lançamento hoje PEDRO PAULO CÂMARA

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nota do editor deste blogue Chrys C
um livro cheio de suspense, ação, emoção, amores e desamores num calendário de dias por visitar em plena ilha de são miguel e nas sete cidades, em especial, com incursões a ponta delgada e outros desencontros,Pedro Paulo Camara's photo.

FEB13

Lançamento de livro: Contos da Imprudência

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figuras de Macau antigo

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Lourenço Pereira Marques.

Lourenço Maria Pereira Marques [1852-1911] é uma figura enigmática na história contemporânea de Macau, mercê da sua trajectória deliberadamente obscura e também estrangeirada.

Proveniente de uma influente e poderosa família de Macau, Lourenço Marques e os seus nove irmãos nasceram na propriedade onde está a Gruta de Camões, na colina do Patane.

Como nota insólita, refira-se que todos os dez irmãos faleceram solteiros.

Os pais, comendador Lourenço Caetano Marques e Maria Ana Josefa Pereira, privaram com a elite intelectual do seu tempo, com Francisco Rondina, o professor régio José Baptista Miranda e Lima ou Montalto de Jesus.

Amantes da música e da literatura, falavam várias línguas (inglês, alemão, francês e italiano), eram católicos devotos e grandes beneméritos.

O comendador Lourenço Caetano Marques presidiu ao Leal Senado e foi da sua iniciativa a construção do Monumento da Vitória em 1871, símbolo da espectacular vitória contra os invasores holandeses.

O filho, Lourenço Pereira Marques estudou no Seminário de S. José de Macau e completou a sua formação em Lisboa, no Colégio de Campolide, uma escola dos jesuítas para as elites onde o ensino das ciências era muito valorizado.

Ingressa na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, transferindo-se depois para a Universidade de Dublin, graduando-se em 1877 no ‘College of Physicians and Surgeons’ e em 1881 no ‘Royal College of Physicians in Ireland’.

Fez estágios em hospitais, em Londres e em Paris.

Em Dublin, foi médico assistente no ‘Mater Misericordiae Hospital’, que continua no mesmo sítio, Eccles Street, famoso na literatura por ser a casa de Leopold Bloom, do Ulisses de James Joyce.

Devo esta preciosa informação à cortesia de Ronan Kelly, bibliotecário do Royal College of Surgeons in Ireland.

Adquire a nacionalidade britânica, provavelmente adere à maçonaria e regressa a Macau.

Como as dificuldades com o reconhecimento das suas habilitações académicas pareciam eternizar-se, decide rumar a Hong Kong, onde será um médico cirurgião bem sucedido e prestigiado, instalando-se no Rednaxela Terrace, a zona predilecta dos portugueses.

Trabalhou nos hospitais civis da colónia inglesa e dirigiu o Lock Hospital, uma instituição especial, misto de leprosaria e de internamento para militares com doenças venéreas e infecto-contagiosas.

Foi ainda o médico-chefe da Penitenciária Victoria Gaol e nos navios-prisão do antigo sistema prisional do império colonial britânico.

Em 1880 publica um ensaio na ‘China Review’ sobre “Louis de Camoens”, marcando a sua posição no âmbito das comemorações do tricentenário da morte do grande épico, que Teófilo Braga liderava em Lisboa.

Nesse mesmo ano participa na ruidosa polémica teológico-científica sobre o darwinismo que mobilizou as elites portuguesas de Macau e de Hong Kong, publicando a “Defeza do Darwinismo”, onde apresenta as suas ideias:

“Sustentando a evolução, não é meu desejo ofender os virtuosos missionários católicos desta Colónia e o seu respeitável e digno chefe de quem entretenho subidas considerações. A evolução é a minha filosofia”.

Dois anos volvidos, em 1882, publica em Hong Kong um grande ensaio, “A Validade do Darwinismo”, dizendo, “esta obra é uma tese de ciência natural”, pedindo à comunidade “uma completa liberdade de discussão e imparcialidade”.

