Quake Info: Weak Mag. 2.5 Earthquake – Portugal, 16 km Northwest of Angra do Heroismo, Azores, on Saturday, Apr 6, 2024, at 07:43 pm (Azores Time)

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NOSTALGIA DE PAI

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Artur Arêde shared a memory.

 
“Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam, se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai do seu pai. É quando o pai envelhece e começa a fraquejar, como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe. É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e se esquecerá de tomar os seus remédios. E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou, e depende de nossa vida para morrer em paz. Quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, protegendo as tomadas eléctricas e colocando barreiras de protecção, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece na casa de banho.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra na banheira do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas. Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protectores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objectos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitectos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam de nós? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso em caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, procurando repor os lençóis, quando o filho gritou de sua cadeira:
Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo cancro: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro. Aninhou o pai. Acalmou o pai. E apenas dizia, sussurrado:
Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas saber no fim de sua vida, é que os seus filhos estão ali. “

5 years ago

Artur Arêde is feeling nostalgic 

Some Myths and Legends of the Australian Aborigines Index

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Some Myths and Legends of the Australian Aborigines, by W. E. Thomas, at sacred-texts.com

Source: Some Myths and Legends of the Australian Aborigines Index

desabafando

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Se ouvires uma voz a chamar o teu nome, podes parar de cair, a única forma de ser invulnerável é ser quase totalmente vulnerável, mas quanto mais vulnerável se é, mais capaz se é de sofrer as dores, humilhações e desaires, e assim serás capaz de enfrentar qualquer audiência. As pessoas devem comprometer-se a contar a sua história sem cuidarem do número de pessoas que a vão ler ou ouvir. Essa a rota e a visão, com a Nini encontrei a minha razão de estar no mundo, era o meu mundo, o dela, o nosso, e era um mundo lindo, nadávamos nos dias contra marés e tsunamis, bebíamos o chá doce de todos os anos juntos a que ela acrescentava sempre dois pacotes de açúcar pois nunca era suficientemente doce.

Acordávamos com o chilrear dos pássaros, por entre ventos e tempestades, chuvas e derrocadas, marés gigantes e nevoeiros cerrados, nesta bruma húmida que caía pelas paredes da casa. Viajamos pelo mundo, dele fizemos o nosso lar, sem fronteiras nem passaportes, voando nas asas da utopia, criamos encontros, publicamos livros, unimos pontes e continentes, e quando estávamos a chegar ao cume dos nossos sonhos, abriu-se o alçapão da vida e sem apelo nem agravo, sem pedir licença, sem dó nem piedade sugou-te e deixou-me suspenso neste abismo que hoje são os meus dias, iguais e vazios.

Agradeço os anos juntos, as alegrias, as conquistas imensas, salvaste-me doutros abismos sem fundo só com a tua presença e amor, e agora quem me vai salvar desta solidão involuntária, em que apenas me resta ver as fotos e os filmes de todos os momentos alegres que criamos nos nossos dias, sabendo que não voltam, não voltam mais, assim como tu nunca mais voltas, e só para mim estás em espírito presente, invisível para todos, e só eu te sinto e te escuto enquanto espero a data de me juntar a ti, de novo, para acabarmos o que começamos.

Não me canso de dizer que os dias sem ti aqui são vazios e inúteis mas as pessoas dizem para ter força e acreditar, acreditar em quê? Nesta solidão? Nesta dor? Neste tormento que é acordar, repetir novas rotinas sem nexo nem razão, além de sobreviver. Sem metas, além de terminar os teus livros e dá-los a conhecer…a minha vida real já não vai recomeçar, não há novos começos nesta idade, nestas circunstâncias e querem que eu esteja bem, que eu tenha forças quando a Nini era a minha musa, a minha fonte de alimentação, a luz que me alumiava as noites. Dizem todos eu com o tempo passa, mas os que estão nesta situação há mais tempo, dizem que com o tempo não passa…. Pode aliviar mas nunca passa, nunca se deixa de pensar no que se viveu juntos, no que se construiu, nos vazios que preenchemos juntos, e o mundo que criamos só era belo para nós, longe de guerras, fomes e demais tragédias e agora já não existe, estou rodeado por mil e uma guerras, que já não me parecem tão longínquas e podem chegar até aqui.

