solidaO

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Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo… Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar… Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos… Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida. .. Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado… Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma….


Francisco Buarque de Holanda
(CHICO BUARQUE)

nem os animais tocam em comida transgénica gmo de imitação

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This seedless watermelon has been outside for over a week now. Nothing ate it, all I can find is a couple of beetles and some gnats. Not even the raccoons 🤦🏻‍♀️
The food supply is poisonous garbage🤷🏻‍♀️
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a SATA DEVIA FAZER COMO O CHINÊS

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Em Nova York, uma mulher entra completamente nua num táxi.
O taxista, um chinês, não conseguia parar de olhar para a mulher, mesmo antes dela entrar no carro.
Ela disse-lhe para ele seguir até ao aeroporto e o taxista ainda continuava a olhar, sem disfarçar.
A mulher já sem paciência, perguntou:
– você nunca viu uma mulher nua?
O chinês respondeu:
– eu não estou a olhar para si por estar nua, estou a olhar e não consigo entender onde guarda o dinheiro para pagar a viagem.
Moral da história:
Temos que ser como o chinês, concentrar-nos nos negócios e não nas distrações.
Mantenhamos o foco
Fonte texto e imagem: Braga Nossa
Fonte texto e imagem: Braga Nossa

 

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Matou duas mulheres brutalmente e esteve em fuga por quase cinco décadas. ‘Caso Easey Street” finalmente solucionado – Mundo – Correio da Manhã

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Suspeito de matar Susan Bartlett e Suzanne Armstrong, na Austrália, na década de 70, foi detido em Itália esta semana.

Source: Matou duas mulheres brutalmente e esteve em fuga por quase cinco décadas. ‘Caso Easey Street” finalmente solucionado – Mundo – Correio da Manhã

envenenando os americanos

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Julie Morgan

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Did you know this and why is it allowed here in the America?!
Fanta Orange in the US vs. the UK
UK Fanta gets its color from carrots, pumpkins, and orange fruit, while the US version gets it from dyes (red 40 and yellow 6).
Also about 3 times as much sugar in the US version versus the UK version, and the US Fanta has high fructose corn syrup while the UK version has sugar.
Also there’s no orange juice in American Fanta. But there is in the UK Fanta.
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Carolina Bettencourt · “Eu queria voltar a ontem.”

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Carolina Bettencourt · “Eu queria voltar a ontem.”

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e assim ficou:
746. lamento de viúvo 19.9.2024
se eu pudesse ir para os amanhãs
levava comigo todos os ontens…
nunca devemos deixar os ontens no armário
têm a tendência de desaparecer sem rasto
sabe-se lá para onde vão e o que vão dizer
nunca devemos confiar nos ontens
são frágeis como as memórias
ou a neblina ou a gaze ou algodão-doce
pintam-se e abonecam-se de muitas cores
os ontens amarram-nos e impedem a viagem
mas eu só fui feliz ontem
e os amanhãs são apenas
a memória de ontem sem felicidade
inédito chrys c

Inês Sá Convidados de última hora

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Convidados de última hora
Iniciámos na semana passada, um novo ano letivo, por isso, permitam-me que as minhas primeiras palavras sejam dirigidas a toda a comunidade educativa: desejo a todos e a cada um de vós, docentes, encarregados de educação, alunos, assistentes operacionais, técnicos, administrativos, órgãos executivos e associativos, um excelente ano letivo!
Com franqueza, e enquanto encarregada de educação, a sensação com que fiquei, foi que todos fomos convidados para uma festa que ainda não estava preparada para receber condignamente os seus convidados, pela falta de tempo que antecedeu o início dos habituais preparativos e o dia da cerimónia.
Mesmo assim, o anfitrião teimou em abrir portas no dia e hora anunciados, brindando os convidados com a já expectável falta de docentes, de assistentes operacionais e com a situação dos Bolseiros Ocupacionais por resolver.
Não fosse o cenário já de si desolador, a ementa também não estava ainda completa. Entre as entradas e a sobremesa, faltam os Manuais Digitais, faltam portáteis e tablets, faltam motoristas suficientes para garantir o transporte escolar, faltam materiais didáticos, enfim, toda uma panóplia de ingredientes fundamentais para apresentar aos nossos convidados uma ementa à altura dos mesmos.
Infelizmente nestas situações, tendemos sempre em demonstrar o nosso desagrado ao anfitrião presente, que no caso é toda a comunidade escolar, esquecendo que esta é primeira vítima de tamanha desorganização, a quem cabe a árdua tarefa de cumprir as ordens do patrão, usual e propositadamente ausente da sala.
Ainda assim, dúvidas não restam que a comunidade escolar, por estes dias, é quem habitualmente está na linha da frente, tentando cumprir com todas as inúmeras orientações recebidas quase em cima do dia da cerimónia, e que, de forma resiliente, se desdobra em mil e uma tarefas, apaga fogos a cada novo dia, adquire o dom da omnipresença, da polivalência, do verdadeiro “multitasking” atualmente tão em voga. A toda esta comunidade, devemos todos um enorme e sentido agradecimento: Bem hajam! Aquilo que fazem por esta altura, e perante as escassas condições, não é por certo pura poesia, mas sim verdadeira magia!
Resta-nos a esperança de que este início de ano letivo conturbado, que acredito já não ter surpreendido ninguém, considerando os diversos alertas que nos foram chegando por diversos interlocutores, inclusivamente por parte de ambos os sindicatos da Região Autónoma dos Açores, seja apenas resultado da impreparação e da indefinição de estratégias por parte do “patrão”, que a muito breve trecho serão encaradas com a seriedade e humildade que o momento exige.
Como dizia Santo Agostinho… “Errar é humano, permanecer no erro é diabólico”.
Numa Região como a nossa, segunda da Europa com a maior taxa de abandono precoce de educação e formação, não há como justificar qualquer tipo de regozijo, pelo contrário, obriga-nos a refletir e a tomar medidas concretas e urgentes que visem inverter estes resultados, de forma consistente e no mais curto espaço de tempo. É exatamente por isso que a educação e os enormes desafios que esta nos coloca têm de constar da agenda diária de todos aqueles que assumem livremente a responsabilidade maior de lutar por uns Açores verdadeiramente democráticos, e por uma sociedade mais igualitária, que nos retire do triste pódio da Região da Europa mais desigual, no que à distribuição de rendimentos diz respeito.
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Mariana Matos and 13 others

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Mariana Matos

“Eles não sabem, nem sonham”