neologismos do Brasil

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Antes era: creme rinse – Agora é: condicionador
Antes era: obrigado – Agora é: valeu
Antes era: collant – Agora é : body
Antes era: rouge – Agora é: blush
Antes era: ancião e corôa, idoso – Agora é: Véi
Antes era: bailinho e discoteca – Agora é: balada
Antes era: japona – Agora é: jaqueta
Antes era: nos bastidores – Agora é: making off
Antes era: cafona – Agora é: brega
Antes era: programa de entrevistas – Agora é: talk-show
Antes era: reclame – Agora é: propaganda, comercial
Antes era: calça cocota – Agora é: calça cintura baixa
Antes era: flertar, paquerar – Agora é: dar mole
Antes era: oi, olá, como vai? – Agora é: e aê?
Antes era: cópia, imitação – Agora é: genérico
Antes era: curtir, zoar – Agora é: causar
E ainda tem mais…

Antes era: mamãe posso ir? – Agora é: véiaaaa, fui!!!
Antes era: legal, bacana – Agora é: manero, irado
Antes era: mulher de vida fácil – Agora é: garota de programa
Antes era: legal o negócio – Agora é: xapado o baguio
Antes era: pasta de dente – Agora é: creme dental
Antes era: cansaço – Agora é: estresse
Antes era: desculpe – Agora é: foi mal
Antes era: oi, tudo bem? – Agora é: e aê, belê?
Antes era: ficou chateada – Agora é: ficou bolada
Antes era: médico de senhoras – Agora é: ginéco
Antes era: super legal – Agora é: irado
Antes era: primário e ginásio – Agora é: ensino fundamental
Antes era: preste atenção – Agora é: se liga na bagaça
Antes era: por favor – Agora é: quebra essa
Antes era: recreio – Agora é: intervalo
Antes era: radinho de pilhas – Agora é: ipod
Antes era: manequim (ou mulherzinha àtoa) – Agora é: modelo e atriz
Antes era: retrato – Agora é: foto
Antes era: jardineira – Agora é: macacão
Antes era: mentira – Agora é: kaô
Antes era: saquei (morô) – Agora é: tô ligado
Antes era: entendeu? – Agora é: copiou?
Antes era: gafe – Agora é: mico
Antes era: fofoca – Agora é: babado
Antes era: ha ha há – Agora é: uhauhauhauha
Antes era :fotocópia – Agora é : xerox
Antes era: brilho labial – Agora é: gloss
Antes era :bola ao cesto – Agora é: basquete
Antes era: folhinha – Agora é: calendário
Antes era: empregada doméstica – Agora é: secretária do lar
Antes era: faxineira – Agora é: diarista
Antes era: vou verificar – Agora é: vou estar verificando
Antes era: madureza – Agora é: supletivo
Antes era: vidro fumê – Agora é: insulfilm
Antes era: posso te ligar? – Agora é: posso te add?
Antes era: tingir uma roupa – Agora é: customizar
Antes era: dar no pé – Agora é: vazar
Antes era: embrulho – Agora é: pacote
Antes era: lycra – Agora é: stretch
Antes era: tristeza – Agora é: deprê
Antes era: beque – Agora é: zagueiro
Antes era: rádio patrulha – Agora é : viatura
Antes era: atlético – Agora é: sarado
Antes era: peituda – Agora é: siliconada
Antes era: professor de ginástica – Agora é: personal trainning
Antes era :quadro negro – Agora é : lousa
Antes era: babosa – Agora é: aloe vera
Antes era Ave Maria!!! – Agora é – Afffff!!
Antes era: caramba – Agora é: caraca
Antes era: namoro – Agora é: pegação
Antes era: laquê – Agora é: spray
Antes era: de montão – Agora é: pracarai !!!
Antes era: derrame – Agora é: AVC
Antes era: sua bênção papai – Agora é: “qualé”, véi (coroa)?
Antes era: a sua bênção, mamãe. Agora é: “E aê, Mocréia? Beleza?
Antes era: você tem certeza? – Agora é: fala sério aê!
Antes era: banha – Agora é : gordura localizada
Antes era: casa de fundos – Agora é: edícula
Antes era: bar no fim do expediente – Agora é: happy hour
Antes era: costureira – Agora é: estilista
Antes era: negro – Agora é: afro-descendente
Antes era: professora – Agora é: tia, profe
Antes era: aquele senhor – Agora é: aquele tiozinho
Antes era: Amorrrrrrr! – Agora é: Benhhêêêêê !
Antes era: olha o barulho! – Agora é: ó o auê aí, ô !

