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URBANIDADES


SHINGEN • A VISÃO COMPASSIVA

Posted: 31 May 2021 02:03 AM PDT

Para muito poucos no ocidente, e mesmo no oriente, se torna possível entender o conceito de shingen. A palavra é composta de dois caracteres chineses que em japonês se designam por kanji. Shin, aqui representado pelo carácter da esquerda que significa também kôkoro, (coração) conota-se aqui com o conceito de espírito, enquanto o segundo carácter, gen, significa olho, olhar.

Assim, desse coração associado ao olho, temos uma primeira transcrição que é visão compassiva. Porém é preciso estarmos cientes de que essa visão anuncia a clarividência que só pode ser atingida com a visão despida de paixões.
A paixão é a emoção descontrolada.
A visão compassiva ou clarividente já ultrapassou esse descontrolo. Vê-se com a mente e o espírito, porquanto se já sabe que a visão ocular é do mero domínio da óptica.

Os nipónicos categorizavam o olhar e a visão de forma diferente. vejamos como:

Nikugen • a visão nua

Esta não é mais do que a imagem simples recebida pela retina, destituída de qualquer processo mental ou emocional. é, assim, o mais baixo dos cinco níveis de visão e possui três limitações.
Primeiro, nikugen é completamente superficial. A pessoa que possui apenas nikugen não vê mais além do que a existência dos objectos no seu campo de visão. A visão nua não comporta nenhuma compreensão mais aprofundada desses objectos tal como vieram parar aonde estão, como podem interagir, ou como podem afectar o observador ou outros.
Seguidamente, nikugen está limitada ao ponto de vista do observador. Só “vê” o lado dos objectos que estão virados na sua direcção, e é uma visão quase apenas bi-dimensional.
Finalmente, a visão nua é facilmente obstruída. A simples colocação de um objecto diante dos olhos do observador termina-lhe o olhar.
Estas características aplicam-se não apenas à visão física. Alguém que queira ver um problema usando nikugen apenas vê os seus aspectos mais superficiais.
Por exemplo, sem dinheiro, constata que se encontra sem nada. Se quer um pão, verá uma impossibilidade total na compra de alimento.
Esta visão bi-dimensional cega o seu portador perante outras possibilidades, como trocar trabalho por comida ou vender algo que possui para obter dinheiro para comer.

Tengen • a perspectiva neutral

O estádio seguinte do desenvolvimento da visão é tengen, literalmente visão celeste, não no sentido angelical ou transcendente do termo, mas antes do ponto de vista do observador.
Com tengen, o observador já não está preso pelo seu próprio ponto de vista, antes tem uma perspectiva neutra por via da qual vê os objectos ou o problema como se olhando para eles de uma grande altura. literalmente, a visão tengen permite “ver a floresta pelas árvores”.
Assim, com uma menos auto-centrada perspectiva, a visão do observador não é tão susceptível às distorções das suas ideias pré-concebidas, reacções emocionais, ou condições de vida.
Recorrendo a exemplos prévios, alguém com esta perspectiva neutra já é capaz de perceber as faces escondidas dos objectos. aplicando conhecimento e experiência, a sua mente já permite uma visão mais alargada. isto é, alguém usando de uma perspectiva neutra, em vez de estreitamente perceber a falta de dinheiro para um pão, verá a situação como uma necessidade de comida, observação que já oferece outras opções para uma solução.
porém, ainda que com esta perspectiva de cima, as emoções do observador, preconceitos e circunstâncias da vida interferem com a verdadeira compreensão da sua visão que ainda está limitada àquilo que os olhos vêem.

