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Purworejo Police arrest self-proclaimed king and queen of ‘Agung Sejagat’ – National – The Jakarta Post (o auto-proclamado Rei do Mundo javanês diz que havia um pacto de 500 anos celebrado com os portugueses…

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The “royal advisor” claimed that the so-called kingdom had existed since the Majapahit Empire, but a Purworejo official refuted this, saying that it contradicted historical records.

Source: Purworejo Police arrest self-proclaimed king and queen of ‘Agung Sejagat’ – National – The Jakarta Post

 

Shusan Liurai

Notícia que aparentemente nada tem a ver connosco, mas o auto-proclamado Rei do Mundo javanês diz que havia um pacto de 500 anos celebrado com os portugueses…

A socióloga Tânia de Carvalho analisa o congelamento dos bens “empresária” Isabel dos… 

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Source: (4) Watch – Discover

turismo com viagem no tempo

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Na “Quinta do Agricultor” poderá fazer uma viagem no tempo, redescobrindo os aromas, os sabores e as actividades da antiguidade açoriana. Venha descobrir e s…
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Na “Quinta do Agricultor” poderá fazer uma viagem no tempo, redescobrindo os aromas, os sabores e as actividades da antiguidade açoriana. Venha descobrir e s…
Na “Quinta do Agricultor” poderá fazer uma viagem no tempo, redescobrindo os aromas, os sabores e as actividades da antiguidade açoriana. Venha descobrir e s…

Na “Quinta do Agricultor” poderá fazer uma viagem no tempo, redescobrindo os aromas, os sabores e as actividades da antiguidade açoriana. Venha descobrir e sentir por si mesmo, como aconteciam as coisas no passado.

Eventos individuais, ou em grupo, crianças ou adultos, seja qual for o caso, não perca a oportunidade de se deixar levar pela antiguidade, numa quinta repleta de experiências.

Para mais informações contacte a “Quinta do Agricultor” em:

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-3:04

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o mar e os transportes nos açores

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1840, 1872 ou 2020. As infraestruturas portuárias nos Açores sempre foram uma questão fulcral no desenvolvimento económico e social do Arquipélago, sobretudo agora em plena era da globalização.
Estamos e estaremos sempre dependentes do exterior, mas importa reflectir em que pontos podemos ou devemos ser mais auto-suficientes. Esta é também uma questão de sustentabilidade e de Autonomia.

O excerto é de Ferdinand Fouquet, um cientista que visitou por duas vezes os Açores e que descreve as ilhas com o olhar atento e maravilhado de um naturalista do Século XIX.
Os magníficos registos encontram-se neste livro, tradução do Instituto Açoriano de Cultura, com um belo prefácio do Professor Victor-Hugo Forjaz.

“Em 1840, o número de caixas de laranjas enviadas de São Miguel para Inglaterra era somente de 60000 a 80000; em 1850 tinha subido para 175000 (caixas antigas), e no ano passado foi de 600000 (caixas novas). Anteriormente, o transporte era confiado exclusivamente aos veleiros, mas actualmente já uma metade dele é feito por barcos a vapor. O preço do frete até Londres por este meio é de 7,50 francos por caixa e tudo nos leva a pensar que um preço tão elevado tenda a diminuir. Os barcos a vapor encarregados deste serviço fazem oito viagens para Inglaterra entre 15 de novembro e finais de abril. Cada um deles importa em média 5000 caixas. A aplicação deste sistema de navegação constitui um grande progresso, pois o mar que rodeia os Açores está por vezes tão mau durante o Inverno que um veleiro carregado de laranjas só chega a Londres já com a maior parte da carga deteriorada. Há sensivelmente dez anos que, frente a Ponta Delgada, se trabalha na construção de um cais, atrás do qual as embarcações podem já abrigar-se em caso de mau tempo, mas só um barco a vapor pode sair deste refúgio com vento de sudoeste, que infelizmente é o vento dominante, e não é raro que um veleiro já completamente carregado deva esperar semanas, com grave prejuízo para a sua mercadoria, até que um céu mais favorável lhe permita partir. Antes da edificação do cais quase não havia ano que não fosse marcado por acidentes. Ao longo de todo o tempo exigido pelas operações de carga, o comandante do barco devia vigiar atentamente os sinais precursores de uma tempestade e, com frequência, tinha de interromper os trabalhos e dar o sinal de fuga, sob pena de ir naufragar contra a longa linha de falésias de São Miguel. Actualmente, acontecimentos deste tipo já não são de recear e, dado que o comércio de laranjas dos Açores se tornou muito menos aleatório do que noutros tempos, os diversos custos podem ser estimados de uma forma mais segura. Em suma, hoje em dia pode-se dizer que uma laranja de São Miguel, transportada para as bordas do Tamisa no mês de janeiro, custa entre 3 a 4 cêntimos ao comerciante que a adquirir.”