D. Sebastião foi preso em Itália – pelo que não pode voltar em manhã de nevoeiro

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O rei D. Sebastião sobreviveu à batalha de Alcácer-Quibir e reapareceu no ano de 1598 em Itália, onde foi mais tarde preso em Veneza, Florença e Nápoles, com a cumplicidade dos espanhóis. Quem o escreve é a historiadora Maria Luísa Martins da Cunha no terceiro volume do livro ‘Grandes Enigmas da História de Portugal’, que é lançado hoje e a que o CM teve acesso.

Source: D. Sebastião foi preso em Itália – Cultura – Correio da Manhã

Carlos Paredes (imortal) reinventando Zeca Afonso

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20 hrs ·

https://www.facebook.com/watch/?v=10152371330927541

-7:33
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Café PORTUGAL

• Carlos Paredes • “Cantigas do Maio” •
►Concerto em 1992, no Teatro São Luiz em Lisboa.
• Carlos Paredes reiventa a canção de José Afonso, acompanhado à viola por Fernando Alvim • As vozes são de Nuno Guerreiro e Natália Casanova • No órgão e acordeão, Manuel Paulo •

https://www.facebook.com/video.php?v=10152371330927541

https://www.facebook.com/cafportugal/videos/10152371330927541/

►Concerto em 1992, no Teatro São Luiz em Lisboa.
• Carlos Paredes reinventa a canção de José Afonso, acompanhado à viola por Fernando Alvim • As vozes são de Nuno Guerreiro e Natália Casanova • No órgão e acordeon, Manuel Paulo •

casamento ou pedofilia em Moçambique»

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Criancinhas a casar a ter filhos a anularem se …

1 em cada 2 meninas casa antes dos 18 anos, e 1 em cada 10 já está casada antes dos 15 anos. Leia o relatório Situação das Crianças em Moçambique 2014 que tem como objectivo analisar, de uma forma objectiva, a actual situação das mais de 12 milhões de crianças em Moçambique. http://sitan.unicef.org.mz/

1 em cada 2 meninas casa antes dos 18 anos, e 1 em cada 10 já está casada antes dos 15 anos.

Leia o relatório Situação das Crianças em Moçambique 2014 que tem como objetivo analisar, de uma forma objetiva, a atual situação das mais de 12 milhões de crianças em Moçambique.

Histórias de Portugal e Marrocos- A Guerra de Arzila

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Asilah

Histórias de Portugal e Marrocos- A Guerra de Arzila

 

 

 

Após a conquista de Ceuta em 1415, Tânger torna-se uma obsessão para a coroa de Portugal. Em 1437 um grande e mal planeado ataque comandado pelo infante D. Henrique fracassa, constituindo um rude golpe para as aspirações portuguesas. A opção é então tomar Alcácer Ceguer, facto que ocorre em 1458, já no reinado de D. Afonso V. No ano de 1464 D. Afonso V faz uma nova tentativa para conquistar Tânger, seguida de outros ataques “menores”, todos sem sucesso. A tomada de Tânger revelava-se como difícil de concretizar.

Em 1471 organiza-se uma poderosa armada, a maior até então, para voltar ao estreito. Tendo Tânger como objectivo final, Portugal opta por atacar inicialmente Arzila, por vários motivos:

Em primeiro lugar porque o seu governador MulayAsh-Sheikh, filho do regente Lazeraque, estava ausente, empenhado num cerco a Fez para tomar o lugar do sultão. Em segundo lugar, porque tomada Arzila, Tânger ficaria isolada do resto do território de Marrocos, tornando-se numa presa fácil para Portugal. Finalmente, porque Arzila era uma praça rica, que constituía um dos locais de chegada do ouro do Mali, perspectivando-se um saque compensador. Este facto leva inclusivamente a que Martim Leme, mercador flamengo, tenha contribuído para o financiamento da expedição em troca de fazer comércio livre na praça após a sua conquista.

