BOA NOVA -holandeses criam anticorpo que pode travar COVID

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Não sei se trabalham com o mesmo anticorpo, mas estas descobertas nos Países Baixos e em Israel resultam na notícia de melhor perspetiva que ouvi nos últimos tempos. Espero que resulte e cure com eficácia a Covid-19

Também de Israel chegam notícias de que pode estar em células produzidas pelo corpo humano, e não apenas na vacina, uma solução para a pandemia de covid-19, através da neutralização do vírus que a provoca, o SARS-CoV-2

OSVALDO CABRAL O OUTRO TSUNAMI

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O OUTRO TSUNAMI

Ocupados com a crise sanitária e económica, ainda não demos conta de um outro tsunami que nos vai bater à porta nos próximos meses.
Trata-se da situação da SATA, que já era preocupante antes da pandemia (muito pior do que a TAP) e que se encontra agora em estado de emergência para a respectiva recuperação.
A crise pandémica veio trazer algum alento aos governos europeus que pretendem intervir directamente no capital das suas transportadoras de bandeira, com Bruxelas a conceder tolerância aos estados membros na respectiva ajuda.
O problema é que Bruxelas já terá dado a entender que os Estados não poderão abusar e, pelo que sabemos, isto quer dizer, na leitura de alguns técnicos que ocupam o Ministério dos Transportes, que pedir ajuda para duas companhias (TAP e SATA), num país com a nossa dimensão, é passar os limites da tolerância.
Por outras palavras, se o Estado português quiser mesmo intervir na TAP, através de um empréstimo público convertível em capital ou num aumento de capital em conjunto com os privados, vai propor modelo semelhante para a SATA, se é que o accionista único, a nossa Região, entender abdicar do monopólio na estrutura accionista.
A privatização é para esquecer (já era antes da pandemia), pelo que não restará muita margem de manobra ao Governo Regional em ceder à intervenção directa do Estado na nossa transportadora.
Não se sabe ainda qual o modelo escolhido, mas sabemos que uma solução que passe por integrar a TAP no capital da SATA está novamente em cima da mesa do Ministério, havendo quem defenda que a intervenção conjunta nas duas, ao mesmo tempo, seria menos arriscado do que uma intervenção em separado, que poderá não obter o consentimento de Bruxelas.
A decisão vai ser tomada este mês e há uma coisa que é segura: se a TAP precisa de perto de mil milhões para limpar o seu passivo de mais de 850 milhões de euros, a SATA vai precisar de 300 a 350 milhões para limpar o seu.
Seja qual for o desenho escolhido, nunca será dinheiro a fundo perdido a entrar na SATA.
Alguém vai ter de pagar e as palavras do Ministro Pedro Nuno Santos em relação à TAP servem também para a SATA: “Se a empresa não pagar, o empréstimo é de quem? É do povo português. Deve o povo português pagar e o privado continuar a mandar?”.
Na SATA não é o privado, mas o Governo Regional. Seguindo o raciocínio do Ministro, estará o povo português disposto a pagar para o Governo Regional continuar a mandar?
Ou seja, se o Estado intervir vai querer mandar e é aqui que pode entrar a equação TAP, regressando o fantasma de uma fusão de empresas que muitos na Região não desejariam.
Há ainda quem sonhe, nos Açores, com a fórmula de 2009 a 2011, em que a Região conseguiu obter financiamento comunitário para as despesas relativas à compensação financeira atribuída à SATA Air Açores, após o qual a empresa entrou em forte desequilíbrio financeiro por atrasos nos pagamentos por parte do Governo Regional e a consequente desgraça nos anos seguintes pelas trágicas gestões que todos conhecemos.
Mesmo que, no melhor deste cenário, o Governo Regional desista da ajuda do Estado e consiga sozinho fazer o seu caminho (o que é quase impossível em Bruxelas), uma coisa é certa: seja qual for o modelo haverá sempre, no fim da linha, alguém que vai ter de pagar por qualquer tipo de intervenção.
E não é difícil perceber quem será.
Os contribuintes, claro!

(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 06/05/2020)

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TAP A TRANSPORTAR PARA OS AÇORES

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A TAP vai retomar a rota Lisboa – Porto com três voos por semana a partir de 18 de maio

BATISMOS E CASAMENTOS, REGRAS

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Regras para cerimónias 👌👌👌

Celebrações pela Igreja sem contacto físico serão retomadas este mês.

Celebrações pela Igreja sem contacto físico serão retomadas este mês.

RIBEIRO E CASTRO A EVOLUÇÃO DO COVID E OS PALOP

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Volto à evolução da Covid-19 nos PALOP.
Infelizmente, o panorama deu sinais de deterioração nos últimos sete dias. A situação mais inquietante é a da Guiné-Bissau: tem estado a subir com alguma continuidade e, nos últimos dias disparou; e tem um quadro político muito periclitante, que fragiliza a acção do Estado. A subida acentuada de São Tomé e Príncipe é má, mas pode não ter uma sequência desta magnitude; resultou da contabilização no mesmo dia dos resultados de vários testes que tinham seguido para um laboratório no Gana; ou seja, não resulta de contágios continuados. É indispensável observar os próximos dias. O caso de Cabo Verde também inquieta, pois corresponde a uma evolução continuada, embora os números estejam abaixo do disparo da Guiné-Bissau. Angola e Moçambique estão a subir lentamente, sempre com números baixos, que são ainda mais insignificantes se os ponderarmos com a dimensão das respectivas populações.
Em geral, nos cinco PALOP, os números absolutos são números baixos, mesmo nos países que inquietam mais. Devemos dizer: ainda. Porém, este é um vírus altamente contagioso; e, se as cadeias de contágio pegam, os números podem piorar muito aceleradamente. Todo o cuidado é pouco. Toda a contenção é necessária. Em Portugal, tivemos essa experiência. O Brasil está a tê-la também.
Portugal, em 15 de Março, só tinha 245 casos; e no dia 16, 331.

