Man opens plane’s door and walks on wing at Australian airport before he’s arrested

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A passenger has been arrested at an Australian airport after he left a stationary airliner through an emergency exit, walked along a wing and then climbed down a jet engine to the tarmac

Source: Man opens plane’s door and walks on wing at Australian airport before he’s arrested

PDL PEDONAL, o único sucesso autárquico

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PONTA DELGADA SEM CARROS
A redução do tráfego automóvel nas ruas do centro de Ponta Delgada pode trazer mais benefícios do que prejuízos?
A medida tomada pelo Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada proibindo a circulação de carros no centro histórico tem suscitado debate entre comerciantes, moradores nas redes sociais. Alguns comerciantes do Centro histórico afirmam que a medida fez com que o número de vendas das suas lojas diminuísse, criando uma relação entre a quantidade de veículos e a quantidade de clientes. No entanto essa percepção corresponde à realidade?
Economia
A ilusão de movimento (em que os clientes não são necessariamente representados por carros) faz associar o movimento económico ao fluxo constante de automóveis. Ora, Donald Shoup argumenta em seu livro “The High Cost of Free Parking” que o simples facto de haver veículos circulando numa rua não significa, necessariamente, que esses contribuam para o comércio local. Na verdade, muitos destes veículos simplesmente passam sem a intenção de parar e consumir. Os profissionais de marketing encontram valor real nos clientes que optam por parar, sair dos carros e explorar a área a pé, e não nos motoristas. Quando as ruas são pedonais, os visitantes têm a oportunidade de abrandar, apreciar a arquitectura e descobrir as lojas, cafés, bares e restaurantes, de forma mais calma e onde o espaço convida à exploração e oferece uma rica experiência urbana onde se sentem mais confortáveis para ficar, conviver e até fazer compras. Embora as ruas cheias de carros possam transmitir uma sensação de dinamismo, muitas vezes causam ruído, poluição e podem ser stressantes para quem quer aproveitar a cidade.
Segurança, Bem Estar e Novos Negócios
Vários estudos urbanos, incluindo os conduzidos pela Gehl, J., & Gemzøe, L. (Public Spaces, Public Life. Danish Architectural Press), concluem que transformar as ruas de trânsito em áreas apenas para peões não só melhora a segurança, mas também estimula o desenvolvimento económico. Copenhaga é um exemplo brilhante desta transformação: ao longo do tempo, a cidade transformou muitas ruas do seu centro em zonas pedonais, onde os peões têm prioridade.
O resultado? Redução de número de acidentes resultando num ambiente mais agradável, além de promover o aumento da atividade comercial. Quando o tráfego automóvel é retirado das estradas, a segurança é uma das primeiras melhorias visíveis. As famílias sentem-se mais seguras ao passear com as crianças e os idosos podem andar e passear sem medo porque não há veículos que os ameacem constantemente. Além disso, o centro da cidade pode-se tornar um verdadeiro ponto de encontro entre moradores e turistas graças a eventos ao ar livre, mercados e esplanadas já que criam um ambiente sugestivo, calmo e amigável.
Impacto Futuro
Num futuro não muito distante, embora possa parecer assustador à primeira vista, a investigação mostra que, com o tempo, as zonas pedonais tornam-se mais atractivas tanto para residentes como para turistas. Segundo Hass-Klau, C. (Pedestrianization and Its Impact on Retail Revenue) as ruas sem trânsito são mais seguras, menos ruidosas e menos poluídas, o que torna o ambiente mais agradável para os clientes, melhora a qualidade do ambiente urbano e encoraja as pessoas a passar mais tempo nas áreas comerciais, o que, por sua vez, impulsiona as vendas.
Notaram igualmente um aumento no número de novos negócios que optaram por abrir em áreas livres de tráfego automóvel onde a maior movimentação de pessoas cria um ambiente favorável ao empreendedorismo e atrai as empresas que desejam capitalizar o fluxo constante de potenciais clientes.
Embora alguns comerciantes possam inicialmente temer que a restrição ao tráfego de veículos reduza as vendas, o estudo mostra que, a longo prazo, o impacto é positivo. As áreas pedonais tornam-se destinos atraentes para residentes e turistas, o que sustenta e até aumenta o fluxo de clientes ao longo do tempo como foram os casos de Munique e Copenhaga.
Em conclusão, Pedro Nascimento Cabral e o seu executivo da Câmara Municipal de Ponta Delgada mostraram atitude e preocupação em prol de uma cidade mais humana. Não é apenas uma medida urbanística, mas uma visão de futuro ao fechar as ruas do centro histórico de Ponta Delgada à circulação automóvel. Imagine um futuro em que a cidade seja desenhada pensando nas necessidades da população, permitindo que o comércio floresça em um ambiente seguro, agradável e atrativo. As vendas não só aumentam com uma cidade mais móvel, mas também criam um espaço onde todos – residentes, turistas, jovens e idosos – possam desfrutar da vida urbana de forma plena e segura.
Claro que há ainda muito a fazer na dinamização, mas há sempre um primeiro passo.
Quando se pensa no centro histórico sem carros, pensa-se em construir uma Ponta Delgada mais humana, onde a verdadeira riqueza está nas pessoas que vivem e exploram a cidade e não nos veículos que circulam às voltas pelas ruas.
Vemo-nos numa qualquer esplanada na baixa de Ponta Delgada!
Abraço,
Marco Raposo

