220 ANOS DE ROUBO DE OLIVENÇA

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20 de Maio de 1801 – 220 anos de OLIVENÇA ocupada
Em 20 de Maio de 1801, as tropas de Godoy tomaram a “Mui Nobre, Notável e Sempre Leal Vila de Olivença”.
A QUESTÃO DE OLIVENÇA E AS SELVAGENS
“…Onde, em rigor, os espanhóis não têm razão alguma, é na questão de Olivença e nas Selvagens.
A Praça de Olivença foi tomada na curta e infeliz “Guerra das Laranjas”, em 1801, inspirada num indecoroso acordo entre Napoleão e a Corte Espanhola, onde pontuava o valido Manuel Godoy.
Para mal dos nossos pecados a rendição de Olivença também foi feita de um modo militarmente indecoroso. Assinou-se um mal alinhavado “Tratado de Badajoz” no qual Lisboa cedeu a Praça.
Com a 1ª Invasão Francesa, em 1807, quebraram-se parte dos compromissos em que o tratado se firmara, pelo que o governo português logo reivindicou a vila e seu termo e declarou nulo o tratado.
Tal veio a ser confirmado na Conferência de Viena, de 1815, em que a Espanha (que só o assinou em 1817) se comprometeu a devolver o território, português desde o Tratado de Alcanizes, de 1297, o que até hoje não fizeram, tendo o cuidado de “espanholizar” toda a nossa população (muita da qual se retirou do território) e cuidando, até há pouco tempo, de fazer desaparecer a maioria das marcas lusas.
Quanto às Selvagens o caso ainda é mais caricato, se tal é possível dizer.
Os nossos navegadores foram até lá pela primeira vez em 1428 e sempre a área foi por nós frequentada. As Canárias foram cedidas a Castela pelo Tratado de Alcáçovas/Toledo, de 1479/1480, após um contencioso que se arrastava desde 1340. Mas as Selvagens não fizeram parte do “pacote”.
Só a partir de 1911, sem qualquer argumento válido e credível, “nuestros hermanos” – que de irmãos têm muito pouco – começaram a pôr em causa a nossa soberania.
Em 1938 a Comissão permanente do Direito Marítimo Internacional confirmou a soberania portuguesa.
O Estado Português tornou-as reserva natural, pertencentes ao Parque Natural da Madeira, criado em 1971.
O Arquipélago é constituído pela Selvagem Grande, Pequena e Ilhéu de Fora, num total de 2,73 Km2, atingindo 163 metros de altura. Tem dois guardas residentes e uma habitação de residência temporária de uma família do Funchal.
Está situado a 250 Km da Madeira, 165 Km das Canárias e 250 Km da costa africana; administrativamente fazem parte da freguesia da Sé, Concelho do Funchal.
E bom seria que a Diplomacia não dormisse (os chefes militares também não) e o Governo não tergiversasse, procurando tirar proveito das contradições insanáveis em que Madrid se enleia, em favor dos nossos interesses.
É mister, ainda, tomar a iniciativa – que há muito tarda – de, na próxima cimeira Luso-Espanhola (não Ibérica), começar por dizer aos ministros espanhóis que queremos ser amigos da Espanha “à moda de Navas de Tolosa e do Salado” e não de outra maneira; que desviem o olhar das Selvagens e que cumpram o que se obrigaram após 1815, pois OLIVENÇA É TERRA PORTUGUESA! “
João J. Brandão Ferreira
in “AS NOSSAS ILHAS SELVAGENS DISPUTADAS NO JOGO GEOESTRATÉGICO”, Rainer Daehnhardt, Brandão Ferreira…
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o projeto da CALHETA PERO DE TEIVE