Egen • o olhar interpretativo

Literalmente significa olhar pensante, está a um nível mais elevado, no qual a imagem recebida pelo cérebro é melhorada por uma compreensão das implicações das coisas ou situações observadas.
Importa contudo não confundir egen com pensamento analítico. O olhar interpretativo não é sobre o pensar no que se vê. É antes um processo automático e subconsciente no qual o olhar e a mente operam conjuntamente uma interpretação das imagens recebidas pelo cérebro, produzindo assim uma visão mais profunda do que o mero olhar físico.
Um exemplo talvez experimentado por muitos: alguém observando dois carros aproximando-se de um cruzamento ao mesmo tempo, por duas ruas que se não vêem uma à outra, vislumbra um acidente prestes a acontecer. A maior parte das pessoas não precisará de parar para perceber isto. Pela experiência, sabendo que nenhum dos condutores vê o outro, sabemos automática e subconscientemente que irão colidir.
Se olhassemos com nikugen ou tengen veríamos apenas dois carros movendo-se, independentemente um do outro, sem estabelecer uma relação causal.
Infelizmente, enquanto a maioria dos adultos possui o olhar interpretativo no que respeita aos aspectos físicos, falta-nos egen a outro nível.
Com verdadeiro egen reconheceríamos quando um choque de personalidades ou vontades estaria da iminência de ocorrer. Veríamos um acontecimento não apenas na sua forma física, mas no contexto das forças em movimento e os efeitos que mais tarde resultariam como consequência imediata ou remota.
Assim, o maior benefício de egen é que agora o observador percebe natural e subconscientemente a relação de causa-efeito das coisas que observa ou testemunha.
Contudo egen ainda tem insuficiências.

Shingen-hōgen • o olhar compassivo

Apesar de todos os benefícios, egen ainda está incompleto. embora o observador receba a visuão completa e desobstruída das situações, suas causas e efeitos – mesmo as razões e motivos subjacentes às acções – esta visão é distanciada e desapaixonada.
o nível de visão seguinte, shingen, confere o mais vital ingrediente de todos: a compaixão, a faísca que motiva o guerreiro da luz a tomar agir correctamente numa situação. Ele vê um acontecimento não apenas da sua perspectiva, ou como o afectará a ele, mas como o evento afectará as vidas de todos os envolvidos. Mais ainda, ele vê com compreensão e compaixão por todos os envolvidos, de modo que a sua acção não será a que mais conveniente lhe seja, mas sim aquela que melhor será para a sociedade no seu todo, independentemente da escala do conceito.
O guerreiro de luz não olha os sentimentos, acções, ou desejos dos outros como certos ou errados. Assim o seu juízo não será toldado pela necessidade de provar-se que está certo. Também não tem de ultrapassar a natural hesitação de outra pessoa admitir que está certa ou errada. O que o interessa e motiva é o que é mais valioso. Assim, num desentendimento, o guerreiro da luz observa as visões dos outros como alternativas, usando shingen para analisar qual das alternativas pode ter maior valia para o colectivo. Com esta abordagem torna-se também mais fácil persuadir os outros a aceitar a melhor escolha também.
A avaliação do guerreiro da luz está em sintonia com as imutáveis leis da natureza. Ele entende os princípios de causa e efeito, e que mesmo acções “erradas” são motivadas pelas forças de causa e efeito.
Por este motivo, shingen é muitas vezes referido como hōgen, cuja tradução literal é a da visão legal, mas não se refere às leis da humanidade. Poder-se-á talvez entender melhor utilizando o termo perspectiva universal, no sentido de que, tendo igual compaixão por todas as pessoas operando sob uma ordem natural, imutável, mas sob a qual o guerreiro da luz pode escolher intervir. É desta neutralidade inserida na ordem universal da natureza que o guerreiro da luz procura observar e agir da maneira mais benéfica.
Os antigos samurai eram treinados para uma percepção mais aguda e global das situações. Ver com o coração era o estádio máximo de desenvolvimento da visão da mente-espírito.
Hoje, o guerreiro da luz ou da paz global recupera essa visão para princípios mais nobres que a guerra. Assim, aquele que vê segundo shingen-hōgen percorreu um caminho desde o primitivo nikugen, passando por tengen e egen. Ganhou maior visão interior, maior compaixão, tornou-se mais natural por se integrar nas leis do universo.
Vejamos um exemplo do quotidiano:
• um execuivo com nikugen está atrasado para uma importante reunião de negócios, e quando se põe a caminho vê-se obrigado a conduzir velozmente no meio do trânsito congestionado, zizagueando the faixa em faixa, tentando ganhar alguns precisos minutos.
• um outro executivo possuídor de tengen perceberá que corre riscos de ser multado, poderá reduzir um pouco a velocidade, mas continua a querer ganhar tempo para chegar atempadamente à reunião.
• outro executivo possuidor de egen não deixará que o seu desejo de dar uma boa imagem de si na reunião tolde a sua visão. ele percebe que conduzir desvairadamente perigará a sua e a vida de outros, que têm o mesmo direito à segurança que ele.
• por fim, o executivo possuídor de shingen, com a ajuda de hōgen já se encontra no local da reunião, aguardando a chegado dos outros. ele previu que haveria hora de ponta, engarrafamentos, pelo que acordou mais cedo, pôs-se a caminho de antes do congestionamento do trânsito e assim chegaria antecipadamente, ganhando um psicológico ascendente sobre os outros.(1)

(1) No Japão toda a vida é organizada de uma forma rigorosa e até ritualística, razão porque chegar antes dos outros a uma reunião coloca essa pessoa numa posição mais privilegiada e de ascendência temporária.

