Americano que morou 3 anos no Brasil, se revolta e cria lista com 20 motivos pelos quais ele odiou viver no país – Sempre Questione

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Um americano que morou em São Paulo por três anos resolveu criar um lista com motivos pelos quais odiou viver no Brasil. Ele é casado com uma brasileira e não gostou muito da experiência.

Fonte: Americano que morou 3 anos no Brasil, se revolta e cria lista com 20 motivos pelos quais ele odiou viver no país – Sempre Questione

http://www.semprequestione.com/2017/05/americano-que-morou-3-anos-no-brasil.html

First Australians may have arrived much earlier than we thought | New Scientist

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Stone axes and the remains of fireplaces found in northern Australia appear to date to 65,000 years ago, adding 15,000 years to Australia’s human prehistory

Fonte: First Australians may have arrived much earlier than we thought | New Scientist

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MEDIDAS DE POLÍTICA PROPOSTAS 2008 MEDIDAS PARA cem dias de governação

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MEDIDAS DE POLÍTICA PROPOSTAS por CHRYS CHRYSTELLO
original de terça-feira, 23 de setembro de 2008

Medidas para cem dias de governação
(não nomeiem comissões para estudar isto, apliquem-no)

Reformulação total do ensino com incremento substancial de grau de exigência e de conhecimentos a todos os níveis de ensino (da primária ao profissional e universitário), cancelamento da maior parte dos 840 cursos superiores [e profissionais, para-profissionais e politécnicos] existentes, adequação dos cursos ao mercado de trabalho europeu, programas escolares fixos durante sete anos (copiem-se os dos países europeus que entenderem, menos a história e geografia)

Cancelamento de todas as grandes obras (betão) com vista à substituição do transporte rodo por ferroviário (recriando novas linhas e ativando e reativando as anteriormente desativadas). Criar turismo histórico em vez de turismo de betão à la Albufeira…

Campanha global contra a corrupção e nepotismo (nenhum membro dum partido ou ex-membro do governo poderá ocupar lugares em empresas públicas, ou são políticos ou são gestores, decidam-se, vamos acabar com o carreirismo (GALP; EDP; CGD; Mota Engil e quejandos); responsabilização fiscal, monetária e cível dos gestores do Estado, atribuição de bónus por objetivos fixados anual ou ciclicamente

Suspensão de todas as reformas e pensões a elementos da força ativa de trabalho. Pensões vitalícias para PR e 1º ministro apenas. Não acumulação de funções de deputado com NADA (abdiquem dos cargos de presidentes de câmara, etc. se querem ser deputados e vice-versa)

Terminar imediatamente com o absurdo numerus clausus no ensino em especial da medicina (destacar médicos e enfermeiros como se destacam professores) [aliás aplicar o regime atual dos 3-4 anos de contrato dos professores a todos os da função pública (juízes, enfermeiros, médicos, etc..)]

Reintrodução da agricultura e pesca no país em moldes competitivos (se a Espanha consegue como é que Portugal não consegue?)

Agressividade política da língua portuguesa (copiando o que o Instituto Cervantes faz já era um começo..ou o British Council)

Redução drástica da legislação, simplificação da constituição para PORTUGUÊS SIMPLES incapaz de ter duas leituras (ou ter de ser lido pelo Tribunal Constitucional QUE SÓ PASSAVA A INTERPRETAR GRAVES ATENTADOS À CONSTITUIÇÃO)

 

censura linguística – o perigoso policiamento da língua

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José Bárbara Branco shared Miguel Castelo Branco’s post.
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Miguel Castelo Branco
Yesterday at 11:18 ·
O totalitarismo em alta

Heidi Allen, deputada conservadora que militou contra o Brexit, foi suspensa por Theresa May por haver recorrido a uma antiga figura de linguagem muito comum, datada do século XIX e que expressa ocultação de factos importantes: “nigger in the woodpile”. O policiamento da língua é particularmente grave, acentuando a tendência repressora que se vai instalando um pouco por todo o Ocidente.

Assim, a prazo, aforismos, adágios, provérbios, rifões e simples lexemas bem portugueses como “não faças judiarias”, “dizer o que Mafoma não disse do chouriço”, “anda mouro na costa”, “despedir-se à francesa”, “loira burra”, “pôr uma lança em África”, “ver-se negro”, “rir-se como um preto”, “isto é uma ciganagem”, “um olho no burro, o outro no cigano”, “riso amarelo”, “vingança do chinês”, “falar chinês”, cafre, chinesice, terão de ser irradiados em nome da tolerância. Muito trabalho, pois, para os lápis azuis da sociolinguística.