Um pedido razoável e justo, convenhamos.

Estas duas obras garantem-lhe um lugar na história do pensamento filosófico português de Macau.

Nas investigações contemporâneas sobre Hong Kong, sobretudo na história da medicina e na história das ideias políticas emergentes nos circuitos internacionais regionais, muitas conexões vão ter ao nome do cirurgião português de Macau, “Dr. Lorenzo Pereyra Marquez”.

Foi professor no Hong Kong College of Medicine, em 1891/1892, onde o seu aluno mais conhecido foi Sun Iat Sen, o futuro presidente da República da China.

Lourenço Pereira Marques torna-se amigo de José Rizal, médico oftalmologista e revolucionário filipino.

A amizade entre os dois era estreita, tendo José Rizal visitado Macau talvez por sua sugestão.

Este entregou a Lourenço Pereira Marques duas cartas, escritas em 1892, que só poderiam ser divulgadas e publicadas depois da sua morte.

Após o fuzilamento de José Rizal, pelas tropas coloniais espanholas, em 1896, Lourenço Pereira Marques cumpriu a sua promessa.

Essas cartas são consideradas como o testamento político de José Rizal.

No catálogo da biblioteca de Lourenço Pereira Marques encontramos um livro de José Rizal, “Au Pays des Moines”, provavelmente oferecido e autografado.

O relacionamento entre estas três personalidades, Sun Iat Sen, José Rizal e Lourenço Pereira Marques, carece de aprofundamento e de uma hermenêutica que valorize os contrastes culturais e a solidariedade política, independentemente da presumível base maçónica comum.

Lourenço Pereira Marques decide aposentar-se e regressa a Macau, continuando a exercer medicina graciosamente.

A comunidade portuguesa de Hong Kong mobiliza-se para prestar uma sentida homenagem ao compatriota ilustre.

Óscar Baptista escreve a Marcha-Polka “Pereira Marques” para piano, integrando o repertório da Sociedade Philarmónica Portuguesa de Hong Kong.

O Clube Lusitano de Hong Kong organiza uma sessão memorável em homenagem a Lourenço Pereira Marques.

O emérito historiador de Macau, Monsenhor Manuel Teixeira, acrescenta outra informação valiosa: “Em 2 de Agosto de 1896, por ocasião da sua retirada de Hong Kong, os seus amigos fretaram o vapor ‘Honam’ e acompanharam-no até Macau com uma banda de música, oferecendo-lhe nessa altura uma mensagem num álbum de 73 folhas em pergaminho e com 950 assinaturas”.

Em 1899 faz uma enorme e generosa oferta de peças etnográficas sobre Macau e a China à Sociedade de Geografia de Lisboa que decide criar a “Sala Lourenço Marques”.

O governador Eduardo Marques, pela Portaria Nº 231, de 4 de Novembro de 1910, decide criar uma comissão para pensar a criação do Museu Luís de Camões e entre os vogais nomeados encontram-se Camilo Pessanha, Lourenço Pereira Marques, Eduardo Cyrillo Lourenço e Carlos da Rocha Assumpção.

Lourenço Pereira Marques era comendador da Ordem de Cristo e Oficial da Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.

Faleceu precocemente com 59 anos, no dia 5 de Março de 1911.

A prestigiada publicação inglesa, “The British Medical Journal” fez-lhe um grande elogio fúnebre, terminando deste modo: “Dr. Pereira Marques had a high ideal of his profession, and throughout his life showed the most self-sacrificing devotion to duty”.

Dois meses antes da sua morte fez o testamento onde entre outras providências, faz a doação da sua grande e valiosa biblioteca ao Clube de Macau.

Esta biblioteca é o retrato perfeito de um erudito discreto e sensível, actualizado com as tendências científicas e com as controvérsias filosóficas e estéticas do seu tempo.

Para além do respeito e do reconhecimento que este gesto de filantropia e generosidade nos merece, há duas observações que se impõem fazer.

