MEDIDAS DE POLÍTICA PROPOSTAS 2008 MEDIDAS PARA cem dias de governação

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MEDIDAS DE POLÍTICA PROPOSTAS por CHRYS CHRYSTELLO
original de terça-feira, 23 de setembro de 2008

Medidas para cem dias de governação
(não nomeiem comissões para estudar isto, apliquem-no)

Reformulação total do ensino com incremento substancial de grau de exigência e de conhecimentos a todos os níveis de ensino (da primária ao profissional e universitário), cancelamento da maior parte dos 840 cursos superiores [e profissionais, para-profissionais e politécnicos] existentes, adequação dos cursos ao mercado de trabalho europeu, programas escolares fixos durante sete anos (copiem-se os dos países europeus que entenderem, menos a história e geografia)

Cancelamento de todas as grandes obras (betão) com vista à substituição do transporte rodo por ferroviário (recriando novas linhas e ativando e reativando as anteriormente desativadas). Criar turismo histórico em vez de turismo de betão à la Albufeira…

Campanha global contra a corrupção e nepotismo (nenhum membro dum partido ou ex-membro do governo poderá ocupar lugares em empresas públicas, ou são políticos ou são gestores, decidam-se, vamos acabar com o carreirismo (GALP; EDP; CGD; Mota Engil e quejandos); responsabilização fiscal, monetária e cível dos gestores do Estado, atribuição de bónus por objetivos fixados anual ou ciclicamente

Suspensão de todas as reformas e pensões a elementos da força ativa de trabalho. Pensões vitalícias para PR e 1º ministro apenas. Não acumulação de funções de deputado com NADA (abdiquem dos cargos de presidentes de câmara, etc. se querem ser deputados e vice-versa)

Terminar imediatamente com o absurdo numerus clausus no ensino em especial da medicina (destacar médicos e enfermeiros como se destacam professores) [aliás aplicar o regime atual dos 3-4 anos de contrato dos professores a todos os da função pública (juízes, enfermeiros, médicos, etc..)]

Reintrodução da agricultura e pesca no país em moldes competitivos (se a Espanha consegue como é que Portugal não consegue?)

Agressividade política da língua portuguesa (copiando o que o Instituto Cervantes faz já era um começo..ou o British Council)

Redução drástica da legislação, simplificação da constituição para PORTUGUÊS SIMPLES incapaz de ter duas leituras (ou ter de ser lido pelo Tribunal Constitucional QUE SÓ PASSAVA A INTERPRETAR GRAVES ATENTADOS À CONSTITUIÇÃO)

 

censura linguística – o perigoso policiamento da língua

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José Bárbara Branco shared Miguel Castelo Branco’s post.
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Miguel Castelo Branco
Yesterday at 11:18 ·
O totalitarismo em alta

Heidi Allen, deputada conservadora que militou contra o Brexit, foi suspensa por Theresa May por haver recorrido a uma antiga figura de linguagem muito comum, datada do século XIX e que expressa ocultação de factos importantes: “nigger in the woodpile”. O policiamento da língua é particularmente grave, acentuando a tendência repressora que se vai instalando um pouco por todo o Ocidente.

Assim, a prazo, aforismos, adágios, provérbios, rifões e simples lexemas bem portugueses como “não faças judiarias”, “dizer o que Mafoma não disse do chouriço”, “anda mouro na costa”, “despedir-se à francesa”, “loira burra”, “pôr uma lança em África”, “ver-se negro”, “rir-se como um preto”, “isto é uma ciganagem”, “um olho no burro, o outro no cigano”, “riso amarelo”, “vingança do chinês”, “falar chinês”, cafre, chinesice, terão de ser irradiados em nome da tolerância. Muito trabalho, pois, para os lápis azuis da sociolinguística.

“Raças não existem. Trata-se de um conceito inventado”, garante o geneticista Sérgio Pena

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Em entrevista, médico afirma que não faz sentido dividir as pessoas pela cor da pele e compartilha as descobertas de sua pesquisa sobre as raízes do povo brasileiro, que possui a maior diversidade genética do mundo

Fonte: “Raças não existem. Trata-se de um conceito inventado”, garante o geneticista Sérgio Pena

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