grande ponto de viragem.
Não gostaria que daqui a 30 anos se descobrisse algo que não é tão bonito como parece, sobre a reciclagem de baterias, a utilização de matérias raras do planeta, sobre as emissões electromagnéticas da bateria em situação de recarga?
Como é que vamos produzir mais energia elétrica limpa?
Como fazer para que a pegada de carbono do fabrico de uma bateria do veículo elétrico não seja um desastre ecológico?
Como assegurar que a reciclagem de uma bateria não seja um desastre ecológico?
Como encontrar suficiente matéria-prima rara para fazer as pilhas e os químicos das baterias na duração?
Quem trata a questão da mobilidade própria na sua globalidade?
Quem está agora a colocar a questão de forma suficientemente ampla de um ponto de vista social para ter em conta todos estes parâmetros?
Preocupo-me como cidadão, porque, como fabricante de automóveis, não sou audível.
Toda esta agitação, todo este caos, vai virar-se contra nós, porque teremos tomado decisões erradas em contextos emocionais.”
Stéphane Homem, Director do Observatório da energia nuclear:
“O ciclo de vida de um veículo eléctrico torna-o tão poluente como um veículo térmico”.
Subsidiar não faz sentido, explica Stéphane Homem.
O fabrico das baterias é tão emissor de Co2 que é necessário ter percorrido de 50 000 a 100 000 km de carro eléctrico.
Para começar a ser menos produtor de Co2 do que um carro térmico. 15 a 30 km por dia, 365 dias por ano, durante 10 anos!
AFP / Daniel Roland: “Ora, ao contrário do que acreditam a maioria das pessoas, sujeito a uma propaganda contínua das políticas e industriais, o carro elétrico não é mais virtuoso para o clima do que o carro térmico, gasolina ou diesel”. Estas são as conclusões de um estudo, já antigo, da agência do ambiente e do controlo da energia (ademe), ignorado deliberadamente pelo governo (elaboração de acordo com os princípios da acv dos balanços energéticos, das emissões de gás em efeito de estufa e outros impactos ambientais induzidos pelo conjunto das vias de veículos eléctricos e de veículos térmicos até 2012 e 2020, (Novembro de 2013)
Sabendo que estes carros servem essencialmente para trajectos curtos, é provável que a quilometragem necessária para se estimar “Virtuoso” nunca será atingida.
Além disso, todo o co2 emitido por um carro eléctrico é enviado para a atmosfera antes mesmo de ter percorrido um quilómetro, enquanto que, por outro lado, está-se a tentar fazer passar a ideia de que o carro eléctrico não emite partículas finas, mas, como assinala a revista ciência e vida (Janeiro de 2015): “os pneus, os travões e o desgaste das estradas emitem quase tantas micropartículas como os gases de escape.
O carro elétrico emite menos partículas do que o carro térmico, uma vez que não tem um escape, mas tem muitos freios, pneus, e rola sobre o alcatrão!
No final, o carro eléctrico não é mais ecológico do que o carro térmico. O dinheiro público consagrado ao seu desenvolvimento é, por conseguinte, totalmente injustificado, tratam-se de somas astronómicas:
• O GOVERNO LANÇOU UM PLANO DE INSTALAÇÃO DE 7 milhões de terminais de recarga por cerca de 10 000 euros cada, ou seja, um custo de cerca de 70 mil milhões de euros.
É também aliás vulgar, ver os eleitos de pequenos municípios, acreditando fazer um gesto pelo ambiente, quebrar o mealheiro municipal para se oferecer um posto de carregamento;
O BÓNUS “Ecológico” à compra de um carro eléctrico ultrapassa 10 000 € por veículo, muitas vezes completado por um prémio da região.
Quase todos os compradores são famílias ricas, pois estes veículos são muito caro,: uma vez mais, o dinheiro de todos é oferecido aos mais privilegiados.
Na realidade, no país do átomo, todos os meios são bons para “impulsionar” o consumo de electricidade, em baixa contínua há anos.
Porque o carro eléctrico em França pode ser considerado como um “carro nuclear”: quase todos os terminais de recarregamento instalados são ligados à rede eléctrica normal, que é em cerca de 80 % nuclear.
Não devemos deixar-nos levar pelas declarações do Sr. Bolloré e os seus Autolib (Paris), Bluecub (Bordéus) e Bluely (Lyon), que asseguram que as baterias são recarregadas com recurso a energias renováveis, tratam-se apenas de jogos de escrita, a electricidade utilizada é a mesma que noutros locais.