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Mais de 1.000 cristãos foram assassinados por terroristas islâmicos em 2019, na Nigéria

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Uma organização sem fins lucrativos divulgou recentemente um relatório estimando que mais de 1.000 cristãos nigerianos foram mortos este ano em ataques liderados por terroristas Fulani.
“As milícias islâmicas Fulani continuam se engajando em uma política agressiva e estratégica de apropriação de terras em Plateau, Benue, Taraba, Kaduna do Sul e partes do estado de Bauchi”, informou a HART, organização sem fins lucrativos com sede no Reino Unido que rastreia perseguições. “Eles atacam aldeias rurais, forçam os moradores a deixar suas terras e se estabelecerem em seu lugar – uma estratégia que é resumida pela máxima: ‘Sua terra ou seu sangue'”.
Embora o número de mortos seja desconhecido atualmente, os cristãos se tornaram um alvo para o pastor Fulani. O HART estima que mais de 6.000 cristãos foram mortos desde 2015, enquanto 12.000 foram deslocados. Esses números foram baseados em relatórios do governo do estado de Kaduna, na mídia e em notícias de líderes comunitários no estado de Plateau. Embora os pastores fulani pareçam ser os principais autores, o grupo terrorista Boko Haram também matou muitosristãos no estado de Borno.
“Em todas as aldeias, a mensagem da população local é a mesma:‘ Por favor, ajude-nos! Os Fulani estão chegando. Não estamos seguros em nossas próprias casas ”, afirma o relatório.
Os fulani são em grande parte nômades muçulmanos que vivem na África Ocidental e Central. Conflitos entre agricultores e pastores tornaram-se mais comuns à medida que a oferta de terras se torna escassa e os conflitos por propriedades se intensificam.

Grupos como o Boko Haram e os Fulani usando a disputa por terras para praticar terrorismo e eliminar os cristãos de diversas regiões da Nigéria.

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Grupos como o Boko Haram e os Fulani usando a disputa por terras para praticar terrorismo e eliminar os cristãos de diversas regiões da Nigéria.

osvaldo cabral autonomia subjugada

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Osvaldo José Vieira Cabral

A fase da “Autonomia subjugada”

