carta aberta sobre o HDES

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No Açoriano Oriental está uma carta aberta sobre o HDES, que deve ser lida por todos como bem diz o José Gabriel Ávila e eu concordo.
No entanto relembro que:
Desde há vários anos que afirmo o mesmo, São Miguel deve ter um Hospital Regional com todas as valências possíveis, mesmo as consideradas de ponta no HDES, para servir todos os Açorianos e parte dos Micaelenses da zona Sul da Ilha, um Hospital Polivalente na Zona da Ribeira Grande que sirva a população de toda a costa norte, desde Bretanha ao Nordeste e um convénio PPP com o Hospital da CUF para servir a população desde a Povoação, Vila Franca e Lagoa.
Se verificarmos em termos populacionais e mais valias cada um cobre mais população que o Hospital da Ilha Terceira, e teríamos redundância absoluta em caso de qualquer tipo de catástrofe.
No entanto prefere-se gastar milhões estupidamente no Centro de Saúde da Ribeira Grande sem que tal garanta qualquer tipo de serviço especializado, nomeadamente Urgências ou Cirurgia e com a CUF recorre-se somente quando tudo falhou, e a CUF também falha porque só está preparada para um tipo de serviços específicos a uma população também diferenciada, por não ter qualquer convénio com a Região que a obrigue a colmatar as necessidades da população.
No fundo quem nos governa há muitos anos, não é só de agora, sempre olhou para a Saúde como uma responsabilidade Nacional e não como uma obrigação de uma região autónoma, com serviço próprio obrigatório.
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CAMÕES CONVITE

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——– Forwarded Message ——–

Subject: Convite
Date: Wed, 7 Aug 2024 16:45:37 -0300
From: lucia helena alves de sá <alethoar@gmail.com>
To: associação internacional colóquios da lusofonia <lusofonia.aicl@gmail.com>
Gostaríamos de convidar
os membros da Associação Internacional Colóquios da Lusofonia
para participar da edição 2024 da revista IDentidades
cujo título é “Camões”.
O artigo não precisa ser inédito.
Pedimos apenas que enviem no formato word.
Não há limite de páginas.
Também solicitamos uma imagem que ilustre o conteúdo textual. Caso seja incluída a imagem, é preciso que esteja em JPG e com a indicação do título e autor da referida imagem.
Fornecemos certificado para fins curriculares.
A revista IDentidades é online e tem edições desde 2011.
A revista pertence ao Instituto Mukharajj Brasilan (Rio de Janeiro, Brasil) que desenvolve atividades sobre cultura simbólica luso-afro-brasileira e divulga o pensamento de Agostinho da Silva.
O prazo para envio do artigo é até 07 de setembro. Caso precisem alargar o prazo de envio, avise-nos.
As contribuições participativas serão de grande valia.
Att.,
Equipe ID
Profª Dra. Lúcia Helena Sá

