CAMÕES CONVITE

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Subject: Convite
Date: Wed, 7 Aug 2024 16:45:37 -0300
From: lucia helena alves de sá <alethoar@gmail.com>
To: associação internacional colóquios da lusofonia <lusofonia.aicl@gmail.com>
Gostaríamos de convidar
os membros da Associação Internacional Colóquios da Lusofonia
para participar da edição 2024 da revista IDentidades
cujo título é “Camões”.
O artigo não precisa ser inédito.
Pedimos apenas que enviem no formato word.
Não há limite de páginas.
Também solicitamos uma imagem que ilustre o conteúdo textual. Caso seja incluída a imagem, é preciso que esteja em JPG e com a indicação do título e autor da referida imagem.
Fornecemos certificado para fins curriculares.
A revista IDentidades é online e tem edições desde 2011.
A revista pertence ao Instituto Mukharajj Brasilan (Rio de Janeiro, Brasil) que desenvolve atividades sobre cultura simbólica luso-afro-brasileira e divulga o pensamento de Agostinho da Silva.
O prazo para envio do artigo é até 07 de setembro. Caso precisem alargar o prazo de envio, avise-nos.
As contribuições participativas serão de grande valia.
Att.,
Equipe ID
Profª Dra. Lúcia Helena Sá

trotinetes como esperado o caos sem civismo

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Anonymous participant

Falta de civismo de quem usa as trotinetes eléctricas preocupa açorianos e turistas
Há “falta de civismo” na utilização das Trotinetes na cidade de Ponta Delgada. Qualquer jovem, com um telefone, pode aceder à trotinete e são várias as irregularidades provocadas na sua condução, desde a circulação em circuitos pedonais até ´parerem em locais que não são os mais apropriados. Quem apoia mesmo a iniciativa são os turistas que reconhecem também que deveria haver mais responsabilidade na sua utilização.
“As pessoas é que não sabem usar”, “o problema não são as trotinetes, mas sim os seus utilizadores” ou “quem usa tem falta de civismo”, foram algumas das muitas frases ditas pelos inquiridos do ‘Correio dos Açores’ acerca do fenómeno das trotinetes eléctricas presentes um pouco por toda a cidade de Ponta Delgada.
O ‘Correio dos Açores’ foi à rua saber a opinião de mais de 20 pessoas e percebeu que os açorianos acham que “é uma má iniciativa”, ao passo que os turistas entendem que “é uma boa medida”.
Esta medida, implementada há cerca de uma semana, prevê a introdução de 100 bicicletas e 300 trotinetes da Bolt e será testada durante um ano.
Na ocasião, Pedro Nascimento Cabral sublinhou que esta medida se enquadrava nos “novos desafios de mobilidade urbana decorrentes da defesa intransigente da sustentabilidade ambiental” e que iria apresentar uma “melhoria da qualidade de vida das pessoas e numa circulação mais eficiente”.
De salientar que todos os inquiridos se recusaram a tirar foto com “receio de represálias” e por “este ser um “meio pequeno onde todos conhecem todos”. Por isso, os entrevistados têm nomes fictisios.
“As pessoas não têm
civismo…”
Segundo Paulo Jorge o “grande problema é que as pessoas não sabem usar” as trotinetes. Para o micaelense, para além deste problema, “as pessoas não têm civismo, circulam de tritonete em contramão, por cima das passadeiras e param onde querem, mesmo sabendo que não é o local apropriado de o fazerem”. Já o seu irmão, Tiago Jorge, reafirma que “o problema não são as trotinetes, mas sim as pessoas”, sublinhando que “qualquer um com um telefone pode conduzir porque na aplicação quem mete a idade somos nós”.
André Chaves tem uma opinião um pouco diferente. Entende que “esta é uma medida que já vem tarde e que não vai durar muito porque não se pode ter nada de bom nessa ilha uma vez que ninguém sabe estar”. O jovem diz que “é tudo uma questão de tempo até algum espertinho andar em contramão, provocar um acidente e a culpa vai ser da tritonete”.
André Chaves conta um episódio: “ainda ontem vi pessoas que estavam a reclamar porque havia um aglomerado de trotinetes a tapar o passeio como se estas aparecessem ali por obra e graça do Espírito Santo. As pessoas não sabem estar e isto ainda vai dificultar mais a vida a quem andar, por exemplo, de cadeira de rodas”.
João Silva é da opinião que “se devia de informar as pessoas das regras básicas de trânsito”.
Ainda segundo João, “as pessoas parecem que não sabem, ou não querem saber, de quem está na rua, andando muitas vezes em contramão”. O micaelense deixa ainda uma interrogação no ar: “Sem seguros e sem matrículas, se houver um acidente como é que vai ser?”
Já Pedro Louro é de opinião de que “as trotinetes dão jeito em algumas situações, principalmente para quem trabalha no centro da cidade e tem de estacionar o carro longe”. Contudo, para diz, esta também “será uma questão de tempo até as trotinetes deixarem de andar porque há muita falta de civismo”.
Turistas apreciam a medida mas deixam alertas
Arvid e Ingrid Jakobsson, jovem casal sueco de férias pela primeira vez nos Açores, afirma que a iniciativa “é muito boa, especialmente para nos deslocarmos dentro da cidade”, embora ressalvem que “falta sinalizar melhor onde podemos estacionar, porque vemos muitas trotinetes umas em cima das outras em locais onde não deviam de estar”.
Para Geert Drick, natural dos Países Baixos, “a iniciativa é boa”. Para o turista que costuma visitar São Miguel uma vez por ano, há já mais de 10 anos, as trotinetes “ajudam muito quem vem visitar a ilha, especialmente com o preço de aluguer de automóveis”, mas deixou um alerta: “vemos muita gente a andar que não sabe as regras de trânsito e andam em ruas que têm indicação de sentido proibido”.
Herbert Muller, alemão, afirma que “é bom ter onde se deslocar, sem ser muito caro”. Contudo, “o problema é que desde que cá estou vejo muita gente a andar no sentido oposto, a não cumprir as regras e a estacionar onde e como quer”.
No geral, os entrevistados entendem ser que deveria haver mais civismo na utilização das trotinetes e evitassem andar em contramão.
Frederico Figueiredo
May be an image of 2 people, bicycle, scooter, segway and text
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213 130 000: Porque devemos estar atentos a este número?