crónica 541 NOVOS PARADIGMAS VELHOS MAUS HÁBITOS

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esta e anteriores crónicas disponíveis em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

541. NOVOS PARADIGMAS VELHOS MAUS HÁBITOS 23.8.2024

Sei que começam a surgir negras nuvens no horizonte com novos paradigmas, novas normas e novas imposições do que se esperam sejam comportamentos aceitáveis, numa nova ordem mundial totalitária ainda mais autoritária e déspota que as anteriores. refiro-me ao execrável fenómeno WOKE, que felizmente começa a ter alguma oposição dentro de setores da sociedade (nomeadamente cinema e desporto.)

No sentido diametralmente oposto o atavismo tradicional em que não há o mínimo respeito pelo OUTRO, mas onde, em nome de um costume, hábito, ou perpetuação arreigada de costumes, e se sobrepõe ao interesse coletivo e ao individual e apenas se compraz na celebração tradicional como aquele a que assistimos, ano após ano, nas festas da padroeira ou da paróquia.

Com a conivência das autarquias (Juntas, Câmaras, etc) que sempre amealham mais uns cobres, e garantem os votos necessários à sua reeleição são concedidas, a torto e a direito, todo o tipo de licenças desde tendas para a venda de comida, ao rebentamento de foguetes, roqueiras, etc, à instalação de bares provisórios durante a semana das festas com aparelhagens sonoras (muitas vezes debitando sons e “baixos” bem acima dos 85 decibéis que a lei autoriza.

Para quem tem animais domésticos (que reagem mal ao rebentamento de foguetório), para quem trabalha na manhã seguinte, para quem é doente e necessita de silêncio e descanso, para quem não participa na festa (mas, senhor, haverá quem não queira participar no evento mais importante do ano???) são uns dias de terror Durante o dia foguetes após as sete da manhã e sabe-se lá até que horas e de noite a música reverberar por paredes e janelas (mesmo com vidros duplos) até altas horas (se acabar pelas 3.30 andam com sorte, pois outras vezes prolongam-se até ao raiar da alvorada).

Na minha opinião acho bem e importante para as gentes locais a realização destas festas, das tendas, dos bares, da música, mas devem realizá-los nas cercanias da freguesia (em descampados, pavilhões desportivos, etc.) e não no centro da paróquia cheio de casas de habitação, com animais alérgicos ao barulho, com doentes e trabalhadores a necessitarem de silêncio e descanso.

É este atavismo que contribui para o atraso civilizacional e que, infelizmente, nos distingue negativamente de sociedades mais evoluídas socialmente. Falta o respeito pelo OUTRO, no fundo é, também, uma espécie de movimento WOKE à moda antiga.

