uma nova igreja como deve ser (John Cleese)

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Gustaaf Robert van Manen shared a video.

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Films For Action

Comedian John Cleese is taking advantage of the huge tax breaks given to churches by founding a new one – The Church of JC Capitalist. Praise be the almighty $.

todo o soldado precisa de um bom sargento

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João Filipe Gonçalves Tolentino shared a post.

 

Just now

🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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Marcos Peres

A importância de um SGT na equipe !!! 👇😎

JOEL NETO POR VICTOR RUI DORES

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Primeira recensão a «A Vida no Campo: Os Anos da Maturidade (vol. II)». Já em publicação pela generalidade dos jornais açorianos e da diáspora, com assinatura de Victor Rui Dores:

«Estamos perante a mesma fluidez e frescura narrativas que despertam em nós o tal “plaisir du texte” de que falava Roland Barthes. (…) Joel Neto disseca a sua alma – como Vernet agarrado ao mastro do navio para estudar a tempestade. (…) A impressão digital do seu autor: um apego à transitoriedade dos dias e um amor incondicional à terra.»

«Na sua urbana ruralidade e com música de jazz em fundo, Joel Neto está atento às sementeiras, colhe os frutos da terra, assiste ao crescimento dos castanheiros, das laranjeiras, dos metrosíderos, das araucárias. (…) Um escritor telúrico e sensorial que lança olhares muito humanos às pessoas que o rodeiam e que já foram ou hão-de vir a ser personagens nos seus livros de ficção.»

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(VERSÃO COMPLETA)

«A Vida no Campo: Os Anos da Maturidade (vol. II)», de Joel Neto

“Eis o que viver no campo nos traz: a paisagem ganha nome.” (pág. 129)

Já velho, cansado e descrente dos homens, Alexandre Herculano (1810-1877) deixou um dia Lisboa (“cidade de muitas e desvairadas gentes”) e recolheu-se à vida no campo: fez-se lavrador na sua Quinta de Vale de Lobos e, durante os dez anos que antecederam a sua morte, plantou vinhas e olivais e ali redigiu parte das suas mais importantes obras.
Num outro milénio, e por motivos e motivações totalmente diferentes, o ainda jovem escritor Joel Neto também um dia deixou a capital, e, instalando-se num lugar que é seu, escolheu os Dois Caminhos, freguesia da Terra Chã, ilha Terceira, para trabalhar a escrita e a terra, tarefas que vai cumprindo com igual empenho e rigor.
Estamos na presença de um autor que vive para escrever e escreve para viver – rodeado de uma paisagem que se humaniza e na companhia de Catarina, sua amada, e de dois canídeos que são gente: Melville e Jasmim.
Com efeito, em «A Vida no Campo: Os anos da Maturidade, vol. II», (Cultura Editora, 2019) está a impressão digital do seu autor: um apego à transitoriedade dos dias e um amor incondicional à terra. Terra que ele planta e a que dá vida, pois que conhece os seus segredos e significados interiores. E ao longo das quatro estações (que pontuam e dividem o livro em capítulos), monda e roça, trata do seu jardim, cuida do seu quintal, prepara o seu pomar e (re)ergue muros de pedra – sempre com a preciosa ajuda do Chico, do Fábio, do Francisco, do Primo, do Sr. Francisco e outros amigos.
Na sua urbana ruralidade e com música de jazz em fundo, Joel Neto está atento às sementeiras, colhe os frutos da terra, assiste ao crescimento dos castanheiros, das laranjeiras, dos metrosíderos, das araucárias… E delicia-se com os cheiros e os aromas das rosas, das magnólias e das buganvílias, (d)escrevendo tudo isto por ser observador infatigável do real e escritor telúrico de agudíssima sensibilidade.
Um escritor telúrico e sensorial que lança olhares muito humanos às pessoas que o rodeiam e que já foram ou hão-de vir a ser personagens nos seus livros de ficção a haver. Tal como em «A Vida no Campo (vol. I, 2016), estamos perante a mesma fluidez e frescura narrativas que despertam em nós o tal “plaisir du texte” de que falava Roland Barthes. (A propósito, é de antologia o texto sobre o tabaco, págs. 148 a 151).
Mas a vida no campo não é só sombra e recolhimento, deleite e aconchego. É também inquietação, reflexão profunda, evocação (de gente que entretanto vai falecendo, por exemplo), memórias, registo (íntimo e intimista) de ideias, pontos de vista, emoções, sentimentos, opiniões, interrogações e reacções relativamente a pessoas, coisas e acontecimentos, dentro e fora dos Açores.
Nas 220 páginas do livro, Joel Neto disseca a sua alma – como Vernet agarrado ao mastro do navio para estudar a tempestade. Vivendo numa ilha, este escritor questiona ainda e sempre: como é possível caber tanto mundo em tão pouca geografia?
VICTOR RUI DORES

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demência, alzheimer, etc…assustador e estamos quase a assistir a isto todos os dias

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Guida Renquinha shared a post.

