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da pandemia à crise do capital

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“Mercados financeiros em pânico. Indústria de automóveis parada. Cidades sem trabalho. Aos poucos, a pandemia transtorna a normalidade opressora do capitalismo, expõe suas entranhas e mostra: outras formas de estar no mundo são necessárias.
A disseminação contínua da epidemia do coronavírus acabou desencadeando, também, certas epidemias de vírus ideológicos que estavam adormecidos em nossas sociedades: fake news, teorias da conspiração paranoicas e explosões de racismo.
A quarentena, devidamente fundamentada em evidências médicas, encontrou um eco na pressão ideológica por estabelecer fronteiras estritas e isolar os inimigos que representam uma ameaça à nossa identidade.”

DIREITOS DOS DOENTES HDES PDL

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DIREITOS DOS DOENTES

Uma simples reflexão.

1- Pode um médico adiar sucessivamente a consulta de um doente, ainda para mais quando se trata da Consulta anual de seguimento?
2- Pode um médico que nem pertence aos quadros do hospital mas sim um contratado “desaparecer” do hospital quando lhe apetece, sem comunicar aos doentes que o vai fazer e pior sem agendamento de nova consulta?
3- Pode um médico alterar as consultas marcadas com meses de antecedência para outras datas sem explicar ao doente porque o faz?
4-Pode um médico por si só eliminar um doente de consulta de seguimento, sem avisar o doente que o vai fazer e o porquê?

Estas perguntas têm a ver com todos nós, mas são ainda mais pertinentes quando o doente se encontra dentro de um quadro clínico de risco ( Oncológicos; Cardiopatias; Pneumológicas; Urologia; Endocrinologia, etc)

Por último, custa-me a acreditar que a Administração do Hospital não tenha conhecimento de tais situações e pior nada faça.
Ou será que é melhor encobrir para não perder o título de Hospital referência?

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PEDRO GOMES · A ENTREVISTA DO FUTURO AUSENTE

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A ENTREVISTA DO FUTURO AUSENTE

1. O Presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro concedeu uma extensa entrevista ao “Açoriano Oriental” da passada segunda-feira, cuja primeira pergunta não deixa de ser singular: os jornalistas perguntam ao Dr. Vasco Cordeiro se tenciona cumprir o mandato, em caso de vitória eleitoral. A resposta é óbvia: o entrevistado responde que cumprirá até ao fim o seu mandato, procurando desdramatizar uma circunstância incontornável – a da sua própria sucessão na liderança do PS – que contamina os debates internos do Partido Socialista e o alinhamento dos possíveis candidatos a sucessores que fractura um partido que não esconde a usura do tempo de governação e a incapacidade de responder a novos desafios. A sucessão do Dr. Vasco Cordeiro é um problema para o PS, numa inesperada fragilidade política, que tem como contraponto a liderança de José Manuel Bolieiro, no PSD.
2. A entrevista é uma longa narrativa de justificação, centrada nos invocados resultados da governação desde 2012, nas áreas do emprego, saúde e educação, como se a governação do PS apenas tivesse começado no ano em que o Dr. Vasco Cordeiro assumiu funções de Presidente do Governo Regional. Para memória futura é sempre interessante recordar que, em 2012, no discurso de tomada de posse, o Presidente do Governo assumia que o seu governo daria continuidade às grandes opções políticas dos governos presididos por Carlos César: “recebemos, com muita honra e com muito orgulho, o testemunho do qual agora nos cabe curar e engrandecer”. Aliás, não podia ser de outra maneira, já que o actual Presidente do Governo assumiu, pela primeira vez, funções de Secretário Regional em Dezembro de 2003, tendo sempre desempenhado funções governativas até hoje.
O Presidente do Governo não lança nenhum desafio para o futuro, nem apresenta qualquer proposta nova à sociedade açoriana. Espera, apenas, que os açorianos reconheçam mérito à sua governação. Vasco Cordeiro tem razão quando afirma que o argumento do longo tempo de governação socialista não é suficiente para avaliar da necessidade de uma mudança política. O binómio tempo-resultados é sempre mais útil.
3. Na avaliação dos resultados, o Governo Regional não tem muito de que se orgulhar nas três áreas escolhidas para debate eleitoral (sim, porque é disso que se trata); a taxa de retenção e desistência nos ensinos básico e secundário é 20,3% e 8,7% no ensino básico, no ano lectivo de 2017/2018. Um resultado que representa uma ligeira melhoria de 0,3% no caso do básico e um agravamento no secundário, em relação ao ano lectivo 2007/2008, de acordo com a última série estatística publicada pela Direcção Regional da Educação. Os Açores têm a taxa de desemprego mais alta do país (7,6%), superior à média nacional e com 40% dos inscritos com idade superior a 35 anos. Na saúde e, apenas para citar um dado, há 4.152 doentes há mais de 540 dias à espera de uma cirurgia.
A pobreza – com 77 mil açorianos em risco de pobreza – a gestão partilhada do mar, o passivo do sector público empresarial, a competitividade das empresas, a fiscalidade regional ou a reforma institucional da autonomia, por exemplo, não mereceram uma palavra do chefe do executivo. Esta ausência é reveladora: mesmo um balanço feito na primeira pessoa não se consegue esconder um evidente fracasso governativo.
Foi a entrevista de um Presidente resignado. E isso é pouco, muito pouco, para os açorianos.
(Publicado a 4 de Março de 2020, no Açoriano Oriental)

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China suppressed Covid-19 with AI and big data – Asia Times

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China used locational and other data from hundreds of millions of smartphones to contain the spread of Covid-19, according to Chinese sources familiar with the program. In addition to draconian qua…

Source: China suppressed Covid-19 with AI and big data – Asia Times

está explicada a falta de papel higiénico na austrália

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😁😁🤣🤣🤣

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04/03/2020

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Joao Paulo Esperanca updated his profile picture.
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Joao Paulo Esperanca's photo.
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Portugal muitas horas pouca produtividade

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Nem era preciso um estudo para chegar a esta conclusão… há anos que digo isto… “Produtividade é mais alta nos países onde se trabalha menos horas” (uma das manchetes do JN de hoje).
Se os humanos – como eu defendo – foram feitos para o ócio, trabalhar por obrigação nine-to-five (que é como quem diz…) mata, como a droga ou o álcool.

Os países da União Europeia que têm cargas horárias semanais mais leves revelam índices de produtividade superiores.

Novo coronavírus. As novas práticas de saudação no mundo

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A propagação do novo coronavírus levou alguns países a dar indicações sobre novas formas de saudação entre os cidadãos. Entre as novas práticas de saudação estão “alternativas ao aperto de mão”, como “agitar os pés”, mas também o despejo de fontes de água benta nas igrejas. A Organização Mundial de Saúde incentivou estas novas práticas.

Source: Novo coronavírus. As novas práticas de saudação no mundo

En Chine et en Iran, ils se saluent déjà au pied pour limiter le risque de contamination au coronavirus

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VIDÉO. Deux vidéos très partagées sur les réseaux sociaux montrent avec humour que l’épidémie de Covid-19 induit de nouveaux comportements.

Source: En Chine et en Iran, ils se saluent déjà au pied pour limiter le risque de contamination au coronavirus

TIMOR A NOVA ESTRADA DO SUBÃO

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Subão… quem o viu e quem o vê…
faltam agora as proteções/barreiras, para evitar acidentes maiores…