 

 

Se já está a sonhar com as férias, que tal Açores? | GQportugal.pt

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Se o arquipélago ainda não está na sua lista de destinos de sonho, acreditamos que no final deste artigo estará a pensar de forma diferente. O desafio vai ser chegar ao fim sem abrir um separador para marcar a viagem.

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suborno na saude ?

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SAÚDE: AGRADECIMENTO OU SUBORNO?
É sabido há muitos anos que as farmacêuticas sempre deram prémios chorudos aos médicos por receitarem os seus medicamentos. Por São Miguel já tivemos desde ofertas de viaturas a férias de luxo para toda a família.
O crescimento da oferta dos genéricos veio dificultar um pouco as contas mas ainda assim, em pleno 2021 temos médicos a passar férias com tudo pago à conta do Grupo Medinfar (e não só), médicos jovens, muito jovens que deviam ser a próxima geração daqueles que prometeram cuidar da nossa saúde e vendem-se a troco de um destino de praia e alguns jantares… é triste.
Muitos dirão que não é suborno e que os medicamentos têm o mesmo principio ativo e não tem qualquer diferença de outros. Independentemente de ser ou não verdade, o certo é que na grande maioria das vezes a escolha cai para certas marcas, já forçadas nas receitas.
Que as farmácias o façam, não critico, é um ponto de venda e já sabemos como funciona o mercado. Que médicos do serviço público o façam já acho asqueroso.
A informação é posteriormente vendida às mesmas farmacêuticas que têm acesso ao que foi prescrito pelos médicos como de um cartão de pontos se tratasse, sendo depois compensados em férias com tudo pago e acompanhados pelo representante (salesman) da farmacêutica.
O pretexto? Esse é fácil, vão em “formação”, existe sempre uma formação para ir.
Qualquer médico sabe ao que me refiro e de certo conhece casos, inclusive há um grupo que está neste preciso momento a ler esta publicação do seu quarto de hotel.
A questão é, o que diz a Ordem dos Médicos sobre isto? Não há código deontológico? Isto não envergonha ninguém? O que dizem os restantes colegas sobre isto e porque ninguém se manifesta?
Infelizmente a saúde é cada vez mais um negócio, temos a sorte de ter um bom sistema de saúde quando comparado a muitos países e temos, no meu entender, de cortar estes (e outros) esquemas pela raíz para o preservar.
Esta publicação tem o intuito de dar a conhecer esta realidade para quem não a conhece e saber, de forma educada e objetiva, qual a opinião geral e até, legalidade destas jogadas numa área tão sensível e dispendiosa como a saúde.
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Época balnear arranca hoje nos Açores mas sem coimas – Açoriano Oriental

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A época balnear arranca, esta terça-feira, nos Açores em 32 zonas, estando a ser ultimado um manual de utilização destes espaços no contexto da pandemia de Covid-19 que não prevê coimas, mas alerta para a responsabilização dos utentes.

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aleluia Orçamento dos Açores para 2021 já foi publicado em Diário da República – Jornal Açores 9

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Com a publicação no jornal oficial da República Portuguesa, o Orçamento da região para o presente ano entra oficialmente em vigor. O Orçamento tinha sido aprovado na Assembleia Regional em 23 de abril, com os votos a favor de PSD, CDS-PP, PPM, Chega, IL e a abstenção do PAN, tendo o PS e o BE […]

Source: Orçamento dos Açores para 2021 já foi publicado em Diário da República – Jornal Açores 9

Ana Luísa Amaral ganha Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana | Livros | PÚBLICO

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O prémio tem um valor pecuniário de 42.100 euros e é considerado a maior distinção para a poesia no espaço literário ibero-americano.

