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Source: Porque razão o Algarve foi um Reino até 1910? | VortexMag
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We introduce to you the Azores Outdoor Stories. A series of video episodes that show how authentic a visit to the Azores Islands can be, surrounded by the never-ending Nature activities and scenario of our Archipelago. Stay tuned to www.outdoorstories.co/azores
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Stunning glass beads – with a rare blue color due to Cobalt impurities in the glass composition – were found in Danish Bronze Age burials dating to 3400 years ago.
The blue glass beads were analyzed using plasma-spectrometry, a technique that enables comparison of trace elements in the beads without destroying them. The result proved that the rare blue beads came from a glass workshop in Nippur, Mesopotamia, about 50 km southeast of today’s Baghdad in Iraq. This glass workshop was the same workshop that made the blue beads buried with the famous boy-king Tutankhamen in Egypt.
The discovery proves that there were established trade routes between the far north and Levant as early as the 13th century BCE. (Link courtesy Eleanor Wynn)
The Mesopotamian glass beads found in the graves in Denmark indicate that trade between Nordic countries and Egypt-Mesopotamia was established already 3000 years ago. Conversely, Nordic amber has been found as far south as in Mycenae, Greece and at Qatna, near Homs in Syria.

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Calheta de Pêro de Teive: uma doação disfarçada
Os que destruíram a Calheta de Pêro de Teive, os que a abandonaram e os que a traíram deviam pôr a mão na consciência. Ainda está a tempo de gritar “NÃO” a um enorme hotel na Calheta. De resto, é preciso não esquecer que o espaço onde o privado pretende construir o hotel acabará por ser uma doação, porque mesmo que a concessão seja suspensa o privado não vai demolir o edifício, que ali ficará, pois, para sempre. Mas sobre essa doação de um espaço público, não assumida mas efectiva, os poderes públicos também nunca falam.
A nossa terra não pode ser vendida a “pataco” ou a troco de milhões. O dinheiro é importante, com certeza, mas a população é mais importante. E, assim sendo, demolidas como se espera as galerias inacabadas e abandonadas há cerca de doze anos, o espaço deveria ser convertido numa praça ou num jardim público, como estava inicialmente previsto, sem mais interesses privados à mistura.
Que se anule enquanto é tempo a concessão dos terrenos conquistados ao mar!!! Haja lucidez, audácia e amor à nossa terra! Sim, amor à nossa terra, um valor que vai, de facto, rareando, face a interesses, que tudo dominam. O Governo Regional dos Açores (PS) e a Câmara Municipal de Ponta Delgada (PSD) estão mandatados pelo voto popular é para defender a nossa terra e a sua população: não podem ser, pois, uma espécie de agentes imobiliários, entregando a privados o que é de todos nós, só porque há milhões em jogo.
Como já disse, se ser fiel à Calheta e à sua memória é um crime, como parece que para muitos é, então eu não me importo de ser criminoso, mesmo sem cadastro oficial. Não é uma questão de teimosia, mas eu não entendo a solução prevista para a Calheta – a construção de um hotel com uns espaços verdes em frente que só vão beneficiar acima de tudo o próprio hotel -, como também não entendo certas concordâncias, cumplicidades e silêncios.
Eu não exijo a Calheta de volta, porque isso é impossível: exijo, sim, que não cometam mais erros nesta zona da cidade de Ponta Delgada!
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Opinião de Miguel Esteves Cardoso, no jornal Público de 9 de Março de 2019.
A tragédia do vinho do Porto é ser muito bom – mas quase ninguém sabe.
Habituei-me ao longo da minha vida a surpreender pessoas que juram não gostar de vinho do Porto através do simples expediente de lhes apresentar um bom vinho do Porto.
Eis uma tragédia: só um em cada cem portugueses teve a sorte de provar um bom vinho do Porto.
É por isso que os portugueses não bebem vinho do Porto.
É preciso dizê-lo: porque o vinho do Porto que toda a gente conhece é uma merda doce.
É sumo de uva com álcool de 70 graus.
Para beber um bom vinho do Porto é preciso beber no mínimo um Tawny de dez anos ou um Colheita com um mínimo de dez anos.
Note-se que se fosse eu a mandar não permitiria um Tawny com uma média inferior a 20 anos.
Quando um amigo me pergunta que vinho do Porto deve comprar respondo sempre um Porto vintage (envelhecido em garrafa) ou um Tawny de 20 anos (envelhecido em pipa).