Em primeiro lugar, ele próprio em 1882 dizia que “é de facto deplorável a falta de uma biblioteca pública em Macau”.

Em 1911 a biblioteca pública estava sedeada no Liceu de Macau.

Porquê a opção pelo Clube de Macau?

Talvez a memória das velhas amizades possa explicar alguma coisa.

Em segundo lugar, o “Catálogo da Biblioteca do Dr. Lourenço Pereira Marques”, organizado por Joaquim Francisco Xavier Gomes, foi impresso na Tipografia Mercantil de N. T. Fernandes & Filhos, em Macau, no ano de 1924, provavelmente a expensas do Clube de Macau.

Ao longo das suas 180 páginas, o catálogo divide a biblioteca em 12 secções, onde se arrumam os 4 739 volumes, dois terços dos quais nas línguas francesa e inglesa, privilegiando as áreas científica, filosófica, política e literária.

Encontramos aí as obras completas de Stuart Mill e de Charles Darwin, o que por si só nos revela o seu posicionamento filosófico.

Mas também há obras de outros filósofos como, por exemplo, Spencer, Humboldt, Comte, Aristóteles, Feuerbach, Hobbes, Descartes, Rousseau, Renan, Hegel, Maquiavel, Littré, Bakounine, Proudhon, Ruskin ou Huxley.

Apreciava igualmente Guerra Junqueiro, Bulhão Pato, Sampaio Bruno, Camões, Camilo Castelo Branco, Zola, Dante, Balzac, Dostoiewski, Loti, Vitor Hugo, Yeats, Alexandre Herculano ou Mark Twain.

O “Historic Macao” de Montalto de Jesus, “O Andaço do Porto” de José Gomes da Silva, o “Guilherme Tell” de Manuel da Silva Mendes ou “Pio IX perante a revolução”, de Francisco Rondina também lá estão.

Lamenta-se que Lourenço Pereira Marques nada mais tenha escrito do que as publicações anteriormente mencionadas.

Esta biblioteca sumiu misteriosamente, e é talvez o maior roubo cultural cometido em Macau nos primeiros tempos da república.

O Catálogo foi publicado treze anos depois da morte do benemérito.

A Biblioteca desapareceu antes ou depois da publicação do Catálogo em 1924?

Porque é que o Catálogo não foi publicado em 1911, o ano da doação?

E que posição tomou a direcção do Clube de Macau?

O seu nome está na toponímia de Macau e no jazigo de família, no Cemitério de S. Miguel Arcanjo, existe uma estátua sua em tamanho natural.

António Aresta.
Jornal Tribuna de Macau, 24 de Julho de 2019.
https://jtm.com.mo/opiniao/lourenco-pereira-marques/

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a expansão do coronavirus e números mentirosos

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https://www.tourprom.ru/news/45097/…

13 de fevereiro de 20

Coronavírus em 13 de fevereiro.

Na quinta-feira, 13 de fevereiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou o próximo relatório diário sobre a propagação da epidemia de coronavírus 2019-nCoV ou COVID-2019 (este é o seu novo nome oficial).

Apresentamos esses dados abaixo, mas na época da publicação da OMS eles já estavam irremediavelmente desactualizados: à noite, a China revisou o método de contagem de pessoas infectadas, como resultado do número em apenas uma província de Hubei – o epicentro da epidemia, saltou drasticamente em 14.840 ao mesmo tempo, e o número as mortes aumentaram em 242 casos.

Devido à “metodologia modificada”, o número de pessoas infectadas em toda a China chegou a 60.000.

Traduzir relatórios oficiais sobre a “Nova Metodologia” para uma linguagem humana simples significa apenas uma coisa: as autoridades chinesas têm escondido a verdadeira extensão da epidemia recentemente.
No entanto, por isso, também não há confiança em seus novos dados.

Voltando aos dados oficiais da OMS: a organização manteve inalterados os riscos associados ao vírus: o grau de risco de disseminação para a China permanece no nível “mais alto”, para todos os outros países – com um alto nível de dano.