Ninguém vos quer tirar o direito à festa anual mas apenas torná-la aceitável para toda a população.

calor a crise térmica nos açores

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Temperaturas atingem valores elevados nos Açores só comparáveis a 1940 com as máximas a superar os 30 graus
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera anunciou ontem que desde 1960 que as temperaturas da superfície da água do mar não foram tão altas como em Julho e a temperatura máxima do ar atingiu recordes em praticamente todas as ilhas com a mais elevada a atingir os 30,9 graus centígrados nas ilhas das Flores e Corvo.
Estão a ser batidos todos os recordes de temperaturas do ar e da superfície do mar nos Açores, alterando a forma de estar e de agir dos locais e turistas. Em Julho, e também em Agosto, a Região deixou de ser apenas um destino de paisagem e passou a ser o que quase ninguém queria, um destino de sol e praia. E mesmo nos trilhos pedestres ao longo de ribeiras ou que vão parar numa cascata, turistas e locais banham-se e mergulham em águas de nascentes naturais de São Miguel, isto quando as condições permitem.
Em praticamente todas as ilhas quase todos os caminhos, para os turistas e para os locais que optaram por passar férias na Região, vão dar às zonas balneares ou, então, a zonas frescas debaixo do arvoredo de paisagens ainda verdes por todas as ilhas ou mesmo debaixo de árvores nas cidades, onde há transeuntes que circulam de guarda-sol.
Este é o tempo em que duplica os espaços comerciais de venda de gelados e de água fresca, em que aumenta o número de pessoas nas superfícies comerciais com ar condicionado ou, então, em que as pessoas preferem ficar em casa do que debaixo do ‘brasileiro’ solar de entre as 11 e as 16 horas.
Nos dias de temperaturas elevadas há profissões em que os trabalhadores sofrem mais, como o caso dos que trabalham na construção civil e na limpeza de caminhos.
Para quem está de férias e para estes trabalhadores, todo o cuidado é pouco com a radiação solar. E os protetores solares ajudam a impedir exageros de exposição mas não são o suficiente. Os especialistas aconselham que, quem possa evitar as radiações solares entre as 11 e as 16 horas, como prevenção para eventuais doenças que podem chegar ao melanoma.
Prejuízos em atividades
E há atividades em que o tempo quente significa prejuízos, como são exemplos a agricultura, com os milhos forrageiros e as ervas a secarem e os frutos a amadurecerem fora de tempo e a caírem.
Além disso, esta seca em algumas ilhas dos Açores já significa escassez de água para os animais e se começa a pensar em racionar a água de consumo para as pessoas. O cidadão comum não compreende, por exemplo, que numa ilha, como São Miguel, em que há tantas nascentes de água, se possa falar em escassez de água para consumo humano. Mas, também, está a diminuir o caudal de água nas ribeiras e nas lagoas das ilhas, sinal de que se tem de pensar em soluções no curto e médio prazo se as alterações climáticas mantiverem esta evolução na Região.
O que aconteceu em Julho
Já em Julho, segundo o IPMA, Instituto Português do Mar e da Atmosfera, as temperaturas mensais do ar e da superfície do mar na Região atingiram os valores mais altos desde 1940.
Nesta altura, o Anticiclone Subtropical do Atlântico Norte (ASAN), estendia-se em cunha na direção do golfo da Biscaia; apesar de centrado a SW dos Açores com intensidade de 1024 hectopascais (medição da pressão atmosférica), contrariamente ao que seria esperado climatologicamente para esta época do ano.
Na mesma altura, face à evolução das condições climatéricas, passaram próximas da Região algumas perturbações associadas à Frente Polar, com situações de precipitação geralmente fraca e baixa visibilidade, sobretudo nas zonas de cota mais elevada das ilhas.
