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José Manuel Botelho Mendes shared a video.

It’s illegal for Iranian women to dance on the street… but that’s not stopping them!
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It’s illegal for Iranian women to dance on the street… but that’s not stopping them!
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Don’t be stupid! Actually, be very selfish! Plant trees! Millions of trees!
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O deputado Paulo Estevão, do PPM, sentiu-se hoje impedido de levar à Assembleia Legislativa Regional um Voto de Protesto – na sua versão original – que repudiava o “linguarejar profundamente homofóbico”, com que o presidente da Câmara Municipal das Lajes do Pico, Roberto Silva, se referiu ao presidente da Associação Cultural “MiratecArts”, Terry Costa, em…
Source: Paulo Estevão acusa presidente do Parlamento Regional de censura | Açores 24Horas – Jornal Diário
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Há uns anos acampei durante uma semana na Fajã de Santo Cristo, na ilha de São Jorge.
Mal terminei de montar a tenda, apareceu-me um senhor a embirrar com o local que eu escolhera. Achava que era muito isolado e tentou por tudo que eu mudasse a minha casa provisória para perto da igreja. Tentei explicar-lhe como pude de que gostava de ali estar. Ele não se convenceu e, durante os primeiros dias em que lá estive, fez de tudo para me convencer a mudar o raio da tenda de lugar.
Quando, finalmente, tolerou a minha teimosia, começamos um diálogo, ao final das tardes, no Café Borges e que se prolongou até ao fim da minha estadia na Fajã.
O Emanuel era um contador de histórias, muitas delas insólitas. Mas era também um artista com laivos de filósofo atormentado.
Foi ele que me explicou o que é “ir para dentro de uma Fajã” e que é muito mais do que uma simples deslocação para um lugar.
Recordo-me muitas vezes desses dias, ritmados pelo nascer e pelo por do sol, sem electricidade e aquele momento em que os geradores arrancavam ao entardecer.
Depois disso, regressei à Caldeira de Santo Cristo algumas vezes, mas sempre de passagem. Nunca mais fui “para dentro da Fajã” e nunca mais vi o Emanuel.
Há uns dias chegou-me este livro. E eu estou tão feliz que o Emanuel tenha conseguido ir para dentro de si próprio com a ajuda da arte e da literatura.
Ele é sem dúvida a “Alma da Fajã”.


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Numa multidão de palavras não faltam trangressões.
Acho estranho que quando não estou presente no Parlamento Açoriano o meu nome possa fazer parte de piadas mais ou menos jocosas nos “à parte”.
Foi o caso do “à parte” do deputado Francisco César que decidiu a meio de uma discussão sobre seca mandar a “boca” da arqueologia.
Ora, a arqueologia desenterra o passado. Eu analiso o que está presente, e se isso me leva para o passado, é apenas resultado do processo de racionalização, talvez porque penso.
De facto se penso, logo existo, tal como Descartes o afirmou.
O que não acho de forma nenhuma adequada é que se possa brincar com o nome de um cidadão comum numa Assembleia representativa do povo, especialmente quando tal nada tem a ver com o assunto em discussão.
A imagem é de uma pedra. Há uns que veêm apenas uma pedra partida. Não há problema nisso, pois toda a gente a vê praticamente da mesma forma. Se eu vejo algo mais é porque consegui acrescentar algo para além do óbvio. Isso não é compatível com visões reducionistas equivalentes aos “à partes” e um objeto não é apenas o que ali está, é também a sua compreensão.
Há física para além do olhar.


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a história de uma moeda com histórias…
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Estudante de Direito resgata 200 mil euros de idosa portuguesa a firma de advogados inglesa Uma estudante de Direito portuguesa na Universidade de Londres ajudou uma emigrante madeirense analfabeta…
Source: Estudante portuguesa em Londres derrota advogados em tribunal que queriam roubar idosa analfabeta
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O que era para ser uma aula de condução normal, te
Source: Aula de condução termina dentro de piscina! – Diário Luso
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É com grande tristeza que recebemos a notícia do falecimento do Professor Carlos Cordeiro, que nos deu a honra de ser um dos protagonistas do filme “A Viagem Autonómica”. O Professor Carlos Cordeiro dedicou-se ao projecto de alma e coração e respondeu de forma excelente ao desafio de representação e encenação que lhe fizemos. Estamos gratos pelo seu contributo. Que a sua e a nossa viagem nunca terminem. Era, decididamente, um defensor da nossa Autonomia. Filipe Tavares e Nuno Costa Santos

Respeito e homenagem ao professor doutor Carlos Cordeiro
Mais uma notícia triste acaba de me chegar: faleceu o professor doutor Carlos Cordeiro.
Docente ilustre e prestigiado da Universidade dos Açores, foi um intelectual de muito mérito, interessando-se muito, nomeadamente, pela História açoriana, sobre a qual deixa valioso trabalho de investigação.
Por exemplo, o arquivo da Casa Raposo do Amaral – em que pontificaram José Maria Raposo do Amaral pai e filho, homens de Cultura, empresários, proprietários rurais e políticos autonomistas ainda em pleno regime monárquico português – mereceu de Carlos Cordeiro aturado e apurado trabalho de investigação, que permitiu compreender melhor uma época da vida açoriana.
O professor doutor Carlos Cordeiro era um homem afável, educado e disponível para servir a sociedade, como aconteceu em muitos momentos, revelando sempre um elevado sentido de cidadania e um não menos elevado amor aos Açores.
Foi-me apresentado uma vez pelo meu saudoso tio Luciano de Resende Mota Vieira, professor, historiador e jornalista. Eram amigos. Além disso, eu mantinha com Carlos Cordeiro um regular contacto através do Facebook.
Lamento imenso o seu desaparecimento, que representa uma enorme perda para a sociedade açoriana, que ele muito valorizava como cidadão íntegro e como intelectual muito distinto.
Manifesto aqui respeito e homenagem à sua memória, grato pela sua atenção e amizade.