Portanto, de acordo com a OMS na noite de 12 de fevereiro e publicado na manhã de 13 de fevereiro, o número de países onde foram detectados COVD-2019 infectados com coronavírus não aumentou nos últimos 7 dias e permanece em 25.
Dos países populares entre os turistas em que houve casos de infecção , no último dia, nenhum único novo infectado foi detectado. São os Emirados Árabes Unidos, Vietnã, Tailândia, Espanha e Itália.

Segundo a OMS, que já conseguiram se tornar obsoletas, o número de pessoas infectadas no mundo aumentou para 45’171, das quais o número de novas infecções no último dia foi de 2.068 pessoas.

No total, segundo a OMS, o número de mortes foi de 1115.

Então, aqui está uma lista de países com o número de pessoas infectadas com coronavírus de acordo com os dados da OMS na manhã de quinta-feira, 13 de fevereiro (entre parênteses é o número de novas infecções que apareceram no último dia):

China – 45’171 (2’022)
Singapura – 47 (2)
Tailândia – 33 (0)
Japão – 28 (2)
Cruzeiro pelo Japão – 175 (40)
Coreia do Sul – 28 (0)
Malásia – 18 (0)
Alemanha – 16 (2)
Austrália – 15 (0)
Vietname – 15 (0)
EUA – 13 (0)
França – 11 (0)
Grã-Bretanha – 8 (0)
EAU – 8 (0)
Canadá – 7 (0)
Filipinas – 3 (0)
Índia – 3 (0)
Itália – 3 (0)
Rússia – 2 (0)
Espanha – 2 (0)
Nepal 1 (0)
Sri Lanka 1 (0)
Cambodja – 1 (0)
Bélgica – 1 (0)
Finlândia – 1 (0)
Suécia – 1 (0)

tourprom.ru

SALVEM A LAGOA DO CONGRO

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Em defesa da Lagoa do Congro (2)
Hoje, termino o texto sobre a Lagoa do Congro, esperando que a mesma não continue esquecida por parte dos nossos governantes e autarcas.

Em 2008, parte da bacia hidrográfica da Lagoa do Congro foi adquirida pela Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. Numa visita realizada ao local, a 28 de junho daquele ano, a Secretária Regional do Ambiente e do Mar, Ana Paula Pereira Marques, revelou que o governo regional havia adquirido “mais de 50% daquele sistema ecológico” por cerca de “180 mil euros”. Também referiu que o projeto de intervenção desenhado para o local previa a reabilitação dos caminhos, a recuperação da massa de água e a criação de pequenas estruturas, porque se tratava de uma mata que permitia a fruição humana.
Também em 2008, foi entregue à SRAM, pelos Amigos dos Açores, uma proposta de recuperação e gestão da área envolvente às Lagoas do Congro e dos Nenúfares, elaborado por Malgorzata Pietrak, no âmbito do Programa Estagiar-L.

Em 2010, os Amigos dos Açores editaram a brochura “Lagoas do Congro e dos Nenúfares- Proposta de recuperação e gestão da cratera”, que pretendia ser uma “ideia base a desenvolver em plano de pormenor” com o objetivo de “recuperar o património “perdido” e restituir ao local parte do seu antigo esplendor”.

No dia 6 de agosto de 2019, foi publicado no jornal Correio dos Açores um texto intitulado “Acesso extremamente difícil à Lagoa do Congro – Percorrer um autêntico calvário para chegar a uma lagoa idílica”, onde o autor denunciava o mau estado do trilho de acesso à Lagoa do Congro e apelava para uma intervenção no local. Através do mesmo texto, ficou-se a saber que nem todas as entidades conheciam que parte da cratera era pública, como se pode constatar através do seguinte extrato: “O Presidente da Câmara de Vila Franca do Campo, Ricardo Rodrigues, informou o “Correio dos Açores” que nunca diligenciou com os proprietários do terreno onde se encontra a lagoa, para chegarem a um entendimento que levasse ao arranjo do acesso”:

Foi a apatia e mesmo o desleixo de algumas entidades, nomeadamente da Secretaria Regional da Energia, do Ambiente e do Turismo e das anteriores que tiveram a tutela do Ambiente, avivada pelo texto do Correio dos Açores citado que levou a que fosse lançada a petição “Pela Recuperação da Mata Ajardinada da Lagoa do Congro” que até ao momento já foi assinada por 545 pessoas e que está em discussão na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRA).

