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“Assaltos na Lomba da Maia assustam moradores” é a manchete de hoje.
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para compensar o lamento da crónica que vai depois das imagens, estas servem para me recompensar de viver aqui…..

Há tradições e tradições, e se bem que, de uma forma geral, apoie e sustente a sua preservação, tenho de admitir que com o passar dos anos, e séculos, fruto da ecologia e outras ciências, algumas dessas tradições estão condenadas e devem ser abolidas ou modificadas.
Refiro-me a uma proposta (que, infelizmente ainda não encontrou eco legal) do partido PAN para acabar com o ruído, eliminando as roqueiras e morteiros (foguetes ou petardos) ou substituindo-as por outras silenciosas. Raramente estou de acordo com o PAN e seus extremismos, mas dei comigo a aplaudir a proposta.
É a partir de maio e até finais de setembro que o tormento surge. Estamos na época do Espírito Santo e não só nesta festa, mas em todas as ocasiões (e elas parecem ser semanais) há as roqueiras (os tradicionais foguetes ruidosos) que impedem qualquer descanso, assustando animais e humanos a qualquer hora do dia e da noite. Costumo dizer que se eu mandasse …. nunca mais acendiam nenhum foguete…
Ontem dia 26 de maio os mordomos dum qualquer Império aqui na Lomba da Maia devem ter-se esquecido da crise e toca a fazê-los rebentar, a todas as horas, entre as 07.20 e as 24.00 com deveras curtos intervalos de descanso e silêncio. Em vinte anos foi o dia com mais foguetório de que me lembro, tive de manter as janelas fechadas apesar da temperatura amena de 20 ºC e uma das minhas cadelas passou o dia aterrorizada a urinar por toda a casa e a tentar esconder-se debaixo dos meus pés, aqui na secretária, donde escrevo este lamento que, infelizmente, ninguém vai ouvir e muitos irão criticar.
Haverá, quiçá, até uma certa xenofobia e a velha afirmação de que eu afinal nem sou de cá…ou como o outro (vizinho) em tempos me disse, “ó senhor isto não é a cidade” e a desculpa tola de que como é tradição sobrepõe-se a toda e qualquer lei que exista ou venha a existir.
Qualquer festa, festarola ou celebração (até no desporto futeboleiro) vem sempre acompanhada de foguetes estrelejando nos céus com o seu caraterístico bum, que ainda hoje ninguém me conseguiu explicar para que servem.
Já tentei entender se tem a ver com frustrações edípicas ou outras, com sexualidades reprimidas ou quejandas mas nada descortinei que as pudesse explicar, de forma satisfatória.
Além do inconveniente para tímpanos mais sensíveis, há o desassossego de animais domésticos e outros que entram em pânico com o barulho, como há anos observamos cá em casa.
Depois, há o incumprimento das normas e horários. Quando interrogo algum dos nativos logo me respondem “isto não é a cidade, senhor”. Começam normalmente pelas 07 da matina e vão até bem depois da meia-noite, à revelia de posturas municipais, e outras leis que definem o período em que podem ser lançados tais foguetes.
Ecoam como canhões, desde manhã cedo até noite adiantada rompendo o silêncio do descanso da madrugada. As roqueiras ao contrário do fogo de artificio são só barulho sem cores nem desenhos elaborados riscando os céus.
Os açorianos primam pelo desconhecimento e incumprimento de normas de segurança, em geral. É vê-los de cigarro na boca, a acendê-lo na ponta do rastilho e lançar o projétil ao ar.
Parecem crianças com um brinquedo, deveras perigoso, mas a irracionalidade de os lançar a qualquer hora confunde-me e irrita-me.
Sei que somos poucos, uma minoria talvez de descontentes com esta tradição, a precisar de leis e normas e fiscalização para se acabar com este flagelo auditivo nas suas múltiplas vertentes de perigo além do inconveniente estrondo.

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acabo de receber uma mensagem da rede acima mencionada a dizer que iam vetar e retirar o meu post por ser contrário ás normas e incitar à violência….(e morte diria eu…)…isto está , cada vez mais patético!!!