Dizem-me para ter forças mas onde vou eu buscá-las se eras tu quem mas fornecia todos os dias e me fazias crer que viver era belo, dizem para recordar os bons momentos juntos e muitos foram, mas para quê se não os podemos repetir nem replicar nem nunca mais teremos momentos desses e muito menos eu os terei. Dizem-me para ser positivo, há dias, até a pedicura me falava na reciclagem das almas a que chamava REENCARNAÇÃO… e assim passei mais umas horas a ouvir a história e música de Colin Hay (Men at work) enquanto alinhavava estas palavras que não serviram de catarse nem de exorcismo, entrecortadas pelas sempiternas lágrimas de saudade que teimam em aflorar aos meus canais sem serem chamadas.

1995 8

 

1996

1996.12

1999

2004

2008

2011

 

16º colóquio santa maria 2011

2023

ajude a APG

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——– Forwarded Message ——–

Subject: Fwd: ⛏ Obrigado! Mais de 1 400 pessoas já assinaram informa a APG–Associação Portuguesa de Geólogos .
Date: Sat, 6 Apr 2024 18:07:01 +0000
From: Victor-Hugo Forjaz <vforjazovga@gmail.com>

 

Mesmo que nao seja sócio da APG , como cidadão , recomendo que ajude os geólogos ASSINANDO .

obg.
VHForjaz

 

———- Forwarded message ———
De: Associação Portuguesa de Geólogos <info@apgeologos.pt>
Date: sábado, 6/04/2024, 17:03
Subject: Fwd: ⛏️ Obrigado! Mais de 1 400 pessoas já assinaram
To: VITOR HUGO LECOQ LACERDA FORJAZ <vforjazovga@gmail.com>
Boa tarde Prof.º Victor Hugo,

Segue a petição novamente conforme solicitado.
Obrigada pela atenção.
Boa continuação!
Apresento os nossos melhores cumprimentos,
Sara Nunes | Secretariado
APG Administrative Support Officer
Associação Portuguesa de Geólogos
Endereço p/ correspondência:
Associação Portuguesa de Geólogos
(Museu Geológico)
Rua da Academia das Ciências nº 19 – 2º andar
1249-280 Lisboa
info@apgeologos.pt
Telf: 213 477 695 – 912 818 243 (2ª a 6ª das 10h às 13h)
Fax: 213 477 695
 
Social Media – Associação Portuguesa de Geólogos

 

NOTA: A informação contida neste e-mail e os ficheiros anexos são confidenciais e deverão ser lidos única e exclusivamente pelo indivíduo ou entidade a quem são dirigidos. Se recebeu esta comunicação por erro, por favor informe de imediato o remetente e apague a mensagem e os ficheiros anexos sem os ler, copiar, gravar, distribuir ou divulgar ou fazer qualquer outro uso da informação sem o consentimento da Associação Portuguesa de Geólogos. O correio electrónico via Internet não permite assegurar a confidencialidade ou a correcta recepção das mensagens, pelo que a Associação Portuguesa de Geólogos não assume qualquer responsabilidade por possíveis danos causados.

NOTE: The information contained in this communication is confidential, may be privileged and is intended for the exclusive use of the above named addressee. If you receive this communication in error, please notify the sender immediately and delete it, and all its attached documents. If you are not the intended recipient, you are expressly prohibited from reading, copying, distributing, disseminating or, in any other way, using any of the information without the Associação Portuguesa de Geólogos consent. Please note that Internet e-mail guarantees neither the confidentiality nor the proper receipt of the message sent, so that Associação Portuguesa de Geólogos shall not be liable for any damages caused.

———- Forwarded message ———
De: Associação Portuguesa de Geólogos <news@apgeologos.pt>
Date: quarta, 3/04/2024 à(s) 19:00
Subject: ⛏️ Obrigado! Mais de 1 400 pessoas já assinaram
To: <info@apgeologos.pt>

Petição Pública

 

 

 

Criação da Ordem dos Geólogos

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Agradecemos às mais de 1 400 pessoas que já assinaram a petição pública da APG para a criação da Ordem dos Geólogos.

 

Se ultrapassar as 2 500 assinaturas, a petição será apreciada por comissão parlamentar competente na Assembleia da República.

 

Assine também e partilhe. E não se esqueça de confirmar a sua subscrição no email.

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Assinar petição
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Associação Portuguesa de Geólogos

Museu Geológico Rua da Academia das Ciências, nº19 – 2º, 1249-280, Lisboa

Este e-mail foi enviado para info@apgeologos.pt.

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(3) Men At Work • “Who Can It Be Now/Overkill/Down Under” • LIVE 1983 [Reelin’ In The Years Archive] – YouTube

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(3) Men At Work • “Who Can It Be Now/Overkill/Down Under” • LIVE 1983 [Reelin’ In The Years Archive] – YouTube