encontrado aqueduto na ACHADA DO NORDESTE

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Este aqueduto encontrado depois do corte das árvores ..
Enquanto elas cresceram nao viamos este pequeno aqueduto na Ribeira!
Não sei datas mas parece ter sido construído o século passado…
Para que serviu ,não vejo nada ali que desse uso a ele! (Talvez para servir de ponte ??)
Daqui uns anos, vai voltar a ficar escondido com a reflorestação desta parcela florestal!
Fica no caminho florestal da Achada de Nordeste!

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já tenho máscaras e tu? aqui nos Açores vai-se pensar no assunto?

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André Silveira shared a link to the group: Açores Global.

Pergunta: E nos Açores o que se está já a fazer para nos prepararmos para esta epidemia? Vai ter tudo em cima do joelho tipo o porto das Flores?

Os dois primeiros casos de coronavírus na Europa foram esta sexta-feira confirmados em França, anunciou a ministra da Saúde francesa, Agnes Buzyn.

 

Os dois primeiros casos de coronavírus na Europa foram esta sexta-feira confirmados em França, anunciou a ministra da Saúde francesa, Agnes Buzyn.
em lisboa um caso no hospital curry cabral, segundo anunciaram agora mesmo…

A INCINERAÇÃO EM S MIGUEL AMBIENTALISTAS E GOVERNO JUNTOS

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Resultado da reunião do Movimento Salvar a Ilha com a AMISM e MUSAMI: colaboração na definição da solução para a gestão de resíduos em São Miguel!

AGÊNCIA LUSA / AÇORES / 25 JAN 2020

Incineradora em São Miguel não chega para metas de reciclagem

Incineradora em São Miguel não chega para metas de reciclagem
O movimento cívico “Salvar a Ilha” considerou hoje que a construção da incineradora em São Miguel, como está atualmente projetado, não permite alcançar metas de reciclagem e defende que os resíduos (não recicláveis) devem ser incinerados na ilha Terceira.

Em declarações à agência Lusa, Filipe Tavares, representante do movimento cívico “Salvar a Ilha”, explicou que o projeto da MUSAMI — Operações Municipais do Ambiente para o Ecoparque da Ilha de São Miguel “não irá cumprir as metas comunitárias de reciclagem e que a configuração de algumas unidades de tratamento é claramente deficitária”, já que “a taxa de reciclagem prevista [no projeto] para 2024 é apenas 39%, sendo que a meta de 2025 é de 55%”, concretizou.

O movimento que junta várias associações ambientalistas reuniu-se hoje de manhã com a Associação de Municípios da Ilha de São Miguel (AMISM) e com representantes da MUSAMI, deixando várias recomendações, das quais se destaca “o envio do refugo de São Miguel para eliminação na ilha Terceira”.

“De acordo com um relatório recente da TERAMB [Empresa Municipal de Gestão e Valorização Ambiental da Ilha da Terceira], que detém a incineradora da ilha Terceira, para onde são encaminhados os refugos de sete ilhas do arquipélago, a capacidade de incineração instalada nesta ilha é de 55.000 toneladas/ano. Atualmente, estão a queimar na ilha Terceira 24.000 toneladas/ano, o que deixa uma margem excedentária na ordem das 31.000 toneladas, que é suficiente para absorver o refugo de São Miguel”, concretizou o ambientalista.

Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara de Ponta Delgada, que preside também à AMISM, José Manuel Bolieiro, considerou que “esta reunião foi um ponto de partida e não um ponto de chegada” e que ambas as partes “vão manter o diálogo na busca de soluções”.

O processo de construção da incineradora em São Miguel arrasta-se desde dezembro de 2016, altura em que a AMISM decidiu, por unanimidade, avançar com a construção.

Além das contestações por parte de associações ambientalistas, o concurso para a construção da incineradora na maior ilha dos Açores esteve sob alçada da justiça devido a queixas por parte de um dos concorrentes, a empresa Termomeccanica, que foi excluída em detrimento do consórcio luso-alemão formado pela CME e Steinmüller Babcock Environment.

Em outubro passado, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada decidiu anular a adjudicação da construção da incineradora ao consórcio CME/Steinmuller Babcok Environment, por parte da Musami – Operações Municipais do Ambiente, EIM SA.

Na altura, o movimento “Salvar a Ilha”, composto por várias associações ambientalistas, congratulou-se com a decisão judicial de anular a adjudicação, pedindo que o projeto fosse “blindado”.

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CORONA VIRUS E ALGUMAS MEDIDAS

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Excelente texto do Dr. Jorge Sales Marques, Chefe do Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar Conde S. Januário (Macau), publicado na sua página do FaceBook:

No momento em que o mundo gira à volta do coronavírus e da sua potencial propagação global, é importante discutir algumas medidas que estão a ser tomadas em todo o mundo.