Ainda relativamente a Julho, a anomalia do campo da temperatura média mensal do ar na Região apresentava valores de 0,8 a 1,6 graus centígradas nas ilhas de São Miguel e Santa Maria e de 1,6 a 2,4 graus centígrados nos grupos Central e Ocidental (Flores e Corvo), onde já em Agosto chegou a ultrapassar o 30 graus centígrados.
A temperatura média do ar, em média, no mês de Julho foi de 21.04 entre 1940-2023 e de 22.97 graus centígrados em 2024.
A temperatura máxima no mês de Julho entre 1940-2023 foi de 23.62 e no mesmo mês de 2024 foi de 24.15 graus centígrados.
A temperatura média da superfície do mar em Julho foi de 21.78 em 1940-2023 e de 23.67 graus no mesmo mês em 2024.
A temperatura média máxima da superfície da água do mar entre 1940-2023 no mês de Julho foi de 24.53 graus centígrados e atingiu os 25 graus em 2024.
A temperatura média mínima em Julho foi de 19.75 graus centígrados no período entre 1940-2023 e de 22.31 graus centígrados em 2024.
A temperatura mínima mais baixa foi 11,9 graus centígrados (S. Miguel/Pico) e a máxima mais alta foi 30,9°C (Flores e Corvo).
A temperatura da água do mar à superfície em Julho apresentava no início do mês valores médios de cerca de 22 graus centígrados, aumentando gradualmente e, a partir de penúltima semana de Julho, a temperatura da água do mar ultrapassou os 24 graus centígrados em toda a Região, situando-se entre os 25 graus centígrados (nos grupos Oriental e Central) e os 26 centígrados nas Flores e Corvo no final do mês.
Julho foi, assim, um mês quente em toda a Região e geralmente seco, exceto em Santa Maria e na Terceira. Foi também um mês com noites tropicais em todas as ilhas (mais de 20 graus centígrados em quase todas as estações a partir do dia 20 de Julho).
A temperatura da superfície da água do mar apresenta (desde Maio) um padrão de intensas anomalias positivas a noroeste dos Açores, numa zona muito próxima da corrente fria do Labrador, e uma outra zona também de anomalias positivas a sudoeste dos Açores na direção da corrente quente do Golfo. A unir estas duas zonas existe uma faixa curva onde se registavam também anomalias positivas, a qual passava precisamente pelos Açores, influenciando os valores de temperaturas mais altas da superfície da água do mar que se têm verificado no arquipélago.
Pelo contrário, a anomalia do campo da precipitação média diária apresentava em Julho nos Açores valores de 0 a -2 mm/dia. Ou seja, choveu menos do que o normal para a época na Região.
O estado do mar em Julho caracterizou-se por ondas médias de noroeste de 1,5 metros.
No mês de Julho a circulação média de larga escala do vento na Região dos Açores foi fraca nos grupos Oriental e Central e moderada de oeste nas Flores e Corvo.
No mês de Julho, a percentagem da irradiação global mensal relativamente ao valor esperado no topo da atmosfera foi de cerca de 61 % na Graciosa; 60 % no Pico e Horta e 57 % em Santa Maria.
O que está a acontecer em Agosto
Agosto tem sido também um mês muito quente nos Açores, com as praias a encherem e a ser difícil encontrar lugar em algumas zonas de banhos, como são exemplos, o Ilhéu de Vila Franca do Campo, a Poça da Dona Beija e a Caldeira Velha, entre outros exemplos.
No mês de Agosto, a grande procura turística deste Verão na Região levanta problemas em termos de lugar nos aviões para os Açores e dentro do arquipélago. E o mesmo acontece em termos de falta de espaço nos barcos de passageiros no grupo Central da Região.
As temperaturas continuaram a atingir recordes em Agosto. A temperatura à superfície da água do mar estava ontem nos 26 graus, e a temperatura do ar rondava os 30 graus. Em contrapartida, chove muito pouco para a época, as ondas do mar andam entre 1 e 2 metros e o vento sopra a 10 a 20 km.
O tempo continua, assim, condicionado pela posição do anticiclone mesmo em cima dos Açores.
João Paz