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Amor Supera Deficiências

Filho chora ao perceber que a mãe esqueceu dele 😭😥

nova definição de repovoamento florestal pelo Dr Pinto da Costa

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Tiago Mota shared a post.

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Aura Guedes

E quando a gente pensa que já ouviu de tudo…
O Prof. José Eduardo Pinto da Costa esclarece:
kkkkkkkkk
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Visão | O ambientalista simplório

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Há um certo tipo de ambientalista que quer sol na eira e chuva no nabal. Que não aceita menos do que um mundo perfeito. Um mundo com azeite barato, mas sem olivais intensivos; com carros elétricos, mas sem prospeção de lítio; com energias renováveis, mas sem barragens nem eólicas; com floresta, desde que seja a do Capuchinho Vermelho. Um mundo que não existe

Source: Visão | O ambientalista simplório

 

O ambientalista simplório

O ambientalista simplórioRoselynCarr/Getty Images
Há um certo tipo de ambientalista que quer sol na eira e chuva no nabal. Que não aceita menos do que um mundo perfeito. Um mundo com azeite barato, mas sem olivais intensivos; com carros elétricos, mas sem prospeção de lítio; com energias renováveis, mas sem barragens nem eólicas; com floresta, desde que seja a do Capuchinho Vermelho. Um mundo que não existe

Oambientalista simplório quer acabar com os combustíveis fósseis. Quer energia limpa, sem emissões de gases com efeito de estufa. Mas não quer barragens, porque as barragens destroem ecossistemas. Não quer eólicas, porque as “ventoinhas” estragam paisagens e perturbam os animais. Não quer energia nuclear, porque produz lixo radioativo.

O ambientalista simplório quer florestas, porque precisamos de árvores para absorver dióxido de carbono da atmosfera. Mas quer escolher as árvores. Não quer eucaliptos, não quer floresta de produção. Quer a floresta do Capuchinho Vermelho, porque sempre viveu na cidade e julga que as florestas são assim. Quer dizer a cada proprietário o que pode plantar e ainda obrigá-lo a tratar do terreno, num serviço gratuito, abnegado, para benefício da “sociedade”.

O ambientalista simplório grita “oiçam os cientistas”, quando os cientistas lhe dizem o que ele quer ouvir. “Oiçam os cientistas: estamos a destruir o planeta com as alterações climáticas.” Mas, quando os mesmos cientistas dizem que “os transgénicos não fazem mal nenhum e podem ser uma mais-valia para o ambiente e para a humanidade”, o ambientalista simplório berra: “Os cientistas estão a soldo das multinacionais.”

O ambientalista simplório quer agricultura biológica, porque não gosta de “químicos”. Mas esquece-se de que tudo são químicos, do oxigénio que respira ao sulfato de cobre usado, tal como centenas de outros produtos “naturais”, na agricultura biológica. Esquece-se de que a agricultura biológica precisa de mais espaço, valioso espaço, para produzir a mesma quantidade que a agricultura convencional, e que esse espaço terá de ser ganho à custa da desflorestação.

O ambientalista simplório quer que toda a gente se torne vegetariana, ou vegan, e acabar com a produção animal. Mas ignora que sem produção animal todo o fertilizante usado para cultivar os seus vegetais terá de ser artificial, e “ai, Deus nos livre dos químicos”.

O ambientalista simplório quer acabar com os jardins zoológicos, porque, não, os animais não podem estar em cativeiro, fechados a vida toda num espaço limitado. Mas abre uma exceção para gatos e cães (e coelhos, vá), menos animais do que os outros. Esses podem viver quase desde que nascem até ao dia em que morrem trancados num apartamento de 50 metros quadrados, que é para o bem deles.

O ambientalista simplório é contra o desperdício alimentar. Mas não quer conservantes na comida nem delícias do mar nem nada que seja feito com restos de comida.

O ambientalista simplório só cozinha com azeite, essa oitava maravilha para a saúde. Mas vocifera contra os olivais intensivos no Alentejo. Produzir azeite em grande quantidade é a única forma de lhe baixar o preço e torná-lo acessível a todos? Os pobres que comam bolos.

O ambientalista simplório chora a morte de cada rinoceronte e tigre. Mas defende com unhas e dentes a medicina tradicional chinesa que está por trás da perseguição a rinocerontes e tigres, para fazer pós milagrosos com os seus cornos e ossos – porque as medicinas alternativas são naturais e, lá está, o que é natural é bom (desde que não seja sal, cogumelos venenosos, arsénio, amianto, mercúrio, antraz, urtigas, malária, raios ultravioletas, etc, etc, etc).

O ambientalista simplório faz campanhas para que se coma “fruta feia”, julgando que os agricultores mandam para o lixo tomates e maçãs que não interessam aos supermercados. Mas ignora que esses tomates e essas maçãs disformes se transformam em ketchup, sumos e outros produtos, que obviamente não são feitos com vegetais e fruta topo de gama.

