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rtp em linha sobre o covid19

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O governo aprovou um pacote de medidas para ajudar as famílias e as empresas mais afetadas pela pandemia do Covid-19, agora que Portugal se encontra na terceira fase de resposta à infeção pelo novo coronavírus. O objetivo destas medidas visa assegurar rendimento às pessoas e liquidez às empresas protegendo o emprego, quando ainda não há um acordo europeu para fazer face ao problema. O pacote de medidas de apoio social e económico vai estar em debate no especial da RTP3 Covid-19 \ Linha Direta, hoje às 4 da tarde. O jornalista Pedro Sousa Carvalho vai estar em estúdio para ajudar a responder às perguntas dos telespetadores. Inscreva-se e participe através do número 21 794 61 19.

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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo
RTP.PT
Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

RTP Notícias Dados atuais DGS\Caracterização Clinica dos casos confirmados:
– Febre 51%
– Tosse 62%
– Dificuldade respiratória 19%
– Cefaleia 28%
– Dores musculares 35%
– Fraqueza generalizada 24%.

COVID19, VACINAS E TRATAMENTOS

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Com declarações da Dra. Mónica Pon, médica em Macau. 🇲🇴 🥰

Médicos focados nas pessoas. Vacina vai ter de esperar.

A China parece ter tomado a dianteira.

Já decorrem en­saios clínicos de uma vaci­na contra a COVID-19 em huma­nos.

Na Europa, a alemã CureVac fala em testes, mas só em junho ou julho.

Já a norte-americana Moderna diz estar também a testar em voluntários.

Canadá e Israel também estão na corrida à vacina.

Médicos ouvidos pelo PLATAFORMA têm esperança, mas prevêem que o caminho será longo.

Para a médica de Macau Mónica Pon, há duas “armas determinantes” na “guerra ao vírus”: tempo e cura.

“Luta-se contra o tempo na descoberta de medicação para o tratamento da COVID-19, sendo que a hidroxicloroquina (um antimaláti­co) e o Resemivir (usado no Ébola) têm-se revelado eficazes.

Ao mesmo tempo trabalha-se na investigação de uma vacina que permita imunizar o maior número de pessoas, cerceando a propa­gação a doença”, explica a especialista em Medicina Interna.

Há poucas dúvidas de que “a descoberta de uma vacina e a respetiva disponibili­dade levaria habitualmente vários anos a ser concretizada”, considerando que, apesar de “a descodificação da sequên­cia genética do SARS-COV2“ ter sido realizada com “uma celeridade sem precedentes”, os passos que se seguem “exigem tempo”, enfatiza Monica Pun.

“Pior do que um vírus mau, seria uma má vacina”, conclui em resposta ao PLA­TAFORMA.

A médica lembra que “especialistas na matéria consideraram que, na melhor das hipóteses, uma vacina só estaria pronta daqui a um ano”, lembrando que a China já iniciou “um ensaio clínico com 108 voluntários”.

“O mundo aguarda com expectativa.

As dificuldades não se esgotam na des­coberta da vacina”, avisa Mónica Pon, citando uma declaração do médico Mi­chael J Ryan da OMS:

“A acessibilidade à vacina tem que ser Universal; o mun­do não estará protegido enquanto todos não estiverem protegidos”.

Já para a médica virologista brasileira Marilda Siqueira a solução imediata passa por uma “ordem clara de reclusão social”.

A chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, lem­bra em resposta ao PLATAFORMA que na América do Sul os profissionais de saúde estão habituados a várias epide­mias:

“Não podemos comparar com o Covid-19, mas vírus como Zika e Chi­kungunya dão-nos alguns ensinamen­tos, aqui no Brasil”.

Por isso, salienta, conhece “vários co­legas que foram a Itália ajudar” porque estão “preparados para este tipo de epi­demias”.

Para a especialista, a guerra pela vacina está longe de ser a priori­dade.

“Ela vai chegar, mas até lá temos de salvar pessoas e isso passa pelo iso­lamento social.

É preciso ser claro nesta mensagem”, remata.

Já Mário Freitas, médico e delegado de saúde pública em Braga, Portugal, tem uma certeza: “Teremos muitas mais pandemias pela frente”.

Por isso, a decisão certa, agora, é “testar, testar, isolar, isolar”.

O clínico assegura ao PLATAFORMA que não espera “por notícias de vacinas”, antes focando-se naquilo que classifica como um teste “fulcral à sociedade…

É um apelo à nossa disciplina”.

Quebrar a cadeia de transmissão é “a obrigação maior de todos: pessoas, governos, pro­fissionais de saúde, cientistas…”, defende.