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O investimento do Fundo Discovery na Calheta de Pêro de Teive será de 13 milhões de euros, dos quais cerca de 10 milhões de euros para a construção de uma unidade hoteleira com 109 quartos e piscina interior e três milhões de euros para a demolição das galerias e construção de um espaço verdade que abre praticamente todo o espaço, numa área de 3.300 metros quadrados da Rua José Cordeiro para a Avenida João Bosco Mota Amaral e para o mar.
O Fundo Discovery entregou no passado dia 6 de junho na Câmara Municipal de Ponta Delgada o projecto de arquitectura e especialidades e, a partir do momento em que a autarquia aprove o projecto, terá quatro meses para iniciar as obras que vão realizar-se durante um ano e meio para que a nova unidade hoteleira e o espaço verde fiquem concluídos em 2020.
Pedro Seabra recordou que, quando o Fundo Discovery adquiriu os activos da ASTA, havia as galerias comerciais por acabar que era um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros. “Era isso que nos proponhamos fazer. Mas entramos nesta aventura sempre numa grande parceria com as entidades oficiais e, neste momento, estamos a falar de um investimento de 13 milhões de euros, um investimento completamente diferente”, afirmou Pedro Seabra aos jornalistas.
“O esforço é muito grande e continuamos a cumprir com todos os prazos, sabendo que estamos a criar um equipamento muito interessante para a cidade. Vamos criar mais cerca de 50 a 60 postos de trabalho que se juntam aos 200 postos de trabalho que já criamos com os outros hotéis explorados pelo fundo nos Açores”, o Azor, em Ponta Delgada, e o SPA das Furnas.
“É um grande investimento e estamos a fazê-lo com alegria. As dificuldades existem sempre e há que as ultrapassar. Mas estamos contentes de aqui estar mais uma vez a cumprir com aquilo que temos prometido”, afirmou Fernando Seabra.
Pedro Seabra salientou que haverá uma complementaridade entre o hotel Azor e a nova unidade hoteleira com uma piscina interior, que poderá ser usufruída pelos hóspedes das duas unidades hoteleiras. Por outro lado, quem ficar hospedado no novo hotel, poderá dispor do “belíssimo” centro de conferências do hotel ‘Azor’ de 600 metros quadrados que, na opinião de Pedro Seabra, “está a funcionar em pleno”.https://www.iloveazores.net/…/requalificacao-da-calheta…
Requalificação da calheta Pêro de Teive concluída no verão de 2020
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Requalificação da calheta Pêro de Teive concluída no verão de 2020
Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de melhor.
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ainda o homicídio na LOMBA DA MAIA

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soube-se que o alegado assassino esteve umas horas depois na escola da maia a comprar senhas de refeições para um filho seu

 

A Polícia Judiciária deverá tornar público amanhã, em comunicado, os contornos do homicídio registado ainda antes da meia noite de quinta feira, na Lomba da Maia, concelho da Ribeira Grande.
A tragédia terá acontecido no decorrer de um assalto, em que tiros de caçadeira terão ceifado a vida a um homem de 53 anos e deixado ferido o seu filho.
A PJ está a desenvolver a investigação correspondente. Ainda não há detidos, mas apenas identificações para apuramento de responsabilidades do homicídio. (Carmen Ventura)
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Hoje o nosso Fim da Lomba acordou com uma trágica notícia que muito nos abalou.
Sem ainda conseguir agir perante esta atrocidade unimos nos em oração pela sua Família em especial esposa e filhos, a quem dirigimos os mais sentidos pêsames.
Foi cedo a tua partida amigo Fernando, que o anjos te recebam com a mesma alegria que tinhas na terra. Serás sempre recordado!
Que o Divino Espírito Santo te conduza ao paraíso.
Paz à sua alma.
Fátima Silva, Carlos Melo Bento and 492 others
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34º Colóquio da Lusofonia 10-12 JUNHO 2021

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34º Colóquio da Lusofonia

10-12 JUNHO 2021

com a presença do Presidente do Governo Regional, da Presidente da Câmara de Ponta Delgada e do Presidente da Câmara de Belmonte

auditório CENTRO NATÁLIA CORREIA –

FAJÃ DE BAIXO, PONTA DELGADA, S. Miguel, Açores

GPS

LATITUDE 37.75802835785452 LONGITUDE -25.64891386978104

 

MENU: entrar aqui

EDUCAÇÃO: Uma ciência transversal que todos os governos deviam privilegiar

propostas de debate 1 Reformar_Educação_JAS+TMP_2019 2 Dez_Ideias_para_Educação. 3. crónicas sobre educação (Chrys C)

 

HOMENAGEADO 2020-2021 AICL ONÉSIMO TEOTÓNIO ALMEIDA

 

CONVIDADOS DE HONRA

ONÉSIMO TEOTÓNIO DE ALMEIDA (HOMENAGEADO AICL 2020-2021)

FÉLIX RODRIGUES, CIENTISTA, EDA /UNIVERSIDADE DOS AÇORES

LUÍS FILIPE BORGES ESCRITOR

ANIBAL PIRES ESCRITOR

 

