A Russian family was isolated for more than 40 years, completely unaware of WW2

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The Siberian taiga is one of the most isolated places in the world. It is also one of the most difficult terrains to travel through and it’s nearly impossi

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Indecoroso. Da sanita à noite de núpcias: a vida das mulheres no glamoroso século XIX

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Não, o mundo requintado dos tempos de Jane Austen não era tão cor-de-rosa como sonhamos. No século XIX, as cuecas não eram precisas e os esgotos eram uma invenção futurista. Quem sofria? As mulheres.

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Rongorongo -Hieroglyphs written with shark teeth from Easter Island, remain indecipherable

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Two dozen wooden objects bearing rongorongo inscriptions, some heavily weathered, burned, or otherwise damaged, were collected in the late 19th century and

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Ó Sr. Dr. Prof. Eng.

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Aos meus olhos estrangeiros, todos estes títulos revelam falta de auto-estima. Quase ninguém parece capaz de quebrar a tradição, e de dizer “por amor de deus, chame-me Zé, não Sr. Dr. Prof. Eng…”

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Fonte: Ó Sr. Prof. Dr. Eng.!

 

Lucy Pepper

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Ó Sr. Prof. Dr. Eng.!

Aos meus olhos estrangeiros, todos estes títulos revelam falta de auto-estima. Quase ninguém parece capaz de quebrar a tradição, e de dizer “por amor de deus, chame-me Zé, não Sr. Dr. Prof. Eng…”

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Listen or lose it: Indigenous community threatens to close Uluru

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The Northern Territory royal commission into juvenile justice has visited Mutitjulu, a small community where the Intervention started and is still felt to this day. The Anangu people who live by Australia’s most iconic landmark told the inquiry the NT and federal governments have neglected their community and children are denied basic housing, plumbing, food and healthcare. “The oldest living culture in the world has been kicked to the curb by the government.” Ngaanyatjarra Aboriginal Corporation chairman Rameth Thomas continued to say:

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é assim que falamos na Austrália

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ouça primeiro e depois leia aqui

http://www.dailymail.co.uk/news/article-3292648/The-Australian-alphabet-formed-drunken-speech-settlers.html?ito=social-facebook

The British-American coup that ended Australian independence | John Pilger | Opinion | The Guardian

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John Pilger: In 1975 prime minister Gough Whitlam, who has died this week, dared to try to assert his country’s autonomy. The CIA and MI6 made sure he paid the price

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Shipwrecked and abandoned:The Castaways on the island of Tromelin

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In 1776, fifty-seven years after Daniel Defoe wrote Robinson Crusoe, eight people were rescued from a desert island in the Indian Ocean, where they had sur

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Cientistas detetam ADN de espécie humana desconhecida em ilhas do Pacífico Sul – ZAP

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Um grupo de cientistas americanos descobriu ADN de uma espécie humana desconhecida em Melanésios, os habitantes que vivem em locais como Papua-Nova Guiné, Fiji e Ilhas Salomão. De acordo co

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Cientistas detetam ADN de espécie humana desconhecida em ilhas do Pacífico Sul

Um grupo de cientistas americanos descobriu ADN de uma espécie humana desconhecida em Melanésios, os habitantes que vivem em locais como Papua-Nova Guiné, Fiji e Ilhas Salomão.

De acordo com os especialistas, a espécie provavelmente não é Neandertal ou Denisovan, mas sim um terceiro tipo que ainda não foi identificado.

“Ou estamos a deixar passar ao lado uma população ou não estamos a conseguir entender as suas relações”, destacou Ryan Bohlender, geneticista na Universidade de Texas, nos EUA.

Ryan Bohlender e a sua equipa têm investigado o ADN de hominídeos extintos que ainda hoje está presente nos seres humanos modernos.

Os cientistas acreditam que há 100 mil anos atrás os nossos ancestrais migraram de África e estabeleceram o primeiro contacto com outra espécie hominídea que habitava na Eurásia – o que deixou marcas na nossa espécie, com variantes de ADN neandertal nos genomas de Europeus e Asiáticos.

Apesar de relação dos humanos com os neandertais ser conhecida, a nossa interação com o hominídeo de Denisova ainda é pouco clara porque, até hoje, os cientistas apenas encontraram ossos de dedos e alguns dentes numa caverna da Sibéria em 2008.

Os especialistas afirmam que os europeus e os chineses apresentam quantidades semelhantes de ADN Neandertal (2,8%), enquanto que os habitantes da Europa não têm qualquer traço da espécie Denisovan e os chineses têm apenas 0,1%.

Já os Melanésios têm apenas 1,11% de ADN Denisovan, muito menos do que era esperado (6%).

A nova descoberta vem sustentar a existência de um terceiro grupo de hominídeos que pode ter contactado com os antepassados dos habitantes das ilhas do oceano Pacifico Sul.

Os autores do estudo, apresentado num encontro da American Society of Human Genetics,no Canadá, analisaram o ADN de 83 australianos aborígenes e 25 habitantes de Papua-Nova Guiné.

A análise revelou que o ADN desses grupos era muito semelhante ao dos Denisovans, mas apresentava uma distinção suficiente para sugerir que alguns traços genéticos podem ter vindo de um terceiro hominídeo, ainda não identificado.

Esta hipótese ainda terá de ser muito estudada antes de ser comprovada, mas os cientistas indicam que as nossas interações com os ancestrais são bem mais complexas do que aparentam.

ZAP / Hypescience