Á semelhança das empresas anteriores, organizam-se três armadas, no Porto, em Lisboa e em Lagos, juntando-se as forças nesta última cidade. No dia 18 de Agosto de 1471 a armada parte rumo a Arzila. Segundo Ruy de Pina eram 477 navios e 30.000 homens de desembarque, segundo Damião de Góis eram 338 velas e 24.000 homens.

“Ia nela a melhor gente de Portugal: D. Afonso e seu filho herdeiro do trono, D. João, de 16 anos de idade, que combateu valorosamente, como seu pai; entre os fidalgos o conde de Valença, D. Henrique de Meneses, capitão de Alcácer Ceguer, o conde de Monsanto, D. Alvaro de Castro, o conde de Marialva, D. João Coutinho, ambos mortos no combate à vila, e muitos outros.” (David Lopes)

https://historiasdeportugalemarrocos.com/2015/01/06/a-guerra-de-arzila/#more-3333

leia mais https://historiasdeportugalemarrocos.wordpress.com/2015/01/06/a-guerra-de-arzila/#more-3333

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Homens que compartilham selfies on-line mostram mais sinais de psicopatia, diz estudo – Jornal O Globo

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Homens que compartilham selfies on-line mostram mais sinais de psicopatia, diz estudo – Jornal O Globo.

An Indian tourist uses a selfie stick to take a photograph in front of the historical Red Fort monument in New Delhi, India, Tuesday, Jan. 6, 2015. Selfie sticks have become popular among tourists because you dont have to ask strangers to take your picture, and you can capture a wide view in a selfie without showing your arm. (AP Photo /Manish Swarup) Foto: Manish Swarup / AP

https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/homens-que-compartilham-selfies-on-line-mostram-mais-sinais-de-psicopatia-diz-estudo-15028154

Os mouros na Península Ibéria (Al-Andalus) – Portugalécia

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História – Os mouros na Península Ibéria (Al-Andalus) – Portugalécia.

https://youtu.be/Av0MCGVcBeM

http://portugalecia.weebly.com/iniacutecio/historia-os-mouros-na-peninsula-iberia-al-andalus

Fontes: Wikipédia | Youtube

ImagemA Expansão Islâmica

Em 711 a Península Ibérica foi invadida por exércitos Islâmicos norte-africanos, conhecidos pela designação genérica de mouros – tratava-se essencialmente de berberes com elementos árabes. A presença e domínio islâmico na Península (chamada Al-Andalus, em árabe الإندلس ) veio a revelar-se um processo duradouro com importantes consequências civilizacionais. Se a campanha de conquista muçulmana, aproveitando-se de uma guerra civil entre diferentes facões visigodas pelo trono da Hispânia visigótica, demorou somente 8 anos, o domínio mouro em território português prolongou-se até à conquista definitiva do Reino do Algarve pelos portugueses em 1249.

De facto, foi a presença e o domínio islâmico que catalisou os processos produtores quer do Estado, quer da própria nacionalidade portuguesa, no contexto da reacção das elites e populações cristãs a que se convencionou chamar «Reconquista». Mas não pode pensar-se este processo de cinco séculos como um que tenha oposto linearmente as populações cristãs aos invasores islâmicos. Ocorreram processos de aculturação e entrecruzamento entre as populações autóctones da Península e as populações ditas «mouras». Os processos culturais foram de extrema importância: a complexidade, sofisticação e envergadura civilizacional, os contributos tecnológicos e científicos, linguísticos e literários, intelectuais, artísticos, etc., do Islão na Península Ibérica (e, por essa via, para toda a Civilização Europeia) foram de tal ordem que levam vários historiadores a falar, pelo menos para alguns dos períodos de dominação islâmica, de uma idade de ouro civilizacional, a que toda a Europa muito deveria.[58]