O ambientalista simplório quer comer peixe. Mas não pode ser capturado no mar, porque a pesca não é sustentável, e não pode ser de aquacultura, porque tem antibióticos, e garantidamente não pode ser geneticamente modificado, porque viu um desconhecido no YouTube que dizia não sabe o quê, já não se lembra bem.

O ambientalista simplório quer que haja mais carros elétricos nas estradas. Mas é contra a prospeção de lítio, essa insustentável fonte de poluição do ar, dos solos, das águas, e escreve-o nas redes sociais, teclando furiosamente no seu telemóvel com bateria de lítio.

TANTO MAR (poema de Manuel Alegre, dedicado a Cristóvão de Aguiar

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José Aguiar shared a link.

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UINTA-FEIRA, 27 DE SETEMBRO DE 2007

Poema “TANTO MAR” de Manuel Alegre, dedicado a Cristóvão de Aguiar. Ilha do Pico – 27.07.2006

Clique nas imagens para as ampliar.

TANTO MAR

A Cristóvão de Aguiar, junto
do qual este poema começou a nascer.

Atlântico até onde chega o olhar.
E o resto é lava
e flores.
Não há palavra
com tanto mar
como a palavra Açores.

Pico 27.07.2006

Manuel Alegre

para não esquecer o 1º volume da trilogia da história de timor

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https://www.academia.edu/35921684/ET_dossier_secreto_73-75_PT_cc0.pdf

 

em ingl~es

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a infindável saga da nova cadeia em PDL 5.6.19

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Crónica 262 a infindável saga da nova cadeia em PDL 5.6.19

INFORMAÇÃO Antena 1 Açores

Volta-face no concurso para a retirada da bagacina na Mata das Feiticeiras, o local onde vai ser construída a futura cadeia de São Miguel. O Gabinete Jurídico do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça acaba de validar a contestação do consórcio Tecnovia – Marques. Tal como tinha avançado a Antena 1 – Açores, a retirada da bagacina foi adjudicada pelo Júri do Concurso ao Consórcio Casanova – Almerio e Cordeiro. Decisão que foi contestada pelo outro consórcio concorrente, formado pela Tecnovia – Marques. Um “volta face” que bem pode acabar no Tribunal. A decisão vai contra a decisão do júri do concurso para a retirada de bagacina da Mata das Feiticeiras, na Lagoa, terreno onde vai ser construída a nova cadeia de São Miguel. Nos últimos dias de Maio, a Antena 1 Açores avançou que o consórcio Casanova – Almerio e Cordeiro tinha sido o vencedor do concurso, no valor de 3 milhões de euros para a retirada da bagacina. O contrato deveria ser assinado ainda esta semana, mas o consórcio Tecnovia – Marques decidiu contestar então a decisão do juri, com base em questões processuais e que passam pela validação de assinaturas na plataforma digital e procurações de poderes. A Antena 1 Açores contactou o consórcio Casanova – Almerio e Cordeiro e para já não há qualquer decisão tomada: o consórcio vai reunir com os seus advogados para decidir o que fazer com este “volta-face”. Há um cenário em cima da mesa: a entrega em Tribunal de uma providência cautelar para suspender a decisão que entrega à Tecnovia – Marques a obra de retirada da bagacina. Uma providência cautelar que por si só leva o assunto à barra da Justiça e que pode fazer arrastar no tempo a decisão sobre que empresas irão, definitivamente, retirar a bagacina da Mata das Feiticeiras.” (CV)

Dizia-me, em tempos, pessoa amiga que o negócio da cadeia de Ponta delgada, que se arrasta há anos, é para se continuar a arrastar. Com a doação do terreno a obrigar à retirada da bagacina, protela-se mais 2 ou 3 anos a fase da construção. Talvez fique mais barato pagar esta fortuna do que começar a construir já, e assim se poupam uns trocos Agora, com esta confusão sobre a adjudicação da retirada da bagacina, o processo vai encravar na rapidez judciária, e daqui a uns anos ainda nada terá sido feito, poupando-se, por mais algum tempo, o investimento de 50 milhões para-a nova cadeia que teria capacidade para 400 presos. Manter-se-ão assim as situações desumanas dos presos na velha cadeia com 150 anos, degradada e sem condições de alojamento individual dos reclusos, nem condições dignas de trabalho para os guardas prisionais.

O estabelecimento de Ponta Delgada apresenta uma situação de sobrelotação grave, sendo preocupantes as condições higienossanitárias, claramente deficientes face ao número de reclusos existentes na mesma cela, configurando tratos degradantes e desumanos tendo lotação para 110 pessoas mas alojando nesta data 196 reclusos. Os cinco anos previstos para a construção do novo estabelecimento prisional serão como as infindas obras de Santa Engrácia?