Não estamos a fazer aqui a promoção do automóvel térmico, ela própria uma calamidade ambiental.
Mas, precisamente, ninguém teria a ideia de oferecer 10 mil euros à compra de um carro diesel, reservar-lhe lugares de estacionamento e encher o seu tanque com preço partido…
É uma análise muito boa que demonstra que as nossas políticas (e os verdes) fazem-nos um espectáculo:
A paranóia do diesel só diz respeito aos automobilistas!!!
Os veículos pesados, autocarros, navios, estão excluídos!
Só para situar o grau de paranóia dos mais virulentos críticos do veículo diesel, é necessário revelar-lhes os dados da indústria marítima que demonstrou que, considerando o tamanho dos motores e a qualidade do combustível utilizado, os 40 maiores navios – Cargueiros do mundo poluem tanto como todos os 760 milhões de automóveis do planeta.
Sabe, estes porta-contentores que nos alimentam em produtos que se fabricava nas nossas fábricas deslocalizadas, hoje em dia, queimam cada um 10.000 toneladas de combustível para uma viagem e regresso entre a Ásia e a Europa.
Estes infelizes 40 navios fazem parte de uma frota de 3.500, aos quais há que acrescentar os 17.500 petroleiros que compõem o conjunto dos 100.000 navios que percorrem os mares.
Para não deixar o domínio marítimo, recorde-se que a frota de recreio francesa é de cerca de 500.000 unidades, dos quais 5.000 iates com mais de 60 metros, e que o mais médio destes queima cerca de 900 litros de combustível em apenas uma hora, enquanto os 24 % de lares franceses que se aquecem ao fuelóleo têm dificuldade em encher o seu tanque para o inverno.
Para continuar no caminho da esquizofrenia paranóica, vamos ter em conta toda a frota de pesca e os 4,7 milhões de veículos pesados em trânsito através da França e milhares de aviões que percorrem o céu.
Para completar esta pequena fábula, não esqueçamos o indispensável domínio agrícola em que o consumo médio de energia é de 101 litros de combustível por hectare.
Isso também prova que os jornalistas são comprados pelo poder para calar a boca e lavar-nos os cérebros.
o túnel já está construído, agora falta construir a montanha
1957 vulcão dos Capelinhos
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Luis Sao Bento shared a video.

Mais um excelente vídeo, este acerca do vulcão dos Capelinhos ![]()
Documentário da Delegação da Horta da RTP Açores, sobre o Vulcão dos Capelinhos, no Faial, Açores, que ocorreu em 1957.
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=BH1-1ba8Png
crianças perigosas (imagine quando chegarem à escola)
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This video always scares me😂


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Como ser feliz? Os 11 conselhos de Aristóteles… volta, tudo o que falta na sociedade atual
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Qualquer outra interpretação, destas 10 virtudes, no meu ponto de vista, está errado.
As 10 virtudes aristotélicas para alcançar “eudaimonia” ou seja “floração humana” (felicidade, bem estar)
1-Elegibilidade, 2-Força, 3-Tolerância, 4-Generosidade, 5-Modéstia,
6-Veracidade, 7-Graça, 8-Sociabilidade, 9-Decoro, 10-Justiça.


Quando se trata de alcançar a felicidade, a maioria das pessoas se pergunta: “O que devo fazer?” Não é estranho, imbuído como estamos na cultura do fazer e da plena ocupação do tempo até que não haja mais um minuto. Os grandes filósofos, no entanto, se perguntavam: “Que tipo de pessoa devo ser?”
O segredo está no equilíbrio
Muitos grandes pensadores costumavam recorrer à ética da virtude em busca de respostas. Aristóteles, um dos filósofos mais influentes de todos os tempos, desenvolveu um sistema integral de virtude que podemos perfeitamente pôr em prática nos tempos modernos para alcançar um estado de equilíbrio emocional e paz interior no qual a felicidade naturalmente floresce.
De fato, seu sistema de ética da virtude é especialmente projetado para nos ajudar a alcançar a “eudaimonia”, uma palavra muito interessante que geralmente é traduzida como “felicidade” ou “bem-estar”, mas que na verdade significa “floração humana”.
Isso significa que Artistóteles pensava que a felicidade é o resultado de um modo de vida e um modo de ser, que surge quando somos capazes de desenvolver nosso potencial como pessoa e construir um sólido “eu”. O que é esse modo de viver?