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TIMOR A CRISE POLÍTICA E O IMPASSE

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Liderança do partido de Xanana Gusmão desmarca-se de declarações da bancada no parlamento timorense

Díli, 06 mai 2020 (Lusa) – A Comissão Política Nacional do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), de Xanana Gusmão, desmarcou-se hoje da bancada do partido no parlamento, a pedir um diálogo mediado pelo chefe de Estado com a Fretilin.
“A conferência de imprensa dos deputados do CNRT no dia 05 de maio de 2020 no parlamento nacional não teve qualquer orientação ou decisão do partido”, indicou a Comissão Política Nacional (CPN) do CNRT, num comunicado enviado à Lusa.
“A CPN considera que a declaração dos deputados do CNRT constituem apenas atos individuais e não representam a posição do partido”, referiu a mesma nota assinada pelo segunda vice-presidente do partido, Virgílio Smith, e pelo secretário-geral adjunto, Jacinto Rigoberto.
Na terça-feira, a bancada parlamentar do CNRT pediu, em conferência de imprensa e em comunicado, ao Presidente do país, Francisco Guterres Lu-Olo, para promover um diálogo com a Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (Fretilin), o partido com maior representação no parlamento, para solucionar o impasse político.
Hoje, o partido afirmou que vai tomar medidas e chamar à responsabilidade os deputados.
“A CPN irá tomar medidas e pedir a responsabilidade aos deputados do CNRT pela conferência de imprensa de 05 de maio de 2020. A CPN e a estrutura do partido reafirmam a sua confiança sem reserva no presidente do CNRT, Xanana Gusmão”, indicou.
O CNRT conta 21 deputados e a Fretilin 23, num total de 65 deputados. Eleito em 2017, Lu-Olo nunca abandonou oficialmente o cargo de presidente da Fretilin.
No comunicado de hoje, a CPN reafirmou as decisões tomadas na reunião de 30 de abril, em que mandatou e autorizou o líder do partido, Xanana Gusmão, “para representar o partido para tomar qualquer medida ou decisão relativa à atual situação política”.
Reafirmou ainda o apoio à decisão de apresentar por 19 deputados ao Tribunal de Recurso um pedido de fiscalização abstrata da constitucionalidade de várias ações do Presidente timorense nos últimos meses.
“A presente ação tem por objeto a declaração judicial da existência de violação clara e grave das obrigações constitucionais do Presidente da República”, de acordo com o texto da ação.

ASP // EJ
Lusa/Fim

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não há salas que cheguem para manter distanciamento na escola

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Ainda não percebi quantos alunos vão caber em cada sala nem em quantas partes se vai dividir um professor.

Dentro de algum tempo vão iniciar-se (ou não) as aulas presenciais de 11º e 12º anos das disciplinas que têm exame. Como as escolas não têm anfiteatros suficientes para tantas turmas e disciplinas, convinha desde já saber quais vão ser as regras de distanciamento.
Façamos um exercício por analogia.
– Se for pela regra adotada pela CGTP na manifestação do 1º de Maio: distanciamento de 3 metros por pessoa na mesma fila e filas distanciadas de 5m, dá, multiplicando 3m por 5m (3*5=15), 15 m2 por aluno. Mas as salas não são ao ar livre e mesmo assim daria um bom conjunto de salas para uma turma;
– Se for pelas regras dos supermercados, 25 m2 ou 20m2 por pessoa, uma turma de 30 alunos terá que ser dividida por dez ou mais salas (contando por baixo). Mas também não é bem assim porque nos supermercados há muita gente “invisível” a trabalhar (caixas, repositores etc.) o que dá um rácio muito menor. Além disso há as aproximações para efetuar os pagamentos. Mesmo assim daria para mais de meia dúzia de salas por turma;
– Pelas regras dos transportes públicos também não dá, porque mesmo reduzindo para 2/3 da lotação como se faz nos autocarros e no metro, ainda se enche bem uma sala ou daria para mais que uma turma numa sala;
Quanto ao professor não sei como se divide por várias salas. Mas certamente há por aí alguns que saberão.

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  • José Eliseu Pinto Não duvides, João. Sabem tudo.
    • João Simas Parece que já saíram notícias. Percebi que dividem uma turma por duas salas, o que dá ainda uma proximidade muito inferior aos 2m de que se tem falado e já não falo de outros exemplos que dei. Não percebi é se o professor vai ter o dobro do horário. TaSee more
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  • Maria Pires Por norma, o pedido de férias decorria durante o mês de abril…Mas, por ora, instalou-se um silêncio sepulcral sobre isso.