“Vivemos num planeta com 7,5 biliões de seres humanos e, portanto, temos 7,5 biliões de potenciais reservatórios.

Em qualquer um de nós o vírus pode fazer a mudança que o torna altamente con­tagioso -e descambar noutra pandemia”, alerta o médico, terminando com uma previsão:

“Há um mundo antes e depois do 11 de Setembro; como há um mundo antes e outro depois do Covid-19.

Não tenho qualquer dúvida nisso”.

Luís Bernardino, professor jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto, considera que “o grande progresso tecnológico cria expetativas no controlo de grandes calamidades, mas também desperta enormes ansie­dades – às vezes até atitudes e medidas ‘de pânico’ – na população e em muitos profissionais”.

“Não aceitamos tantas mortes e tomam-se medidas que vão perturbar o ritmo frenético do desenvolvimento.

Talvez seja bom…”, desabafa o médico angola­no, em declarações ao PLATAFORMA.

Bernardino admite que a preocupação é crescente.

À semelhança do restante continente africano, Angola é muito vul­nerável: “Pela fraqueza do sistema de Saúde na deteção e contenção do vírus”.

Acredita, todavia, que estes territórios sejam poupados a uma catástrofe, devido “às temperaturas nas áreas tropicais, que não são favoráveis à progressão do vírus”.

CORRIDA LANÇADA

O anúncio espalhou-se rapidamente no passado fim-de semana: investigadores liderados pela epidemiologista Chen Wei, da Academia de Ciências Médicas Militares chinesa, recebeu luz-verde para avançar com ensaios clínicos em humanos de uma vacina contra a Co­vid-19.

Wei foi a primeira a submeter-se ao teste, segundo avançou a televisão estatal CCTV.

Nas palavras da Major-general, também membro da Academia de Engenharia Chinesa, a potencial vacina foi desenvol­vida seguindo “padrões internacionais e regulamentos nacionais”, garantindo que a produção será “segura, eficaz, de qualidade controlada e em massa”.

Segundo diário britânico The Guardian há nesta altura 35 empresas e institui­ções académicas a testarem uma possí­vel vacina contra a Covid-19.

Aguardemos…até lá continuamos re­féns do vírus, de medidas de exceção, e da frente médica na luta para salvar vidas.

António Bilrero, Fernanda Mira e Gonçalo Lopes.
Plataforma Macau, 27 de Março de 2020.

https://www.plataformamacau.com/…/medicos-focados-nas-pess…/

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CONDOLÊNCIAS AO DR VASCO CORDEIRO E FAMÍLIA

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Lúcia Vasconcelos Franco
Diana Silva
Rogério Mimoso Correia

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Os meus mais profundos sentimentos ao Dr. Vasco Cordeiro e Família, pelo momento dificílimo que está a passar, com o falecimento do seu querido Pai, vítima de doença prolongada.

1934 DISCURSO SOBRE AGRICULTURA

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João Simas
28 mins

Lembrando os tempos da campanha do trigo. Não sei se foi bem assim mas o poema existe:
De João Vasconcelos e Sá, foi lido durante um jantar, no Carnaval de 1934, na presença de um Ministro da Agricultura – Leovigildo Queimado Franco de Sousa.