De acordo com o texto da petição, são três as razões para que haja uma intervenção, urgente, na Lagoa do Congro:

1- Ter sido quase nula, após a aquisição pelo Governo Regional dos Açores, a sua ação no espaço que cada vez é mais visitado, quer pelos residentes, quer pelos turistas;

2- A importância de respeitar a memória dos nossos antepassados que usavam aquele verdadeiro monumento natural como área de lazer, e de honrar o trabalho visionário de José do Canto;

3- O facto de o espaço já ser propriedade pública e ter potencialidades ímpares, insuficientemente usadas, em termos de interpretação ambiental, zona de lazer ou polo de atração turística.

A petição que foi enviada à ALRA no dia 1 de setembro de 2019, pretende que aquela e o Governo Regional dos Açores tomem medidas no sentido de no mais curto período de tempo implementar um plano de recuperação e gestão que entre outras ações inclua a recuperação da mata ajardinada criada por José do Canto e transforme o espaço num Parque Botânico.

Pelas declarações públicas de alguns responsáveis governamentais, pode-se concluir que há algum interesse em intervir no local. Esperemos que se passe das declarações e do papel à prática.

Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 32053, 12 de fevereiro de 2020, p. 14)

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Comments
  • Milena Trindade Dinsenmeyer Que fique esquecida por favor! Assim fica preservada. Não lhe aconteceria como a do Fogo ….
  • Milena Trindade Dinsenmeyer Deixem a beleza da natureza pura e selvagem. Que mania de pôr as mãos do homem que faz tanta porcaria, caraças!
  • Teófilo Braga A Lagoa do Congro foi uma mata ajardinada. Foi completamente alterada no século XIX.

    Milena Trindade DinsenmeyerMilena Trindade Dinsenmeyer replied

    1 reply 10 hrs

  • Mariaalice Raposo Nāo esquecida, mas nāo a modefiquem…é duma beleza mística!!!
  • Vera Mónica Correia Consulte o Plano de Gestão do Parque Natural de Ilha de São Miguel. Tem lá o plano sobre a Lagoa do Congro e a mata ajardinada. Não está esquecida

CORONAVIRUS : 50 000 DEAD, 1.5M INFECTED AND 250M QUARANTINED ACCORDING TO CHINESE BILLIONAIRE – YouTube

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https://www.youtube.com/watch?v=nnGMI2etU1g&feature=share&fbclid=IwAR2VvBAVhXkEJJsDT7_8qA0qccm-XKyS8ee-rRWBK7n4xMLGUF4cck7bSnk

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A herança de Malaca Casteleiro e a alucinação unificadora da ortografia | Opinião | PÚBLICO

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Na morte do “pai” do Acordo Ortográfico de 1990, era preferível que tivesse ficado o homem e morrido a “obra”.

Source: A herança de Malaca Casteleiro e a alucinação unificadora da ortografia | Opinião | PÚBLICO

EUTANÁSIA

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Eutanásia | Não é matar, é morrer

Posted: 13 Feb 2020 12:12 AM PST

Rafael Barbosa* | Jornal de Notícias | opinião

Uma criança de 9 anos com um tumor cerebral pede para morrer. Os pais aceitam. Os médicos permitem. Uma outra criança de 11 anos com fibrose cística pede também para morrer. Os pais acompanham. Os médicos dão parecer favorável. Não é ficção científica, é facto. Estas duas crianças já morreram. Em ambos os casos, a eutanásia foi autorizada e concluída.

