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Voz da revolução e autor de temas como “Menina d’Olhos de Água”, Pedro Barrosos tinha 69 anos.
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E não se pode exterminá-los?

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Encerrar aeroportos açorianos!
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Lei é lei até ser alterada, mas Vasco Cordeiro, com as consequências políticas e outras que essa posição lhe poderá trazer, assume, corajosamente, que ” vale a pena correr o risco de desobediência à legislação nacional”.
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Apar do vizinho arquipélago da Madeira, o arquipélago dos Açores, em virtude da sua Autonomia Constitucional, é uma região portuguesa com estatuto diferenciado das restantes regiões do país.
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Até que o governo da República decida alargar a regionalização a Portugal continental e a implemente, quer queiramos quer não, haverá uma diferenciação positiva entre os Açores e o continente português. Bom para os açorianos, menos bom para os continentais do interior e do litoral, mas a história fez-se assim e a culpa da não extensão da regionalização a todo o país não é da responsabilidade dos açorianos.
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A situação dramática que se vive hoje com a perigosa pandemia que atinge o planeta, em geral, e o território nacional, em particular, com a agravante de já haver registo de um caso confirmado de coronavírus nos Açores, levou o Presidente do Governo Regional dos Açores, Dr. Vasco Cordeiro, a ver-se obrigado a ameaçar desobedecer ao governo da República, caso o Primeiro Ministro, António Costa, se mantenha teimosamente irredutível no que respeita a não permitir o encerramento dos aeroportos açorianos a voos do exterior, decisão que, vai-se lá saber porquê, do ponto de vista constitucional, cabe à República e não ao governo regional dos Açores.
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Lei é lei até ser alterada, mas Vasco Cordeiro, com as consequências políticas e outras que essa posição lhe poderá trazer, assume corajosamente que ” vale a pena correr o risco de desobediência à legislação nacional”, uma vez estarem primeiro as vidas dos açorianos e residentes nos Açores e só depois questões meramente constitucionais. Diria mais, de excesso de soberania.
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O facto é que está armado um diferendo entre os Açores e a República, com a Madeira pelo meio, que certamente se juntará aos Açores em idêntico protesto.
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O caso da recente infetada pelo coronavírus, desembarcada nos Açores, possivelmente não teria acontecido caso António Costa ouvisse a voz da razão, quando Vasco Cordeiro, atempadamente, lhe apelou ao encerramento dos aeroportos açorianos. O arquipélago, até então, era uma zona limpa. A teimosia do Primeiro Ministro é, claramente, a única responsável por estarmos agora nas ilhas açorianas a braços com um primeiro caso de coronavírus e de haver fortes probabilidades de outros passageiros, que desembarcaram da mesma aeronave, estarem também contaminados.
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Que sentido faz proibir o desembarque de passageiros vindos em navios de turismo quando deixamos desembarcar gente às catadupas nos nossos aeroportos? Fará isso algum sentido? É preciso não esquecer que o arquipélago é composto por nove ilhas, que tem apenas três hospitais, o que significa que seis ilhas têm somente centros de saúde. O que será se a epidemia se alastrar às ilhas sem hospital?
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A Constituição não é perfeita e traduz certamente as limitações dos homens que a fizeram. Não pode prever tudo, nem parece prever exceções para momentos excecionais, mesmo que isto implique a morte dos cidadãos que pretende proteger. Respeitamo-la, contudo. Rejeitamos, como não podia deixar de ser, qualquer atropelo à Constituição, mas estamos satisfeitos quando, numa questão de vida ou de morte, o nosso Presidente arrisca a sua carreira política para nos ajudar a ultrapassar este momento excecional pela sua perigosidade.
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Os açorianos, quero crer que na sua totalidade, estão ao lado do seu Presidente. Primeiro a vida, que é o bem mais precioso, o valor supremo. Sem vida, para que serve a Constituição? Queremos crer que futuramente a lei maior da República será revista por forma a poder dar resposta a imprevistos desta magnitude e gravidade, tendo em conta as diferentes geografias do território nacional.
Visão
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Antigo líder do PCP-Açores defende fecho dos aeroportos açorianos
Outro antigo líder partidário regional, José Decq Mota, que foi Coordenador Regional do PCP e deputado no parlamento regional durante vários anos, também manifestou na sua página das redes sociais o seu descontentamento pela continuação da abertura dos aeroportos na região.
“Ao escrever este breve texto penso também, de modo particular, em muitos excelentes amigos meus, que não sendo, nem naturais, nem residentes nos Açores ou Madeira, me dão a ideia de não entenderem o pensamento, que de forma natural e baseada no senso comum, fomos construindo aqui sobre a eventualidade de fechar temporariamente os aeroportos da Região, salvo casos excepcionais”, explica José Decq Mota.
O antigo deputado comunista afirma que “o problema constitucional e estatutário que alguns agora esgrimem, nunca teria sido sequer aflorado, se os Órgãos de Soberania tivessem, depois de alertados pelas Autoridades Regionais, percebido uma coisa óbvia: sendo nós ilhas distantes do exterior e até distantes este si, o isolamento temporário, muito reforçado, destas ilhas teria sido uma forma de defender a difusão do vírus aqui. Foram tomadas há dias medidas quanto a barcos vindos do exterior, assegurando que aqueles que precisam serão reabastecidos, mas quem neles viaja não desembarca, com excepção de casos de saúde. Ninguém contestou a legalidade desta medida. Quanto aos aviões, que até há poucos dias, andavam cheios, foi recusada a suspensão e foi criticada, por ilegal, a quarentena decretada. Não percebo, de nenhum modo, que não se considerem as especificidades geográficas ou outras, quando elas podem ajudar a defender estes cidadãos portugueses que somos e queremos ser”.
E prossegue: “Como todos sabem sempre defendi, no quadro político em que desenvolvi e desenvolvo actividade, o Sistema Constitucional da Autonomia e sempre combati, quer as perversões de cariz separatista, frequentes no primeiro terço dos anos 80, quer a práticas centralistas da República, fortíssimas em parte dos anos 90. Por muito ter estado ligado a estes combates não consigo perceber porque é que os Órgãos de Soberania inviabilizaram a concretização de um meio de defesa óbvio das populações das duas Regiões Autónomas. Fazer política assim é demasiado mau!”

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Uma forma mais brejeira de alguns passarem horas a treinar, na quarentena…
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Esta manhã estiveram a passear nas Caldeiras da Ribeira Grande um grupo de cerca de 12 turistas alemães. De que é que se está à espera para impor as mesmas medidas que estão em vigor na Madeira.
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Clever American strategy. Shoot that goddamned virus in its fuc_ing head! I guess the Italians are just too stupid to think of that. Oh, and does anyone have John Wayne’s cell phone number?
#americansareinsane