OUTROS CONVIDADOS

CONCEIÇÃO MEDEIROS, PROJETO NOVAS ROTAS, EBI CAPELAS

HELENA CHRYSTELLO, EBI 2,3 MAIA

JOSÉ ANDRADE, DIRETOR REGIONAL DAS COMUNIDADES

JOSÉ DE ALMEIDA MELLO. HISTORIADOR CÂMARA DE PDL

SÉRGIO REZENDES, HISTORIADOR

VAMBERTO FREITAS, ESCRITOR

leia o que a Visão escreveu sobre a AICL

A Lusofonia é uma capela sistina inacabada; é comer vatapá e goiabada, um pastel de bacalhau ou cachupa, regados com a timorense tuaka ao ritmo do samba ou marrabenta; voltar a Goa com Paulo Varela Gomes, andar descalço no Bilene com as Vozes anoitecidas de Mia Couto, ler No país de Tchiloli da Olinda Beja, rever os musseques da Luuanda com Luandino Vieira, curtir a morabeza cabo-verdiana ao som De boca a barlavento de Corsino Fontes, ouvir patuá no Teatro D. Pedro IV na obra de Henrique de Senna-Fernandes e na poesia de Camilo Pessanha; saborear a bebinca timorense em plena Areia Branca ao som das palavras de Francisco Borja da Costa e Fernando Sylvan, atravessar a açoriana Atlântida com mil e um autores telúricos, reencontrar em Salvador da Bahia a ginga africana, os sabores do mufete de especiarias da Amazónia, aprender candomblé e venerar Iemanjá, visitar as igrejas e casas coloridas de Ouro Preto, Olinda, Mariana, Paraty, Diamantina, e sentir algo que não se explica em Malaca, nos burghers do Sri Lanka, em Korlai ou no bairro dos Tugus em Jacarta. É esta a nossa lusofonia. (Chrys Chrystello abril 2019)

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www.lusofonias.net ATUALIZADO EM 20/05/2021

TRANSMISSÃO direta de todas as sessões

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/

https://www.youtube.com/c/ChrysChrystello

caiu o ARCO DE DARWIN NAS GALÁPAGOS

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O biólogo Charles Darwin conheceu o local anos antes de propor a Teoria da Evolução.
'Arco de Darwin' desmorona nas Ilhas Galápagos
AVENTURASNAHISTORIA.UOL.COM.BR
‘Arco de Darwin’ desmorona nas Ilhas Galápagos
O biólogo Charles Darwin conheceu o local anos antes de propor a Teoria da Evo

Festival de artes Azores Fringe homenageia escritor Dias de Melo – Açoriano Oriental

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Um encontro de escritores açorianos que pretende homenagear Dias de Melo integra a terceira edição do festival de artes Azores Fringe, uma iniciativa da MiratecArts, que decorre de 29 de maio a 30 de junho.

Source: Festival de artes Azores Fringe homenageia escritor Dias de Melo – Açoriano Oriental