Aconteceu na Bélgica, o país mais avançado do Mundo em matéria de morte assistida. Não há idade mínima, ao contrário da vizinha Holanda, que só aceita candidatos a partir dos 12 anos. É fácil olhar para estes exemplos e disparar chavões sobre a promoção de uma cultura da morte. O problema é que é tão fácil como inútil. Tão fácil e inútil como sugerir, como por cá se faz, em discursos cada vez menos polidos e mais demagógicos, que o objetivo dos defensores da eutanásia é despachar velhinhos que dão demasiada despesa ao Serviço Nacional de Saúde. Mais difícil e útil é colocarmo-nos do lugar do outro e percebermos que o sofrimento nos pode colocar perante decisões que julgamos inimagináveis. É provável que a maioria dos seres humanos não seja capaz de tomar semelhante decisão. Sobre si e ainda menos sobre um filho. Mas isso não é razão para impor proibições e castigos aos que reclamam o direito a um final de vida digno (incluindo menores de idade).

Os líderes do movimento “sim à vida” (designação maniqueísta que pressupõe que todos os outros defendem o “sim à morte”) lançaram por estes dias uma campanha pelo referendo e até já têm uma pergunta: “Concorda que matar outra pessoa a seu pedido ou ajudá-la a suicidar-se deve continuar a ser punível pela lei penal em quaisquer circunstâncias?”. Como é costume dizer-se, o diabo está nos detalhes. E o detalhe aqui é a forma como começa a pergunta, tão enviesada como o debate que supostamente pretende promover (recorde-se que não está em causa o direito a matar, mas o direito a morrer). Um debate, por outro lado, que o movimento só vai considerar suficiente no tempo, e razoável nas conclusões, se vingar a visão estreita do mundo que se ensina na catequese.

*Chefe de Redação

MAIS PIAS NO BASALTO

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Novas Pias.
Pias feitas no Basalto.
Encontradas na Costa Sul.
Cheias de água fazem de espelho

Com forma de Constelação de Ursa Menor.

Atenção! Ver a foto de Pias de Basalto em grande plano.

No povoamento foram uteis para recolha de Sal e também para a pesca lúdica para preparar engôdo. Na Amazônia um cientista descobriu que elas cheias de água era para servir de espelho para par ver as estrelas para andar tanto em terra como na mar. Esta Ursa Menor para os navegadores antigos era de grande importância porque não havia ainda a Bussola nem outros instrumento que há nos dias de hoje século XXI. Félix Rodrigues,Rafael Fraga, Nuno Ribeiro,Magno Jardim. Val Vale Tim,Ilidio Medeiros, José Soares de Oliveira, Margot Magal,Ayose Himar Gonzalez Padilla, José M. Espinel Cejas, Jérôme Dupret, Serkan Orta, Kathleen Anne Ball, Marcos Álvarez Basart, Roan van Slooten, Marco Cocco, Sesar Losada Jose Antonio, Eva Lapinska, Ivan Vieira, Yeray Rodríguez, Amadyaz Zamar Aharentemirt Benwaso Abaceloy Waya Abenao, José Viana, Carlos Melo Bento, Carolina Cordeiro, João M. Simões Paulino, Françoise Miche, AlvaÁlvaro Pimentel João Martins Botelho e Emanuel Andrade

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Comments
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  • Ivan Vieira Até que seja provado que venha a ser outra coisa, para mim terão origem intencional.
    Chamo atenção para o fato de que a linha Homo Sapiens não foi a única androide no planeta Terra. Outras também existiram e seus motivos e cultura podem ter sido outros.
    Digo isso para que enquanto não for identificado a cultura não haja precipitação nas conclusões. Sem sabermos qual cultura as justificou jamais poderemos classificar os achados tão singulares.
    Vejam. São quatro buracos arredondados em um basalto exposto ao bater do oceano. Não temos mais nada. Inclusive, não sabemos se quando feitos estavam a beira mar.
    Obrigado.
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    • Magno Jardim Ivan Vieira constelação de Pleiades. Uma está na Europa Central outra aqui na ilha da Madeira.
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