Ao Excelentíssimo Senhor Ministro da Agricultura

Exposição
Porque julgamos digna de registo,
a nossa exposição, Sr. Ministro,
erguemos até vós humildemente,
uma toada uníssona e plangente,
em que evitámos o menor deslize,
e em que damos razão da nossa crise.
Senhor, em vão esta província inteira,
desmoita, lavra, atalha a sementeira,
suando até à fralda da camisa.
Mas falta-nos a matéria orgânica precisa,
na terra que é delgada e sempre fraca.
A matéria em questão, chama-se caca.
Precisamos de merda, senhor Soisa,
e nunca precisamos de outra coisa…
Se os membros desse ilustre Ministério
querem tomar o nosso caso bem a sério;
se é nobre o sentimento que os anima,
mandem cagar-nos toda a gente em cima
dos maninhos torrões de cada herdade,
e mijem-nos também, por caridade…
O Senhor Oliveira Salazar,
quando tiver vontade de cagar,
venha até nós, solicito, calado,
busque um terreno que estiver lavrado,
deite as calças abaixo, com sossego,
ajeite o cu bem apontado ao rego,
e como Presidente do Conselho,
queira espremer-se até ficar vermelho.
A nação confiou-lhe os seus destinos…
Então comprima, aperte os intestinos.
e ai..se lhe escapar um traque não se importe…
quem sabe se o cheirá-lo não dará sorte…
Quantos porão as suas esperanças
num traque do Ministro das Finanças…
e também, quem vive aflito e sem recursos,
ja nao distingue os traques, dos discursos…
Não pecisa falar, tenha a certeza,
que a nossa maior fonte de riqueza,
desde as grandes herdades às courelas,
provem da merda que juntarmos nelas .
Precisamos de merda, senhor Soisa,
e nunca precisamos de outra coisa,
adubos de potassa, cal, azote;
tragam-nos merda pura do bispote,
e de todos os penicos portugueses,
durante pelo menos uns seis meses.
Sobre o montado, sobre a terra campa,
continuamente eles nos despejem trampa.
Ah terras alentejanas, terras nuas,
desesperos de arados e charruas
quem as compra ou arrenda ou quem as herda
sempre a paixão nostálgica da merda…
Precisamos de merda senhor Soisa,
e nunca precisamos de outra coisa…
Ah, merda grossa e fina , merda boa,
das inúteis retretes de Lisboa.
Como é triste saber que todos vós
andais cagando, sem pensar em nós…
Se querem fomentar a agricultura,
mandem vir muita gente com soltura…
Nós daremos o trigo em larga escala,
pois até nos faz conta a merda rala…
Ah, venham todas as merdas à vontade,
não faremos questão da qualidade,
formas normais ou formas esquisitas.
E desde o cagalhão às caganitas,
desde a pequena poia, à grande bosta,
tudo o que vier a gente gosta ,
Precisamos de merda, Senhor Soisa ,
e nunca precisamos de outra coisa…

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TABELA MUNDIAL COVID-19

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Preparando a mudança de apresentação que farei a partir de hoje, esta é, ainda com os dados de ontem à noite, a nova tabela com a evolução dos países por grupo (Top-10 UE, Top-5 Outros Europa e Top-5 Resto do Mundo), passando já a usar a taxa de letalidade como critério de ordenação na segunda coluna.
A primeira coluna (ranking da evolução do número de casos) é igual ao último quadro e já foi comentada.
A segunda coluna é nova, no ranking da mortalidade. Itália, Espanha, Holanda e França lideram o grupo da UE – Portugal com 1,7% de mortes nos casos confirmados, está ainda longe, nesta altura, do Top-10. No resto da Europa, só o Reino Unido tem um valor muito alto (5,0%). No resto do Mundo, esse é apenas o caso do Irão (7,6%).

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A GUERRA PORTUGAL-HOLANDA PELO DOMÍNIO DO BRASIL

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A GUERRA PORTUGAL-HOLANDA PELO DOMÍNIO DO BRASIL

Portugal e Holanda travaram no século XVII uma longa guerra pelo domínio do Nordeste brasileiro.

Em O Brasil Holandês (1630-1654), o historiador brasileiro Evaldo Cabral de Mello, baseado em numerosas fontes lusas e batavas, tem páginas notáveis em que descreve as principais fases desse conflito, com episódios épicos de populações em fuga, cidades incendiadas, atrocidades, batalhas navais, guerra de guerrilhas com recurso a destacamentos de negros e índios fiéis à Coroa, colaborações dedicadas e traições – tudo cenas dignas de um dia ainda serem transpostas para o cinema.

De formação católica, os portugueses ficavam já então chocados com o comportamento calculista dos holandeses, de formação calvinista. Durante a ocupação, em relatório para a WIC – a Companhia das Índias Ocidentais, em Amsterdão – os responsáveis batavos da época escreviam:
“Os portugueses de um modo geral (com muito poucas excepções) são pouco favoráveis aos holandeses e à nossa nação e só devido ao temor são mantidos em obediência. Mas quando encontram qualquer pequena ocasião demonstram a sua inclinação.”

Ao longo dos 24 anos de ocupação do Nordeste, e apesar dos esforços de modernização da cidade do Recife levados a cabo pelo conde Maurício de Nassau, os holandeses tiveram em geral grande dificuldade em se estabelecer no território.

E acabaram por ser derrotados nas duas grandes batalhas de Guararapes (1648 e 1649), rendendo-se quando Recife, bloqueada por esquadra portuguesa, sucumbiu ao cerco e capitulou, em janeiro de 1654, conforme descrito na época por D. Francisco Manuel de Melo (Epanáforas de vária história portuguesa, Lisboa, 1660).

É uma história notável, hoje quase esquecida, mas que vale muito a pena revisitar.

Imagem – A Batalha dos Guararapes – óleo de Victor Meirelles (1879) – Museu Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro

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