Aristóteles pensava que o segredo estava em equilíbrio, uma ideia relacionada a outros sistemas filosóficos como o budismo. Este filósofo pensava que uma vida de abstinência, privação e repressão não leva à felicidade ou a um “eu” completo. Mas uma vida hedonista também não é o caminho, uma vez que os excessos geralmente geram uma forma de escravidão ao prazer, gerando no final um vazio existencial.
“A virtude é uma posição intermediária entre dois vícios, um por excesso e o outro por padrão”, escreveu ele. E para desenvolver a virtude, devemos simplesmente aproveitar todas as oportunidades que surgem, uma vez que não se trata de conceitos teóricos, mas de atitudes, decisões e comportamentos que devem guiar nossas vidas.
As 10 virtudes aristotélicas para alcançar eudaimonia
Em Nicomachean Ethics, o livro mais conhecido de Aristóteles escrito no século IV aC. C., elenca as virtudes que devemos desenvolver para alcançar eudaimonia:
1. Elegibilidade. É a capacidade de controlar nosso temperamento e as primeiras reações. A pessoa paciente não fica muito zangada, mas também não pára de ficar com raiva quando tem razões para isso.
2. Força. É o ponto intermediário entre a covardia e a imprudência. A pessoa forte é aquela que enfrenta perigos por estar ciente dos riscos e tomar as precauções necessárias. Trata-se de não correr riscos desnecessários, mas também de evitar os riscos necessários para crescer.
3. Tolerância. É o equilíbrio entre o excesso de indulgência e intransigência. Aristóteles pensava que é importante perdoar, mas sem cair no extremo de passar tudo, deixando que os outros atropelem nossos direitos ou deliberadamente nos machuquem sem responder. Tão negativo é ser extremamente tolerante como extremamente intolerante.
4. Generosidade. É o ponto intermediário entre a mesquinhez e a prodigalidade, trata-se de ajudar os outros, mas não de nos dar tanto que nosso “eu” seja diluído.
5. Modéstia. É a virtude que está no ponto intermediário entre não se dar crédito suficiente pelas conquistas feitas devido à baixa auto-estima e ter um ego excessivo que nos faz pensar que somos o centro do universo. Trata-se de reconhecer nossos erros e virtudes, assumindo as responsabilidades que nos correspondem, nem mais nem menos.
6. Veracidade. É a virtude da honestidade, que Aristóteles coloca em um ponto justo entre a mentira habitual e a falta de tato para dizer a verdade, para que a pessoa se torne um camicaze da verdade. Trata-se de avaliar o alcance de nossas palavras e dizer o que é necessário, nem mais nem menos.
7. Graça. É o ponto médio entre ser um palhaço e ser tão hostil que somos rudes. É um saber ser, para que outros gostem da nossa empresa.
8. Sociabilidade. Muito antes de os neurocientistas descobrirem que temos que escolher nossos amigos com cuidado, pois nossos cérebros acabarão se assemelhando aos seus, Aristóteles já nos advertiu do perigo de sermos sociáveis demais com muitas pessoas, bem como da incapacidade de fazer amigos. O filósofo acreditava que deveríamos escolher nossos amigos com cuidado, mas também cultivar esses relacionamentos.
9. Decoro. É o ponto médio entre ser muito tímido e ser sem vergonha. Uma pessoa decente respeita a si mesma e não tem medo de cometer erros, mas não cai em insolência ou impertinência tentando passar sobre os outros. Ele está ciente de que todos merecem ser tratados com respeito e exigem o mesmo respeito por si mesmos.
10. Justiça. É a virtude de lidar de forma justa com os outros, a meio caminho entre o egoísmo e o total desinteresse. Consiste em levar em conta tanto as necessidades dos outros quanto as próprias, para encontrar o meio termo que nos permita tomar decisões mais justas para todos.
A coisa mais interessante sobre a proposta de Aristóteles é que há espaço para erro, para cometer erros, aprender e melhorar sem sentir que somos pessoas más ou que não conseguiremos alcançá-lo. O que você acha?
Traduzido e adaptado do site DespiertaCultura
a invasão das vacas-Já não há vacas como antigamente
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Já não há vacas como antigamente 😂😂😂😂

Video: Shoppers udderly helpless as cows browse Lantau’s Fusion supermarket … Vid: Facebook user Cheuk Nang Chan. #hongkong 
@hongkongfp #cows
timor na memória chrys 1973-1975 vídeos vários
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2016 timor NA MEMORIA 1 montalegre 08 45 https://youtu.be/ccYFO2HL-KY
2016 Timor NA MEMORIA 1 lomba da maia 08 15 https://youtu.be/fWq_oma1-VA