Estamos na fase da “Autonomia de subjugação”, depois das famosas fases da “Autonomia tranquila”, da “Autonomia cooperativa” e por aí fora.
Nunca estivemos tão subjugados ao poder de Lisboa como nesta fase, depois da forte indignação que foi o tempo da troika e do governo de Passos Coelho.
De repente deixamos de ter Governo Regional para reivindicar seja o que for do poder central.
O silêncio é tão comprometedor como vergonhoso, para todos nós açorianos, tendo como exemplo recente o que está a acontecer com a Universidade dos Açores, denunciado esta semana pelo respectivo Reitor.
O Governo de Mário Centeno está a castigar as Regiões Autónomas de tal forma que passamos uma legislatura com adiamentos e atrasos em tantos assuntos dependentes da República, sem que se tenha concluído pelo menos um que estivesse pendente.
A lista é enorme: a Universidade continua com forte garrote, os radares meteorológicos permanecem envoltos em estudos e mais estudos, o concurso público para o cargueiro aéreo esfumou-se entre o Terreiro do Paço e o Palácio de Santana, o processo da nova cadeia de Ponta Delgada tornou-se numa anedota, o prometido reforço de meios para a PSP das ilhas anda perdido nos corredores de S. Bento, o processo da segunda tripulação para os helicópteros de evacuação anda tão enrolado como o caso de Tancos, o Observatório do Atlântico nem de binóculos de uma vigia de baleias, a Lei do Mar faz concorrência com o jogo da marralhinha, a ampliação do aeroporto da Horta é para continuar a esperar sentado, o famoso ‘hub’ para a Praia da Vitória vai nascer quando morrer o Plano Junker e, para concluir este desastre de promessas, temos agora o novo cabo submarino. A acreditar pelo que está inscrito no Orçamento de Estado, deve ser para avançar quando o actual apodrecer…
Para finalizar, temos ainda este lindo imbróglio chamado “subsídio de mobilidade”, que o Primeiro-Ministro da anterior legislatura disse ser “ruinoso e insustentável”, mas que o actual Primeiro-Ministro, que é o mesmo, não consegue resolver, mesmo com um Grupo de Trabalho composto por 8 pessoas (!), duas das quais dos Açores.
Foram 75 milhões de euros oferecidos de bandeja às companhias aéreas em 2018, uns prováveis 90 milhões em 2019 e o que se há-de ver em 2020.
Uma bela maneira de financiar as companhias, mormente a nossa falida.
A falta que nos fazem estes milhões para pagar os mais de 50 milhões de euros, só em juros, das nossas queridas empresas públicas ou para abater o total do seu passivo, que vai à beira dos 300%, quando o das empresas privadas anda à volta dos 66%.
Perante tudo isto, silêncio absoluto. De um governo subjugado e de um parlamento, com 57 criaturas, que nos custa quase 13 milhões de euros, sem que consiga produzir num ano mais de uma dezena de leis e, numa legislatura inteira, seja incapaz de alterar o que quer que seja no sistema eleitoral ou na tão propalada “reforma da Autonomia”… a tal subjugada!

****

AMADORISMO – Para não fugir à regra de 2019, tínhamos que entrar em 2020 com mais uma rica prenda dos nossos governantes, eles que nunca pararam de nos surpreender ao longo do ano passado.
E, de novo, a vítima é a SATA, com aquele empréstimo fantástico do Deutsche Bank, obrigando a empresa – leia-se, todos nós – a pagar à cabeça 5 milhões de euros só em comissões iniciais!
Bem nos parecia, à altura do anúncio do negócio, que aquilo trazia água no bico.
A SATA precisava de se financiar como de pão para a boca, para pagar ordenados, décimo terceiro mês e fornecedores que exigiam dinheiro transferido para o aluguer de aviões (ACMI’s).
Em desespero, houve que recorrer a um banco que impõe regras rígidas a empresas e governos pouco cumpridores.
O Deutsche Bank não brinca em serviço, nunca o fez com outras empresas portuguesas, porque carga de água ia facilitar tanto, como foi apregoado pelo Governo Regional, com aquela nota de resolução, onde escondeu o tal pagamento das comissões à cabeça?
O amadorismo é de tal ordem que a SATA viu-se obrigada, ontem, a assumir que houve uma “imprecisão”.
E veio confirmar que a taxa de juro acordada foi de 2,7%!
Há empresas nos Açores que se financiam a três vezes menos, o que só revela o grau de risco que a banca atribui à SATA e ao próprio Governo Regional, que é accionista e avalista.
Ou seja, a banca internacional está a “esfolar” os cofres da região até ao tutano, porque não temos alternativas de financiamento, uma vez que somos uma região de empresas públicas falidas e que já nem a banca nacional nos dá credibilidade.
A careca foi descoberta pelo Tribunal de Contas e só vem confirmar que deve haver por aí muita marosca em contratos de endividamento, cujos pormenores o governo não nos conta, para não morrermos de fanico.
Essa falta de transparência tornou-se num padrão vicioso deste governo, em tudo o que é contas públicas, daí que o Tribunal de Contas se tenha queixado da “inobservância do princípio de transparência” na Conta regional.
O mais grave disto tudo é que ninguém assume “responsabilidade pessoal” por estes actos. É tudo “responsabilidade da Região”.
O mesmo é dizer, de todos nós, que vamos pagar estes disparates e ainda deixar um buraco avantajado para os nossos filhos e netos.

Janeiro de 2020
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimédia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)

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