Desleixo do Governo Regional na estrada de acesso à Lagoa do Congro prejudica mobilidade dos residentes e turistas (está péssima em 20 anos nunca esteve tão mal assim….

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O grupo parlamentar do PS denunciou, esta quarta-feira, o “estado lastimável” da … Mais

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O sócio número um e fundador do Aeroclube da Ilha Terceira mantém válido o brevet e a aptidão para voar aos 80 anos.

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O sócio número um e fundador do Aeroclube da Ilha Terceira mantém válido o brevet e a aptidão para voar aos 80 anos.
Aristides Pires, que um dia quis ser piloto de aviação comercial, construiu de raiz um avião monomotor cujo voo inaugural ocorreu há 30 anos.
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O sócio número um e fundador do Aeroclube da Ilha Terceira mantém válido o brevet e a aptidão para voar aos 80 anos.
Aristides Pires, que um dia quis ser piloto de aviação comercial, construiu de raiz um avião monomotor cujo voo inaugural ocorreu há 30 anos.

 

 

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O sócio número um e fundador do Aeroclube da Ilha Terceira mantém válido o brevet e a aptidão para voar aos 80 anos.
Aristides Pires, que um dia quis ser piloto de aviação comercial, construiu de raiz um avião monomotor cujo voo inaugural ocorreu há 30 anos.

 

 

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cousas doutros tempos, monarquias

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A UNIÃO DA SERENÍSSIMA CASA DE BRAGANÇA
SAR Dom Duarte Nuno, 23º Duque de Bragança, Pai de Dom Duarte Pio, nasceu no exílio da Família em Seebenstem, na Áustria, mas em terra diplomática portuguesa, em 23 de Setembro de 1907. Por renuncia de seu Pai, Dom Miguel II, recebeu a representação dos direitos políticos e dinásticos do ramo legitimista em 1920, com apenas 13 anos, tendo tido a tia, a Duquesa de Guimarães, como tutora política. Após o falecimento, em 1932, do deposto Rei Dom Manuel II, sem descendência, Dom Duarte Nuno foi reconhecido e aclamado Rei pela Causa Monárquica, passando a ser o Duque de Bragança, cujos bens perdeu em 1933, por um decreto, em que foi criada a Fundação da Casa de Bragança.
Em 1942, casou com Dona Maria Francisca de Orleães e Bragança, Princesa do Brasil da casa de Orléans e Bragança e bisneta de Pedro II, imperador do Brasil (1825-1891), e neta da última Princesa Imperial do Brasil, Dona Isabel de Orleans e Bragança e do príncipe Imperial consorte, Gastão de Orleans, Conde d’Eu.
Nasceu no Castelo d’Eu, em França, filha de S.A.R. Dom Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, príncipe do Grão-Pará e pretenso príncipe Imperial do Brasil, que renunciou aos seus direitos dinásticos para se casar com Srta. Elisabeth Dobrzensky de Dobrzenicz, filha de Jan Vaclav II, Conde de Dobrzensky.
S.A.R. a Princesa Dona Maria Francisca Amélia Luísa Vitória Teresa Isabel Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orleans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz veio a falecer em 15 de janeiro de 1968 na cidade de Lisboa, Portugal e foi sepultada no Convento das Chagas de Cristo, em Vila Viçosa, panteão dedicado às duquesas de Bragança.
A união do então chefe da Casa Real Portuguesa, neto do rei Dom Miguel, à princesa da Casa Real Brasileira, trineta do imperador Dom Pedro I do Brasil e D. Pedro IV de Portugal, representa a união de dois ramos da mesma família, separados há mais de um século, após uma cisão separatista entre absolutistas e liberais e uma terrível e sangrenta guerra civil, também conhecida na história como guerra liberal.
Por descendentes:
Duarte Pio de Bragança (Berna, 15 de maio de 1945) — casou-se em 13 de maio de 1995 com Isabel Curvelo de Herédia (1966). Com descendência. Reivindica a titularidade do Ducado de Bragança.
Miguel Rafael de Bragança (Berna, 3 de dezembro de 1946) — reivindica a titularidade do Ducado de Viseu.
Henrique Nuno de Bragança (Berna, 6 de novembro de 1949 – 14 de fevereiro de 2017) — reivindicava a titularidade do Ducado de Coimbra.
Viva a Sereníssima Casa de Bragança !
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quando me tratavam por senhor

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«[Antigamente] grandes empresas ou instituições não me tratavam por tu quando abria os seus sites (que não existiam nessa época) ou escutava a sua publicidade, até porque não me conheciam de lado nenhum» – comenta * (e bem) o escritor e editor Francisco José Viegas a respeito as formas de tratamento usadas em Portugal, em especial, na atualidade política.
* in “Correio da Manhã” de 25 de julho de 2024.
Que saudades dos tempos em que havia senhores - Controvérsias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
ciberduvidas.iscte-iul.pt
Que saudades dos tempos em que havia senhores – Controvérsias – Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Tudo, aqui, à volta da língua portuguesa – o idioma oficial de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Em 1972, Luís Filipe Lindley Cintra [1925-1991], um dos nossos grandes linguistas (autor de uma bela gramática – com o brasileiro Celso Cunha), publicou um estudo [intitulado] Sobre ‘Formas de Tratamento’ na Língua Portuguesa. Era outro tempo: grandes empresas ou instituições não me tratavam por tu quando abria os seus sites (que não existiam nessa época) ou escutava a sua publicidade, até porque não me conheciam de lado nenhum. Ainda se usava o vós. Hoje tuteia-se muito – um abuso deselegante. O destrambelhamento é tão grande na nossa língua que, quando queremos insultar ou diminuir alguém, o tratamos por senhor. O «Sr. Trump», «o Sr. Macron», «o Sr. Putin», como já foi «a Sra. Merkel». Quando alguém trata uma pessoa por «o Sr. Santos», «o Sr. Montenegro», já se sabe que é para chacota (o líder do PS é arrapazado para «Pedro Nuno», não sei porquê). Diz-se «senhor» e imita-se um esgar de nojo. Que saudades do tempo em que havia senhores. Na AR, já o Sr. Ventura trata as pessoas por você, o que é ainda mais agarotado. Que gente.

Fonte
Crónica do escritor e editor Francisco José Viegas, transcrita, com a devida vénia, do Correio da Manhã de 25 de julho de 2024.’

in Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/controversias/que-saudades-dos-tempos-em-que-havia-senhores/5593 [consultado em 06-08-2024]