A PRISÃO DO IMPERADOR

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*** O LEÃO DE GAZA ***

No dia 29 de Junho de 1896 a bordo da canhoneira «Zambeze» da nossa marinha de guerra, comandante Fronteira Cáceres, chegaram à baía de Angra os quatro prisioneiros de guerra, régulos do país de Gaza – o Gungunhana, o Molungo, o Zixaxa e o Godide

«Imaginai quão grande desdita feriu esses filhos livres da Natureza, e que grande desalento lhes apertará o coração, vendo-se assim privados de tudo que mais amaram na vida: pátria, tesouros, mulheres ».

Saibam um pouco mais sobre este acontecimento clicando na imagem,

1895 – Gungunhana, rei de Gaza (Moçambique) Gungunhana , rei de Gaza no sul de Moçambique, foi um grande resistente à penetração dos por…

1895 – Gungunhana, rei de Gaza (Moçambique) Gungunhana , rei de Gaza no sul de Moçambique, foi um grande resistente à penetração dos por…
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irão ameaça trump, QUE FALTA DE RESPEITO..

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mas que coisa…já não há respeito…

Além de Donald Trump outros 35 militares e civis norte-americanos estão acusados de homicídio e ação terrorista. Teerão tenciona capturá-los com a ajuda da Interpol.

o xadrês é racista????

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Some people are taking the view that chess is racist because white always go first. In my view, such view – on chess and on many other matters – is utterly ridiculous. Black and white are the established names for two colors. That is Physics. The stupidity is in associating these words with skin tonalities, as that is simply incorrect. Nobody has black skin as nobody has white skin.

Why would any person care about skin tone when that is primarily established by the concentra…

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The ABC has been criticised for proposing a radio discussion on whether the rules of chess were racially motivated. Here’s what unfolded when the interview went to air.

Portugal e a tradição de património abandonado às urtigas

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SOLARES DESABITADOS

Não faltam por aqui solares desabitados – tanto no meu concelho como em concelhos limítrofes. Os que melhor conheço, porque os visitei, são o da Corredoura, lá em cima, no alto de Cambres; o dos Canavarros, no Peso, a dois passos da casa onde moro; o da Rede, que pertenceu a José Maria de Alpoim; o do Terreiro, em Cidadelhe, terra de solares; na minha aldeia, Canelas do Douro, o dos Silveiras, aonde veio morrer desterrado da corte, um irmão do 1º conde de Amarante.
Mas, a par de todas estas casas, que conheço de visita ou visitas, quantas não há por aí, por essas aldeias, pedindo-me que também as visite, que também me compadeça da sua ociosidade? Quantas! Algumas, de tanto esperarem por mim, já as destruiu o tempo, à míngua de amparo. Mas, tal e qual como foram, até os últimos dias, guardo-as na memória – álbum maravilhoso.
Custa-me ver desaproveitado seja o que for – quanto mais um palácio! (…)
Onde quer se vê um disparate que representa uma dissipação. Há quem abandone a casa dos antepassados, tão sólida, que vê correr o mundo sem pestanejar, e tão harmoniosa com o ambiente, que parece nascida em vez de feita, para a substituir por casinhola moderna, tão leve, que voa com o vento, e tão desavinda com a natureza, que parece um escarro na paisagem. Coisa assim leveira ficaria barata se não custasse os olhos e o juízo de quem a manda fazer. Junto da casa paterna, é uma capoeira de alto luxo. Cada ovo, como queijo do conto, sai a duzentos escudos.
Onde quer se vê tempo, dinheiro e feitio perdidos. Há, na minha aldeia, uma construção de palacete inacabada. Tem aprumadas paredes, janelas e balcões de cantaria primorosamente lavrados. Pede ao céu que a conclua. Mas, o céu não é operário. Espera-se que homem rico e condoído complete a obra bem principiada. Se assim acontecer, o palacete será uma bela vivenda, uma escola soalheira ou uma decente assembleia rural. Antes disso, é uma carranca de tragédia, boquiaberta de espanto em face de tanta incúria. (…)
O solar dos Canavarros, aqui no Peso, a dois passos da casa onde moro, é já uma ruína. Deixem-no cair… Não vale a pena ampará-lo, uma vez que ninguém lhe acudiu a tempo. Mas, na minha aldeia, a casa dos Silveiras, hoje entregue aos ratos, é uma boa casa, não cairá facilmente. Com uma série de varandas e varandins virados ao outeiro donde vem o sol, abrigada de ventos, com pacíficas vistas sobre lameiros e olivais, daria de si uma excelente casa de repouso, para gente esgotada de toda a espécie de excitações. Canelas é bom sítio para convalescer.
Não faltam, por esse Douro acima, solares desabitados. É pena que se não utilizem. Não é razão perderem-se, porque ficam arredios. Hoje, com a facilidade de comunicações, não há lugares arredios. Tudo fica perto, à mão de semear e de aproveitar.

1 de fevereiro 1964

in PASSOS PERDIDOS

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  • Jose Manuel Taveira de Morais Texto demasiado actual. Deviam envia lo aos autarcas deste país, sem projectos, preocupados com o imediato. E aos governantes para só permitirem novos hotéis se em casaroes destes
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polarização da sociedade e voto na direita extremista

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Alexandre Pascoal
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Leituras realmente importantes: “É a polarização das sociedades que gera movimentos como o dos coletes amarelos. Os cientistas políticos já mostraram que a polarização da sociedade faz com que as pessoas comecem a odiar as elites, porque sentem que há uma diferença enorme entre a vida de uns e de outros, que leva a que praticamente já não partilhem o mesmo espaço físico. Isso alimenta o extremismo, o populismo e o voto na extrema-direita.”

A pandemia trouxe para a ribalta o fenómeno do teletrabalho, que entusiasma patrões e empregados. Mas nem tudo é positivo neste novo modelo laboral. Há perigos que têm de ser tidos em conta, alerta Helena Lopes, economista do trabalho. Se houver uma polarização entre os que podem ficar a trab…