A DIFERENCA QUE FAZ UM L EM VASCONCELOS |

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A DIFERENCA QUE FAZ UM L EM VASCONCELOS |
Penso ser da mais elementar justica que entremos, vocês e eu, com aquele amargo de boca no fim-de-semana. Não me sentiria bem se guardasse esta azia no fundo do corpo quando podemos, juntos e solidários, carregar este pesado asco. É também uma excelente forma de incentivarmos o consumo de vinho, contribuir para o PIB nacional e ajudar alguns produtores alentejanos que, eventualmente, ainda não tenham umas estufas recheadas de nepaleses.
Nuno Vasconcellos nasceu no seio de uma família rica. Se assim não fosse, seria só VasconceLos. O segundo L marca todo o percurso de vida.
O Vasconcelos estudaria em Arroios e se “tivesse boa cabeca”, tiraria um curso numa pública, chegando a quadro médio de uma empresa qualquer. Daquelas que nem notam quando uma pessoa morre. Já o VasconceLLos, com boa ou má cabeca, foi colocado a estudar no “estrangeiro” e pediu dinheiro da família para criar uma empresa de investimento.
As empresas de investimento são os ferros em brasa do capitalismo. Compram coisas que não valem nada e vendem-nas por mais dinheiro. Criam riqueza sem produzirem algo palpável. Transformam ricos em milionários. Nascem como cogumelos em ramificacões dentro de sociedades, com sedes nos mais diversos paraísos fiscais. Compram accões, recolhem dividendos, vendem posicões, acumulam capital. Não trazem grande desenvolvimento à sociedade mas, são legais. É o mercado, estúpido! Dizem-me economistas de referência na nossa praca.
Toda este hora que poderão ver aqui é um verdadeiro tratado:
Mariana Mortágua tem sido brilhante nas sucessivas comissões do BES. Tentou durante uma hora fazer 3 perguntas, apenas. Repetiu, refez, usou sinónimos. Nuno Vasconcellos, que fugiu para o Brasil com parte do calote deixado no BES e que hoje é cidadão brasileiro, colocou-se sempre na posicão de quem nada devia.
Não se lembrava de todas as empresas que geria nem dos fundos que tinham. É natural. Quando se “administram” 100 empresas de compra e venda de oxigénio, é natural não saber os nomes e paraísos fiscais delas todas. Tudo, ou quase, feito em regime de crédito, com a clássica via verde de Ricardo Salgado, e que, tal como os restantes, no dia em que o BES caiu, se percebeu que não tinha garantias pessoais que cobrissem o calote.
Nuno VasconceLLos vive hoje uma vida de luxo no Brasil, algures num bairro chique de São Paulo, numa casa toda supimpa com piscina. Já tem participacões em mais não sei quantas empresas (13 em 2019), vai recolhendo dividendos como fazia nos tempos do BES e, pelo que a imprensa local relata, também já distribui uns calotes pelo povo irmão. Só para os brasileiros saberem que nem todos os portugueses se chamam Manuel e fazem pão. Ah, valente!
Disse, durante aquela hora que valeu mais alguns cabelos brancos à Mortágua, que nem ele ou a família têm qualquer dívida ao BES. A Ongoing tem, não ele, que saiu da administracão em 2016. Da mesma forma que, se a dívida foi comprada pelo Novo Banco, então…já não é dele.
Eu achei esta parte brilhante. Cuspi um pouco do café que tinha na boca mas, reconheco, é brilhante. E sabem qual é a pior parte? É que ele tem razão. Para não termos chegado ao ponto de este gajo, sentado a 10 000 km, poder estar a gozar connosco em direto na ARTV, teriam as autoridades, assim que o BES caiu e se verificou que a dívida não seria paga, que ter colocado o menino Nuno na Carregueira. E enquanto isso, o BES falia (de facto), o erário público cobriria os depósitos (de todos os VasconceLos só com um L) e o Nuno e demais devedores, teriam ficado a brincar ao monopoly nas horas do recreio lá na Carregueira. O Salgado também brincava e não lhe davam acesso ao cartão de “você está livre da prisão”.
Ora, como nada disto aconteceu, o Vasconcellos pode estar tranquilamente a divagar uma hora, responder a zero perguntas e ainda passar por ofendido. A dívida que ele fez é agora um problema nosso e ele, por via das dúvidas e por saber que no Brasil fala-se menos e dispara-se mais, já arranjou segurancas e um carro blindado. Um porsche, que o dinheiro só fica curto para pagar dívidas. São estes os problemas do Nuno nos dias de hoje. Já os calotes da Ongoing, de facto um transtorno, mas para a Mortágua, para a comissão, para o parlamento e eventualmente, para vocês.
É para cobrir as dívidas de gente desta, que nem as reconhece, que depois o Estado Português te faz preencher 136 requisitos para acederes ao RSI quando já não tens emprego, casa ou comida.
A propósito…sabem quem é que nunca pia nestas comissões? O pastor da igreja universal do reino dos ciganos. Ele há coincidências…
Bom fim-de-semana rapaziada. Se o calor apertar e na praia forem obrigados a usar máscara, refresquem-se na piscina de casa.
Deixem de ser pobres.
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as pinturas no Pico que as Obras Públicas apagaram

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Para quem pensa que estou exagerando, cá está a notícia com a resposta da Secretária Regional das Obras Públicas… um pessoa tem mesmo que ter uma espinha grossa para ler isto e não explodir! ❤
May be an illustration of text that says "ilhamaior 21d2021 das Depois da intervenção manutenção do Maroiços, está totalmen- parees.q albergavam estão disponíveis artistas, segundo Regional das Obras Públicas Co- Atualidade 3 ção disponível paranovaspinturas para pinturas obras arte vila Madalena. Terry Costa, diretor da Associação. nutenção do Jardim, "alguns artistas foram provadas pelos órgãos MiratecArts contatada março próprios da Camara Governo", conta quando Obras Públicas iniciaram ma- Carvalho, pedidos queixava popи- sobre quatro urbana apoios Publicas tenderem outras Pública projeto 2013 através retocasse", descreve වදනා Carvalho intenção reforçou entidade uea Cultura, diante seria sublinhou disponibi- espaço, me-"
Pedro Almeida Maia, Carolina Cordeiro and 4 others
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