https://correiodosacores.pt/2024/08/23/temperaturas-atingem-valores-elevados-nos-acores-so-comparaveis-a-1940-com-as-maximas-a-superar-os-30-graus/
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e fenómeno oposto no oceano….https://www.unilad.com/news/world-news/atlantic-ocean-cooling-down-927744-20240821

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AÇORES COM MENOS 800 ALUNOS

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Leio no Correio dos Açores de hoje que “Próximo ano lectivo começa a 9 de Setembro nas escolas dos Açores com 31.781 alunos, menos 800 do que no último ano escolar” Para onde é que foram esses 800 alunos?! Nunca vi ninguém comentar isso. Onde estão estas 800 almas? Foram todas para a universidade, para escolas profissionais? Para casa? Enfim… #erasóisto
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AP Manes

Pensei exatamente isso
  • 20 hours ago
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Mariana Matos

AP Manes deve haver redução no pré-escolar, mas 800 não são, mas deve haver, porque na última estatística de pré-escolarização há uma redução nos 5 anos.

a fraude verde é isto

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w
“O da direita é um Caterpillar 994A que queima 1.000 litros de Diesel em 12 horas, para remover 250 toneladas de terra suja, para obter o material necessário para a bateria da BYD, Tesla e todos os outros carros elétricos que se vê na mesma fotografia.
Para completar a bateria, são necessárias:
12 toneladas de rocha para o lítio
5 toneladas de minério para o Cobalto
3 toneladas de minério para o Níquel
12 toneladas de minério para o Cobre
Movimentar 250 toneladas de minério para obter
12 kg de lítio
30 Kg de Níquel
22 Kg de Manganês
15 Kg de Cobalto
100 Kg de Cobre
200 kg de alumínio, aço e plástico
Tudo isto para um carro “zero emissões”.
Mas o problema são as vacas!”
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misteriosas pirâmides secretas na china

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Suggested for you Michael Fontaine
📖 A mysterious ancient gate in Hejin – China
It’s a little known fact, but pyramids were built in ancient China. The Chinese pyramids are rarely spoken about or written. Probably few people know, that there are more of them than the Egyptian and Mexican combined. They are at the same age as them and at their time they probably served the same functions, the secret has not been revealed until today.
West of Xi’an, there are more than a hundred pyramids on an area of 20,000 square meters. The natives call this area “The Valley of the Pyramids.” The site is closed to visitors because it’s located in an area where secret military facilities are kept.
Why do the Chinese keep their pyramids a secret?
Mainly, because the area has a satellite launch spacecraft, ballistic missile range and other secret military facilities. Satellite images show that the modern space complex and a large ancient pyramid are connected by two straight lines. Is it possible that the Chinese have learned to use some of the energetic properties of the pyramids?
There are many interesting ancient objects in China that people from outside of China won’t see – and it’s a great pity. In the next post we will take a closer look at the mysterious Chinese pyramids.
Today I would like to show you a strange door situated in a very secluded place. Nobody knows when or who built them. One of the theories states it was a fortress.
This mysterious fortress, perched atop a lofty slope, is cleverly hidden behind deep gorges, making it almost invisible to the unrighteous eye. Even the locals have little knowledge of its historical origin. The meaning and design of the fortress came to light only thanks to the tips of an 80-year-old resident named Hou Jun’e. His knowledge of the area played a key role in discovering the paths leading to this historic site.
Hejin City Fortress is extremely difficult to see from a distance, blending in smoothly with the surrounding terrain, making it a perfect hideaway. Only after a closer look led by a well-informed native one will you realise that this is in fact an ancient bastion camouflaged from intruders… over the ages.
The approach to the Hejin City fortress is defined by natural obstacles and steep peaks, which in the past could only be overcome with makeshift wooden bridges, which suggest strategic use of the fortress as a protective hideout. Entering through a small gate, visitors encounter an uphill ramp made of loose ground, intentionally designed to be slippery and hard to climb, which is a clear protection against intruders. What could have been placed on the very top of the building, no one knows. Inside of tz a land resembling an ancient ark opens forts. On the sides of the fortress there used to be caves, providing shelter for people and animals in moments of danger. Since then, they have eroded, leaving only the plateau and its gate.
We know from local stories that the mysterious shelter has been used for hundreds of years, but we’re still not sure how old it is and who built it.
***Want more stories and posts like this? Today we are continuing our fundraising drive to reach our goal. If you are able, please help support our group today. Every little bit helps!
GoFundMe Link…
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Maria Lodewyks

Wowee, super interesting indeed, thks for sharing, any more info?

Mobilizados Canadair espanhóis? Portugueses demoravam “3 dias” a chegar

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O Governo disse hoje estar a acompanhar a situação do incêndio “intenso e extenso” da Madeira, que deve “preocupar todo o país”, mas, tal como o executivo regional, sublinha que não existem vítimas, nem habitações ou infraestruturas críticas afetadas.

Source: Mobilizados Canadair espanhóis? Portugueses demoravam “3 dias” a chegar