Além dos processos culturais, também ocorreram decerto processos démicos ou populacionais. Esta questão, a do contributo de populações mouras para o património genético das populações ibéricas modernas, levantou desde cedo muita controvérsia, não só por causa das conotações religiosas e políticas dessa presença moura no âmbito das discussões e competições nacionais e estatais intra-europeias, mas, acima de tudo, pelas conotações «raciais» dessa presença.
Desde a generalização das ideologias racistas e racialistas europeias a partir do século XIX, o período mouro da história peninsular foi usado como argumento para desqualificar «racial» e culturalmente os povos ibéricos da sua pertença europeia. Tais argumentos equiparam essa suposta componente norte-africana dos povos ibéricos a uma componente apenas qualificada como «africana» (ou seja, tendencialmente, subsariana, isto é, «negra»). Nos mundos de língua inglesa e alemã, por exemplo, a definição de «mouro», embora não sem ambiguidades, torna o termo praticamente sinónimo de «negro». Estas construções, particularmente vindas do mundo anglófono, foram historicamente mais relevantes aquando dos processos de competição colonial entre as potências ibéricas, particularmente a Espanha e as do norte da Europa, especialmente quando tais conflitos foram replicados luta entre catolicismo e protestantismo.
Estas visões racistas e racialistas, tal como muitas outras perspetivas mais generalizadas (inclusive na própria Península Ibérica) que, ainda que não tão marcadamente discriminatórias como as anteriores, fazem dos mouros ibéricos uma população e categoria «racial» radicalmente diferente das populações autóctones ibéricas, não têm em consideração os seguintes aspetos:

  • As populações norte africanas (bem como os pequenos grupos de árabes, de subsarianos, de escravos eslavos, de persas, etc., a elas associadas), mesmo com os diferentes momentos de entrada dessas populações ao longo dos séculos (coincidindo em grande medida com a entrada de novos exércitos aquando dos momentos de luta interna, política ou religiosa – fitna, no Al-Andalus), foram sempre uma minoria que não terá ultrapassado os 10% do conjunto da população total.[59]
  • A maioria da população muçulmana da Península Ibérica era constituída por autóctones ibéricos convertidos (os chamados Muladis), isto é; a maioria dos “mouros” eram de facto europeus, ibéricos de religião islâmica.[59]
  • A maioria da população em zonas de domínio muçulmano, ao longo de todos os séculos de presença, não era muçulmana (com algumas exceções localizadas espacial e temporalmente), mas sim população autóctone ibérica que se manteve de língua românica e cristã (do rito visigótico), ainda que fortemente arabizada do ponto de vista cultural – os chamados moçárabes[60] (repare-se que Moçárabe, para designar a população ou a língua, é um termo moderno do século XIX – essas populações referiam-se a si próprias e à sua língua como Latinus[61] ).
  • A maioria das populações norte-africanas que de facto se estabeleceram na península eram berberes. Os Berberes, particularmente das regiões mais litorais, não podem ser descritos como uma população radicalmente diferente das populações sul-europeias, com as quais, aliás, apresentam ligações ancestrais.
  • Mesmo nas elites islâmicas, a presença de elementos conversos não era despicienda – mesmo algumas dinastias reinantes tinham origem hispanovisigótica (como os Banu Qasi, fundados pelo converso hispano-visigodo Conde Cássio).
  • Os processos sociais do final da Reconquista e do período seguinte instituíram sistemas de discriminação social (geridos em parte pelas autoridades religiosas) que guetizaram e até expulsaram (para o Norte de África) fatias significativas das populações ditas mouriscas (as quais de qualquer modo, tinham uma origem basicamente autóctone ibérica).

Quando os mouros dominaram a Europa

Este é um caso onde a verdade é mais estranha que a ficção.
A história de Al-Andalus (península ibérica) não é o conto do bem contra o mal, Oriente contra o Ocidente. É intrigante e complexa, engenhosa e brutal. É muito humana e muito turbulenta. E é por isso que deve ser lembrada, e não excluída dos livros de história.

Maria Regina Teixeira WeckWerth
15/9/2015 02:23:1