Vamos começar pela província de Wuhan, onde tudo surgiu:

inicialmente, o número de infectados era pequeno, não havendo qualquer evidência de a via de transmissão ser de humano a humano.

Posteriormente, quando surgiram casos entre famílias, onde alguns dos membros não tinham estado em Wuhan, esta possibilidade começou a ser uma realidade.

A partir daí, os casos começaram a aumentar exponencialmente, com registos de coronavírus em cidades próximas no início e distantes depois.

Com o regresso de pessoas provenientes de Wuhan a outros países, o surgimento de novos casos fora da China, seria uma questão de tempo!

A China tomou corretamente a decisão de bloquear a entrada e saída da população, tentando evitar a propagação ainda maior dentro do próprio país bem como para outros países.

Foi uma decisão difícil numa época em que é festejada o Ano Novo Chinês.

Mas, não havia outra alternativa.

Com milhões de cidadãos a circularem entre diversas cidades para se juntarem aos seus familiares a fim de festejarem o Ano do Rato, qualquer outra decisão, seria uma catástrofe nacional, com um número de mortos incalculável, com repercussões na saúde pública, social, económica, turística e política.

A decisão foi fulcral para a China bem como para o resto do mundo.

Foi o ponto de viragem e de controlo a curto e médio prazo da infeção por coronavírus.

Sabe-se que o vírus tem um período de incubação de 2 a 14 dias.

O doente pode apresentar com ou sem febre, com ou sem tosse ou dificuldade respiratória, ter uma pneumonia vírica, e ultimamente, a diarreia passou a ser também um sintoma de apresentação.

Já se sabe que na China, todas as comemorações foram suspensas e aconselhadas as pessoas a ficarem em casa.

Sabemos que a lavagem das mãos com gel de álcool ou água e sabão são importantes medidas de higiene.

A utilização de máscaras cirúrgicas, descartáveis e não as de pano ou outro material, são medidas de proteção pessoal e de uma possível transmissão do vírus a uma outra pessoa.

O controlo de temperatura a pessoas à entrada de aeroportos, postos fronteiriços, entre outros locais, são rastreios importantes para detectar precocemente doentes em fase de contágio.

O adiamento do início de aulas, foi uma decisão ponderada.

O que atualmente estão a fazer outras cidades ou países?

Regra geral, estão a ser tomadas medidas semelhantes nos locais onde tiveram registos de doentes infectados por coronavírus.

A Europa já começou a ser afectada, com os primeiros 3 casos em França.

Mas certamente que não será o único país europeu a ter estes registos.

Os casos pontuais que estão a aparecer em várias partes do mundo são controláveis, indo na pista dos contactos e colocando os mesmos ou em quarentena, ou em tratamento / isolamento, caso seja necessário.

No momento em que Wuhan e outras cidades tiverem o controlo da situação, o mundo poderá respirar de novo e ultrapassar mais uma vez outra crise provocada pela infeção pelo coronavírus.

Toda a população mundial deverá continuar a estar atenta e cumprir com rigor as orientações da Organização Mundial de Saúde.

Em momentos difíceis foram tomadas medidas especiais e excepcionais.

Trabalhando em conjunto , o mundo poderá suster mais um perigo causado pelo coronavírus!

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Navio de pesquisa Mar Portugal parado há anos por incapacidade do governo resolver burocracias –

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A MARÉ VAI CHEIA E O BARCO PARADO

O navio Mar Portugal, convertido em 2013 para realizar investigação, não pode desenvolver a sua atividade por dificuldades de contratação da tripulação, O navio Mar Portugal, convertido em 2013 para realizar investigação, não pode desenvolver a sua atividade por dificuldades de contrataç….

O navio Mar Portugal, convertido em 2013 para realizar investigação, não pode desenvolver a sua atividade por dificuldades de contratação da tripulação, O navio Mar Portugal, convertido em 2013 para realizar investigação, não pode desenvolver a sua atividade por dificuldades de contrataç….

O Governo admite que empresas portuguesas sejam afetadas pelo “Luanda Leaks

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Veronica Gordo “O Governo admite que empresas portuguesas sejam afetadas pelo “Luanda Leaks”, informou ontem o telejornal da RTP1, à hora do jantar. Esta frase é assustadora. O Governo dá por culpada a Eng.ª Isabel dos Santos, desrespeitando a presunção de inocência? Ou o Governo passou de órgão de soberania a organismo de comentador político?

Estas palavras atribuídas ao Governo são uma ameaça sob forma de profecia. Já ontem o grupo Continente, aliado da empresária angolana nas telecomunicações, emitia um comunicado que revelava uma preocupação inadequada a um Estado de Direito. Ontem ao serão, todos vimos na televisão o Dr. José Miguel Júdice, um advogado respeitado, com um ataque de incomodidade, quando Clara de Sousa abordou o tema das suas relações profissionais com a acusada. Melhor dito: da condenada.