Quem quisesse defender o sector do vinho do Porto deveria restringir a categoria Ruby aos LBV e a categoria Tawny aos tawnies de 20 anos, proibindo as aberrações xaroposas que são os rubis e os tawnies mais novos.
Proibiria também os “reservas especiais” com sete ou oito anos.
Conheço bem o vinho do Porto mais vendido do mundo – o Cockburns Special Reserve – e é horrível, incrivelmente doce e grosseiro.
O que as pessoas conhecem como sendo vinho do Porto é razão suficiente para fugir do vinho do Porto para toda a vida.
A tragédia é que nunca conhecem a glória e o prazer dos bons vinhos do Porto, tão diferentes uns dos outros.
Como é uma bebida artificial – muito mais artificial e alcoolizado do que os vinhos de Jerez e Montilla -, o vinho do Porto precisa do envelhecimento e da oxidação.
Permitiria entre o Ruby (LBV e Vintage) e o Tawny (Tawny com uma média mínima de 20 anos) uma categoria Ruby-Tawny para os actuais tawnies de 10 anos e os colheitas com dez anos de idade.
Uma alternativa seria usar Young Ruby para os LBV e Young Tawny para os Tawnies de dez anos.
Sendo filho de pai português e mãe inglesa dou comigo a achar ridículo estar a usar palavras inglesas e portuguesas.
Por que raio de razão colonialista é que continuamos a usar palavras inglesas?
Não será falta de consideração pelos ingleses?
Não serão eles capazes de aprender tinto, retinto, alourado, tinto-alourado, etc.?
Será mesmo necessário dizer single harvest em vez de colheita?
Será até necessário dizer colheita?
Não bastaria o ano, como se faz nos vinhos de mesa?
Porque é que os tawnies de 20 anos são tão bons?
Porque são criações dos blenders das casas de vinho do Porto.
Eles recorrem a todas as reservas que têm: podem usar vinhos com mais de cem anos e outros muito jovens, para dar acidez e brilho.
Escusado será dizer que um Tawny de 20 anos pode não ter um único pingo de vinho com 20 anos.
Os tawnies de 20 anos são muito bons porque empregam os conhecimentos e os gostos das pessoas que percebem de vinho do Porto.
O Porto vintage – que só envelhece dois anos em pipa – é o contrário.
A intervenção humana é mínima.
Um grande vintage é uma celebração da natureza.
São as mesmas cabeças que fazem milagres com os rubis e tawnies mais novos – mas são forçados, por causa dos preços absurdamente baixos, a usar vinhos que são novos de mais, que ainda não estão prontos.
Em contrapartida, se os meus amigos me pedissem um Tawny de 20 anos que não prestasse eu não seria capaz de me lembrar de um único exemplo.
Existirão, mas só para os profissionais que fazem provas.
Para um consumidor normal como eu que confia numa dúzia de produtores e nunca foi desiludido é coisa que não conheço – felizmente.
Habituei-me ao longo da minha vida a surpreender pessoas que juram não gostar de vinho do Porto (ou vinho da Madeira ou Moscatel) através do simples expediente de lhes apresentar um bom vinho do Porto (ou vinho da Madeira ou Moscatel).
Há também quem tenha (como eu já tive) a mania que não gosta de vinhos doces.
A razão é sempre a mesma: porque só conhece os vinhos doces maus e baratos.
São os consumidores que obrigam as casas de vinho do Porto a produzir quantidades imensas de mau vinho do Porto.
Querem pagar 6 euros por uma garrafa que se abre no Natal para acompanhar o bolo-rei?
Ei-lo, meu amigo, e que nunca lhe façam falta os 24 euros que poupou ao não comprar um vinho do Porto que prestasse.
Tenho mais para dizer – mas fica para a semana.
https://www.google.com/…/tragedia-vinho-porto-bom-quase…/amp

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maromác zangou-se
as ribeiras transbordantes
em díli nada mudou
tudo alagado como dantes
décadas depois
nem os milhões do petróleo
dominam as águas
passados quarenta anos
sem dinheiro para voltar
dominam-me as mágoas
a minha saudade
rima com verdade

Depois da tempestade
Agora no Largo de Lecidere.
Hafoin udan bo’ot.
Claudio Savaget Timor-Leste is with Geiza Marques d’Oliveira at Dili,Timor Leste – East Timor.
DOMINGUEIRA HUMIDA
Depois da tempestade
Agora no Largo de Lecidere.
Hafoin udan bo’ot.

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31º Colóquio da Lusofonia AICL 12-15 abril 2019 

(re) descobri a gravação da minha primeira curta entrevista a Dom Carlos Ximenes Belo em Timor ocupado pela indonésia em 1989…
a primeira entrevista que lhe fiz para a Rádio Comercial, RDP, Lusa, TDM RTP (Macau), pensei que estava perdida mas recuperei a cassete…
um documento histórico pelo seu significado. ouça-a aqui ou aqui https://blog.lusofonias.net/?p=61326