trotinetes como esperado o caos sem civismo

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Anonymous participant

Falta de civismo de quem usa as trotinetes eléctricas preocupa açorianos e turistas
Há “falta de civismo” na utilização das Trotinetes na cidade de Ponta Delgada. Qualquer jovem, com um telefone, pode aceder à trotinete e são várias as irregularidades provocadas na sua condução, desde a circulação em circuitos pedonais até ´parerem em locais que não são os mais apropriados. Quem apoia mesmo a iniciativa são os turistas que reconhecem também que deveria haver mais responsabilidade na sua utilização.
“As pessoas é que não sabem usar”, “o problema não são as trotinetes, mas sim os seus utilizadores” ou “quem usa tem falta de civismo”, foram algumas das muitas frases ditas pelos inquiridos do ‘Correio dos Açores’ acerca do fenómeno das trotinetes eléctricas presentes um pouco por toda a cidade de Ponta Delgada.
O ‘Correio dos Açores’ foi à rua saber a opinião de mais de 20 pessoas e percebeu que os açorianos acham que “é uma má iniciativa”, ao passo que os turistas entendem que “é uma boa medida”.
Esta medida, implementada há cerca de uma semana, prevê a introdução de 100 bicicletas e 300 trotinetes da Bolt e será testada durante um ano.
Na ocasião, Pedro Nascimento Cabral sublinhou que esta medida se enquadrava nos “novos desafios de mobilidade urbana decorrentes da defesa intransigente da sustentabilidade ambiental” e que iria apresentar uma “melhoria da qualidade de vida das pessoas e numa circulação mais eficiente”.
De salientar que todos os inquiridos se recusaram a tirar foto com “receio de represálias” e por “este ser um “meio pequeno onde todos conhecem todos”. Por isso, os entrevistados têm nomes fictisios.
“As pessoas não têm
civismo…”
Segundo Paulo Jorge o “grande problema é que as pessoas não sabem usar” as trotinetes. Para o micaelense, para além deste problema, “as pessoas não têm civismo, circulam de tritonete em contramão, por cima das passadeiras e param onde querem, mesmo sabendo que não é o local apropriado de o fazerem”. Já o seu irmão, Tiago Jorge, reafirma que “o problema não são as trotinetes, mas sim as pessoas”, sublinhando que “qualquer um com um telefone pode conduzir porque na aplicação quem mete a idade somos nós”.
André Chaves tem uma opinião um pouco diferente. Entende que “esta é uma medida que já vem tarde e que não vai durar muito porque não se pode ter nada de bom nessa ilha uma vez que ninguém sabe estar”. O jovem diz que “é tudo uma questão de tempo até algum espertinho andar em contramão, provocar um acidente e a culpa vai ser da tritonete”.
André Chaves conta um episódio: “ainda ontem vi pessoas que estavam a reclamar porque havia um aglomerado de trotinetes a tapar o passeio como se estas aparecessem ali por obra e graça do Espírito Santo. As pessoas não sabem estar e isto ainda vai dificultar mais a vida a quem andar, por exemplo, de cadeira de rodas”.
João Silva é da opinião que “se devia de informar as pessoas das regras básicas de trânsito”.
Ainda segundo João, “as pessoas parecem que não sabem, ou não querem saber, de quem está na rua, andando muitas vezes em contramão”. O micaelense deixa ainda uma interrogação no ar: “Sem seguros e sem matrículas, se houver um acidente como é que vai ser?”
Já Pedro Louro é de opinião de que “as trotinetes dão jeito em algumas situações, principalmente para quem trabalha no centro da cidade e tem de estacionar o carro longe”. Contudo, para diz, esta também “será uma questão de tempo até as trotinetes deixarem de andar porque há muita falta de civismo”.
Turistas apreciam a medida mas deixam alertas
Arvid e Ingrid Jakobsson, jovem casal sueco de férias pela primeira vez nos Açores, afirma que a iniciativa “é muito boa, especialmente para nos deslocarmos dentro da cidade”, embora ressalvem que “falta sinalizar melhor onde podemos estacionar, porque vemos muitas trotinetes umas em cima das outras em locais onde não deviam de estar”.
Para Geert Drick, natural dos Países Baixos, “a iniciativa é boa”. Para o turista que costuma visitar São Miguel uma vez por ano, há já mais de 10 anos, as trotinetes “ajudam muito quem vem visitar a ilha, especialmente com o preço de aluguer de automóveis”, mas deixou um alerta: “vemos muita gente a andar que não sabe as regras de trânsito e andam em ruas que têm indicação de sentido proibido”.
Herbert Muller, alemão, afirma que “é bom ter onde se deslocar, sem ser muito caro”. Contudo, “o problema é que desde que cá estou vejo muita gente a andar no sentido oposto, a não cumprir as regras e a estacionar onde e como quer”.
No geral, os entrevistados entendem ser que deveria haver mais civismo na utilização das trotinetes e evitassem andar em contramão.
Frederico Figueiredo
May be an image of 2 people, bicycle, scooter, segway and text
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213 130 000: Porque devemos estar atentos a este número?

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Contactos são realizados de um número de telefone que imita (spoofing) o número de telefone geral do Banco de Portugal (213 130 000)

Source: 213 130 000: Porque devemos estar atentos a este número?