Tal como nos dias imediatamente posteriores ao 25 de abril eram publicados nos jornais anúncios do tipo «José Silva (foto) declara não ser o PIDE José Silva», em breve teremos anúncios do tipo «José Silva (foto) declara não ser o José Silva que numa receção o mês passado apertou a mão â Eng.ª Isabel dos Santos».

Está criado um clima de receio decorrente da maciça violação da presunção de inocência. Esse clima só nos prejudica a nós portugueses: nas palavras do governo, seremos nós os prejudicados: empresários e trabalhadores portugueses serão punidos pela falência e pelo despedimento. Mas por que bulas?
Talvez a Eng.ª Isabel dos Santos seja afetada pelo escândalo. Mas como o serão as empresas portuguesas de que ela é acionista? Não se vê como. O “Economista Português” presume que aquela empresária não tem sociedades por quotas nem é empresária em nome individual. As sociedades anónimas só não são imunes à sorte dos seus acionistas quando o Governo as ataca ou os ataca.

Estamos no ponto crucial. O Governo atacará a Eng.ª Isabel dos Santos? Se ataca, como o Governo é a voz da nação, continua a ser a voz da nação, Isabel dos Santos é culpada. Por isso, um bom juiz português, terá que a declarar culpada. Porque os juízes são independentes de pressões individuais mas não são independentes da voz da nação. Nasce aqui o clima de receio: o nosso governo, para obedecer ao politicamente correto vindo de além-Pirinéus, prepara-se para destruir empresas portuguesas.

Não seria a primeira vez: todos nos lembramos que no governo do Dr. Passos Coelho o BES, o grande banco privado português, foi destruído pelo Banco de Portugal (BdP), dirigido então como hoje pelo inefável Costa, Carlos.

A atitude anunciada do Governo português não é ditada por nenhum receito moral ou jurídico. Os ataques à empresária angolana são seguramente guerras dentro da elite angolana pelas propriedades dela e talvez por algo mais, como ontem sugeriu Carlos Matos Gomes. Das acusações que lhe são dirigidas, não vimos nenhuma relativa a atividades ilícitas em solo português. Claro que mesmo assim a PGR deve analisar os “Luanda Leaks”, mas por certo deles nada sairá de positivo que nos respeite.

Se sair, haverá julgamento, quando a opinião pública estiver desintoxicada. Se Angola, o país mais afetado pelas ilegalidades presumidas, assim o entender, enviará pelas vias judiciais o competente pedido para julgar a acusada. O qual não é substituído pela presente campanha de intoxicação e, a existir, será devidamente apreciado.

Ou será que o nosso Governo tomou por suas as guerras político-económicas angolanas?

“O Economista Português” não acredita que estes erros sejam atribuídos ao Dr. António Costa, um homem competente e experiente. Prefere pensar que a preparação do voto final do orçamento não lhe deixa tempo livre para evitar que sejamos colonizados pelas guerras angolanas (e de terceiros desconhecidos), assim como não lhe deu tempo para sopesar que o anúncio de dois novos canais generalistas na TDT (Televisão Digital Terrestre), ocorrida há dois dias, subverte totalmente o campo político e empresarial português.

Irritado com a gritaria da Sr.ª Dona Catarina Martins, António Costa perdeu o leme da nau do Estado?”

in “O Economista Português”, 22.jan.2020

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PATRIMÓNIO DOS AÇORES

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Pico da Vara.
Estruturas escavadas.
Estas quando no seu interior tem bancos feitos da mesma matéria Tufo ou outras é decididamente um abrigo temporário.
Duas das fotos são de João Martins Botelho que ele encontrou nas “Escadinhas” depois dos trabalhadores terem cortado as vegetação envolvente. Segundo ele diz que cabem mais de cinco ou seis pessoas pode ser que foram feitas para apoio a alguma atividade. Curiosidades: Este Pico da Vara escreveu o Doutor Gaspar Frutuoso em Saudades da Terra livro IV que um povoador perdeu a sua Vara naquele Pico e que depois passou a ter este nome. A Vara era e é uma medida e apoio á pessoa de antigamente para medir terras e se é Vara grande tem 2.64 e o alqueires 1,393 metros quadrados o alqueire Vara pequena só na ( Ribeira Grande ) não chega a 1000. metros quadrados.
Os meus agradecimentos ao João Martins Botelho. Um abraço

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José Eduardo Agualusa: ″Banqueiros, políticos e empresários. Toda esta gente foi cúmplice de Isabel dos Santos″ – DN

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O escritor angolano José Eduardo Agualusa voltou a Angola esta semana e aterrou no meio do furacão que se vive em Luanda com o processo Luanda Leaks. Encontrou um país muito diferente, onde está a acontecer uma autêntica revolução de mentalidades. Dava um romance, diz.

Source: José Eduardo Agualusa: ″Banqueiros, políticos e empresários. Toda esta gente foi cúmplice de Isabel dos Santos″ – DN