Source: Ana Luísa Amaral ganha Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana | Livros | PÚBLICO

A INTELIGÊNCIA DOS GOLFINHOS, SUPERIOR À DE MUITOS HUMANOIDES

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“até que o homem aprenda a respeitar e a dialogar com o mundo animal, nunca poderá conhecer o seu verdadeiro papel nesta Terra.”
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O famoso mergulhador italiano, Enzo Maiorca, nadava nas águas quentes do mar de Siracusa e conversava com sua filha Rossana que ficara no barco.
Pronto para submergir, sentiu algo bater ligeiramente nas costas. Virou-se e viu um golfinho. Percebeu então que ele não queria brincar, mas expressar alguma coisa.
O animal mergulhou e Enzo o seguiu.
A cerca de 12 metros de profundidade, preso em uma rede abandonada, havia outro golfinho.
Maiorca rapidamente pediu à filha que apanhasse suas facas de mergulho. Em poucos minutos os dois conseguiram libertar o golfinho que, no limite das forças conseguiu emergir, emitindo um “grito quase humano” (assim descreveu Maiorca).
Um golfinho pode resistir debaixo d’água até 10 minutos, depois afoga-se.
O golfinho liberto, ainda atordoado, foi controlado por Enzo, Rossana e o outro golfinho. Depois veio a surpresa: Era uma delfina, que logo deu à luz um filhote.
O macho circulou-os e, parando à frente de Enzo, lhe tocou na bochecha (como se fosse um beijo), num gesto de gratidão… e se afastaram.
Enzo Maiorca terminou sua intervenção dizendo: “até que o homem aprenda a respeitar e a dialogar com o mundo animal, nunca poderá conhecer o seu verdadeiro papel nesta Terra.”
Artur Neto and 5 others
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 Evidence That The Lost Continent Lemuria Really Existed In Ancient Times – Ancient Blog

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Many stories remind us of the drowned continent of Lemuria, which extended from India to Australia. Much like Atlantis, tens of thousands of years ago, this ancient land vanished under unexplained circumstances. Data from geologists suggests that this continent was separated by ever-growing oceans, somewhere near the end of the Mesozoic period. Scientists in India have discovered in a report that the water level was 100 meters below 14,000 years ago, and steadily rose as a result of global warming until it engulfed a major portion of the land mass, leading to the extinction of many coastal cultures, such as

Source: Crystal Clear Evidence That The Lost Continent Lemuria Really Existed In Ancient Times – Ancient Blog

NOVO RECORD EM PARAPENTE

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PILOTO PORTUGUÊS VOOU 237,3 QUILÓMETROS ATÉ ATERRAR PRÓXIMO DE SEGÓVIA
Batido recorde de distância em parapente a partir da Serra de Bornes
DIARIODETRASOSMONTES.COM
Batido recorde de distância em parapente a partir da Serra de Bornes
O piloto Eusébio Soares bateu no anterior fim-de-semana o recorde de distância em parapente a partir da Serra de Bornes, em Macedo de Cavaleiros.
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LIVRO SOBRE ACONTECIMENTOS 1959 TIMOR

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Contrariamente à minha expectativa, o livro de autoria do Sr. Gregório Henrique- “Timor 1959” nada traz de substancial ao conhecimento histórico sobre a propalada “revolta,” ocorrida nessa data na zona de Viqueque. Há uma série de referências identificativas dos que participaram e alguns que morreram durante os acontecimentos em causa, tornando-se, porventura, a mais válida achega como registo informativo. De resto, o autor escolheu uma linguagem já fora de moda, mais apropriada aos anos e embalo “revolucionário” dos idos de 1975 na qualificação da administração portuguesa, apodando-a a cada momento de atributos perniciosamente colonialistas.
Rapidamente o autor passa a cronicar a suas experiências como guerrilheiro após o invasão indonésia e a seguida retirada para Portugal em 1983, onde permaneceu até à data.
De modo algum pretendo apreciar criticamente o trabalho que se desenvolve em mais de 300 páginas, mas confesso que esperava algumas mais interessantes revelações em relação aos factos em 1959.
Por último, parece-me que em 2021 a linguagem politicamente forte que o autor usa, não será a mais adequada a quem pretende deixar uma (sempre desejável) mensagem de paz e esperança às novas e futuras gerações de timorenses.
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anéis de pedra na ìndia

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Stone chains are found in Varadharaja Perumal Temple or Hastagiri or Attiyuran is a Hindu temple dedicated to Lord Vishnu located in the holy city of Kanchipuram, Tamil Nadu, India only, just imagine how it was carved out on single stone 1413 ce when there were no advanced technology. It’s 100% round and has no joints in it as been proven by scientists.
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