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Contactos são realizados de um número de telefone que imita (spoofing) o número de telefone geral do Banco de Portugal (213 130 000)

Source: 213 130 000: Porque devemos estar atentos a este número?

ainda o género

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THE CONTROVERSY CONTINUES; DICTAMINE THE -IBA-, THAT OLYMPIC BOXERS IMANE KHELIF AND LIN YU-TING ARE MEN
** A passport can give us identity, but medicine and science do not lie: Ioannis Filippatos
Today the International Boxing Association (IBA) held a press conference in Paris to address the issues surrounding Algerian boxer Imane Khelif and Taiwanese Lin Yu-Ting.
Dr. Ioannis Filippatos, former president of the IBA Medical Committee and gynecologist and obstetrician with three decades of experience participated.
Confirmed that Imane Khelif and Lin Yu-Thing ARE NOT WOMEN and has criticized the ICO for using passports as a system to determine gender.
The highlight of the wheel was:
*Both boxers were initially subjected to chromosome testing by an independent laboratory in Istanbul after the IBA received complaints from coaches and competitors during the 2022 Women’s Boxing World Championships.
*Both boxers re-tested in India during the Women’s Boxing World Championships 2023 to clarify and confirm previous results.
*Both were found to have XY chromosomes.
*Both were informed in writing of the test results.
*Both had the opportunity to appeal the results to the Sports Arbitration Court.
*The IBA offered to pay most of the costs so both boxers could appeal.
*Lin Yu-Ting did not appeal.
*Imane Khelif appealed and then withdrew it.
During the questions, some journalists appear to be arguing with Dr. Filippatos, demanding that he elaborate better whether Khelif and Lin were born women.
“The results of blood tests from the labs suggest that these boxers are males.”
“Medicine is knowledge, not opinion.. A passport can give us the chance to be men and tomorrow when I return to Athens I can go to my government and change my name from Ioannis to Ionnia.
Does that mean that I will be a woman tomorrow? Please. Nature and the biological world do not change.”
Source: Reduxx

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