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Os rebeldes iemenitas Hutis, apoiados pelo Irão, reivindicaram hoje ataques a dois petroleiros e um porta-contentores — este com bandeira portuguesa -, no Mar Vermelho e Oceano Índico, bem como disparos contra dois contratorpedeiros dos EUA, não identificados.
Source: Hutis reivindicam ataque a três navios, um com bandeira portuguesa
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O Tsuchinshan–ATLAS deverá tornar-se visível no começo do outono.
Source: Cometa aproxima-se da Terra e pode proporcionar um belo espetáculo
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Os dois partidos, que “tiveram mais votos e mais deputados” eleitos do que Partido Social Democrata (PSD), decidiram “formalizar uma declaração de princípios para encetar diálogo com os restantes partidos com representação parlamentar, à exceção do PSD e do Chega”, por forma a alcançar “um apoio parlamentar mais robusto”.
Source: PS e JPP anunciam acordo para “governo estável” (e bloquear PSD no poder)
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A caverna de Son Doong, no Vietname, é tão vasta que nela caberiam vários arranha-céus de 40 andares. Foi explorada pela primeira vez por humanos em 2009, quase 20 anos depois de a sua entrada ter sido descoberta por acaso. Situada perto da fronteira entre o Laos e o Vietname, “Hang Son Doon”, algo como “caverna do rio da montanha”, tem entre 2 e 5 milhões de anos. Com a maior secção transversal de todas as cavernas conhecidas, é considerada a maior caverna do Mundo — tão vasta, que nela caberiam vários arranha-céus de 40 andares. Descoberta acidentalmente em 1990
Source: Son Doong, a maior e mais maravilhosa caverna do Mundo, tem o seu próprio ecossistema – ZAP Notícias
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Uma equipa de investigadores descobriu dados cruciais sobre a forma como os iões se movem através dos minúsculos poros de um supercondensador — um dispositivo de armazenamento de energia com potencial para um carregamento muito mais rápido do que as baterias convencionais. Imagine se o seu computador portátil ou smartphone pudesse ser carregado num minuto — ou se um carro elétrico pudesse ser totalmente alimentado em 10 minutos. Um novo estudo, conduzido por uma equipa de cientistas da Universidade da Califórnia, nos EUA, e publicado esta sexta-feira na Proceedings of the National Academy of Sciences, pode torná-lo possível brevemente. No
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A era das viagens aéreas de baixo custo na Europa pode ter acabado de vez, graças, em parte, às recentes políticas ambientais da UE. Em suma, trata-se de uma boa notícia para o clima. Mas muitas pessoas com rendimentos baixos e médios que costumavam viajar pela UE deixarão de o poder fazer ou, pelo menos, poderão fazê-lo com muito menos frequência. Crucialmente, as mesmas políticas terão pouco ou nenhum impacto na utilização de jatos privados, muito mais poluentes, que normalmente cobrem distâncias servidas por companhias aéreas comerciais e comboios. Este é um caso de sacrifício injusto para a ação climática.
Source: Adeus, voos low-cost? Leis climáticas da UE podem acabar com as viagens baratas – ZAP Notícias
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You, Aníbal C. Pires, Carolina Cordeiro and 29 others
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Portugal tem marinha de guerra (armada) desde a sua fundação.
Quando houve a queda do Império Romano do Oc9idente, desapareceram os navios romanos e a navegação ficou limitada aos rios e pesca costeira. Mas com o domínio muçulmano vieram os ataque de piratas para fazer escravos e levar tudo o que tivesse valor. Numa altura em que a Galiza já tinha sido reconquistada, o Arcebispo de Santiago de Compostela, Diego Gelmires, mandou fazer algumas galés (navios a remos com vela auxiliar, como as dos romanos) para combater os piratas. Tiveram bastante sucesso.
Quando D. Afonso Henriques conquistou Lisboa (1147) tinha galés, que provavelmente foram utilizadas no transporte de tropas do Porto para Lisboa. Sabemos pela descrição de um cruzado da Flandres que o capitão das galés do rei morreu no ataque da cidade.
Reconhecendo a importância da atividade marítima, D. Afonso Henriques concedeu bastantes vantagens a quem se ocupasse dos ofícios ligados aos navios. Isto teve muito sucesso e o número de navios de guerra aumentou, assim como a capacidade de fazer mais rapidamente. A prova disso são as batalhas que foram travadas com as frotas muçulmanas, que tinham o seu apoio mais próximo em Alcácer do Sal. Eis as descrições:
Segundo um cronista muçulmano, ibn Idari, Geraldo sem Pavor teria sido executado por ordem do califa almóada porque estava a conspirar com D. Afonso Henriques uma invasão a Marrocos. Pode ser um bocado exagerado, mas havia algum fundo de verdade.
E a verdade foi a guerra naval de D. Afonso Henriques com os muçulmanos, entre 1169 e 1189.
Com uma esquadra comandada por D. Fuas Roupinho, atacaram Sevilha em 1178, ao mesmo tempo que Sancho I atacava por terra, chegando à periferia do bairro de Triana.
Os almóadas responderam com um ataque da frota muçulmana a Lisboa; os portugueses atacaram Saltes (Huelva). Os almóadas atacaram Porto de Mós (1180), tendo sido repelidos, com a ajuda dos concelhos de Alcanena e Santarém.
Em 1181, o reino de Portugal reuniu 40 galés (!) e correu a costa do Algarve, atacando o que podia. Não contentes, atacaram Ceuta, provavelmente para eliminar a frota almóada. No entanto, a frota não estava lá, juntaram 54 barcos e perseguiram e venceram os portugueses, que perderam 20 barcos.
Já em 1189, havia de novo 40 barcos que acompanharam a Terceira Cruzada até Silves.
Portanto, o facto de Portugal disputar taco a taco o domínio marítimo do sul da Península Ibérica, antes de haver conquista por terra, mostra que os barcos eram barcos de guerra e não pequenos barcos de comércio ou pesca arrebanhados para a ocasião, que havia tripulações mais ou menos profissionais e que havia técnicas de navegação em alto mar, mesmo se em regime de cabotagem.
Esta resposta foi elaborada tendo como base o artigo: [Os primórdios da Marinha Portuguesa: da Alta Idade Média, a Fuas Roupinho]
(https://jmdorropio.wixsite.com/site/post/os-prim%C3%B3rdios-da-marinha-portuguesa-da-alta-idade-m%C3%A9dia) José Dorropio , que é um recriador histórico, com respeito pela história, sem fantasias.
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